Christo Nihil Praeponere

O Ano Sacerdotal e a Batalha

O ano sacerdotal e a batalha
Quando em 2009 o Papa Bento XVI proclamou o Ano Sacerdotal, exortando a todos os fieis que orassem pela santificação dos sacerdotes, estava declarando uma verdadeira guerra ao Inferno. Afinal, foi o próprio Senhor Jesus quem recordou ao primeiro Papa que as forças do inferno não poderão vencer a Igreja (cf. Mt 16, 18).
Se esta certeza da vitória final da Igreja nos enche o coração de esperança, também nos serve de alerta. Enquanto estivermos neste mundo haverá combate. E neste combate é importante compreendermos a estratégia do inimigo.

Digo isto porque, o Inimigo não é estúpido. Muito pelo contrário, é inteligente e utiliza a sua inteligência e todas as suas forças para seu objetivo principal que é destruir a Igreja. E isto já estava previsto na profecia: “porei inimizade entre ti e a mulher” (Gn 3, 15). Mas é bom lembrar que, quando se trata de uma luta de vida e morte, todo lutador procura atingir o adversário em um de seus pontos vitais. Se existe a possibilidade de se atingir o inimigo com um tiro na cabeça ou no coração, porque desperdiçar munição atirando em seus pés? Ora, Satanás sabe perfeitamente qual é o ponto vital da Igreja: a Eucaristia. A Igreja vive da Eucaristia – Ecclesia de Eucharistia.

Se é assim, compreende-se imediatamente a importância vital do sacerdócio. Tentando destruir o sacerdócio católico e declarando guerra aberta aos nossos padres, o demônio está tentando destruir a Igreja, atingindo-lhe o coração. Sem sacerdotes não há Eucaristia, sem Eucaristia não há Igreja.
Não nos deixemos enganar. A guerra midiática travada contra a Igreja ao redor dos escândalos sexuais de alguns sacerdotes não é uma batalha pela moralidade, nem uma preocupação com a castidade dos menores envolvidos. Em toda esta crise é o Santo Padre que tem manifestado enfaticamente a sua solidariedade às vítimas de abusos sexuais e tem dado orientações claras de que não devemos encobrir estes pecados vergonhosos.

É extremamente significativo que as mesmas pessoas que rasgam as vestes diante dos escândalos sexuais de padres, não façam nada para tutelar a pureza dos menores. Mas, ao contrário, apoiam a distribuição gratuita de camisinhas e lubrificantes sexuais aos nossos filhos, nas escolas públicas e em postos de saúde. Trata-se da mesma corja que patrocina programas de deseducação sexual em tvs abertas e alardeia como “direitos sexuais” as depravações da moda.

Não posso crer que estes lobos ferozes, que em sua maioria leva uma vida muito distante da castidade cristã, tenham se transformado milagrosa e repentinamente em uma legião de anjos da guarda, que zelam pela pureza de nossos filhos. Diria que mais se parecem com aqueles abutres que rodeiam um animal ferido e que fazem o possível para lhe abreviar a agonia para tirar proveito, o quanto antes, de sua carcaça. E a vítima, quem é? Um punhado de padres pedófilos? Não, mas sim o sacerdócio católico.

Não nos iludamos. Esta reação em massa não se explica apenas como um empreendimento humano. São Paulo nos lembra que não é contra a carne e contra o sangue que lutamos, mas contra espíritos malignos espalhados pelo espaço (cf. Ef 6, 12). A raiz do problema é portanto espiritual. E, se é assim, qual deve ser a nossa reação espiritual? Precisamos crer mais fortemente no sacerdócio católico; rezar e oferecer sacrifícios pela conversão e santificação dos sacerdotes, não somente neste ano sacerdotal, mas sempre.

Precisamos nos dar conta da grandeza do sacerdócio e da fragilidade de nossos sacerdotes. A grandeza do sacerdócio nos leva a considerar humildemente o quanto dependemos destes ministros do Senhor. Sem eles não temos as duas coisas mais importantes que podemos fazer em nossa vida espiritual: receber o perdão dos pecados e a eucaristia.
Esta grandeza do sacerdócio me leva a ser ousado e a professar minha fé neste grande dom de Deus. Já disse várias vezes, e algumas pessoas se escandalizaram com isto, que se na hora de minha morte eu tivesse de escolher entre ter ao meu lado a Virgem Imaculada e um sacerdote imundo e criminoso, eu preferiria ter o sacerdote. E a razão é muito simples. Nossa Senhora é maior e mais santa do que aquele padre miserável, mas não sendo sacerdote, ela não pode me dar os últimos sacramentos e o perdão de meus pecados. O sacerdote pode.

