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Não deixem morrer a memória de Charlie Gard

A batalha pela vida de Charlie Gard está chegando ao fim. Mas a guerra que já agora precisamos travar, enquanto família, para resistir à intromissão estatal em nossas casas, só está começando.

Se o bebê Charlie Gard tivesse recebido mais cedo o tratamento para sua doença, ele teria o potencial para crescer como um garoto normal e saudável.

Em linhas gerais, foi o que afirmaram ontem Chris Gard e Connie Yates, os pais do pequeno Charlie Gard, que há quase um ano batalhavam na Justiça pelo direito de tentarem um tratamento especial para seu filho, acometido por uma doença genética rara. Com base na recente avaliação feita por um especialista norte-americano, segundo a qual os músculos da criança já se tinham deteriorado de modo irreversível, os pais chegaram ontem, dia 24 de julho, à difícil decisão de deixar o seu filho partir.

A declaração dos pais de Charlie Gard já correu o mundo e é realmente, como disseram algumas matérias em inglês, "de cortar o coração" ( heartbreaking). Quem quer que se comova, porém, com a voz embargada do pai e o desconsolo da mãe, devastados por terem que ver o seu filho morrer, não se esqueça o que provocou essa dor. Não foi simplesmente uma enfermidade grave que lhe tornou inviável a vida. Antes que a sua condição piorasse, um grupo de burocratas — médicos e juízes, em grande parte — arrogou para si o direito de decidir o futuro de Charlie, impedindo que ele saísse do hospital em que se encontrava e atropelando a vontade de seus pais de lutar pela vida e pela saúde de seu filho.

Por isso, neste início de semana, o mundo assiste não só à morte de uma criança, mas também à triste vitória do Estado contra a família; à triste vitória da "cultura da morte", em última instância, contra a própria dignidade humana.

Esses pais que perderam o seu filho, infelizmente, não foram nem serão os primeiros. Há um movimento global se aproveitando da crise em que vivem muitas de nossas famílias para enfraquecer o pátrio poder, quando não para extingui-lo por completo. Nesse caso em particular, a intervenção descabida do Estado provocou a morte de Charlie. Na Noruega, porém, já há algum tempo, famílias estão perdendo sem mais nem menos a guarda de seus filhos e, em outros tantos lugares do mundo, quantos pais já não perderam as suas crianças, por exemplo, para a educação sexual permissiva que lhes é ministrada nas escolas!

A batalha pela vida dessa criança específica, Charlie Gard, está chegando ao fim. Mas a guerra que já agora precisamos travar, enquanto família, para resistir à intromissão estatal em nossas casas, essa só está começando.

Por isso, não deixem a memória de Charlie Gard morrer. Que o seu exemplo sirva para nos lembrar os sacrifícios que precisaremos fazer, no mundo moderno, pela sobrevivência e salvação eterna de nossos filhos.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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Charlie Gard está vivo!

Tribunal dá prazo de 48 horas para que pais de Charlie Gard demonstrem alguma evidência de que menino pode sobreviver a novo tratamento.

Charlie Gard continua sua batalha pela vida. Na última semana, o Hospital infantil britânico Great Ormond Street, onde o pequeno Charlie se encontra hospitalizado, decidiu dar uma nova chance ao bebê e pedir outra avaliação do caso aos tribunais. A decisão do hospital veio após os inúmeros protestos de grupos pró-vida e outras autoridades mundiais.

Nesta terça-feira, a Corte determinou que os pais de Charlie Gard têm 48 horas para provar que o menino pode apresentar melhora, se for submetido ao tratamento proposto por um médico norte-americano. Caso contrário, o hospital será forçado a desligar os aparelhos que o mantêm vivo.

Como bem observaram Padre Paulo Ricardo e outros pró-vida, a questão de Charlie Gard transcende a luta pela vida de um bebê. Trata-se de uma intromissão absurda do Estado na vida familiar que, caso seja aceita, abrirá um precedente perigosíssimo. Daí a importância de as pessoas se manifestarem contra esse disparate.

Não deixem de endereçar, ao hospital e às autoridades indicadas abaixo, a seguinte mensagem pedindo pela vida de Charlie. No Facebook, as páginas a ser contatadas são a do Hospital Great Ormond Street, a da Primeira-ministra Theresa May e a da Família Real Britânica:

Let #CharlieGard Live. Let his parents Love. Let the World Hope. (Deixem #CharlieGard viver. Deixem seus pais amarem. Deixem o mundo sonhar.)

No Twitter, basta copiar e colar o texto abaixo:

Let #CharlieGard Live. Let his parents Love. Let the World Hope. @GreatOrmondSt @theresa_may @RoyalFamily @10downingstreet @POTUS

Sobretudo, não deixemos de rezar.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

| Categoria: Sociedade

O assombroso poder de um presidente

Há algo de muito doentio em um sistema de governo que submete a dignidade humana às arbitrariedades de um homem, seja ele quem for.

