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Celibato

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O sacerdote e o profeta cambaleiam embriagados, tontos de vinho, a vista embaralhada no momento das visões. As mesas estão cheias de vômito [cena típica de uma embriaguez coletiva]). É só lei e mais lei. (Is 28, 7ss.)

Aquilo que Deus pede de nós se torna uma língua estrangeira se estamos embriagados.

Por que tomei este versículo? Por que é justamente este o problema do celibato na Igreja. Muitos falam de crise de vocações e dizem: a falta de vocações é um problema, por que a Igreja de Roma, o bispo de Roma, que é um usurpador dos direitos das dioceses, das Igrejas Particulares, ele quer impor a todos o celibato. Existem alguns padres no Brasil, e não estou dizendo uma teoria, estou denunciando uma realidade da Igreja do Brasil – que dizem assim: Se o Papa quer o celibato, que ele viva! Nós não queremos! Queremos a liberdade do celibato, e já que o Papa não libera o celibato, nós vamos liberar na prática. O Papa é um velho de 80 anos, mas nós somos jovens, queremos viver o amor livre. Isto já é um movimento dentro da Igreja do Brasil. Não pensem bondosamente que esta mentalidade é uma luta pelo padre casado. O casamento supõe castidade cristã, supõe fidelidade, e isto também é complicado. Achamos que castidade é difícil só para quem é celibatário. Não, castidade é desafio para todos, também para quem é casado. Muitos jovens me dizem: Não sei como você agüenta o celibato, e eu respondo: Não sei como você agüenta a castidade no casamento, pois ela é dura e difícil. Existe um movimento ideológico, sem nome, sem partido, sem registro no cartório, mas está aí este movimento que quer acabar com o celibato na prática. E digo isto sem medo de errar, e para abrir os olhos de muitos de vocês. Esta realidade é a fumaça do demônio dentro da Igreja Católica do Brasil. E então se diz: Faltam padres por causa do celibato, por causa desta cruz pesada que o Bispo de Roma impõe aos padres do ocidente.

O que falta não são vocações, o que falta é fé. A crise na Igreja Católica, de modo especialíssimo, a crise da Igreja Católica no Brasil, é uma crise de fé. As pessoas não acreditam mais. Por que crise de fé? Preciso dizer bem claro: por que o celibato é um carisma e fica muito difícil entender um carisma se não tenho fé. Por exemplo, é difícil acreditar que o dom de línguas é um dom de Deus se você não tem fé. Torna-se um negócio ridículo pura e simplesmente. Se Deus não age, se não é ação de Deus, como é que algo vai ser carisma, como é que vamos acreditar no dom de cura, nos milagres, no dom de profecia, no dom de palavra de Sabedoria. Como vamos acreditar em um carisma se não temos fé? A mesma coisa acontece com o celibato. O que falta é a fé!

É na falta de fé que está a raiz do problema. Que falta de fé é esta? Fé em quê? Fé em acreditar que a proposta do Evangelho é caminho de felicidade!

Bismarck, famoso ditador da Alemanha, dizia que uma mentira dita um milhão de vezes, torna-se verdade. É assim na cabeça do povo, especialmente do povo brasileiro. A mentira dita um milhão de vezes é a seguinte: Ninguém é feliz sem sexo! Portanto, o sexo tornou-se um valor absoluto, ele traz a felicidade, em si mesmo! Em palavras mais claras: o sexo tornou-se Deus. Pois, uma coisa que em si mesma traz a felicidade é Deus, não é? Na realidade, muitos têm um outro Deus, um Deus que não é Deus – o Deus do sexo. É necessário que voltemos à fé do evangelho, que acreditemos realmente naquilo que o Senhor nos propõe – a castidade cristã, o celibato.

Como vamos chegar a isto? Apontamos até agora o problema, precisamos então resolvê-lo. Este problema precisa ser resolvido primeiro dentro da gente, para que possamos também pregar isto. Um padre que não acredita na felicidade do seu celibato, será um padre que não empolga ninguém. Ninguém se empolgará com um padre cabisbaixo, entristecido – Infelizmente não tenho mulher, fazer o quê!. Onde é que está a felicidade, a beleza do celibato?

Num primeiro momento, precisamos ver a beleza da sexualidade humana. O nosso tempo perdeu a noção de beleza da sexualidade. Não temos mais noção da beleza, pois o belo é algo gratuito, é inútil. Nós, por outro lado, estamos em uma sociedade onde o que vale é o que é útil, então, claro, o que é belo não tem utilidade. Fizemos uma reforma no seminário de Cuiabá, construímos uma capela bonita. Quantos padres entraram lá e disseram: Pra quê você gastou tudo isso? Por que realmente é inútil, o belo é inútil, e por isso, está desaparecendo! Ninguém se preocupa com o belo.

Se há alguma preocupação, é pelo seu próprio belo, numa visão narcisita – Eu preciso ser bonito. Produzir a mim mesmo.

Existe uma beleza em ser como Jesus e ser e sonhar como Jesus é. Existe uma beleza na sexualidade que Deus nos deu. Se queremos a beleza de ser como Jesus, precisamos entender primeiro a beleza da sexualidade humana. A sexualidade humana é uma obra de arte, uma maravilha.