Por felicidade nossa, porém, nós católicos não precisamos fazer esta escolha. Podemos ter em nosso leito de morte, ao mesmo tempo, nossa Mãe santíssima e um sacerdote que, esperemos, esteja trilhando o caminho da santidade e da virtude.
Como uma arma neste combate, Deus nos presenteou com o Papa certo, na hora certa. Ele não é apenas um grande teólogo, mas também um homem espiritual que sabe com que armas a Igreja pode lutar. A Igreja não vive de reuniões, marketing e estratégias. A Igreja vive da Eucaristia. E os sacerdotes são os instrumentos de Deus que nos fazem entrar nesta vida. Ao convocar um ano sacerdotal para a santificação dos sacerdotes, o Santo Padre o Papa se colocou na linha de frente de uma grande batalha espiritual.

Por isto, recordemo-nos também de rezar e oferecer sacrifícios por este grande homem de Deus, o Papa Bento XVI. Que o Senhor o conforte nesta grande batalha espiritual e lhe dê a certeza de que não está sozinho, mas cercado de uma multidão de irmãos (cf. Rm 8,29).

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Novo DVD do Pe. Paulo Ricardo é lançado pela editora Ecclesiae: “Teologia da Libertação”

Teologia da Libertação

Nas últimas décadas, o movimento da Teologia da Libertação tem exercido grande influência na Igreja Católica do Brasil, encontrando adeptos nas mais diferentes regiões e classes sociais, tanto entre membros do Clero como entre os leigos. Neste DVD, o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior explica as bases, a ação e as conseqüências deste movimento que tem fundamentos revolucionários de matizes marxistas.

Obs: O DVD explica a realidade sobre a teologia da libertação mostrando os males e os problemas causados por este tipo de falsa doutrina quando propagada dentro da Igreja.

O DVD contém as seguintes partes:

Parte 1
1. As Fontes deste Estudo
2. O que é a Teologia da Libertação?
3. Marxismo na Teologia da Libertação
4. A Guerra Cultural
5. História da Teologia da Libertação
6. Interpretação Sociológica do Evangelho
7. Conseqüências da Teologia da Libertação
8. Odiar o Pecado, Amar o Pecador

Parte 2
1. A Porta de Entrada para a Teologia da Libertação
2. Movimentos Gnósticos
3. O Processo de Decadência Moral
4. O Ódio do Apóstata
5. O Caminho de Saída

Ficha Técnica:
Tempo de Duração: 2 horas
Editora: Ecclesiae
Idioma: Português (Brasil)
Código de Barras: 7-898943-143013
Dimensões do DVD: 13,5 x 19 x 2,0 cm

Adquira o seu DVD em http://www.ecclesiae.com.br/

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Entrevista sobre a situação litúrgica com Pe. Paulo Ricardo

Entrevista realizada com Pe. Paulo Ricardo para o site http://www.salvemaliturgia.com

1. Como V. Revma vê hoje a questão da Liturgia no Brasil e no mundo?

Nós estamos vivendo uma fase nova na história da Liturgia. Nós tivemos durante todo o século 20 um movimento litúrgico extraordinário de retorno as fontes; um progresso imenso no estudo da liturgia. Depois, com execução da Reforma Litúrgica do Vaticano II, houve infelizmente uma aplicação muito errada da Reforma. Ela foi, de certa forma, positiva, mas muito mal aplicada. Agora vivemos uma terceira fase: a fase em que retomamos aquilo que poderíamos chamar de o “bonde perdido”, retomamos o “trem perdido”. Nós estávamos no movimento litúrgico, que foi interrompido por um processo revolucionário da década de 70 e 80, e agora estamos retomando aquele processo litúrgico anterior, para colher os frutos de um verdadeiro movimento litúrgico. É isso que o Papa Bento XVI, pelo menos espera colocar em ato, e aquilo que ele prevê no seu livro “introdução ao Espírito da Liturgia”.

2. O saudoso Papa João Paulo II, na sua encíclica Ecclesia de Eucharistia, falava de “sombras” no modo com a Santa Missa é celebrada. Como interpretar essa expressão?

