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"Por muitos" ou "por todos"?
Liturgia

"Por muitos" ou "por todos"?

"Por muitos" ou "por todos"?

"Hic est enim calix sanguinis mei […] qui pro vobis et pro multis effundetur"

Sandro MagisterTradução:  Fratres in Unum4 de Maio de 2012
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As Igrejas de várias nações do mundo estão restaurando na Missa, uma após a outra, as palavras da consagração do cálice tiradas literalmente dos Evangelhos e usadas por séculos mas, nas últimas décadas, substituídas por uma tradução diferente.

Enquanto o texto tradicional na versão latina original ainda diz: "Hic est enim calix sanguinis mei […] qui pro vobis et pro multis effundetur," as novas fórmulas pós-conciliares leram no "pro multis" um imaginário "pro omnibus". E, ao invés de "por muitos", traduziram por "por todos".

Ainda no último período do pontificado de João Paulo II, algumas autoridades vaticanas, incluindo Joseph Ratzinger, tentaram renovar a fidelidade nas traduções ao "pro multis". Mas sem sucesso. Bento XVI resolveu cuidar disso pessoalmente. Prova disso está na carta que ele escreveu no último dia 14 de abril aos bispos da Alemanha. Nela, Bento XVI resume as questões principais da controvérsia para melhor fundamentar sua decisão de restaurar a correta tradução do "pro multis". Mas, para melhor compreender o contexto, vale lembrar aqui de alguns elementos.

Em primeiro lugar, ao dirigir sua carta aos bispos da Alemanha, Bento XVI também deseja alcançar os bispos de outras regiões de língua alemã: Áustria, os Cantões Alemães na Suíça e o Tirol do Sul, na Itália.

De fato, se na Alemanha, apesar da forte resistência, a conferência episcopal optou recentemente pela tradução do "pro multis" não mais com o "für alle", por todos, mas com o "für viele", por muitos, este não é o caso da Áustria.

Tampouco é o caso da Itália. Em novembro de 2010, por votação, dos 187 bispos votantes, somente 11 escolheram o "per molti". Uma maioria esmagadora votou a favor do "per tutti", indiferentes às instruções do Vaticano. Um pouco antes, as conferências episcopais de 16 regiões italianas, com exceção da Ligúria, se pronunciaram pela retenção da fórmula "per tutti".

Em outras partes do mundo, estão retornando ao uso do "por muitos": na América Latina, na Espanha, na Hungria, nos Estados Unidos. Frequentemente com desacordo e desobediência. Mas Bento XVI claramente deseja ver esta questão resolvida. Sem imposições, mas instando os bispos a preparar o clero e os fiéis, com uma catequese apropriada, para uma mudança que deve ocorrer inevitavelmente.

Depois desta carta, fica fácil prever que o "per molti" também será restaurado nas Missas celebradas na Itália, apesar do voto contrário dos bispos em 2010. A nova versão do missal, aprovada pela conferência episcopal italiana, está atualmente sob o exame da Congregação para o Culto Divino. E, neste ponto, certamente será corrigida de acordo com as instruções papais.

Um Segundo ponto diz respeito aos contínuos obstáculos encontrados pela tradução do "por muitos". Até 2001, os proponentes de traduções mais "livres" dos textos litúrgicos apelavam a um documento de 1969 do "Consilium ad exsequendam Constitutionem de Sacra Liturgia", cujo secretário era monsenhor Annibale Bugnini, um documento sem assinatura, estranhamente escrito [originalmente] em francês, comumente referido por suas primeiras palavras: "Comme le prévoit".

Em 2001, a Congregação para o Culto Divino publicou uma instrução, "Liturgiam Authenticam" para a correta implementação da reforma litúrgica conciliar. O texto, datado de 28 de março, foi assinado pelo cardeal prefeito Jorge Arturo Medina Estevez e pelo arcebispo secretário Francesco Pio Tamburrino, e foi aprovado pelo papa João Paulo II numa audiência concedida oito dias antes ao cardeal secretário de estado Ângelo Sodano.

Lembrando que o rito romano "tem seu próprio estilo e estrutura que devem ser respeitados o máximo possível na tradução", a instrução recomendava a tradução de textos litúrgicos que fossem "não tanto um trabalho de invenção criativa, senão um [trabalho] de fidelidade e exatidão na transcrição dos textos latinos para a língua vernácula". Boas traduções – prescrevia o documento – "devem ser livres de uma dependência exagerada dos modos modernos de expressão e, de modo geral, livres de uma linguagem psicologizante". A instrução "Liturgiam Authenticam" sequer citava o "Comme le prévoit".

