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76 – Testemunho de Fé – 5º Domingo do Tempo Comum (05/02/2012)

É uma luta a vida do homem sobre a terra.

A doença representa uma provação para a alma e, como Jó, somos chamados a lutar para manter a fé. A comparação de Jesus para com os enfermos é muito diferente da mágica dos curandeiros. Nosso Senhor sabe que temos a alma em perigo e concede a cura física “quando for conveniente para a salvação da alma” (Concílio de Trento, DS 1696; cf. Catecismo da Igreja Católica 1512).

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75 – Testemunho de Fé – 4º Domingo do Tempo Comum (29/01/2012)

Cala-te e sai!

A Palavra de Deus é operativa. Ela não somente explica e indica; ela faz. É assim que Jesus, Palavra que se fez carne, vem a este mundo para retomar a obra da criação. Ele rompe o silêncio no dia de sábado e liberta o homem da mentira, da palavra esquizofrênica de Satanás.

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74 – Testemunho de Fé – 3º Domingo do Tempo Comum (22/01/2012)

Deixando tudo e seguir Jesus

Na passagem deste domingo, por duas vezes o evangelista nos recorda que os discípulos “deixaram” algo para seguir Jesus (Mc 1, 18.20). Mas infelizmente este mesmo verbo (ἀφέντες) retornará quando São Marcos nos recordar que “todos deixaram Jesus e fugiram” (Mc 14,50).

Seguir a Jesus e abraçar como estilo de vida a luta contra a idolatria. Somente assim o Reinado de Deus acontecerá em nosso coração.

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73 – Testemunho de Fé – 2º Domingo do Tempo Comum (15/01/2012)

Nos escritos de São João, Jesus é apresentado várias vezes como Cordeiro. É ele que, sem que se quebrem nenhum de seus ossos, é imolado na cruz (cf. Jo 19,36). É ele que, imolado mas de pé, é digno de abrir o livro selado e desvendar o sentido (Lógos) de nossa vida (cf. Ap 5, 5-7).

Neste relato vocacional dos primeiros discípulos, contemplar Jesus como “Cordeiro de Deus” é professar que ele é o sentido de nossas vidas e que devemos segui-lo no seu mistério de morte e ressurreição, aonde quer que ele vá (cf. Ap 14,4).

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72 – Solenidade da Epifania do Senhor

Respice stellam, voca Mariam!

Tu que compreendes o quanto, neste mundo passageiro, somos muito mais como náufragos lançados de um lado para outro por tempestades e ondas do que como alguém que anda terra firme, não olhes para longe desta estrela, se tu não queres ser oprimido pelas tempestades.

Se os ventos das tentações surgirem, se encontrares os rochedos das tribulações, olha para a estrela, invoca Maria.

Se fores abatido pelas ondas do orgulho, da ambição, da maledicência, da rivalidade, olha para a estrela, invoca Maria.

Se a ira ou avareza, ou desejos desordenados castigaram o navio de tua mente, olha para a estrela, invoca Maria.

Se preocupado com o tamanho de teus crimes, confuso com a consciência de teu grande erro, aterrorizado pelo medo da justiça divina, começas a ser engolido no abismo da tristeza, e na voragem do desespero, pensa em Maria.

Nos perigos, nas angústias, nas incertezas pensa em Maria, invoca Maria. Que ela nunca abandone os teus lábios, nem o teu coração; e para obteres a ajuda da sua oração, nunca esqueças o exemplo da sua vida. Se a segues, não te podes desviar; se lhe rezas, não te podes desesperar; se pensas nela não podes errar. Se ela te ampara, não cais; se ela te protege, nada temes; se ela te guia, não te cansas; se ela te é propícia, alcançarás a meta…” (Hom. II super “Missus est”, 17: PL 183, 70-71).

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71 – Solenidade da Santa Maria Mãe de Deus

Oito dias depois da Natividade, primeiro dia do ano novo, o calendário dos santos se abre com a festa de Maria Santíssima, no mistério de sua maternidade divina. Escolha acertada, porque de fato Ela é “a Virgem mãe, Filha de seu Filho, humilde e mais sublime que toda criatura, objeto fixado por um eterno desígnio de amor”. Ela tem o direito de chamá-lo “Filho”, e Ele, Deus onipotente, chama-a, com toda verdade, Mãe!

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70 Testemunho de Fé – Domingo do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo (25/12/2011)

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69 Testemunho de Fé – 4º Domingo do Advento (18/12/2011)

“Levanta-te, apressa-te, abre!”

A encarnação precisou do “sim” da Virgem Maria. Só desta forma se dá realmente a união entre o céu e a terra, entre Deus e o homem. O “mundo” no qual Deus se faz carne é o coração aberto, que livremente acolhe a sua vontade.
Se quisermos que a “sombra do altíssimo” nos cubra com a sua presença (shekhinah) precisamos nos colocar inteiramente à disposição de Deus.

“Olha, o Desejado de todos os povos está lá fora, batendo à porta. Ai! Se se retirasse porque hesitas… Levanta-te, apressa-te, abre! Levanta-te graças à fé, apressa-te graças à tua dedicação, abre graças ao teu consentimento” (São Bernardo de Claraval, Hom. IV 8).

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Perguntas Frequentes

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Catecismo da Igreja Católica

“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.

Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”

Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

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