A notícia de que Donald Trump assinou uma medida contra o financiamento público de ONGs pró-aborto em outros países fez com que ele caísse nas graças de muitos cristãos mundo afora. De fato, a decisão do recém empossado presidente americano foi um grande golpe para a "cultura da morte" e, exatamente por isso, merece todo o apoio. Nenhuma fundação que se considere humanitária, mas defende o aborto, pode ser subvencionada.

Por outro lado, o histórico dessa mesma lei, agora novamente em vigor nos Estados Unidos, causa séria perplexidade.

Em 1984, na Cidade do México, o então presidente americano Ronald Reagan assinou um decreto que exigia, como condição para o financiamento das organizações não-governamentais, a não promoção do aborto em outras nações como método contraceptivo. Essa lei ficou conhecida como Mexico City Policy e perdurou até 1993, quando Bill Clinton assumiu a presidência e a revogou. Durante o mandato de George Bush Filho, a Mexico City Policy voltou a vigorar no país. Com Barack Obama, no entanto, as ONGs pró-aborto tiveram uma nova oportunidade para promover suas ideologias no exterior. A assinatura de Trump nesta última semana foi apenas mais um set dessa espécie de "ping-pong político" que, infelizmente, deve continuar nas próximas gestões.

Acontece que a Mexico City Policy não é apenas uma medida a respeito de juros ou piso salarial. Não é apenas uma questão periférica, que pode ser mudada a cada quatro anos, segundo o projeto político do novo presidente. A Mexico City Policy diz respeito ao direito à vida de milhões de pessoas. É escandaloso, portanto, que uma questão tão delicada e grave seja tratada como jogo político e manipulação ideológica. Ninguém tem o direito de decidir quem deve viver e quem deve morrer. Isso deveria ser algo muito claro para as pessoas, sobretudo para aquelas que exercem alguma liderança política. Mas o fato de ninguém se pronunciar acerca desse problema mostra o quanto a sociedade está míope e, por conseguinte, incapaz de identificar a real causa de grande parte dos crimes contra a dignidade humana.

O Papa Bento XVI acertou em cheio quando avisou que "a negação de um fundamento ontológico dos valores essenciais da vida humana termina, inevitavelmente, no positivismo e leva o direito a depender das correntes de pensamento predominantes numa sociedade" [1]. Hoje um presidente assina um termo pró-vida, amanhã outro assina um termo pró-morte. E "assim caminha a humanidade", como diz a canção, sob o arbítrio das canetadas de quem está mandando. Há algo de muito doentio em um sistema de governo que submete a dignidade humana às arbitrariedades de um homem: "Maldito o homem que confia no homem" (Jr 17, 5). Se nem o Papa pode ser "um soberano absoluto, cujo pensar e querer são leis", imagine o presidente de um país [2]. Ele deve estar a serviço da lei, e não a lei a seu serviço.

De fato, quando não há fundamento seguro para nosso agir, "abre-se dramaticamente o caminho ao relativismo ético no plano individual e ao totalitarismo do Estado a nível político" [3]. Ao se afastarem da lei natural e dos ensinamentos da Igreja, as pessoas não adquiriram mais liberdade, como postulavam as serpentes do Iluminismo. Elas tornaram-se reféns delas mesmas e de suas escolhas.

Está claro que a fidelidade à lei natural, isto é, àquilo que nos define como pessoas humanas e de onde derivam todos os nossos direitos, deve voltar a ser respeitada e preservada. Como explicou Bento XVI ao Parlamento Alemão, o homem "é espírito e vontade, mas é também natureza, e a sua vontade é justa quando respeita a natureza e a escuta e quando se aceita a si mesmo por aquilo que é e que não se criou por si mesmo" [4]. Um verdadeiro governo, portanto, é aquele que respeita essa dignidade do ser humano acima de suas próprias vontades e convicções. Nem a vida, nem a família, nem o sexo podem ser objeto de manipulação ideológica, e tanto menos reféns da assinatura de um presidente.

A decisão de Trump, claro, é bem vinda. Mas está longe de trazer a verdadeira segurança que os homens precisam para viver livremente. É como se a liberdade fosse uma concessão do Estado para a cada quatro anos. O Estado virou Deus. E enquanto esse tipo de mentalidade torpe prevalecer, a "ditadura do relativismo" continuará a cortar cabeças, segundo o último programa de governo da moda.

Por isso, acorde! As próximas canetadas podem ser contra você!

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Bento XVI, Discurso aos membros da Comissão Teológica Internacional reunidos em Sessão Plenária, 1º de dez. 2005.
  2. ________, Homilia, 7 de maio de 2005.
  3. ________, Audiência Geral, 16 de jun. 2010.
  4. ________, Discurso ao Parlamento Federal, 22 de set. 2011.