E era uma omissão voluntária, para privar o texto definitivamente de uma autoridade e de uma oficialidade que ele jamais havia tido. Mas, apesar disso, a instrução encontrou uma enorme e fortíssima resistência, mesmo dentro da Cúria romana, tanto que foi ignorada e contradita por dois documentos pontifícios subseqüentes.

O primeiro foi a encíclica "Ecclesia de Eucharistia" de João Paulo II em 2003. No segundo parágrafo, onde lembra as palavras de Jesus para a consagração do vinho, afirma:

"Tomai, todos, e bebei: Este é o cálice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados" (cf. Mateus 14,24; Lucas 22,20 e 1Cor 11,25). O "por todos" ali presente é uma variação que não tem base alguma nos textos bíblicos citados, evidentemente introduzido a partir das traduções presentes nos missais pós-conciliares.

O segundo documento é a última das cartas que João Paulo II costumeiramente endereçava aos padres toda Quinta-feira Santa. Tinha a data remetente de 13 de março de 2005, escrita no Hospital Gemelli, e afirmava no 4º parágrafo que:

"'Hoc est enim corpus meum quod pro vobis tradetur'. O corpo e o sangue de Cristo são dados pela salvação do homem, da totalidade do homem e por todos os homens. Esta salvação é integral e ao mesmo tempo universal, pois ninguém, ao menos que livremente o escolha, é excluído do poder salvífico do sangue de Cristo: 'qui pro vobis et pro multis effundetur'. É um sacrifício oferecido por "muitos" como diz o texto bíblico (Mc 14,24; Mt 26,28; Is 53, 11-12); esta expressão tipicamente semítica se refere à multidão que é salva por Cristo, o único Redentor, e, ao mesmo tempo, infere a totalidade dos seres humanos a quem a salvação é oferecida: o sangue do Senhor é "derramado por vós e por todos", como algumas traduções legitimamente explicitam. O corpo de Cristo é verdadeiramente oferecido 'pela vida do mundo' ( Jo 6, 51; 1 Jo 2,2)."

João Paulo II estava com a vida por um fio, estaria morto 20 dias depois. E foi um papa nestas condições, que sequer tinha forças para ler, a quem obrigaram assinar um documento em favor do "por todos".

Na Congregação para a Doutrina da Fé, que não tinha recebido o texto antecipadamente, a questão foi recebida com desapontamento. Tanto que, alguns dias mais tarde, no dia 21 de março, segunda-feira da Semana Santa, numa reunião tumultuada entre os chefes de alguns dicastérios da Cúria, o Cardeal Ratzinger registrou seu protesto. E menos de um mês depois, Ratzinger foi eleito papa. Anunciado ao mundo com visível satisfação pelo cardeal protodiácono Medina, o mesmo que havia assinado a instrução "Liturgiam Authenticam".

Com Bento XVI como papa, a restauração da tradução correta do "pro multis" imediatamente se tornou um objetivo de sua "reforma da reforma" na arena litúrgica. Ele sabia que encontraria uma oposição ferrenha. Mas nesta arena ele nunca teve medo de tomar decisões difíceis, como o provou o motu proprio "Summorum Pontificum" pela liberação da Missa no rito antigo.

Um fato bem interessante é o modo com o qual Bento XVI quer implementar suas decisões. Não somente com ordens peremptórias, mas através da persuasão. Três meses depois de sua eleição a papa, ele fez com que a Congregação para o Culto Divino, liderada então pelo cardeal Francis Arinze, conduzisse uma pesquisa entre as conferências episcopais para descobrir suas opiniões a respeito da tradução do "pro multis" pelo "por muitos".

Tendo reunido tais opiniões, no dia 17 de outubro de 2006, sob a instrução do papa, o cardeal Arinze enviou uma carta circular a todas as conferências episcopais, elencando seis motivos em favor do "por muitos" e encojarando-os – sempre que a formula "por todos" estivesse sendo usada – a "realizar a catequese necessária dos fiéis" em face da mudança.

É esta catequese que Bento XVI sugere que seja feita na Alemanha particularmente, numa carta enviada aos bispos alemães no último dia 14 de abril. Nela, ele aponta que não lhe parece que esta iniciativa pastoral sugerida com autoridade há seis anos atrás tenha sido jamais realizada.

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Clergyman? Melhor a batina!
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Clergyman? Melhor a batina!

Clergyman? Melhor a batina!

O hábito não faz o monge por inteiro, mas certamente o faz em uma notável parte; em sua maior parte, conforme cresce a sua fraqueza de temperamento.

