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Padre Amorth: os que querem a guerra na Síria “são instrumentos do diabo”
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Padre Amorth: os que querem a guerra
na Síria “são instrumentos do diabo”

Padre Amorth: os que querem a guerra na Síria “são instrumentos do diabo”

"Satanás é quem quer a morte e a guerra", diz o exorcista. Para o padre, vigília convocada pelo Papa Francisco neste sábado "incomodará o diabo".

Equipe Christo Nihil Praeponere7 de Setembro de 2013
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O famoso exorcista da diocese de Roma, o padre Gabriele Amorth, afirmou esta semana que "estes que querem a guerra na Síria são instrumentos do diabo". As declarações do sacerdote foram feitas à emissora italiana Tgcom24. "O Senhor é um Deus de paz, quer a paz, quer o amor entre os homens, quer a solidariedade e a ajuda, de modo que o rico ajude o pobre. E Satanás é quem quer a morte e a guerra", disse.

Padre Amorth aplaudiu a iniciativa do Papa Francisco de convocar uma vigília de oração pela paz no Oriente Médio. Ele assegurou que, sem dúvida, "incomodará o diabo". "O Papa tem o objetivo de influir. De que modo? Como um Papa, orando pela ajuda de Deus, este é o modo de atuar dos cristãos. Não com bombas para rebater outras bombas, mas com a oração para rebater as bombas."

As palavras do sacerdote italiano são de repúdio à intervenção militar estrangeira na Síria, após um ataque que matou centenas de pessoas no país. Para o padre Gabriele Amorth, a ingerência das potências mundiais na Síria não afastaria a ameaça do uso indevido de armas químicas. "Tenho presente a frase que disse o Papa Pio XII para evitar a segunda guerra mundial: 'Tudo está perdido com a guerra, tudo se pode salvar com a paz'. Todos os sistemas violentos deveriam ser condenados", concluiu.

Neste sábado, véspera da natividade de Nossa Senhora, todo o mundo se coloca de joelhos diante do Imaculado Coração de Maria para pedir a paz, para implorar a Deus que os homens recordem as tristes lições do último século e ponham termo a guerras injustas.

De fato, o Catecismo da Igreja Católica lembra que "a paz não é somente ausência de guerra e não se limita a garantir o equilíbrio das forças adversas". É importante recordar este ensinamento moral católico, especialmente quando muitos tendem a confundir a defesa da paz com um malfadado pacifismo. Este tem por essência não a paz de Cristo (cf. Jo 14, 27), obra da justiça (cf. Is 32, 17), mas uma caricatura dela, fruto seja da inércia dos que negam a existência do mal, seja da covardia dos que a reconhecem, porém não desejam combatê-la.

Como dizia o bem-aventurado João XXIII, a paz da qual fala a Igreja:

"não é paz completamente tranquila, de todo serena. É paz operosa, não ociosa nem inerte. Sobretudo é paz militante contra todo o erro, mesmo que dissimulado sob aparências de verdade, contra o atrativo e seduções do vício, e contra toda a espécie de inimigos da alma, que procuram enfraquecer, manchar e arruinar os bons costumes ou a nossa fé católica; e também contra os ódios, rivalidades, dissídios que a podem quebrar ou lacerar. Por isso, o Divino Redentor nos deu e recomendou a sua paz."[1]

Para o cristão, a verdadeira paz é fruto de uma guerra, de um combate pesado, para o qual ele deve tomar "a armadura de Deus", cingir-se com a verdade, vestir-se "com a couraça da justiça" e, sobretudo, embraçar "o escudo da fé" (cf. Ef 6, 13s).

Esta guerra, porém, diz São Paulo, "não é contra homens de carne e sangue (...), mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares" (Ef 6, 12). Mais que pedir o fim da guerra e o cessar das armas, urge que se rejeitem as propostas malignas do príncipe deste mundo, o diabo, e que se convertam os propósitos dos corações das pessoas. Afinal, não existe uma arma que mate sem que haja, antes, o pecado da cólera e do ódio ao próximo.

Mesmo que a situação soe como irreversível e as negociações, a este ponto, pareçam frustradas, unamos nossa oração ao pedido de paz oferecido pelo Santo Padre, a fim de que se afigure neste mundo pelo menos uma sombra daquele glorioso dia em que "uma nação não levantará a espada contra outra, e não se arrastarão mais para a guerra" (Is 2, 4).