E este é o primeiro passo que precisamos dar como celibatários ou futuro celibatários:

1º – Eu preciso arrancar o sexo das mãos do demônio e colocá-lo nas mãos de Deus
Pois, de tanto ver o sexo negativamente, muitas vezes, vemos o sexo como coisa do demônio. É como se Deus tivesse criado o homem assexuado e o demônio foi e criou o sexo. Mas o sexo é criação de Deus, portanto, é uma beleza. Como padres celibatários, precisamos saber cantar a beleza da sexualidade humana: o sexo é bonito, é maravilhoso, é um presente de Deus. Que, infelizmente, como tudo o que faz o demônio invejoso, ele pega o que é de Deus e perverte. O sexo foi feito para ser vivido no amor de total doação de um homem por uma mulher e de uma mulher por um homem, para que os dois dêem origem à vida. Meu próprio corpo fala isso. O corpo humano é um sacramento que me indica. O sexo fala de mim, da minha pessoa. O sexo fala de onde eu venho e para onde eu vou. De onde eu venho? De uma doação mútua de um homem e de uma mulher. Eu mesmo sou um presente. Um presente que foi me dado por Deus. Que eu mesmo recebo, eu me recebo como presente de Deus. A sexualidade humana me fala deste dom gratuito, aleatório, parece louco, caótico, mas não é um mero acaso, é a vontade divina. A união de um homem e de uma mulher me fez puro dom e presente de Deus. O sexo fala da minha origem: eu não me mereci, não me planejei, nem meus pais me planejaram, eles nos receberam. O meu corpo não só fala da minha origem mas fala para onde vou? Qual é o meu destino. Meu corpo fala-me que nasci para amar. É aqui que vem outra verdade importante: é necessário que saibamos que fomos feitos para ter uma relação sexual com uma mulher. Parece bobagem dizer isto, mas muitos não se dão conta disso. Muitos pensam que celibato é solteirice, ou seja, sou solteiro para o resto da vida. Mas o celibatário não é um solteiro. Um solteiro é alguém que aguarda o encontro da pessoa para a qual ele vai se doar, no amor do matrimônio. O celibatário é outra coisa.

É importante que saibamos que cada célula de nosso corpo, tudo aquilo que somos, o nosso corpo nos diz que fomos feitos para nos entregarmos a uma mulher. Só este pequeno capítulo aqui é uma cura interior, que deve ser muito bem trabalhado, em oração de cura interior, para aqueles que, possivelmente, não aqui, na lua, para aqueles que tenham alguma tendência homossexual, mas não aqui, na lua – aqui não tem ninguém. O fato de termos nascido para nos entregar a uma mulher é uma verdade de Deus, esta é a verdade a meu respeito. Não existe esta mentira de que é questão de opção sexual – Ah não, eu opto! Como posso escolher entre o sorvete de morango ou de chocolate, eu opto entre ter sexo com um homem ou uma mulher! Esta é uma mentira que qualquer manual de biologia da oitava série pode desmentir. Por que você estuda aparelho reprodutor em um capítulo e aquilo significa reprodução. E não adianta fazer raciocínios mil – a verdade de Deus é esta! É a verdade escrita por Deus em nosso corpo. O meu corpo fala de mim. Se Deus quer de mim o celibato, aqui se supõe um carisma, uma graça. É por isso que ninguém acredita no celibato. Por que? Por que se não houver intervenção de Deus, não tem sentido. E agora eu pergunto: esta sociedade que está aí fora e até mesmo muitos padres, acreditam que Deus age em nossas vidas? Estou convidando vocês para que entrem em uma visão de mundo diferente. Apaga da sua cabeça o que você recebeu de errado de uma sociedade pagã e ponha agora a verdade cristã em sua cabeça e em seu coração. A verdade cristã é a seguinte: Deus age, Deus está presente em nossa história, Deus intervém, não necessariamente milagrosamente, mas intervém sobrenaturalmente sempre. Tomamos café da manhã, agradecemos a Deus pela comida, mas, não aconteceu nenhum milagre. Deus não proviu miraculosamente o alimento.

Nesta realidade perfeitamente natural, você enxerga uma intervenção divina, por que você tem fé. Quem não tem fé, come de qualquer jeito. É maravilhoso enxergar a ação de Deus nas coisas mais corriqueiras e banais. Temos que agradecer a Deus por tudo aquilo que nos dá e também por aquilo que ele nos nega. Quando diz não é por que ama você. Agradeça a Deus também por aquilo que ele nunca te deu. Temos que entrar em uma outra visão do mundo, ver Deus que está ao nosso lado Emanuel – Deus conosco – este é o mistério que celebramos no Natal. Deus está conosco, caminha junto conosco. Não é o grande arquiteto que criou o mundo e largou-o. Se você existe agora, é porque Deus está sustentando você no ser. Se ele tira a mão, você cai no nada. O próprio fato de você existir é plena atestação e testemunho da fidelidade de Deus. Não somos seres autônomos, somos seres recebidos. Deus sustenta o mundo no ser. E isto é importantíssimo em nossa espiritualidade – ele intervém em cada momento, em cada segundo para que você exista. É intervenção divina. Aquilo que nós chamamos de lei da natureza na teologia chamamos de fidelidade de Deus. Lei da natureza: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Lei da teologia: uma vez criado, Deus não volta atrás, ele não se arrepende, pois ele é fiel. O celibato é intervenção divina. Por isso, é muito claro e evidente que em uma sociedade e em uma Igreja em crise, onde as pessoas já não acreditam mais, é óbvio que o celibato não faz sentido. Claro, eles olham a natureza das coisas, o homem foi feito para a mulher e vice-versa, e pronto. E ficam nessa realidade, na realidade puramente física, não olhando na realidade da intervenção de Deus. O trecho de Isaías que eu citava no início, expressa a realidade de muitos padres que na hora da visão, têm as vistas cansadas, não enxergam as coisas como Deus as enxerga e como a Igreja nos ensina. Por isso o primeiro passo deve ser um ato de fé.

2º – O celibato é um carisma, intervenção de Deus.
Então, o celibatário não é alguém que abomina o sexo, mas alguém que ao celebrar o sexo e perceber que o sexo é algo tão maravilhoso e tão bonito, é capaz de entregá-lo para Deus. Entregar a sexualidade bela para Deus. E como vamos entregar? Isto é carisma, é dom de Deus. Pois é ele que nos dá a capacidade de amar. Se existe alguém que ama na face da terra é por que o Espírito Santo nos deu este presente.