Cardeal Giuseppe Siri,  Fratres in UnumTradução:  Giulia d'Amore4 de Maio de 2012
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Entendo oportuno chamar a atenção para um problema que está se tornando extremamente importante: o problema do hábito eclesiástico. [...] De fato, estamos testemunhando a maior decadência do hábito eclesiástico. [...] O hábito condiciona fortemente e, às vezes, até forja a psicologia de quem o veste. O traje [eclesiástico], de fato, é um compromisso quando de sua tomada, em sua conservação e em sua substituição. É a primeira coisa que se vê, a última que se depõe. Ele lembra o compromisso, a pertença, o decoro, o vínculo, o espírito de conjunto, a dignidade! Isto o faz de forma contínua. Cria, portanto, limites à ação; evoca constantemente esses limites; aciona a barreira do pudor, do bom nome, do próprio dever, da repercussão pública, das consequências das interpretações maldosas. […]

O hábito não faz o monge por inteiro, mas certamente o faz em uma notável parte; em sua maior parte, conforme cresce a sua fraqueza de temperamento. [...] Por esta razão, a questão de um uniforme se agiganta no campo eclesiástico e requer a atenção de todos os que querem salvar as vocações e ter perseverança nos deveres, disciplina, piedade e santidade que aceitaram! [...]

Acontece que, em algumas cidades da Itália (não citaremos nomes, obviamente, mas estamos completamente certos do que dizemos), por causa da ausência do recato imposto pelo "sagrado uniforme", chega-se a entretenimentos ainda proibidos pelo Código de Direito Canônico [de 1917]: boates, casas de má reputação e pior. Estamos a par das prisões de seminaristas feitas em cinemas infames e em outros locais menos recomendáveis. Tudo por causa do hábito traído! [...] O balanço que se faz. Aqui está:

  1. descrédito;
  2. desconfiança;
  3. insinuações fáceis e, às vezes, graves;
  4. padres que, começando pelo hábito e pelo desmantelamento da primeira humilde defesa, acabam onde acabam…
  5. crises sacerdotais, totalmente culpáveis aos responsáveis, porque começadas com a recusa das cautelas necessárias, exigidas pelo Direito Canônico e pelo Conselho dos Bispos…, com resultados ruinosos e insensatos…
  6. seminários que se esvaziam e não resistem, enquanto no mundo, tanto na Europa como na América, os seminários estão cheios, quando ordenados de acordo com a sua verdadeira origem, com hábito eclesiástico rigoroso, na verdadeira obediência ao Decreto conciliar Optatam totius;
  7. almas que se arrastam pela vida sem ter mais nenhuma capacidade de decisão, após a contaminação delas com o mundo.

[...] Eu creio que, em nosso tempo, justamente por suas características, possa ser difícil existir o espírito eclesiástico sem existir o desejo e o respeito pelo hábito eclesiástico.

[...] Aqui não estamos falando apenas de “hábito eclesiástico", mas de batina. E tenhamos a coragem de encarar os fatos, sem medo algum do que pode ser dito. [...]

Alguns, para boicotar o uso da batina, ou para se justificar por ter cedido à moda atual contrária à batina, afirmam: "de qualquer maneira, a batina é um hábito litúrgico", pretendendo, assim, esgotar o eventual uso da batina apenas na liturgia. Isto é claramente falso e capciosamente hipócrita! [...] Francamente, é claro que o clergyman [...] não é a solução mais desejada. Quem não ama a sua batina será capaz de continuar a amar o seu serviço a Deus? O próximo não substitui a Deus! Não é um soldado quem não ama a sua farda. [...] A direção a ser tomada é:

  1. que, mesmo que a lei permita o clergyman, este não representa, no meio de nosso povo, a solução ideal;
  2. que quem entende possuir o integral espírito eclesiástico deve amar a sua batina; [...]
  3. que a defesa da batina é a defesa da vocação e das vocações.

Meu dever como pastor me obriga a olhar muito longe. Tive que constatar que a introdução do clergyman, além da lei e das depravações do hábito eclesiástico, são a causa, provavelmente a primeira, do grave declínio da disciplina eclesiástica na Itália. Quem ama o sacerdócio, não brinque com o seu uniforme!

Referências

  • [Excerto: Card. Giuseppe Siri, A Te sacerdote, vol. II, Frigento: Casa Mariana, 1987, pp. 67-73].

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Comunicado a respeito da carta aberta de 27 padres solicitando o meu afastamento
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Comunicado a respeito da carta aberta de 27 padres solicitando o meu afastamento

Comunicado a respeito da carta aberta de 27 padres solicitando o meu afastamento

"Espero poder corresponder, com a graça de Deus, a toda esta expectativa. Asseguro que todos estão muito presentes em minha Eucaristia diária."