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Após decisão do STF, brasileiros dizem “não” ao aborto

Em recente pesquisa, maioria dos brasileiros se mostrou contrária à legalização do aborto. Número é ainda maior entre as mulheres.

Não adianta. O povo brasileiro é majoritariamente contra o aborto, gostem as feministas ou não. É o que revela uma nova pesquisa, divulgada recentemente pelo Instituto Paraná Pesquisas, na qual 73% dos brasileiros se dizem contrários à interrupção voluntária da gravidez. Mais: entre as mulheres, a rejeição chega a um número ainda maior: 78%. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de dezembro de 2016, abrangendo um número de 2.016 eleitores de todo o Brasil.

O que esses dados representam?

Em primeiro lugar, trata-se de mais um banho de água fria nas pretensões das grandes fundações internacionais que, ano após ano, tentam implantar a "cultura da morte" no Brasil. Como se sabe, desde os anos 1960, várias fundações internacionais trabalham para mudar as leis brasileiras a fim de adequá-las ao seu projeto de controle populacional. E, embora muitos prefiram fechar os olhos para esse imperialismo contra a soberania nacional, o fato é que bilhões de dólares já foram investidos nesse projeto megalomaníaco. Vejam: a própria Fundação Ford, reconhecida no mundo todo por sua militância pela descriminalização do aborto, afirma ter gasto na América Latina, entre os anos de 1962, quando começou a trabalhar aqui, e 2012, mais de US$ 1 bilhão. No seu relatório para os anos de 1990, ela confessa: "[...] o Quadro de Conselheiros aprovou recentemente um orçamento de U$ 125 milhões para um período de dez anos com a finalidade de reorganizar um programa que fará dos direitos reprodutivos sua peça central" [1].

A afirmação é categórica. Não existe teoria da conspiração. Não existe má vontade. Não existe preconceito cristão. O que existe, e os documentos estão aí para provar, é um grupo de globalistas, obcecados por uma agenda ideológica e totalitária, tentando impor à população brasileira algo profundamente contrário à sua natureza, cultura e religiosidade.

Não se enganem, caros leitores. Essas pessoas não estão minimamente comprometidas com a causa das mulheres, com os direitos humanos dos brasileiros. Se assim fosse, a Constituição brasileira, a qual tutela os verdadeiros direitos dos cidadãos deste país, não seria solenemente rasgada por arautos do ativismo judicial. A população brasileira não seria insultada publicamente por seus juízes, aos quais, como declarou o ministro Luiz Fux, não se deve pedir nem mesmo satisfações.

Em segundo lugar, a pesquisa apenas traduz uma convicção enraizada no íntimo do povo brasileiro, convicção esta que nem mesmo os meios de comunicação podem arrancar. Mesmo depois de uma decisão absurda da 1ª Turma do STF e de uma reportagem alarmista no Fantástico, a convicção natural e óbvia de que a vida humana começa na fecundação persiste no coração dos brasileiros. Não foi por menos que a Advocacia-Geral do Senado enviou ao mesmo Supremo Tribunal Federal um parecer contrário à legalização do aborto em caso de Zika, baseado na "repulsa ao aborto" que "está profundamente arraigada na cultura brasileira". Os senadores — que, diferentemente dos ministros, devem satisfações à nação — conhecem seus eleitores e sabem que eles não aceitarão passivamente tamanho atentado ao mais importante dos direitos humanos: o direito à vida.

O parecer dos senhores senadores ainda ressalta algo muito importante:

"A legislação que regula a matéria foi outorgada pelo Presidente da República em um período de fechamento do Congresso Nacional, pela via do Decreto-Lei, sob a égide de uma Constituição também outorgada. A partir dessa constatação, poder-se-ia suscitar a possibilidade de questionamento sobre a legitimidade de esta Advocacia do Senado defender os seus termos, ainda nos dias atuais.

Observa-se, no entanto, e para além de qualquer dúvida razoável, que os parlamentares desejosos de promover mudanças na legislação sobre o tema jamais contaram com força persuasiva suficiente para convencer em número suficiente os seus pares. Portanto, as disposições do Código Penal relativas ao ponto em discussão ainda vigem, passados mais de setenta e cinco anos de sua edição, não por mera omissão ou distração, mas pela vontade da maioria do Congresso Nacional." (grifos nossos).

Eis aí. Não existe nenhuma omissão ou negligência do Congresso Nacional com relação às disposições do Código Penal referentes ao crime de aborto. O que há, sim, é um compromisso da população brasileira com a vida, que se reflete na vontade da maioria dos congressistas. O Supremo Tribunal Federal, portanto, não tem justificativa nenhuma para legislar a favor de uma minoria que, atenção, não está comprometida com a verdade e a soberania nacional, mas com uma agenda política internacional e antinatalista.

