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Milhares de franceses protestam contra "casamento" gay
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Milhares de franceses
protestam contra "casamento" gay

Milhares de franceses protestam contra "casamento" gay

Em meio a um público de diferentes idades e credos, a ocasião foi uma oportunidade para unir católicos, protestantes e até muçulmanos em torno da defesa da família.

Equipe Christo Nihil Praeponere27 de Março de 2013
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As ruas de Paris voltaram a ser palco de uma mobilização contrária à política socialista do presidente François Hollande, que pretende legitimar o "casamento" gay na França até junho deste ano. Cerca de 1,4 milhão de pessoas (algumas informações defendem 300 mil) marcharam à frente da Torre Eiffel para dizer um forte "não" à equiparação dos relacionamentos homossexuais à família natural. Em meio a um público de diferentes idades e credos, a ocasião foi também uma oportunidade para unir católicos, protestantes e até muçulmanos em torno da defesa da família. E, para desespero dos militantes esquerdistas, a manifestação que aconteceu no último domingo, 24/03, contou com o apoio de vários homossexuais, sobretudo dos membros da Homovox, a maior associação homossexual do país.

Essa é a terceira vez em que os franceses saem às ruas para repudiar o projeto da Ministra da Justiça francesa, Christiane Taubira, que busca a regularização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Em janeiro de 2013, a marcha teve o apoio de centenas de associações e grupos de diferentes credos que marcaram presença durante o ato para exigir do presidente François Hollande um referendo sobre o assunto. Embora a maioria dos franceses apoiem a proposta, a porcentagem dos que são contrários vêm crescendo dia após dia, em grande parte, devido a esses protestos. Foram as maiores manifestações públicas do país desde que a população resolveu protestar contra a reforma educacional em 1984.

As lideranças gays, numa tentativa fracassada de fazer oposição às marchas em defesa da família, também se organizaram em manifestações. No entanto, apesar de todo o aparato da mídia progressista e do lobby de outras organizações, o número de participantes ficou muito aquém daquele presente nas manifestações rivais. Uma derrota vergonhosa para a ideologia de gênero e seus promotores. Quem achava que a família natural poderia ser subvertida mediante uma simples canetada do presidente percebeu que estava errado. Fator que só tende a reforçar o incisivo ensinamento da Igreja de que, nas palavras do Cardeal Joseph Ratzinger, "[n]enhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente".

Se por um lado o governo já declarou que não tem a intenção de voltar atrás no projeto, por outro, a situação é uma ótima oportunidade para os franceses perceberem a farsa do discurso socialista e o pouco caso dessa ideologia em relação aos termos democráticos. Não importa que a lei natural diga que dois homens não são capazes de gerar um filho, não importa que a população se mostre contrária à proposta. A única coisa que importa para políticos dessa estirpe é fazer prevalecer seus ideais delirantes e imorais. Nem que para isso eles tenham que perseguir, condenar ou fazer uso das famosas guilhotinas de Robespierre e Napoleão. A criação de um "Observatório Nacional da Laicidade" para combater o que eles chamam de "patologia religiosa" já é um primeiro passo nesta direção.

Uma coisa é certa, a histórica manifestação dos franceses não deixará indiferente a consciência da população, muito menos a de seus governantes. Prova disso vê-se na preocupação dos socialistas em relação à crescente atuação da Igreja no espaço do debate público. Mesmo que a absurda lei do "casamento" gay venha a ser aprovada, o presidente François Hollande não ficará imune à reprovação do país, algo que poderá se refletir nas próximas eleições. Há um despertar da fé no povo francês, isso é notório. E esse despertar é o que ajudará os franceses a perceberem que, no debate acerca da união entre pessoas do mesmo sexo, o que se está em jogo não são apenas convicções religiosas, como alguns querem fazer crer, mas a própria natureza e identidade do ser humano.

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La Terapia delle malattie spirituale - Padre Paulo Ricardo em italiano
Espiritualidade

La Terapia delle malattie spirituale -
Padre Paulo Ricardo em italiano

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A pedido da TV Canção Nova da Itália, o padre Paulo Ricardo gravou uma série de vídeos em italiano para a emissora, a respeito da "Terapia das doenças espirituais"

Padre Paulo Ricardo26 de Março de 2013
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A pedido da TV Canção Nova da Itália, o padre Paulo Ricardo gravou uma série de vídeos em italiano para a emissora, a respeito da "Terapia das doenças espirituais". O tema já foi abordado em um dos cursos do site e pode ser encontrado também na versão livro, sob o título de "Um olhar que cura". Assista aos vídeos e os compartilhem com seus amigos, sobretudo com os italianos.

La Terapia delle malattie spirituale - Introduzione

La Terapia delle malattie spirituali - La Philautìa

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Novo estudo confirma efeito abortivo da pílula do dia seguinte
SociedadePró-Vida

Novo estudo confirma efeito
abortivo da pílula do dia seguinte

Novo estudo confirma efeito abortivo da pílula do dia seguinte

O cientista espanhol Emilio Jesús Alegre del Rey apresentou em Paris uma rigorosa investigação sobre a pílula do dia seguinte (PDS), confirmando seu caráter abortivo.

ACI Digital21 de Março de 2013
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O cientista espanhol Emilio Jesús Alegre del Rey apresentou em Paris, por ocasião do Congresso Europeu de Farmácia Hospitalar, realizado do 13 ao 15 de março, uma rigorosa investigação sobre a pílula do dia seguinte (PDS), confirmando seu caráter abortivo.