A meu ver essa sombras são exatamente isso: são frutos da má aplicação da Reforma Litúrgica. Nós vemos que, de alguma forma, entrou dentro do processo litúrgico da Igreja Católica uma mentalidade estranha e alheia a Igreja, que nós poderíamos chamar de mentalidade revolucionária, onde as pessoas fazem a Liturgia subjetiva, a partir dos seus gostos, de suas veleidades subjetivas. O Papa alerta para isso, e é necessário então nós retornarmos a forma tradicional da Igreja celebrar a Liturgia, mesmo que tenhamos os ritos litúrgicos do Vaticano II. Mas a Reforma Litúrgica do Vaticano II deve ser executada em sintonia com a tradição de 20 séculos.

(mais…)

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Magistério da Igreja – Papa condena outra vez a Teologia da Libertação

Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação.
O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.

Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”.  As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.

O pontífice admite que  a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho.

“Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.

Clique aqui para ler todo o texto do discurso.

Clique aqui para fazer o download da Instrução “Libertatis nuntius” (06/08/1984) em português.

É favor veicular esta notícia através de sua lista de endereços, orkut e meios de comunicação disponíveis.

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Vaticano II: Ruptura ou Continuidade?

O livro-aulaVaticano II: Ruptura ou Continuidade” é o primeiro volume do curso de Introdução à Teologia ministrado pelo Pe. Paulo Ricardo no Sobrado dos Bonecos em Paraty-RJ. O curso completo tem 6 livros que acompanham cada um, DVD e CD com as aulas, abordando diversos assuntos da Teologia Católica como Cristologia, Escatologia, Soteriologia e Teologia Fundamental.

Nesta primeira aula, Pe. Paulo fala do Concílio Vaticano II, comparando-o com os primeiros concílios da Igreja, mostrando quais foram as suas principais influências, a sua importância teológica e a forma adequada de compreendê-lo, apontando suas qualidades e alertando para os riscos das interpretações distorcidas.

O livro está divido em duas partes, e os temas de cada uma são os seguintes:

Parte 1
1. Introdução
2. Suprema Autoridade da Igreja
3. Revolucionários, Tradicionalistas e Conservadores
4. Nascimento da Igreja
5. Guerra contra o Arianismo
6. 60 Anos de Brigas
7. Concílio de Constantinopla
8. Conceito de Receptio

Parte 2
1. Hermenêutica da Continuidade
2. Linhas Teológicas do Vaticano II
3. O Estilo de Karl Rahner
4. Os Liberais e o Espírito do Vaticano II
5. Situação Atual da Igreja
6. O que é Teologia?
7. Renovação Carismática e Teologia da Libertação

Este primeiro volume é fundamental para todo Católico que queira enriquecer o seu conhecimento e fortalecer a sua fé.

Adquira o seu livro-aula em http://www.ecclesiae.com.br/

Veja também uma prévia da aula em: http://www.ecclesiae.com.br/videos/curso-de-introducao-a-teologia/trecho-vaticano-ii-ruptura-ou-continuidade.html

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Teologia Fundamental 1

Neste segundo volume do curso de”Introdução à Teologia”, intitulado “Teologia Fundamental I“, o Pe. Paulo Ricardo explica o que é Teologia Fundamental e inicia os estudos a respeito deste tema.

Para esclarecer um pouco o tema deste material, acompanhe um trecho retirado do próprio livro:

“A Teologia Fundamental é, portanto, uma teologia de fronteira, que olha para fora, que dialoga com o não crente, com o não cristão, com o não católico, no campo da Teologia, não de modo filosófico. Esse diálogo pressupõe a fé, as Sagradas Escrituras, argumenta com textos bíblicos, patrísticos, etc. Não se trata de um esforço filosófico, visto não ser Teologia Natural, teodiceia, que é um ramo da filosofia, mais especificamente da metafísica. Trata-se, assim, de uma matéria propriamente teológica, mas de fronteira, pois dialoga com não teólogos.”
Temas importantes e presentes na vida do Católico são abordados neste livro-aula. A lista completa dos assuntos, é dividida em duas partes, como apresentado a seguir:

Parte 1
1. Um esforço de todos
2. Uma teologia de fronteira
3. Teologia e conversão
4. O que é conversão?
5. É preciso crer na Igreja
6. É preciso escandalizar-se
7. O escândalo da Igreja
8. A Igreja e o pecador coabitam em mim