Um esclarecimento necessário

Um esclarecimento é necessário, porém. Ainda que essa pesquisa trouxesse um resultado diferente e, para espanto geral, revelasse que o povo brasileiro, depois de tantas "campanhas de conscientização", é agora favorável ao aborto, o aborto continuaria a ser crime contra a vida, contra um indefeso ser humano dentro do útero de sua mãe. Isso porque o início da vida humana, ao contrário do que postula o ministro Luiz Barroso, não é "uma escolha religiosa ou filosófica", mas uma verdade evidente. E não é preciso ser cristão para reconhecer isso. Não é preciso provar o que é evidente. Um ser que possui DNA humano não pode ser outra coisa senão um ser humano; ou seja, "é já um homem aquele que o será" [2].

Na vigília pela vida nascente, em 2010, o papa emérito Bento XVI já denunciava certas "tendências culturais que buscam anestesiar as consciências com motivações espúrias", motivações que muitas vezes se camuflam de falsos direitos e necessidades. Contra isso, o papa lembrava que todo ser humano "é um sujeito capaz de entender e desejar, autoconsciente e livre, irrepetível e insubstituível, vértice de todas as realidades terrenas, que exige ser reconhecido como valor em si mesmo e merece ser acolhido sempre com respeito e amor". Não importa se ele já está na chamada "melhor idade" ou ainda está no terceiro mês de gestação. "Com relação ao embrião no ventre materno", explicava o Santo Padre, "a própria ciência coloca em evidência a autonomia capaz de interação com a mãe, a coordenação dos processos biológicos, a continuidade do desenvolvimento, a crescente complexidade do organismo". De fato, o embrião não é "[...] um acúmulo de material biológico, mas [...] um novo ser vivente, dinâmico e maravilhosamente ordenado, um novo indivíduo da espécie humana". E isso não é questão de opinião pública.

O povo brasileiro sabe que se trata disso, sabe que se trata de algo não opinável, mas de uma questão que merece nossa defesa intransigente. Isso explica por que após tantos ataques dissimulados e vergonhosos à sua constituição, o Brasil continua resoluto na sua posição pró-vida. E assim deverá permanecer para horror daqueles que advogam o contrário. No pasarán!

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Ford Foudation, Saúde Reprodutiva: uma estratégia para os anos 90.
  2. Tertuliano, Apologeticum, IX, 8.

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Mãe que perdeu bebê com 13 semanas se impressiona com humanidade do nascituro

Jessica Smith sempre se considerou uma pró-vida convicta. Mas, com 29 anos e 4 filhos, essa mãe de família estava totalmente despreparada para o choque que seria ver o corpo do seu quinto filho, morto por aborto espontâneo.

Por Pete Baklinski | Tradução: Equipe CNP – Jessica Smith sempre se considerou uma pró-vida convicta. Mas, com 29 anos e 4 filhos, essa mãe de família estava totalmente despreparada para o choque que seria ver o corpo do seu quinto filho, morto por aborto espontâneo.

Perguntada pelo médico se queria ver o bebê, ela imaginava presenciar apenas alguns resíduos. "Àquela altura da gravidez, eu esperava que me fossem entregues apenas alguns amontoados de tecidos. Mas, ao contrário, deram-me um bebezinho perfeitamente formado", ela relata, em entrevista exclusiva ao LifeSiteNews.com. "Ele meio que nos deixou chocados. As enfermeiras só sabiam dizer: 'Ele é tão perfeito, ele é tão perfeito'."

Foi em abril que Jessica e o seu marido, Ray, descobriram que estavam esperando outro filho. Entusiasmado, o casal logo começou a fazer planos para acomodar o novo membro da família. Dessa vez, eles teriam que comprar aquela van grande que já estavam adiando o quanto podiam.

Mas, no meio de julho, Jessica sofreu uma hemorragia. "Acordei sentindo muita dor e havia uma piscina de sangue em minha volta, na cama. Sabia que, provavelmente, aquele não era um bom sinal", diz Jessica, que começou a temer por um segundo aborto espontâneo.

Como seu marido tinha passado a noite perto do trabalho, a cerca de uma hora de casa, a mãe de Jessica foi ao seu encontro, de carro, para levá-la ao hospital. O filho mais velho do casal foi deixado na casa de um amigo, enquanto as duas mais novas acompanharam a mãe e a avó ao hospital.

Na chegada, o médico confirmou o maior medo de Jessica:

"Levaram-me para uma sala de ultrassom para checarem a criança. Quando vi a tela preta vazia, sabia o que aquilo significava. Àquele ponto, eu tinha a impressão de que meu bebê provavelmente já tinha saído com a hemorragia. Imaginei que não tivesse notado, simplesmente, que ele tinha caído pelo ralo, algo do tipo. Só de pensar nisso o meu coração já se desfez."

