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78 – Testemunho de Fé – 7º Domingo do Tempo Comum (19/02/2012)

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Blasfemar ou glorificar?

Na verdade é Jesus quem “destelha a casa” dos Escribas quando, de forma desconcertante, perdoa os pecados do paralítico. O amor de Deus é livre e soberano e age de forma surpreendente.

Quem crê em Jesus compreende seu dever de carregar os pecadores até a presença de Jesus (suportar – ἀνέχομαι cf. Ef 4,2 e Col 3,13). E glorifica a Deus pelo seu perdão.

Quem não crê, no entanto, gera no seu coração colérico uma filha da ira, a blasfêmia, deixando de reconhecer a presença do dedo de Deus (cf. Lc 11,20).

  • Joziasmonteiro

    como fazer para lhes enviar perguntas?

  • http://www.facebook.com/people/Aline-Cerqueira/100000074553118 Aline Cerqueira

    Sua benção Padre! Como vemos em Tiago 5:16: “Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.”

  • http://www.facebook.com/people/Maria-Isabel-Honorio-Silva-Assis/100001851795473 Maria Isabel Honorio Silva Ass

    Tudo podemos Naquele que nos fortalece…Seu nome é Jesus!!! LSNSJC!!!

  • http://veritatis.x10.mx/ Anônimo

    Padre…  mas e quando estivermos falando de pessoas que não querem ser suportadas? E quando as pessoas só aceitarem sua presença quando você concordar com as heresias que ela prega e te expulsar de tudo, te isolar da comunidade como se fosse um leproso? E quando a pessoa está na Igreja fazendo Missa Sertaneja? E a comunidade toda te tratar como se fosse você o herege por não ir participar da chacota que fazem com Cristo, por não aceitar e não concordar com pessoas que dizem “não importa a religião” o que importa são as obras, o que importa é ver a comunidade unida e em paz? E quando a pessoa está usando o nome de Cristo e sua Igreja para pregar essas coisas? Pra dizer em homilia que os domônios são apenas os sentimentos ruins que temos, que os milagres da multiplicação de pães não foram milagres, mas apenas partilha, que a Eucaristia tem mais a ver com partilha do que com Sacrifício? Que o importante é nos amarmos, mas nesse amor sem verdade, essa caridade filantrópica? Que a Liturgia, as leis da Igreja, a moral o direito, enfim… tudo o que acreditamos e professamos são meros detalhes que se formos amigos de todos e fizermos boas ações podemos abandonar? O que devemos sentir padre? Pois meu coração se enche de ira quando vejo alguém destruindo a Igreja, sabendo que está fazendo isso… e dizendo: “onde está sua misericórdia”? Por acaso não é também um ato misericordioso rezar por estas pessoas? Não é um ato misericordioso discordar de suas ações e dizer-lhes o que a Igreja ensina? Ou é a misericórdia ficar em silêncio vendo as pessoas trocarem sua fé por um baião sertanejo de quinta categoria no meio da Missa, por mentiras relativistas de que Deus não se importa com que fé você professa? + PAX et bonum. Sua bênção, Padre.

  • http://www.facebook.com/people/Maria-Socorro-Alves-Holanda/100002846210125 Maria Socorro Alves Holanda

    Padre Paulo, amo suas pregações, reaviva minha fé em Cristo! 

  • http://www.facebook.com/people/Maria-Socorro-Alves-Holanda/100002846210125 Maria Socorro Alves Holanda

    Adoro suas pregações, reaviva minha fé em Cristo!

  • Neila guterres

    Sua benção Pe. Paulo, obrigado pelo precioso esclarecimento, nos ajudando a nos suportarmos no amor., é disso que mais precisamos aceitar-nos, por amor a Deus tão paciênte, que Ele nos ajude a carregarmos uns aos outros, fazendo a sua vontade.Realmente só a Missericórdia de Deus, poderá nos salvar, nesse mundo tão contubado,onde a única consolação vem de sua palavra,
    Sobreveio a lei para que abundasse o pecado. Mas onde abundou o pecado, superabundou a graça. (Romanos 5,20)

  • J3sus Pereira

    Essas, meu caro, são dores que, como tu, sinto e que, além dos nossos argumentos, iras e indignações, devemos carregar e unir, com orações, muitas orações, às dores do santo Sacrifício redentor de Cristo.

  • Albina Alice Canalli Fiuza

    Pe. Paulo, sua bênção!
    Deus lhe derrame torrentes de bênçãos por nos ajudar nesta caminhada. Parabéns! Muita luz…
    Por que duvidamos tanto da graça de Deus sobre nós? Por que, às vezes, nada nos basta? Por que culpamos a Deus pelas coisas difícies que  acontecem conosco? Por que achamos que nunca merecemos as coisas que se sucedem em nossa vida? A resignação é uma das virtudes que deveríamos buscar sempre. A confiança em Deus pode aliviar as nossas dores e nos apontar um caminho de serenidade, esperança e fé. Os fariseus duvidaram de Jesus e, por isso, o condenaram. A dúvida nos enche de fantasmas que só prejudicam a nossa fé. Aceitar que a força e o poder de Jesus estão conosco, mesmo quando não percebemos, deve ser a nossa oração.
    Albina Alice Canalli Fiuza
    Curitiba-PR

  • http://www.facebook.com/people/Maria-Isabel-Honorio-Silva-Assis/100001851795473 Maria Isabel Honorio Silva Ass

    Nada deve nos abalar, uma vez que Deus sabe de todas as nossas necessidades e devemos esperar no Seu tempo, no qual é difernte do nosso…

  • Diácono Francisco

    Padre Paulo Ricardo. Gostaria de fazer-lhe uma pergunta e se possível o sr. responder no meu e-mail: fab@globo.com
    @globo:disqus 
    Sou Diácono Permanente e seguidamente, como agora em tempo de quaresma, ouço muitas pessoas, leigos, padres e religiosos, dizerem que a abstinência de carne é determinada pela igreja apenas na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Gostaria que o senhor fundamentasse de forma bem clara e simples e bem direta, pois no catecismo da igreja católica e no código de direito canonico, quando os mencionos me dizem que eu estou sendo fundamentalista.

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“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.

Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”

Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

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