3º – Eu sou um dom recebido, feito para ser doado.
Isto quer dizer que somos filhos. O filho é aquele que se recebe. Eu não me fiz. Não sou um cogumelo que brota na grama sem pai nem mãe. Me recebi como dom e como presente. Desta verdade tenho a lei fundamental de capacitação para a castidade cristã e para o celibato. A lei fundamental é a seguinte: só é celibatário quem sabe que é amado e sabe que é capaz de amar. Temos então dois grandes entraves, dois grandes problemas em nossos seminários – muitas vezes por um ou por outro problema, ou pelos dois problemas, o seminarista não é capaz de amar, não é celibatário. O seminarista não se ama, não enxerga que recebeu amor e então, não é capaz de amar. O que é o amor? É a doação de si! Ou seja, eu sei que alguém se entregou por mim, eu sei que alguém me amou, sei que sou amado. Dizer que somos amados significa que alguém se entregou por mim, alguém se destruiu para que eu fosse. Alguém entregou algo de si ou todo o seu ser para que eu fosse. E a grande verdade é esta: nós somos amados primeiramente, especialmente, por Deus! Deus se entregou por mim, portanto, se não há esta verdade em minha vida, eu não serei celibatário. Um padre frustrado, que não se sente amado, pode ser casto como um anjo, mas isto não é verdadeira castidade. Pode ser puro, sem sexo, mas não é celibatário. A cadeira na qual vocês estão sentados, também é pura e sem sexo, mas não é celibatária. Por que? Por que ela não sabe que é amada! O celibato é uma realidade de amor: Eu sou amado e por isso também amo! Que coisa extraordinária que eu exista! Que coisa extraordinária que Deus tenha me escolhido, que eu tenha nascido! E quanto menos dotado, bonito, inteligente você for, mais está clara a predileção de Deus!
Um testemunho: eu antigamente, me odiava, não gostava de mim mesmo! Desde os 12 anos de idade, pus na cabeça que queria ser padre. Já pensava isto antes, mas só aos doze anos as coisas se definiram. A coisa para mim estava certa. Tive mudanças quanto a conversão, o que é diferente. Vocação não significa necessariamente conversão. Tem muito padre que necessita de conversão. Eu não gostava de mim mesmo! Sempre fui assim: 1,84, magro, como sou hoje! Imagine só: com quinze anos de idade já tinha esta altura! Era muito magro, mais magro do que sou hoje! Quando fui para Roma, engordei quase 20 quilos. Imagine como eu era magro! Pois bem, eu andava sempre de social, camisa de manga comprida, alguém me perguntava: por que você anda assim? Eu vou ser padre!

Então eu já era padrequinho desde os 12 anos de idade. Desculpava-me dizendo: pudor eclesiástico, compostura eclesiástica. Que nada, eu tinha era vergonha do meu corpo. Usava manga comprida por que achava meu braço horroroso, magrelo. Depois veio a adolescência, começou a ficar cabeludo, parecia que eu era o elo perdido entre o homem e o macaco. Um palito seco e cabeludo – que coisa linda! Na casa de meus pais tinha piscina, mas era preciso pagar um alto salário para eu entrar na piscina: Eu não entro na piscina, vou ser padre! Que nada, eu tinha era vergonha de tirar a camisa. Tinha vergonha de aparecer sem camisa. Depois começou o cabelo a cair, esta testa avantajada, sinal de grande inteligência. Fui dotado também de orelhas discretas, dentes charmosos, além de ter este tórax imenso, de nadador da seleção brasileira. Era uma tragédia. Eu definitivamente não me amava. Então, o que é que eu fiz: mergulhei nos estudos. Pelos menos no que dizia respeito a roupa bonita e notas, ninguém poderia dizer que eu era feio. Tinha nota boa, era elegante. Tudo bem! Eu me amava assim! Até que finalmente, Deus é Deus, e ele foi mostrando o seu amor por mim. O que me levou a ver o amor de Deus: um pensamento muito simples. Gostava muito de matemática, e comecei a calcular a probabilidade de nascer um outro filho de meu pai e de minha mãe que fosse muito mais bonito do que eu. E esta probabilidade não era muito distante. Minhas irmãs são as duas muito bonitas, de feioso na família só saí eu.

Quem as conhece, logo pergunta – São suas irmãs? Olha para mim, olha para elas e diz: Não acredito! Eu pensei – quantos homens mais bonitos do que eu poderiam ter nascido do meu pai e de minha mãe. Chutando por baixo, 1 bilhão! Pois bem, imagine um exército imenso, os mais bonitos na frente, Deus se reúne e escolhe a mim. E Deus diz: O feioso e orelhudo ali no fundo! Quem, eu? É você! Você que irá nascer! Os outros mais bonitos, hábeis, inteligentes, não irão nascer, pois foi a mim que ele amou, ele me quis. E foi isto que me salvou! Hoje tiro a camisa, faço festa, e não há problemas! Não tenho mais complexo com relação ao meu corpo. Podemos pensar outras dez mil coisas, mas é importantíssimo que você saiba que Deus amou você se quer realmente ser celibatário. Se receba como presente – Ele me quis!

Como é que eu sei que posso amar? Aqui, temos o dom, a graça, o privilégio do Espírito Santo. É um dom infinito de Deus quando um homem aprende a amar. Só as pessoas humanas amam. Amar quer dizer renunciar para que o outro seja feliz! E existe aqui o fundamento da nossa liberdade: “O homem é livre na medida em que não depende de nada, e de ninguém, mas apenas daquilo que ama!” (Amedeo Cencini).

A conseqüência lógica é ao contrário: O homem é escravo quando depende daquilo que não pode e não deve amar! Ou porque aquilo não é digno de ser amado, ou porque a sua identidade não está ali. Eu nasci para amar alguém. E quando começo a amar coisas que eu não deveria amar, perco a minha liberdade, a minha identidade. Esta definição de liberdade é de uma verdade psicológica, teológica, filosófica, espiritual, que merece o prêmio Nobel de filosofia, se existisse. Se você é livre é porque você não depende de nada, nem de ninguém, a não ser daquilo que você ama. Eu amo a Deus. Se você ama a Deus, ou você está aprendendo amar Deus, ou você deseja amar Deus, pois bem, dependa só dele, não dependa de mais nada. Seja livre! É neste ponto que se revela diante de nossos olhos a maravilha do celibato.