Padre Paulo Ricardo28 de Março de 2012
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Queridos irmãos,


Após as recentes manifestações ao redor de minha pregação no dia 20 de fevereiro de 2012, durante o 26º Vinde e Vede, pedi ao senhor Arcebispo para me ausentar de Cuiabá durante esta semana e procurar conselho espiritual e assistência jurídica.

Agora que o senhor Arcebispo se manifestou super partes no sentido de paz e de reconciliação, sinto o dever de comunicar o seguinte:

1- Lamento que as minhas palavras tenham sido mal interpretadas;

2 - Penso que seja esclarecedor que as pessoas levem em consideração as circunstâncias da pregação. Aquele dia do encontro era voltado para a espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano, fundado em 1972 pelo Padre Stefano Gobbi. O áudio de toda a pregação foi postado na internet, link aqui, e nele se pode notar o contexto em que aquelas palavras foram pronunciadas. Note-se, por exemplo, que me incluo sempre entre os padres pecadores e que a finalidade daquelas palavras era levar as pessoas à oração pela santificação dos sacerdotes. É sabido que um dos principais carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela santificação dos sacerdotes;

3 - Sem querer acrescentar uma ferida àquelas já abertas, mas também sem dissimular minha posição, devo atestar que não me reconheço na imagem que foi apresentada de minha pessoa, de meu pensamento e de meu ministério;

4 - Reconheço que as pessoas têm o direito de questionar a prudência e a oportunidade de uma pregação como aquela. Não tenho pretensão de estar sempre certo em minhas decisões práticas. Mas continua sendo minha opinião, aberta ao questionamento e à revisão, que seja uma verdadeira caridade para com os fiéis adverti-los para o fato de que a Igreja luta atualmente contra uma crise do clero. Sou da posição que, neste caso, o escândalo do silêncio seria muito maior do que a sincera e honesta admissão do problema, por doloroso que isto seja;

5 - Que esta crise do clero não atinja todos os padres, com ou sem batina, me parecia uma coisa tão óbvia, que não achei necessário comentar. Mas prometo ser mais cauteloso no futuro. É evidente que eu não tinha pretensão de expor naquela breve palestra toda minha visão a repeito do atual estado do clero católico. Creio que os numerosos fiéis que me acompanharam nestes 20 anos de ministério viram em mim um padre que, reconhecendo os próprios pecados, procura amar a Igreja em geral e o sacerdócio em particular. Foi à formação de irmãos no sacerdócio que dediquei as melhores energias de minha vida;

6 - É importante também ressaltar que de minha parte não pretendo divulgar os nomes dos 27 signatários da carta. Cumpre porém ressaltar o seguinte: não é verdade que o clero incardinado em Cuiabá se revoltou em massa contra minhas posições. Para uma mais exata avaliação da realidade divulgo apenas que são 5 padres diocesanos incardinados em Cuiabá, 5 em outras circunscrições e 17 religiosos;

7 - Quanto à reconciliação e à restauração da justiça, serão dados passos pastorais e, se necessário, jurídicos. Mas não creio que a internet seja o lugar apropriado para este caminho de reparação. Sei que nos tempos do Big Brother, do Twitter e do Facebook minha visão pode parecer antiquada. Peço, no entanto, que compreendam minha opção de silêncio, ao menos até a solução final que, uma vez alcançada, comunicarei aos amigos;

8 - Esta comunicação não seria completa sem que terminasse num agradecimento de coração pelos inúmeros e variados sinais de amizade, confiança e solidariedade que recebi. A todos um sincero e comovido "Deus lhes pague!"

Nestes dias, o nosso site recebeu um número imenso de mensagens oferecendo apoio de toda espécie: orações, jejuns, sacrifícios e provas sinceras de amor e estima. Meu celular não parava de tocar e de receber SMS. Foram literalmente milhares de fiéis, centenas de sacerdotes, alguns bispos e amigos de várias proveniências (um bispo anglicano, vários pastores evangélicos, cristãos em geral e até agnósticos!).

Uma palavra especial para os inúmeros blogs e páginas da internet que manifestaram o seu apoio. Com toda sinceridade não sei como expressar o peso da gratidão a não ser reconhecendo que lhes sou muito obrigado.

Agradeço ao meu Arcebispo pela paciência e o carinho paterno manifestado a ambas as partes envolvidas neste triste episódio.

Quanto a meus pais e minha família... não tenho palavras. No céu vocês verão o meu coração.

Espero poder corresponder, com a graça de Deus, a toda esta expectativa. Asseguro que todos estão muito presentes em minha Eucaristia diária. Continuemos unidos na gratidão a Deus, à Virgem Maria, aos anjos e aos santos de nossa devoção. Continuem a interceder por esta nossa luta e que Deus abençoe a todos.

Várzea Grande, 11 de março de 2012.

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