Parte 2
1. Misterium Lunae (Mistério da Lua)
2. O encontro com Cristo vivo
3. Quem é Cristo?
4. Cristo é a revelação
5. A sagrada escritura e a tradição
6. O mundo inefável da Igreja Católica
7. O mistério do sacerdócio
8. A importância do catecismo
9. A comunhão com a Igreja de sempre
10. Teologia em comunhão com a Igreja

Adquira o seu livro-aula em http://www.ecclesiae.com.br/
Veja também uma prévia da aula em: http://www.ecclesiae.com.br/videos/curso-de-introducao-a-teologia/trechos-teologia-fundamental-i.html

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Pe. Paulo Ricardo lança o DVD/Livro Teologia Fundamental

Neste segundo volume do curso de”Introdução à Teologia”, intitulado “Teologia Fundamental I“, o Pe. Paulo Ricardo explica o que é Teologia Fundamental e inicia os estudos a respeito deste tema. Para esclarecer um pouco o tema deste material, acompanhe um trecho retirado do próprio livro:

“A Teologia Fundamental é, portanto, uma teologia de fronteira, que olha para fora, que dialoga com o não crente, com o não cristão, com o não católico, no campo da Teologia, não de modo filosófico. Esse diálogo pressupõe a fé, as Sagradas Escrituras, argumenta com textos bíblicos, patrísticos, etc. Não se trata de um esforço filosófico, visto não ser Teologia Natural, teodiceia, que é um ramo da filosofia, mais especificamente da metafísica. Trata-se, assim, de uma matéria propriamente teológica, mas de fronteira, pois dialoga com não teólogos.”

Temas importantes e presentes na vida do Católico são abordados neste livro-aula. A lista completa dos assuntos, é dividida em duas partes, como apresentado a seguir:

Parte 1
1. Um esforço de todos
2. Uma teologia de fronteira
3. Teologia e conversão
4. O que é conversão?
5. É preciso crer na Igreja
6. É preciso escandalizar-se
7. O escândalo da Igreja
8. A Igreja e o pecador coabitam em mim

Parte 2
1. Misterium Lunae (Mistério da Lua)
2. O encontro com Cristo vivo
3. Quem é Cristo?
4. Cristo é a revelação
5. A sagrada escritura e a tradição
6. O mundo inefável da Igreja Católica
7. O mistério do sacerdócio
8. A importância do catecismo
9. A comunhão com a Igreja de sempre
10. Teologia em comunhão com a Igreja

Adquira o seu livro-aula em http://www.ecclesiae.com.br/

Veja também uma prévia da aula em: http://www.ecclesiae.com.br/videos/curso-de-introducao-a-teologia/trechos-teologia-fundamental-i.html

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Magistério da Igreja – Papa condena outra vez a Teologia da Libertação

Em discurso a bispos brasileiros, o papa Bento XVI condenou mais uma vez a Teologia da Libertação.

O discurso foi pronunciado neste sábado (05/12/2009) ao grupo de Bispos do sul do país que se encontrava em Roma por ocasião da visita ad limina. Por ocasião desta visita, que acontece a cada cinco anos, os Bispos apresentam ao papa e à cúria romana um relatório a respeito de suas dioceses e ouvem do pontífice as orientações para seu futuro pastoreio.

Bento XVI recorda o aniversário de vinte e cinco anos do documento que ele mesmo assinou, como então Cardeal Ratzinger, condenando esta forma de fazer teologia utilizando “teses e metodologias provenientes do marxismo”.  As palavras usadas pelo papa são duras e fogem do padrão diplomático dos discursos curiais, fazendo uma lista politicamente nada correta das consequências da Teologia da Libertação: “rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia”.

O pontífice admite que  a Teologia da Libertação não é um problema do passado quando recorda aos bispos que estas terríveis consequências “fazem-se sentir ainda” e que ainda se encontram em “vossas comunidades diocesanas”. O balanço geral apresentado por Bento XVI a respeito da aventura libertária da Igreja do Brasil parece fechar no vermelho.

“Grande sofrimento e grave perda de forças vivas” – conclui o sucessor de Pedro.

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Perguntas Frequentes

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Catecismo da Igreja Católica

“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.

Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”

Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

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