O celibato não é uma lei, como diz Isaías: lei mais lei. O celibato não é questão de lei, é liberdade. É a liberdade que a Igreja concede aos padres. Liberdade maravilhosa, de só depender daquele que eu amo, e de mais ninguém. Se você nasceu para amar uma mulher e para se entregar a ela, por que esta é a vocação de Deus, e este é o carisma do matrimônio, que Deus te dá, então você casa, se entrega àquela mulher, e fazendo isto você está também amando a Deus, pois está obedecendo a ele. Mas nós padres somos chamados a ser livres totalmente, e isto quer dizer amar somente a Deus e ser livre com relação a tudo o mais. É o espaço da liberdade que se abre diante de nossos olhos. Porém, temos que lembrar que este celibato é humano. Você é capaz de amar. Vemos que somos capazes de amar por que isto nos atrai, por que vemos esta capacidade dentro da gente. Que maravilha poder amar, poder me doar, me derramar de amor! Este é um dom extraordinário de Deus.

Precisamos agora, depois de ter colocado fundamentos teológicos e psicológicos para o celibato, passar para a parte prática. É preciso que tudo isto se transforme em vida.

Não existe muita mágica, mas existe vida! Não é mágica ser celibatário. Existe uma realidade importante: nós não inventamos o celibato. Você não precisa experimentar tudo para o celibato dar certo. Existe uma tradição bonita e antiga dentro da Igreja que nos ensina a ser celibatários. Uma das coisas maravilhosas do Concílio Vaticano II e da Renovação Carismática é o retornar às fontes, às origens, nos padres da Igreja. Nada é mais em sintonia com a Renovação Carismática do que cultivar uma espiritualidade dos Padres da Igreja.

Uma dica: a Renovação Carismática tem no mundo duas correntes teológicas: a corrente americana, que é a original, e que a meu ver não é a melhor. A sociedade americana é muito embebida pela mentalidade evangélica, protestante. Eles pensam muito como os protestantes. Infelizmente são estes os livros mais traduzidos, lidos, decorados, aqui no Brasil. Mas existe uma outra corrente teológica na Renovação Carismática que é a Européia, de grandes nomes, infelizmente não muito conhecidos no Brasil, o mais conhecido de todos no Brasil é o Padre Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia, que por acaso é patrólogo. E vocês conheceram o ano passado mais um: Daniel Ange. Se você lê os livros dele, verá que é Padre da Igreja do início ao fim. Ele é embebido em Patrologia. Em espiritualidade da Igreja antiga. E isto é muito conforme ao espírito fundacional da Renovação Carismática, pois a Renovação quer ser um renovar da Igreja através de suas fontes, de suas origens. Só que a Igreja em suas fontes, não era protestante, era católica. Tinha santos Padres, teólogos, autores espirituais importantíssimos. Existem muitos patrólogos famosos que são da Renovação Carismática. Se fôssemos um pouco mais estudiosos teríamos acesso a estes grandes teólogos. É muito mais fácil ler um livrinho aí com versículos bíblicos um atrás do outro. Tá bom! Se vamos na solidez da tradição católica, alcançamos muito mais. A Renovação nasceu nos Estados Unidos mas se solidificou na Igreja Católica por causa do esforço destes teólogos europeus.

Nós não estamos inventando o celibato, já existe uma tradição da Igreja, temos de olhar para os Padres da Igreja, que nos ensinam a viver o celibato! Temos de olhar para uma tradição de 2000 anos. Não para uma tradição de 30 anos. Se não olharmos para a tradição do como se vive o celibato, estamos arriscando a dar com a cabeça na parede o tempo todo! Não podemos inventar o celibato, temos de recebê-lo da tradição.

O celibato está ligado ao amor, está ligado à nossa capacidade de desejar, de desejo. E aí vem o grande problema para nós, geração dos anos 90, a now generation, geração do agora, tudo tem que ser agora. Esta geração precisa ser curada em sua capacidade de desejar. Por que esta é uma lei psicológica: se você faz tudo o que você deseja, você mata a sua capacidade de desejar. Se toda vez que você sente vontade de fazer sexo, você faz, a sua vontade de desejar vai morrendo, então precisamos purificar a nossa capacidade de desejar. Ela está embotada, amarrada, embaçada, não está enxergando as coisas, portanto, não deseja as coisas. É por isso que somos gente deprimida, tão para baixo, jovem que tem tudo para ser energia, para ser vida, é todo desanimado. Existem os momentos de euforia provocados por sexo, drogas, álcool, rock, em que se faz tudo o que se deseja e depois que fez tudo o que deseja, vem aquele longo momento de depressão, fica-se a semana deprimido, esperando o sábado à noite, injeta-se droga, bebe álcool, euforia novamente, depressão novamente… A sua capacidade de desejar vai morrendo. Quando mais sexo você faz, menos você é um homem capaz de desejar, menos será capaz de amar. Aqui é que está a dificuldade que temos de amar. Por isso é necessário a mortificação, renúncia, ascese.