Quando o médico disse a Jessica que ela precisava fazer o parto do seu filho, a princípio ela não entendeu o que aquilo significava. "O médico explicou que o bebê tinha ficado no meio do caminho e ainda não estava totalmente fora", ela conta.

Ainda dentro da seção de ultrassom, o médico ajudou Jessica a ter a criança. Era um menino, e a mãe ficou surpresa ao descobrir que era possível saber o sexo do bebê, mesmo com tão pouco tempo de vida.

Com o filho nas mãos, Jessica afirmou que, mesmo em meio ao seu sofrimento, era uma alegria poder contemplar de perto aquele bebezinho. Ele tinha os dedos das mãos e dos pés perfeitamente formados. Mesmo que muito pequenos, era possível distinguir bem os ouvidos, o nariz e a boca. Nessa fase, o seu fígado e rins estariam em pleno funcionamento, e os sistemas do seu corpo estariam completamente formados, precisando apenas da segurança do ventre materno para que se desenvolvessem até atingirem a própria independência.

"Eu não estava esperando ver um bebê assim. Sempre acompanho as minhas gestações com aqueles aplicativos de bebê no celular, mas nem eles conseguiram indicar quão perfeitamente humano meu filho parecia. Sempre fui pró-vida, mas nem eu imaginava como um feto de 13 semanas poderia ser", ela diz.

Depois, com a chegada do pai, a família deu ao bebê o nome de Noah Israel, os dois personagens do livro do Gênesis. ( Noah é "Noé" em inglês.)

As duas filhas mais novas do casal, então, foram chamadas para dentro da sala, para dizer 'olá' e se despedirem de seu irmãozinho:

"Quando minha menina de dois anos, Maycee, viu Noah deitado ali, ela não disse: 'Ó, mamãe, é um punhado de células'. Não, ela disse: 'Olha, mamãe, é um bebê'. E eu disse: 'Eu sei, meu anjo, eu sei.'"

A família viveu junta o luto pela perda de Noah. Se tivesse completado o tempo da gestação, ele teria nascido no mês passado, no dia 13 de janeiro. Mesmo com o pouco tempo de vida, porém, Jessica acredita que a vida de Noah não foi em vão – tinha um sentido e um propósito.

"Noah me mostrou quão 'humanos' esses pequeninos realmente são", ela conclui. "Quando você olha para ele e vê quão perfeitamente humano ele era, como alguém pode dizer que o aborto é uma boa decisão? Está na hora de remover o véu e abrir as cortinas, a fim de que as pessoas sejam capazes de enxergar a humanidade do nascituro e como o aborto realmente destrói uma vida humana."

Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

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Um pequeno milagre chamado Abigail

Eles descobriram que sua filha tinha síndrome de Down e um câncer no cérebro, ainda durante a gravidez. Mesmo assim, sustentados por sua fé em Deus, eles não hesitaram em dar a vida.

Créditos: 8.08 Photography

No dia 6 de agosto, Erika e Stephen Jones deram boas vindas à sua segunda filha. Tamanha alegria, no entanto, foi precedida por um misto de preocupação e incertezas. O diagnóstico pré-natal da pequena Abigail previa não apenas um, mas dois problemas de saúde.

Um primeiro ultrassom, com 18 semanas, revelou à família a forte possibilidade de Abigail ter síndrome de Down – condição que foi confirmada, em seguida, por um exame de sangue.

"Inicialmente, ficamos chocados e assustados, chorando a perda de um bebê 'normal'", escreveu Erika, em uma postagem na Internet. "Mas Deus rapidamente trabalhou em nossos corações e a Sua paz fez-nos superar o medo. Logo ficamos entusiasmados e honrados por ter uma criança com necessidades especiais."

Mal seus medos se tinham dissipado e eles começaram a aceitar aquele diagnóstico, os médicos vieram com uma nova notícia. O ultrassom de 30 semanas mostrou um aglomerado crescendo no cérebro de Abigail: era um raro tumor cancerígeno que estava substituindo a massa cerebral do bebê.

"Nossos corações se partiram e nossas mentes foram abaladas com questionamentos e com o medo do que estava por vir", escreveu Erika.

À medida que avançava a gravidez, também crescia o tumor – e os médicos ofereciam poucas esperanças.

"Confiando na graça e na perfeição de nosso Deus, nós sabíamos que a vida da pequena Abby tinha um propósito, não importasse o quão longa ou curta ela fosse", explicou. "Rezamos continuamente pela cura de Abigail, mas nossa fé em Deus nunca esteve baseada nisso. Deus não se limita aos nossos planos ou a como queremos que as coisas funcionem. Nossa fé é em um Pai amoroso cujos planos são maiores que os nossos, planos que trarão as pessoas para a vida eterna. Às vezes, as coisas que Ele precisa fazer para trazer os outros à eternidade podem nos causar uma dor tremenda, mas precisamos focar na alegria do que é eterno, e não na dor do que passa."

