Conheça a verdadeira história sobre o Papa Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial e a tentativa dos comunistas em difamá-lo.
Audios
49 – Parresía: A difamação contra Pio XII
qui, 22/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. | Duração: 14:12
06 – Curso Dons Carismáticos: “Via Iluminativa”
qua, 21/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 57:24
Assista a sexta aula do curso Dons Carismáticos.
Tema da aula: “Via Iluminativa”
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05 – Curso Dons Carismáticos: “Via Purgativa”
qua, 21/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 46:11
Assista a quinta aula do curso Dons Carismáticos.
Tema da aula: “Via Purgativa”
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Solenidade de São José – Patrono Universal da Igreja
seg, 19/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 11:22
Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.
Modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.
81 – Testemunho de Fé – 4º Domingo da Quaresma (18/03/2012)
sáb, 17/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. | Duração: 25:15
Atraídos pela cruz!
“Tu crês que há um só Deus? Fazes bem! Mas também os demônios crêem isso, e estremecem de medo” (Tiago 2, 19). Por isto não basta crer que Deus existe, é necessário dar um passo que os demônios não são capazes de dar: adorar o amor infinito de Deus que se manifesta na cruz.
A partir da fé no amor de Deus, somos capazes de transformar o espetáculo naturalmente repugnante da cruz em uma certeza reconfortante. Se assim cremos, não seremos condenados.
77 – A Resposta Católica: “Qual é o destino do espírito que é condenado ao inferno?”
ter, 13/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 06:38
São Paulo afirma que o homem é formado por “corpo, alma e espírito”. É o Espírito que inclina o homem para Deus e, claro, diante da condenação final após a morte, ele terá que ser retirado. Quando o Espírito for arrancado do homem, no momento final, terá início a morte eterna. O que fazer, então, para evitar essa tragédia?
Comunicado
dom, 11/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
Queridos irmãos,
Após as recentes manifestações ao redor de minha pregação no dia 20 de fevereiro de 2012, durante o 26º Vinde e Vede, pedi ao senhor Arcebispo para me ausentar de Cuiabá durante esta semana e procurar conselho espiritual e assistência jurídica.
Agora que o senhor Arcebispo se manifestou super partes no sentido de paz e de reconciliação, sinto o dever de comunicar o seguinte:
1) Lamento que as minhas palavras tenham sido mal interpretadas;
2) Penso que seja esclarecedor que as pessoas levem em consideração as circunstâncias da pregação. Aquele dia do encontro era voltado para a espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano, fundado em 1972 pelo Padre Stefano Gobbi. O áudio de toda a pregação foi postado na internet, link aqui, e nele se pode notar o contexto em que aquelas palavras foram pronunciadas. Note-se, por exemplo, que me incluo sempre entre os padres pecadores e que a finalidade daquelas palavras era levar as pessoas à oração pela santificação dos sacerdotes. É sabido que um dos principais carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela santificação dos sacerdotes;
3) Sem querer acrescentar uma ferida àquelas já abertas, mas também sem dissimular minha posição, devo atestar que não me reconheço na imagem que foi apresentada de minha pessoa, de meu pensamento e de meu ministério;
4) Reconheço que as pessoas têm o direito de questionar a prudência e a oportunidade de uma pregação como aquela. Não tenho pretensão de estar sempre certo em minhas decisões práticas. Mas continua sendo minha opinião, aberta ao questionamento e à revisão, que seja uma verdadeira caridade para com os fiéis adverti-los para o fato de que a Igreja luta atualmente contra uma crise do clero. Sou da posição que, neste caso, o escândalo do silêncio seria muito maior do que a sincera e honesta admissão do problema, por doloroso que isto seja;
5) Que esta crise do clero não atinja todos os padres, com ou sem batina, me parecia uma coisa tão óbvia, que não achei necessário comentar. Mas prometo ser mais cauteloso no futuro. É evidente que eu não tinha pretensão de expor naquela breve palestra toda minha visão a repeito do atual estado do clero católico. Creio que os numerosos fiéis que me acompanharam nestes 20 anos de ministério viram em mim um padre que, reconhecendo os próprios pecados, procura amar a Igreja em geral e o sacerdócio em particular. Foi à formação de irmãos no sacerdócio que dediquei as melhores energias de minha vida;
6) É importante também ressaltar que de minha parte não pretendo divulgar os nomes dos 27 signatários da carta. Cumpre porém ressaltar o seguinte: não é verdade que o clero incardinado em Cuiabá se revoltou em massa contra minhas posições. Para uma mais exata avaliação da realidade divulgo apenas que são 5 padres diocesanos incardinados em Cuiabá, 5 em outras circunscrições e 17 religiosos;
7) Quanto à reconciliação e à restauração da justiça, serão dados passos pastorais e, se necessário, jurídicos. Mas não creio que a internet seja o lugar apropriado para este caminho de reparação. Sei que nos tempos do Big Brother, do Twitter e do Facebook minha visão pode parecer antiquada. Peço, no entanto, que compreendam minha opção de silêncio, ao menos até a solução final que, uma vez alcançada, comunicarei aos amigos;
8) Esta comunicação não seria completa sem que terminasse num agradecimento de coração pelos inúmeros e variados sinais de amizade, confiança e solidariedade que recebi. A todos um sincero e comovido “Deus lhes pague!”
Nestes dias, o nosso site recebeu um número imenso de mensagens oferecendo apoio de toda espécie: orações, jejuns, sacrifícios e provas sinceras de amor e estima. Meu celular não parava de tocar e de receber SMS. Foram literalmente milhares de fiéis, centenas de sacerdotes, alguns bispos e amigos de várias proveniências (um bispo anglicano, vários pastores evangélicos, cristãos em geral e até agnósticos!).
Uma palavra especial para os inúmeros blogs e páginas da internet que manifestaram o seu apoio. Com toda sinceridade não sei como expressar o peso da gratidão a não ser reconhecendo que lhes sou muito obrigado.
Agradeço ao meu Arcebispo pela paciência e o carinho paterno manifestado a ambas as partes envolvidas neste triste episódio.
Quanto a meus pais e minha família… não tenho palavras. No céu vocês verão o meu coração.
Espero poder corresponder, com a graça de Deus, a toda esta expectativa. Asseguro que todos estão muito presentes em minha Eucaristia diária. Continuemos unidos na gratidão a Deus, à Virgem Maria, aos anjos e aos santos de nossa devoção. Continuem a interceder por esta nossa luta e que Deus abençoe a todos.
Várzea Grande, 11 de março de 2012.
Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior
76 – A Resposta Católica: “Como posso me tornar um bom catequista?”
sáb, 10/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 10:14
Ensinar a fé católica é primeiramente responsabilidade do sacerdote, o primeiro catequista de sua paróquia. Porém, em paróquias numerosas a ajuda dos leigos é fundamental nesta missão. Então fica a pergunta: como se preparar para ser um bom catequista?
Perguntas Frequentes
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Veja aqui as respostas para as perguntas mais frequentes.
Cursos
Catecismo da Igreja Católica
“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.
Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”