1º – O que é ascese? Vem do grego askeo, quer dizer exercício, exercitar-se. Precisamos renunciar, abster-se. Não podemos dar tudo que nosso corpo quer. Quando vemos na tradição da Igreja que se ensina aos padres, aos seminaristas, que é necessário renúncia, ascese, não estamos falando de coisa do passado, estamos falando de algo que nos ressuscita, que ressuscita a nossa capacidade de amar. Se masturbe trezentas vezes seguidas e veja o que sobrou de sua capacidade de amar. A masturbação mata a nossa capacidade de amar. A pornografia mata a nossa capacidade de amar. E como vamos nos livrar da pornografia, da masturbação e de tudo aquilo que mata a nossa capacidade de amar? Através de uma vida ascética. É necessário começar a negar ao seu corpo o que ele deseja. Se você mora em algum seminário em que o reitor já ensinou você a ser asceta, a fazer jejum, abstinência, levante os braços para o céu e agradeça a Deus, pois a maior parte dos seminaristas nunca ouviu isto. E se por acaso ouviram, ouviram de uma forma que não atrai e que não explica o por que. Ascese é ressurreição. O jejum é ressurreição. É maravilhoso por que ressuscita a minha capacidade de amar.

Os Padres da Igreja nos ensinam. Só existe celibato com ascese – esta é uma verdade de nossos dois mil anos de Igreja. Precisamos reaprender isto por que principalmente nós, da geração do agora, por que tudo que queremos é para agora, tudo deve ser feito, principalmente nós precisamos da ascese. Aqui vem um problema: se você faz ascese hoje é uma coisa. Você precisa adotar um estilo de vida ascético. Você não está querendo ser casto hoje, você está querendo ser celibatário o resto da vida. Como diz Jesus: Se você vai entrar na batalha, calcula o teu exército. Você vai enfrentar uma batalha e o cara que vem tem 20.000 homens, então, trate de arranjar o teu exército. Esta história não dá certo se você não tiver um estilo de vida ascética. A teologia da libertação anda dizendo por aí o seguinte: o padre tem que ser como o povo, fazer o que o povo faz, andar onde o povo anda, chinelo de dedo – festa, chopp, noitadas, dança. Se você for igual ao povo você vai terminar igual ao povo.

O povo não é celibatário meu irmão! Você tem que, como padre, viver uma vida de padre. E não estou dizendo isto por que quero clericalizar o padre, estou dizendo que é preciso viver como padre e a sua vida deve ser diferente da vida do povo, por que fazendo tudo o que todo mundo faz e ainda querer ser celibatário é patético. Isto não existe, é contraditório. Você deve ser um asceta. Uma grande crítica que nossos irmãos do oriente nos fazem – o patriarca Bartolomeu I, patriarca de Constantinopla disse: Uma das reclamações que o Oriente Cristão tem para com o Ocidente Cristão é a seguinte: os celibatários no Oriente tem que viver um tipo de vida ascética que não é exatamente de um monge como se entende no ocidente, mas que chamamos de ascese monástica, por que se o padre se propôs a ser celibatários, não pode viver como todos os demais. Se queremos viver o carisma do celibato, temos de agir, e este agir é uma vida ascética. Portanto, não é de admirar que no Brasil se veja tantos padres que já não vivem mais o celibato, ou vivem cambaleando.

E aí, vemos estes fenômenos maravilhosos: o fulano depois de 8 meses de ordenado, já está apaixonado, se junta e deixa o ministério. Tudo isto vem desta ideologia perversa: O padre tem que ser igual ao povo! Transformaram o que diz a Carta aos Hebreus, o sacerdote é retirado do meio do povo, em o padre tem que ser igual ao povo! O padre não pode ser igual, tem que viver uma vida ascética. Jejum é para nós, é para todo mundo, mas especialmente para nós. Abstinência de carne é especialmente para nós. Controle da nossa visão. Os seminaristas de Cuiabá sabem como eu sou claro: televisão não é coisa para nós! Lá só assistimos o jornal. E isto infelizmente, por que, se eu tivesse acesso ao coração dos outros, seria diferente. Não vou impor nada aos seminaristas, mas se pudesse, cortaria esta bobagem de filme – ah, o filme da semana, vamos lá, é cultura! Você vai lá, começa com cultura e termina na cama e aquelas imagens ficam gravadas para o resto da vida em sua cabeça. É tudo muito cultural! Não podemos ficar por fora não! Televisão não é para nós. É claro que existem filmes bons! É preciso saber escolhê-los! Não podemos ficar olhando qualquer coisa, assistindo qualquer coisa! Isto não é um cavalo de batalha! Ah isto é bobagem, ideologia do Padre Jonas, da Canção Nova! Nós de forma especial, não podemos! Ah mas a menina não aparece nua! É pior do que nua, por que a imaginação voa!

Precisamos viver uma vida ascética, ela nos ressuscita. Tudo aquilo que é cruz traz ressurreição. Isto é muito prático. Não é coisa de padre celibatário ficar por aí em festa, altas horas da noite, em ambientes onde a coisa é explicitamente lasciva. Você não está fazendo sexo com ninguém, mas fica a cervejinha rodando, aquela conversinha besta, a menininha lá na tua frente. Se você não vai comer não manuseie o cardápio. Precisamos ter uma vida reservada, não por que somos melhores do que os outros, mas por que estamos nos propondo uma vida diferente da dos outros. Precisamos de ascese. Não tenham medo de vigília, de fazer penitência, de acordar de madrugada, de fazer caminhada, não tenham medo de deixar de comer doces, não tenham medo de fazer todo tipo de ascese que pensarem, imaginarem e que não prejudique a saúde de vocês. Mas cuidado, pois isto também pode ser uma mentira do demônio – ah, se você fizer isto, vai prejudicar sua saúde! Eu, desde a quaresma do ano passado, decidi que não quero mais comer carne! Estou aqui inteiro e vivo, e ainda engordei cinco quilos. É claro que não devemos exagerar. Precisamos limpar a nossa capacidade de desejar. Agora, limpada a nossa capacidade de desejar, temos que começar a desejar as coisas certas.