Por causa do tamanho do tumor, Abigail nasceu de cesárea. Os médicos disseram à família que ela não viveria muito tempo depois do nascimento, mas Abigail ficou bem o suficiente para ser levada para casa. O seu câncer não é curável. O agressivo tratamento da quimioterapia poderia matar um bebê da sua idade. Além disso, os médicos não seriam capazes de remover todo o tumor por meio de uma cirurgia.

Hoje, Abigail está em casa com seus pais e sua irmã, e conta com a ajuda de um pediatra. "Essa situação é trágica e inacreditavelmente difícil", diz a mãe de Abigail. "Não queremos perder a nossa filha. Queremos vê-la rir, dançar, brigar com a sua irmã, andar de bicicleta, ir à escola... queremos ver a sua vida. (...) Nossos corações estão partidos e despedaçados pelo tempo que não temos. O que nos sustenta é o fato de que Deus é bom."

Abigail tem algumas semanas ou meses de vida. A sua família está usando esse curto período para amá-la por completo e descobrir o valor e o significado que tem a sua vida, aproveitando a sua filha por cada momento que ela tem e cada segundo que lhe é dado.

Fonte: Live Action News | Tradução: Equipe CNP

P. S.: Se você quer saber mais detalhes sobre a vida da pequena Abigail, visite o blog da família Jones: Team Jones 4.

| Categoria: Pró-Vida

Vídeo de ultrassom mostra bebê de 11 semanas pulando no ventre materno

Breve exibição de uma criança se mexendo na barriga de sua mãe fica viral na Internet

Breve exibição de uma criança se mexendo na barriga de sua mãe fica viral na Internet. A imagem tirada de uma ultrassonografia foi para as redes sociais e já recebeu mais de 60 mil compartilhamentos e 3 milhões de visualizações.

O vídeo em questão exibe um bebê de 11 semanas e 4 dias, ainda no primeiro trimestre, período em que acontece a maior parte dos abortos provocados nos Estados Unidos. Postado originalmente no Facebook pela internauta norte-americana Monica Barba, o vídeo original era endereçado "a todos que se perguntam o que pode ser visto em um ultrassom de um bebê no seu primeiro trimestre de vida."

Quem assistiu às imagens comentou com as expressões "fantástico", "emocionante" e outros adjetivos parecidos. É a prova cabal e indubitável de que a vida dentro do útero é verdadeiramente um ser humano. Ou uma "bola de sangue" seria capaz de se mexer, pular, chutar e agir como um bebê?

Por Live Action News | Tradução e adaptação: Equipe CNP

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‘Eu achava que o hospital era um lugar para curar as pessoas, não para matá-las’

“Asfixia! Morte por asfixia!” Enfermeiras relatam o drama de mais bebês nascidos vivos durante abortos malsucedidos.

Geralmente, quando um bebê nasce vivo durante um procedimento de aborto, ele é mantido na clínica de aborto até morrer. Em alguns casos, o aborteiro mesmo age para matar o bebê. Mas, às vezes, ele é transferido para um hospital, onde pode receber os devidos cuidados médicos. Infelizmente, é a política de muitos hospitais simplesmente deixar que essas crianças morram.

A enfermeira Kathleen Malloy, de Jacksonville, Flórida, testemunhou a morte de um bebê que nasceu depois de um aborto salino e foi transferido ao seu hospital. Um panfleto pró-vida de título Children: Things We Throw Away? ["Crianças: Coisas que Jogamos Fora?"] conta a sua história:

"Eu trabalhava no turno da noite, das 23h às 7h, e quando estávamos desocupadas, eu saía para ajudar com os recém-nascidos. Uma noite, vi um berço do lado de fora da enfermaria. Tinha um bebê nesse berço – um bebê perfeitamente formado, chorando –, mas havia uma diferença nessa criança. Ela tinha sido escaldada. Era a criança de um aborto salino.

Parecia que aquela pequena menina tinha sido colocada em uma panela de água fervente. Ali, não havia ninguém, nenhum médico, nenhuma enfermeira, nenhum pai, para confortar aquela criança ferida e queimada. Ela foi deixada para morrer agonizando. Não a deixariam na enfermaria – sequer se preocuparam em cobrir a menina.

Senti vergonha de minha profissão naquela noite! É difícil acreditar que isso possa acontecer em nossos hospitais modernos, mas acontece. Acontece o tempo todo. Eu achava que um hospital era um lugar para curar os doentes – não para matar.

Perguntei a uma enfermeira em outro hospital o que elas faziam com os bebês que eram abortados por solução salina. Diferentemente do meu hospital, onde o bebê tinha sido abandonado enquanto lutava para respirar, no hospital dela, elas colocavam a criança em um balde e o fechavam com uma tampa. Asfixia! Morte por asfixia!"