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O filho da Igreja e os filhos do partido
Igreja Católica

O filho da Igreja e os filhos do partido

O filho da Igreja e os filhos do partido

O católico ama o Papa independente de quem for, pois sua fé está em Cristo, não num partido político

Equipe Christo Nihil Praeponere6 de Setembro de 2013
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No início da pregação evangélica a Igreja de Corinto teve de enfrentar sérias polêmicas entre os membros da comunidade. A briga tinha por motivo a mentalidade sectarista de certos grupos que adotavam uma linguagem dúbia em relação à fé: "Eu sou discípulo de Paulo; eu, de Apolo; eu, de Cefas; eu, de Cristo. (Cf. 1 Cor 1, 12)". Preocupado com o iminente cisma da Igreja de Corinto, São Paulo a aconselhou a viver em "em pleno acordo", ordenada "no mesmo espírito e no mesmo sentimento".

Circula em vários ambientes católicos, sobretudo naqueles influenciados por uma teologia que há muito perdeu o bonde da história, um tal sentimento de cisma que faz recordar exatamente a situação dos coríntios. Mas agora, com novos personagens: Bento XVI e Francisco. Desde que assumiu a Cátedra de Pedro, Bergoglio vem sendo instrumentalizado, quer por gente de fora, quer por gente de dentro da Igreja, para contrapor seu estilo pastoral ao de seus predecessores, como se o Espírito Santo estivesse dormindo durante todo esse tempo e só agora acordado para prestar assistência à sua Divina Esposa.

Esse raciocínio não é somente absurdo, mas também nocivo. E é nocivo porque denota o espírito pagão de quem, erroneamente, se confessa católico. Não existe nada mais mundano que medir a Igreja pela régua da "luta de classes", da separação entre "direita e esquerda". O Corpo de Cristo é cristológico, não funciona como uma câmara de deputados. As colunatas de Bernini na Praça de São Pedro indicam justamente o abraço acolhedor da Igreja Mãe. Um abraço que acolhe a todos, sem distinção, porquanto já "não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus" (Cf. Gl 3, 28). Quem separa os filhos de Deus em categorias terrenas serve a outro espírito, cujo nome faz jus aos seus seguidores: Satanás, o divisor!

O sujeito que assume a identidade cristã, assume não por "uma decisão ética" ou por "uma grande ideia", mas por causa do encontro "com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo"[1]. Das próprias ideias, gostos e opções ideológicas surgem os clubes, os partidos políticos, os círculos de debate, nunca a Igreja, pois em sua origem está outro princípio: o da obediência ao chamado do Senhor. Lembra o Cardeal Ratzinger, "a essência da conversão consiste em que eu já não procure meu partido, com meus interesses e meus gostos, mas me entregue às mãos do Cristo e me torne seu, me torne membro de seu corpo, que é a Igreja"[2].

Francisco é "filho da Igreja", não líder de uma facção de militantes aloprados. Sabe que "a fé é uma só" e que se deve confessá-la "em toda a sua pureza e integridade". Professa o ensinamento de Pedro, aquele professado semper, ubique et ab omnibus (sempre, por todos e em todos os lugares), com cada um de seus artigos "unitariamente ligados". Exorta para que "se transmita todo o depósito da fé (cf. 1Tm 6, 20) e para que se insista oportunamente sobre todos os aspectos da confissão de fé." Certo de que a unidade do credo apostólico é a unidade da própria Igreja, alerta que "tirar algo à fé é fazê-lo à verdade da comunhão."[3]

Não é preciso muito esforço para perceber o quão distante de Francisco estão os títeres que o contrapõem a Bento XVI. Enquanto estes o ultrajam e o ridicularizam prazerosamente, aquele o reconhece como alguém de grande "humildade e sabedoria", sendo uma loucura recusar um conselho seu[4]. As vedetes da (falsa) libertação não amam Francisco, amam o espantalho que criaram dele, assim como fizeram os sectários da comunidade de Corinto com São Pedro e São Paulo. Qualquer elucubração que proceda dessa parte não vai passar disto: cizânia no meio do trigo. Os católicos verdadeiros, porém, estão com Francisco como estiveram com Bento XVI e com todos os outros papas da história, uma vez que a fé de Pedro é a fé da Igreja Católica Apostólica Romana, "coluna e sustentáculo da verdade" (Cf. 1Tm 3, 15) e sobre a qual "as portas do inferno não prevalecerão" (Cf. Mt 16, 18).

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Guerra civil agrava situação de cristãos na Síria
NotíciasSociedade

Guerra civil agrava
situação de cristãos na Síria

Guerra civil agrava situação de cristãos na Síria

Os cristãos só são capazes de enfrentar toda sorte de adversidades porque deram às suas vidas um sentido autêntico.

