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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 14, 1-12)

Naquele tempo, a fama de Jesus chegou aos ouvidos do governador Herodes. Ele disse a seus servidores: “É João Batista, que ressuscitou dos mortos; e, por isso, os poderes miraculosos atuam nele”. De fato, Herodes tinha mandado prender João, amarrá-lo e colocá-lo na prisão, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe.

Pois João tinha dito a Herodes: “Não te é permitido tê-la como esposa”. Herodes queria matar João, mas tinha medo do povo, que o considerava como profeta. Por ocasião do aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou diante de todos, e agradou tanto a Herodes que ele prometeu, com juramento, dar a ela tudo o que pedisse.

Instigada pela mãe, ela disse: “Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista”. O rei ficou triste, mas, por causa do juramento diante dos convidados, ordenou que atendessem o pedido dela. E mandou cortar a cabeça de João, no cárcere. Depois a cabeça foi trazida num prato, entregue à moça e esta a levou a sua mãe. Os discípulos de João foram buscar o corpo e o enterraram. Depois foram contar tudo a Jesus.

A Igreja celebra hoje a memória de um de seus maiores Doutores, S. Afonso Maria de Ligório, cuja inteligência e destreza em matérias jurídicas tanto serviram para fazer avançar no séc. XVIII a ciência moral e a prática dos confessores. Advogado de exímia formação, S. Afonso decidiu abandonar a carreira após oito anos sem perder uma única causa e, discernindo a fundo sua verdadeira vocação, consagrar-se inteiramente a Deus como irmão oratoriano. Sua experiência pastoral no confessionário, aliada às habilidades que adquirira como advogado, ajudaram-no a desenvolver um sistema de teologia moral que, mantendo-se fiel ao espírito do Evangelho e à prática da Igreja, tem a vantagem de evitar tanto o rigorismo, que por zelo excessivo negava a absolvição sacramental a quem estava em condições de recebê-la, quanto o laxismo, que por falta de firmeza e caridade “absolvia” quem não estava disposto a sair do pecado. Sua obra Teologia Moral, como uma lâmpada sobre o candeeiro, é ainda hoje um monumento inigualável que, ilustrando a Igreja inteira, deveria ser lido por todos os que têm o dever de guiar as almas e abrir-lhes, pelo sacramento da Penitência, os tesouros da misericórdia divina. — Que S. Afonso Maria de Ligório, por cujos escritos foram dissipados tantos erros e esclarecidas tantas dúvidas, interceda de modo particular pelos nossos confessores, dos quais o Senhor quer se servir como ministros do seu perdão.

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