Um aborto salino é realizado injetando-se uma solução salina cáustica dentro do líquido amniótico que envolve o bebê. Ele inspira o líquido, que queima os seus pulmões e a sua pele, fazendo-o morrer no prazo de poucas horas. A mãe, então, entra em trabalho de parto, para dar à luz uma criança morta. Hoje, esse tipo de aborto é raro, devido à grande probabilidade de as crianças nascerem vivas e ao alto risco de morte que esse método representa para a mulher: a solução poderia prejudicar seriamente o seu corpo, se a injeção caísse em sua corrente sanguínea. Um procedimento similar pelo qual o veneno é injetado no coração do bebê ou, em alguns casos, no líquido amniótico, ainda é praticado hoje em dia, sendo usado em casos de aborto tardio – no segundo e terceiro trimestres de gravidez.

O bebê que Malloy viu morrendo não ganhou nem um nome, nem a chance de viver. Em uma situação parecida, Gianna Jensen, que também foi abortada pelo método salino, recebeu assistência médica e sobreviveu. Hoje, ela é uma ativista pró-vida. O seu testemunho pode ser encontrado abaixo:

Um artigo de 2002 publicado em The Journal of Clinical Nursing parece sugerir que enfermeiras se deparam com bebês vivos depois de abortos malsucedidos com certa frequência. De acordo com o artigo:

"No caso de procedimento tardio, a morte do feto antes do parto, embora seja usual, não acontece sempre, exceto em casos raros de extrema anormalidade física. (...) De fato, às vezes, o feto tentará respirar ou mover os seus membros, o que torna a experiência extremamente angustiante para as enfermeiras. Além disso, enquanto a mulher provavelmente passará por esse processo uma vez na vida, enfermeiras podem passar por isso várias vezes no ano ou até em uma mesma semana." [1]

O artigo cita a autora e conferencista Annette D. Huntington, Ph.D., que diz que nascidos vivos durante casos de aborto são uma "ocorrência regular".

Outra enfermeira que se encontrou na terrível situação de cuidar de um bebê abortado contou a sua história no jornal do Friendship Pregnancy Center (agora chamado de Women's First Choice Center), em Morristown, Nova Jersey. A sua história, que pode ser lida na íntegra aqui, é aterradora. Na noite em que o bebê abortado chegou, três bebês prematuros de um hospital próximo estavam sendo atendidos, dois dos quais corriam risco de morte, e os médicos lutavam para salvar suas vidas. Enquanto eles trabalhavam duro para ajudar esses dois bebês queridos, a vítima do aborto foi trazida:

"A enfermeira da seção de parto e nascimento entrou em nossa unidade carregando uma manta e afirmando: 'Este é um aborto por prostalglandina. Ele tem pulsação e por isso o trouxemos.' O bebê foi colocado debaixo de um aquecedor radiante e eu fui inteirada do resto dos fatos. O bebê era dado como sendo de 23 semanas, pelo ultrassom. A mãe tinha câncer e recebeu tratamentos de quimioterapia antes de descobrir que estava grávida. Os pais ficaram sabendo que o seu bebê sairia horrivelmente deformado por causa da quimioterapia.

Olhei para o menino deitado diante de mim e vi que, sob todos os aspectos, ele era perfeito. Tinha uma boa e forte pulsação. Podia dizer isso sem usar um estetoscópio porque via seu peito se movendo em sincronia com a sua frequência cardíaca. Com o estetoscópio, eu ouvia um coração que bombeava com força. Olhei para o seu tamanho e sua pele – ele definitivamente parecia mais maduro que 23 semanas. Pesei-o e descobri que ele tinha 900 gramas. Quase duas vezes o peso de alguns bebês que tivemos a capacidade de salvar. Uma médica foi chamada. Quando ela chegou, o bebê começou a agitar seus bracinhos e perninhas. Tentou começar a inspirar, mas não podia puxar o ar para dentro de seus pulmões. Todo o seu corpo estremecia com os seus esforços para respirar. Fomos reunidas por um neonatologista e eu supliquei com ambos os médicos, dizendo: 'O bebê é viável – olhem para o seu tamanho, olhem para a sua pele –, ele parece ter muito mais que 23 semanas.'