Em seu relatório sobre a pílula do dia seguinte, Alegre del Rey, farmacêutico especialista em Farmácia Hospitalar, concluiu que "a disponibilidade da PDS atenta contra a vida dos embriões ainda não implantados, supõe riscos para as usuárias, carece de benefícios em termos de redução da taxa de gravidez imprevista e aborto provocado, e ocasiona um gasto supérfluo".

O farmacêutico assinalou que "parece muito provável que a PDS atue parcialmente mediante mecanismos pós-fecundação que dariam conta, ao menos, de 30% -e possivelmente, de 50%- de seu efeito na diminuição das gravidez confirmadas".

"A negação do efeito pós-fecundação (abortivo) carece atualmente de base científica relevante e não é consistente com a melhor evidencia clínica disponível", assinalou.

Para o cientista, "o fato de que a PDS possa atuar parcialmente mediante mecanismos que causam a eliminação do embrião, supõe um dado de partida para a discussão ética e para as cláusulas de consciência, e deve ser comunicado aos profissionais".

"A eliminação do embrião ainda não implantado tem relevância ética e psicológica para as potenciais usuárias, muitas das quais manifestam que não tomariam um produto desse tipo", indicou.

Emilio Alegre advertiu que "resulta imprescindível" que as mulheres que poderiam recorrer à pílula do dia seguinte "sejam informadas, sem ambiguidades nem omissões, de que a PDS pode ter um efeito abortivo antes da implantação".

O farmacêutico acrescentou também que "existe evidência experimental de máximo nível que mostra que facilitar a disponibilidade da PDS não diminui a taxa de gravidez imprevista nem a de aborto provocado a nível populacional".

As afirmações de que a disponibilidade da pílula do dia seguinte, com ou sem controle médico, contribuiria para diminuir a gravidez imprevista ou abortos provocados "são contrárias à melhor evidencia científica disponível e supõem uma grave desinformação em matéria sanitária", assegurou.

Emilio advertiu também que a pílula do dia seguinte "supõe riscos para a saúde, e ainda mais quando se usa em populações escassamente representadas nos ensaios clínicos (como por exemplo, em adolescentes, mulheres com ciclos irregulares), em condições não provadas nos mesmos (administrações repetidas, mais ou menos frequentes), e/ou em pessoas com riscos específicos (alterações de coagulação, histórico de gravidez ectópica, salpingitis, interações etc.)".

"A expansão atual da disponibilidade deste produto hormonal, sabendo que esta aumenta sua utilização, mas não contribui com benefícios e sim com riscos, parece uma decisão contraditória do ponto de vista da saúde pública, além das considerações éticas", assegurou.

Ao comentar esta investigação, a Dra. María Alonso, coordenadora da Área de Medicina de Profissionais pela Ética, assinalou que "a investigação do Emilio J. Alegre implica consequências bioéticas evidentes já que ao ter a PDS um efeito abortivo, devemos afirmá-lo com claridade".

"Na Espanha a sua distribuição continua sem limite de idade nem prescrição médica, o qual resulta uma barbaridade do ponto de vista médico e bioético", denunciou.

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13 de março, dia de grandes surpresas
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13 de março, dia de grandes surpresas

13 de março, dia de grandes surpresas

De minha parte, faz brotar em meu coração uma grande esperança e alegria o fato de o novo Papa, como primeiro ato, ir visitar a casa de Nossa Senhora, a Basílica Liberiana de Santa Maria Maior.

Padre Paulo Ricardo14 de Março de 2013
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Caríssimos,

O dia de ontem foi um dia de grandes surpresas...

Enquanto os Cardeais eleitores escolhiam na Capela Sistina o novo Romano Pontífice, eu, em minha casa, era assaltado (as informações dos repórteres não são muito exatas, mas estão aí para constar).

Assim, o dia 13 de março de 2013 entrou, não somente para a história da Igreja, mas também para minha história pessoal. Graças a Deus estamos todos bem, os assaltantes foram presos, e os bens parcialmente recuperados.

Mas a surpresa maior foi o Papa Francisco.

Confesso que não o conheço nem pessoalmente, nem em escritos. Ao contrário de Joseph Ratzinger, de quem eu já era um entusiasmado conhecedor há vários anos, Jorge Mario Bergoglio será um pessoa que nós iremos juntos aprender a conhecer e amar.

Confesso que os seus gestos de originalidade em sua primeira aparição pública me deixaram confuso.

O que isto significaria? Não sou um místico, mas pedi uma palavra:

Mas o Senhor me disse: Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo (2Cor 12, 9).

Talvez seja isto mesmo. Alguém que com sua fraqueza e humildade faça atuar a graça. Um novo São Francisco que será um sinal de contradição e reconduzirá o coração de muitos a Deus. Afinal, não foi ao Pobre de Assis que Nosso Senhor pediu: "Reconstrói a minha Igreja"?

Esperemos que o novo Papa também saiba escolher um Secretário de Estado que seja um novo São Boaventura, um homem que faça o carisma fecundar a instituição.

De minha parte, faz brotar em meu coração uma grande esperança e alegria o fato de o novo Papa, como primeiro ato, ir visitar a casa de Nossa Senhora, a Basílica Liberiana de Santa Maria Maior.

Acompanhemos com fé e carinho o Santo Padre, o Papa Francisco, em seus primeiros passos seguindo as pegadas do pescador da Galileia. Que Nossa Senhora o cubra com seu manto!

Sancta Maria, salus populi romani, ora pro nobis!

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