2º – Quem o padre diocesano deve amar?
O padre diocesano tem uma realidade muito concreta que é o tripé do seu celibato:
1) O amor a Deus através da vida de oração – a oração é como uma hemodiálise, precisamos rezar, uma oração onde muito mais que falar, precisamos ouvir a palavra de Deus – Lectio Divina; a Igreja coloca em nossas mãos um instrumento abençoado chamado Liturgia das Horas – a oração, quando é distribuída durante o dia, em horários precisos, tem o seu papel a cumprir; o padre tem que realmente amar a Deus naquilo que ele faz e a desgraça das desgraças é que os padres, quando celebram os sacramentos esquecem que eles tem que rezar; quando o padre vira um leitor de missal, tudo está acabado; quando celebramos os sacramentos, este ato é oração para nós também, portanto, que seja bem celebrado, externando o amor a Deus;

2) A caridade pastoral, o amor ao povo de Deus. É preciso amar o que fazemos, amar as pessoas, apiedar-se do povo, ter compaixão do povo, amar o povo. Que coisa horrorosa, onde é que arranjaram tanto padre mal humorado para maltratar o povo? Precisamos amar as pessoas que nós atendemos, com o coração de Cristo. Por que não são capazes de amar? Por que sua capacidade de amar está embotada. Não fazem ascese, não rezam, então a capacidade de amar desaparece. É verdade que todo o amor é também crucifixão. Você precisa, porém, sacrificar-se pelo povo. Saber dar a sua dose de sacrifício pelo povo: amá-los, dar atenção, carinho. Saiba dizer um não com um sorriso nos lábios. Saiba dizer um não com atenção, explicando as razões e não um não com um chute no traseiro. Depois nos admiramos quando as Igrejas evangélicas ficam lotadas. Os que mais falam do povo, são os que menos amam o povo.
E ainda por cima, enfatizamos muito o dízimo. Por que as pessoas não pagam o dízimo? Por que as pessoas só dão dinheiro quando vêem serviço. Se o padre não as serve, as pessoas não pagam. Esta é uma lei básica do consumidor. Muitos reclamam: o povo não paga o dízimo, mas vive mandando dinheiro para a Canção Nova! Por que? Por que eles ligam a televisão e se sentem servidos. Eles recebem alguma coisa. Ir à Igreja para ver um padre mal humorado que só sabe reclamar da vida e ainda pagar o dízimo? Pode esquecer! Amar o povo, pois esta é a nossa salvação! A salvação do pastor é ser pastor, é amar as ovelhas! Nos santificamos no amor pastoral.

3) A fraternidade presbiteral. Por que é que os padres não se sentem irmãos? Isto faz parte do ser do sacerdote. Eu não sei em que período da história da Igreja o diabo inventou a mentira maldita de que padre diocesano não pode viver em comunidade. Esta é uma mentira maldita! Esta história de clero diocesano morando sozinho é sinônimo de perigo para a nossa conversão e para o nosso celibato. Admiro profundamente os padres que vivem isto e vivem de modo equilibrado mas, nós não podemos exigir este heroísmo e esta capacidade de todos. Mas, voltando a pergunta: Por que é que os padres não se sentem irmãos? Ninguém é irmão, ninguém se sente irmão se não tem pai. A gente só se sente irmão quando tem um pai comum. Se você tem um pai que congrega os irmãos, você se sente irmão. Nas famílias em que morre o pai e a mãe, os irmãos se dispersam. Vejo em minha casa, vou sempre lá nos finais de semana, mas nunca vou na casa das minhas irmãs. Nós sempre nos reunimos como irmãos ao redor dos pais. Agora, os bispos têm complexo de autoridade e não querem ser pais. Não querem amar os seus padres.

Os bispos precisam amar os seus padres: amar dizendo não, amar dizendo sim. Amar consolando, amar corrigindo. Ser pai de verdade. A orfandade começou dentro da Igreja para os padres quando se começou a reunir padres sem um pai. Os religiosos funcionam se souberem se inserir, enquanto padres, na diocese, e ter o bispo como pai. Eles não tem, enquanto religiosos, um pai próprio, o pai deles é o bispo diocesano. O que eles tem é o irmão de turno que é eleito para assumir a função de direção – o provincial. Pai não se elege, pai a gente recebe. Nós precisamos ser irmãos ao redor de um pai e nos amar como irmãos. Portanto, saber provocar reuniões, pontos de encontro, em que gastemos o tempo com os nossos irmãos padres. Amamos quando gastamos tempo com a pessoa. Esta realidade não começa no clero, começa no seminário. Começa nessa fábrica de gente individualista chamada seminário. Por isso digo a vocês: comecem no seminário. No reitor vocês tem um pai, que vocês receberam, não escolheram.

Aprendam a amá-lo. Ah mas o meu reitor é seco como farinha! Meu irmão, água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Cative o seu reitor, mas não você individualmente para ser puxa-saco dele. Junte o seu grupo do seminário e juntos queiram bem o reitor como pessoa. Ele é gente, precisa de amor, precisa de carinho. A carapaça toda da autoridade é por que vê no seminarista alguém que vai solapar, questionar a autoridade dele. O amor é capaz de remover montanhas. O amor é capaz de transformar os corações mais insensíveis quando a pessoa se sente amada. Quando forem padre, amem o bispo de vocês, gastem tempo amando o bispo de vocês. Se ele não se sente pai é por que ninguém se sente filho dele. Se você for com a atitude filial e se sentir filho e se demonstrar filho, ele começa a se sentir pai. Não fique esperando ser amado. Ame!

Estes são os três pontos para o nosso celibato: amor a Deus, amor pastoral e amor no presbitério (não existe presbitério sem bispo, portanto, amor aos padres e ao bispo). São os três lugares privilegiados nos quais precisamos amar.