Foi um momento horrível ver cada um de nós lutando com nossos próprios padrões éticos. Argumentei que devíamos fazer uma tentativa de ressuscitação, para fazê-lo respirar. O médico residente me disse: 'Isso é um aborto. Não temos nenhum direito de interferir.' O especialista, que teve a responsabilidade pela decisão, apertava as mãos e dizia com calma: 'Isso é muito difícil. Meu Deus, é muito difícil quando se está tão perto.' No final, eu perdi. Não íamos tentar ressuscitar aquele bebê. Então, fiz a única coisa que podia fazer. Mergulhei o meu dedo indicador na água esterilizada e, aplicando-a na sua cabeça, batizei a criança. Depois o envolvi em um cobertor para mantê-lo aquecido e o segurei. Eram as únicas medidas que eu podia tomar para confortar o bebê naquelas circunstâncias, ainda que eu quisesse muito fazer mais. Segurei esse pequeno menino, que estava ainda ofegante, tentando sobreviver. Enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, pedi a Deus que ele levasse aquela criança para o Seu cuidado e que me perdoasse pela minha própria parte em sua morte. Pouco depois, ele parou de respirar. Seu coração continuava a bater, mas as batidas ficaram mais lentas e mais fracas, até finalmente pararem. Ele se tinha ido."

Ironicamente, enquanto a enfermeira tinha nos braços aquela criança abortada agonizando, os médicos lutavam para salvar a vida de outro bebê prematuro – este, porém, querido –, exatamente na mesma sala, a menos de cinco pés de distância. Infelizmente, também esse bebê morreu – a este, contudo, foi dado todo o tratamento médico possível, enquanto o bebê abortado foi completamente ignorado.

Outra enfermeira, Joan S. Smith, conta a seguinte história:

"Foi uma noite que eu jamais esquecerei. Eram 23h, eu e minha colega de trabalho Karen nos preparávamos para começar o nosso turno na Special Care Nursery ["Enfermaria de Cuidados Especiais"] de um grande hospital universitário... De repente, uma enfermeira atormentada correu para a porta.

O seu uniforme branco parecia fora de lugar na área do hospital em que se usavam apenas roupas cirúrgicas.

'Aqui, pegue isso', ela disse, empurrando para as minhas mãos uma tipo de panelinha de prata coberta com um papel toalha.

'O que é isso?', eu perguntei, percebendo pelo seu rosto que havia algo de muito errado.

'É um aborto de 22 semanas de gestação, realizado no nosso piso. Mas está vivo', ela explicou. Então, deu nos calcanhares e se foi. Eu tirei o papel toalha e vi o corpo perfeitamente formado de um bebê encolhido na fria panela de metal... Karen se aproximou para ajudar. 'Isso acontece de vez em quando', ela explicou, com pesar. Karen tinha sido treinada no hospital e trabalhava lá por mais de 15 anos.

Segurando o seu bracinho, eu tentava pôr em ordem a confusão das minhas emoções. Sentia-me impotente, com raiva e esmagada pela tristeza. Como podia o nosso sistema médico ser tão cheio de ironias? Ali eu estava, cercada de tecnologia médica, a qual, no entanto, não era de serventia nenhuma para aquela pequenina criança. Eu me perguntava se os seus pais pelo menos fossem avisados que o seu filho fôra admitido ao hospital como um nascido vivo, com pegadas impressas, número de identificação e fita na cabeça, se um médico notificasse o seu nascimento... Mas, tudo não passava de uma mera complicação imprevisível de um aborto rotineiro. Levou quase quatro horas até que aquele coraçãozinho diminuisse até parar de bater. Com lágrimas em meus olhos, envolvi o seu corpo para o necrotério. Isso era tudo da vida que aquela criança conheceria. Ela nunca saberia o que era o calor do abraço de uma mãe. Ninguém jamais celebraria o seu nascimento. Ela jamais sequer receberia um nome."

Não é desconhecido que um bebê nascido com 22 semanas sobreviva com tratamento médico. A pequena Amillia Taylor nasceu com apenas 21 semanas e 6 dias, pesando menos de 300 gramas. Ela sobreviveu e é uma criança saudável hoje. Na verdade, a mãe de Amillia teve que mentir para conseguir que os médicos tratassem a sua filha – eles tinham uma política de não cuidar de crianças nascidas antes de 23 semanas.

Um bebê alemão nascido com 21 semanas e 5 dias também sobreviveu. A sua história pode ser encontrada aqui. O artigo também cita o exemplo de um bebê canadense que nasceu com menos de 22 semanas e sobreviveu.

Casos de aborto tardio tornam tênue a linha que separa o aborto do infanticídio. Claramente, quando um bebê é capaz de sobreviver por si mesmo, ainda que por pouco tempo, torna-se óbvio que o aborto é o assassinato de um ser humano. Na verdade, a vida é um continuum desde a concepção até a morte natural – ainda que bebês abortados nos últimos estágios da gestação sejam mais completamente desenvolvidos, o aborto é um assassinato desde o início. Porém, histórias de bebês nascidos vivos e rejeitados pela assistência médica são aterradoras: elas testemunham e acusam a nossa sociedade, que permite atrocidades desse gênero.

Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução e adaptação: Equipe CNP

Referências

  1. Huntington, A.D. (2002). Working with women experiencing mid-trimester termination of pregnancy: The integration of nursing and feminist knowledge in the gynaecological setting. Journal of Clinical Nursing, 11(2), 273-279.