Equipe Christo Nihil Praeponere6 de Setembro de 2013
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Para os cristãos do Oriente Médio, a chamada Primavera Árabe não tem passado de um verdadeiro pesadelo, uma situação de terror que em nada se assemelha a primavera alguma. São inúmeras as agressões de grupos rebeldes islâmicos à vida e à liberdade religiosa de minorias – entre as quais se contam os católicos, os ortodoxos e também os judeus.

Há alguns dias, foram reportados aqui os lamentáveis atentados de radicais da Irmandade Muçulmana a templos coptas, comunidades e entidades de caridade religiosas do Egito. Impossível não se comover ante o cenário de guerra montado na capital do país e o vasto número de imagens retratando as ruínas materiais e o sofrimento espiritual dos cristãos egípcios.

Hoje, os olhares de todo o mundo se voltam especialmente para a Síria. O território que há dois milênios testemunhou a conversão do apóstolo Paulo também tem sido palco dos protestos de civis contra o poder político vigente. Uma guerra devastadora tem colocado, de um lado, uma revolta popular comandada por facções extremistas e, de outro, o governo do inflexível Bashar al-Assad, cuja linhagem se mantém há 40 anos no poder da Síria.

O conflito tem se estendido há dois anos, sem soluções à vista. A própria incerteza em determinar a origem dos últimos atentados com bombas químicas, que fizeram centenas de vítimas inocentes, ilustra a dificuldade em identificar heróis e vilões. O presidente da Comissão dos EUA para Liberdade Religiosa Internacional, Robert George, diz que não se deve expressar "qualquer simpatia" pelos ditadores que ainda remanescem no poder, como é o caso de Assad. "Frequentemente eles foram os protetores dos cristãos e de outras minorias não porque eles particularmente gostavam destes, mas porque era politicamente viável para eles fazê-lo", explica.

Do lado dos rebeldes, porém, a conduta com relação aos cristãos também não é muito receptiva. "A situação na Síria é mais complicada. Nós não temos muito poder de influência, certamente, no regime de Assad. Quando se fala da força rebelde, estamos falando errado, porque não há força rebelde unificada ou algo remotamente parecido. Há várias, várias facções diferentes. Muitas são tão más e brutais quanto o próprio regime", conta George.

Em uma terra onde extremismos religiosos são recorrentes, a guerra civil só agravou a situação das minorias, como se esta já não fosse suficientemente lamentável. Com efeito, apenas 10% da população síria se declara cristã. O número de muçulmanos sunitas presentes no país é sete vezes maior. "Uma crescente pressão social causada pela radicalização da parcela sunita dificultou a situação dos cristãos nas últimas décadas. Por esse motivo e por causa de uma estagnação econômica geral, vários cristãos decidiram deixar o país para ir para o Ocidente", constata M. K. Tozman, autor de um relatório recente sobre o Cristianismo no Oriente Médio, publicado pela Agência Síria de Notícias.

Hoje, com a guerra civil, muitos cristãos têm suas igrejas atacadas deliberadamente por jihadistas e há relatos de explosão de carros-bomba em frente a alguns templos, como nas cidades de Aleppo e Damasco. Reféns de grupos sectários islâmicos no decorrer da guerra civil, muitas das famílias cristãs foram coagidas ou a renunciar a seu patrimônio ou a abandonar a sua fé. Isto quando não têm de abandonar a Síria e procurar abrigo nos territórios vizinhos.

No entanto, até nesta tentativa de procurar um refúgio reside grande dificuldade. "Grupos minoritários cristãos", conta Tozman, "não têm nenhum país que se sinta responsável por eles". Muitos correm o risco de serem ainda mais perseguidos no exílio, já que o Oriente Médio tem sido há muito palco de hostilidade crescente aos cristãos.

Ler que os pequenos grupos de cristãos ali presentes "não têm nenhum país que se sinta responsável por eles" é, ao mesmo tempo, comovedor e emblemático. De fato, os cristãos, independente do lugar em que estiverem, são cidadãos da Pátria Celeste; têm consciência de que sua morada definitiva não é nesta vida, não é neste mundo.

Disto lhes advém a força para resistir às tempestades: eles entregaram suas vidas a Cristo e concederam um sentido autêntico a suas vidas. Não, não é verdade que o homem não seja capaz de enfrentar o sofrimento, o exílio ou a perseguição. "O homem pode suportar tudo, dizia Viktor Frankl, menos a falta de sentido".

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Estado laicista, Estado opressor
Sociedade

Estado laicista, Estado opressor

Estado laicista, Estado opressor

Deixai o povo sem Deus, e em pouco tempo estará adorando o diabo. Subtraí a fé e a moralidade dos homens até que eles se comportem como bestas.