  • Lourenço José Alves da Costa

    Ser Padre não é facil, mas a fé faz que tudo se torne facil em sua vida, penso e reflito muito sobre as formação dos padres e chego a conclusão que se chegou até aqui é porque teve muita fé e a fé não se acaba de uma hora para outra.
    Em uma mensagem do Senhor em que diz, “Que na hora de sua morte se puder escolher entre a Virgem Maria e um Padre sem escrupulhos o Senhor escolheria o Padre, porque elê é a unica pessoa que transforma em DEUS na Santa Eucaristia” Isto foi miuto forte e marcante e profundo para mim e com certeza passei a amar mais ainda os nossos Sarcedotes.
    Padre Paulo, Que DEUS aumente a sua fé, em seu nome peço que a virgem Maria abençõe todos os nossos padres, qque atravessam problemas relacionado à fé.
    Fique com DEUS
    Lourenço José Alves da Costa
    Ministro Extraordinario da Comunhão
    Agente da Pastoral Familiar – Mutiplicador da Sub-Região Aparecida
    Paroquia da Catedral de São Dimas
    Diocese de São José dos Campos – São Paulo

  • gilmara

    Padre Paulo, que discurso maravilhoso sobre o celibato! Sobre o sacerdote! Fico muito feliz de ter um sacerdote de fé, coerente, que verdadeiramente ama a nosso Deus, assim igual ao senhor! Que benção é o senhor dirigir um seminário, peço que Deus, Jesus Cristo intervenha nos demais seminários -reitores- no Brasil e no mundo, para que tenham a postura, o entendimento e a fé que tem o senhor, Padre Paulo! Bendito seja Deus que o inspirou dessa forma! Sou uma jovem mulher, solteira, tenho 7 anos na caminhada da fé, pois há 7 anos conheci a TV canção nova que me mostrou o que é a Igreja Católica, e me apaixonei por esta, e por Jesus Cristo ! e de lá pra cá passei a ser radical na renúncia ao pecado, mesmo os pequeninos pecados, sempre em vigília, pois me propus a servir um só Deus, somente a Jesus, fui tendo cura interior atrás de cura interior, mas somente recentemente minha fé se solidificou completamente, com mais uma visita real do Espírito Santo, inclusive foi sua palestra sobre o marxismo cultural que desencadeou esse meu encontro pessoal definitivo com Deus, quando o senhor jogou luz nas ciladas do demônio no mundo, na vida, na sociedade, na mídia, na cultura humana, na história, na política, e eu entendi a perseguição ao cristão, à moral cristã, que sempre senti na pele mas não sabia ser tão claramente um esquema forjado pelo mal, através dos marxistas, da ideologia marxista. Então esse esclarecimento me ajudou a crer em Deus de forma total e definitiva-não encontro palavras- e a ver com nitidez perfeita digamos assim o maligno e sua ação no mundo, onde eu me derramei de amor por Deus, Jesus Cristo, a Igreja Católica! Então meu amor transbordou de mim, me reconciliei com inimigos, família, foi e está sendo uma VIDA NOVA, eu nasci de novo Padre! Padre Paulo, Deus lhe abençoe e aos seminaristas no Brasil e no mundo, e ao clero, e peço humildimente a Jesus que conceda ao povo, tão necessitado de pastor, pastores verdadeiros, imagem de Cristo, e dê a estes pastores graça semelhante á que deu ao senhor, Padre Paulo! Jesus conosco sempre!

  • gilmara

    Gilmara da Silva Pereira – Itaúna/MG – Paróquia Nossa Senhora da Piedade – Diocese de Divinópolis/MG

  • Isaac Naria de Miranda Tapajós

    Pe. Paulo Ricardo e caros Amigos Católicis. Não sou esperto nesta máquina cibernética. Daí que fiz 2 comentários sobre o Celibato, no Blog – parte final do tema
    ano Sacerdotal e a Batalha…
    Obrigado.

    Isaac Tapajós – Vitória – ES.

  • Fábio Monteiro Rangel

    É com muita alegria que numa noite de sábado,eu encontro um texto tão inspirado e tão inpirador.Convertido há 01 ano ao catolicismo, após uma longa tentativa de um pastor que conheci em meu trabalho ,em me afastar da Igreja Católica; hoje estou dedicado em aprofundar meus conhecimentos em todas as áreas do catolicismo, e sobre tudo na Palavra de Deus.É muito bom voltar a casa do Meu Pai, e encontrar homens tão dedicados a fé do seu rebanho.Sem medo,venho declarar que já acompanhava o Sr. Pe Paulo Ricardo pela Canção Nova,e agora não deixarei de seguí-lo neste site.É com sacerdotes como o senhor que nós os leigos renovamos o nosso “sim” para Jesus Cristo.E finalizo com a seguinte frase:”-Tudo por Jesus, e nada sem Mária.”
    Muita Luz em seu caminho Pe Paulo Ricardo.E hoje eu e minha família servimos a Igreja Católica,na Paróquia de Nossa Senhora das Graças em Campos dos Goytacazes.

  • Suellen Silva Simões

    É bom ler artigos escritos por alguém que demonstra tanto prazer no que faz.É importante aprender sobre um tema que acarreta tantas dúvidas e gera tantos debates,muitas vezes mal compreendido e desvalorizado, em uma sociedade que se faz ignorante. Obrigada pelo trabalho que realiza, pois através dele encontra-se muitas respostas.

  • Sandra Regina

    Sua benção pe Paulo Ricardo , só pode falar de celibato quem vive o celibato por um amor maior : DEUS…
    excelente artigo… Sandra

  • Antonio Porto

    A hipocrisia é grande.
    O apóstolo Pedro (primeiro papa) era casado.
    O apóstolo Paulo ensinou que é melhor que o homem viva só ( como ele),
    mas ensinou que quem não conseguir deve se casar para não se abrasar.
    O padres não casam só para que a igreja católica não tenha que deixar pensão
    ou herança para seus filhos.
    Nada mais.

    “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;” (1 Timóteo 3,2)

  • Daniele Maria

    “porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens e há eunucos QUE A SI MESMOS SE FIZERAM EUNUCOS POR AMOR DO REINO DOS CÉUS. QUEM PUDER COMPREENDER, COMPREENDA.”
    Nem todos poderão.
    Obrigada padre E PARABÉNS!