Equipe Christo Nihil Praeponere5 de Setembro de 2013
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A Igreja celebra no próximo 24 de novembro, ocasião em que também se encerra o Ano da Fé, a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo. Conforme explica Pio XI na Encíclica Quas Primas, a festa é uma maneira de recordar a realeza de Jesus e o domínio Dele sobre a humanidade.

O múnus real de Cristo não sugere algo metafórico. O seu poder abrange todas as esferas da sociedade, desde o legislativo ao executivo. As leis, as autoridades - civis ou religiosas -, os regimes políticos e a constituição das nações estão sujeitos à Pessoa de Jesus, pois sendo Ele, "enquanto Verbo, consubstancial ao Pai, não pode deixar de Lhe ser em tudo igual e, portanto, de ter, como Ele, a suprema e absoluta soberania e domínio de todas as criaturas." [1]

Com efeito, nenhum Estado pode prescindir de Deus sem perder sua legítima autonomia. Isso não quer dizer que seja da alçada do governo assuntos da competência da Igreja, uma vez que "Deus dividiu, pois, o governo do gênero humano entre dois poderes: o poder eclesiástico e o poder civil; àquele preposto às coisas divinas, este às coisas humanas." [2] Apenas recorda aquilo que disse Bento XVI, mencionando sua viagem à ilha de Cuba: "a Igreja não quer privilégios, mas deseja proclamar e celebrar inclusive publicamente a fé, levando a mensagem de esperança e de paz do Evangelho a todos os ambientes da sociedade."[3]

Em tempos de anticlericalismo e laicismo radicais, criou-se a (falsa) impressão de que a religião pertenceria ao âmbito privado, não tendo o Estado nada que ver com o assunto. Trata-se, evidentemente, de um erro. O homem é capaz de Deus, é capaz de conhecê-lo através da razão e de aderir à verdade. O Estado não pode, por conseguinte, negligenciar a fé no Deus verdadeiro sem grave dano ao edifício da civilização. Existe uma lei natural inscrita no coração do homem que o impele a buscar o Criador. Quando, porém, o Estado o impede de ter acesso ao Deus verdadeiro, relegando-o para debaixo do pano - ou simplesmente colocando quaisquer formas de culto no mesmo panteão para igualmente serem praticados -, faz com que o homem perca a noção de certo ou errado, enfim, absolutiza o relativismo.

A Igreja teve de lidar com esse perigo desde a época do Império Romano até aos recentes dias, em que seitas secretas tramam contra a fé. Santo Agostinho os rebatia incitando-os a apresentar "governadores de províncias", "maridos", "esposas", "juízes" e "agentes do fisco tais como os quer a doutrina cristã." - "E então ousem ainda dizer que ela é contrária ao Estado!", desafiava o santo.

Existe uma sadia separação entre o trabalho da Igreja e o trabalho do Estado, como atesta o próprio Cristo dizendo "dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Mas não existe uma autonomia do poder público para usurpar funções, modificando leis e direitos, como o fazem certos governos, retirando crucifixos de espaços comuns, aprovando projetos contrários à vida, à instituição da família e à educação dos filhos. O governo deve proteger essas instâncias, pois está submetido à lei natural. Quanto à ordem política, deve "ficar aberta à busca permanente de Deus, da verdade e da justiça."

No que concerne à liberdade religiosa, a Igreja faz questão de lembrar a sábia observação de Santo Agostinho: "o homem não pode crer senão querendo" (Tract. XXVI in Ioan., n. 2). Assim, "se a Igreja julga não ser lícito pôr os diversos cultos no mesmo pé legal que a verdadeira religião, nem por isso condena os chefes de Estado que, em vista de um bem a alcançar ou de um mal a impedir, toleram na prática que esses diversos cultos tenham cada um seu lugar no Estado."

O Estado laico desejado pelas mentes anticlericais não almeja a liberdade, almeja a escravidão. Deixai o povo sem Deus, em pouco tempo estarão adorando o diabo. Escondei o crucifixo, logo empunharão foices e martelos para conduzir a cadeia de corpos aos gulags e câmaras de gás. Subtraí a fé e a moralidade do homem até que ele se comporte como uma besta. Tirai a hóstia e o rosário, eles ferirão o pulso com as facas dos sacerdotes de Baal. Construí um mundo sem Deus e ele se voltará contra vós. Não há horizonte para uma nação que vira as costas para os céus senão a própria desgraça! "Quem tiver ouvidos, ouça" (Cf. Ap 2, 7).

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