  • joao elias

    Vi, o Senhor Padre Paulo Ricardo, falar na TV Canção Nova, e vi como ele é sarcastico quando fala de evangelicos. Lendo os artigos dele vi que parece que ele nao gosta muito de evangelicos mesmo. Gostaria de saber dele porque? Porque ele acha que so a Igreja Catolica Apostolica Romana detem a salvação, se Cristo diz que somente n’ele ha salvação. Porque o Senhor fala tao mal dos evangelicos, se a corrente carismatica da Igreja de voces, imitam pastores, como pregar, ate as musicas sao as dos evangelicos… Ate cumprimentam com Paz de Cristo… tudo copiado…

  • Joao Luiz

    .Ao Joao Elias:

    Porque Cristo nao fundou 30.000 “igrejas” com suas doutrinas humanas, com suas heresias, Cristo fundou so uma, a Sua Igreja, sobre Pedro a quem deu poder e autoridade para dirigi-la ao longo dos seculos ,pelos seus sucessores, os papas. Leia a Biblia, leia a Historia da Igreja, mas leia de verdade, se nao entender, procure saber com quem sabe, com quem Cristo deixou a missao de ensinar, os apostolos e seus sucessores, os bispos e presbiteros da Igreja, da Sua Igreja, da unica Igreja fundada por Ele Amigo, procure a Verdade onde ela esta, garanto-lhe que Deus nao o castigara por procurar a Verdade.
    Saudacoes.

  • Ademar Fachini

    Padre Paulo Ricardo, sempre pensei como o Senhor sobre o celibato, é tão dificil esse
    estado de vida como também o é o matrimônio. Sou casado e vejo que a castidade no
    casamento também é um desafio, mas com a graça de Deus é possível e mais que isso ,
    vale a pena. Nenhum prazer terreno pode satisfazer tanto quanto experimentar a alegria
    dos céus já aqui na terra, vivendo a pureza da alma renunciando a certas ilusões que só
    podem nos trazer frustrações. Com toda certeza digo a todos irmãos católicos, ministros ordenados e leigos, querem manter puros de coração, unam em oração com a Santíssi-ma Virgem Maria. Pela sua imaculada conceição Ela que não teve parte com o pecado
    não deixa seus filhos perecerem privados da graça de Deus. Conhecendo mais Maria
    mais próximos de Jesus estaremos.

  • Carlos Alberto

    Foi muito oportuno ler este artigo hoje neste site. Acabo de ler na internet, que um Pastor Protestante (Batista) lá na Inglaterra, irá renunciar se casar!
    Com um Africano!!!
    Carlos

  • Eduardo dos Santos

    Estimado Pe. Ricardo, sua bencao!
    Quero agradecer a DEUS por nos dar um padre do quilate do senhor. Nos dias de hoje, em que vivemos a “ditadura do relativismo”, onde tudo pode, dependendo do pondo de vista do observador, encontramos no senhor um padre que nao se intimida com as possiveis criticas, e fala a verdade, tal qual a recebeu….parabens!!!!!!!
    Ao protestante Joao Elias, que aqui escreveu, recomendo que estude a historia da Igreja, os Santos Padres, as tradicoes, os Concilios, e no final, quero ver se continua protestante, a quero ver….!

  • Regina

    Louvo a Deus porque a Igreja tem um lider de personalidade e coragem! Pe Paulo Ricardo é esse homem de pulso forte, conciso e revestido da sabedoria Divina, Porque os tempos são de provações e grandes desafios.

    Caia 1000 a direita e 10.000 a esquerda, permaneça firme, Deus Seja Contigo, E o Espirito Santo a te iluminar sempre!

  • ivan dos santos torres

    que bom vê padres ainda como o senhor!
    defendendo aquilo que é tão sagrado para nós cristãos.
    o celibato é uma riqueza inestimável para a igreja.
    padre eu sou virgem e celibatário com 28 anos, passei, e, ainda passo por momentos de incompreensões.
    mais com a graça de deus irei vencer todos esses desafios, porque acredito em deus e na doutrina da nossa igreja.
    espero que deus te ilumina sempre que o espirito santo derrame chuvas de graçsa em seu coração.

  • antonio carlos santana santos

    Querido e amado Pe. Paulo Ricardo, Deus seja Louvado pelo primor de sacerdote que é o Senhor. Quero dizer que desde que procurei viver a castidade no meu casamento, uma vez que, achava que castidade era algo somente para solteiros, pude descobrir a verdadeira beleza da fidelidade à Nosso Senhor Jesus Cristo, de modo que se vivido de modo cristão, matrimônio e celibato se equivalem. Ademais, temos duas riquezas indispensáveis e que contribuem para o crescimento espiritual, a saber, sacramento da reconciliação e Eucaristia.

  • MARIA LURDES ZAPELINI ARAUJO

    Pe. Paulo Ricardo, Que nosso Deus todo bondoso continue a abençoar sua vocação.
    Parabéns pela matéria sobre celibato. Nós católicos precisamos de Padres que nos
    orientem pois sabemos que muitos não entendem o que é ser celibatário. Não entendem a opção do Sacerdote. Temos que ser catequisados todos os dias.
    Somos um povo a caminho. Mas para chegar-mos à Jesus precisamos de pessoas que tenham firmeza na fé para nos orientar.
    Obrigada por saber nos guiar com tanta sabedoria.
    Que nossa Mãe Maria, nossa primeira catequista o acolha com seu manto sagrada.
    Paz e Bem
    Coord. catequese da Paróquia Senhor Bom Jesus -Guaramirim SC

  • MARIA LURDES ZAPELINI ARAUJO

    Pe. Paulo Ricardo, Que nosso Deus todo bondoso continue a abençoar sua vocação.
    Parabéns pela matéria sobre celibato. Nós católicos precisamos de Padres que nos
    orientem pois sabemos que muitos não entendem o que é ser celibatário. Não entendem a opção do Sacerdote. Temos que ser catequisados todos os dias.
    Somos um povo a caminho. Mas para chegar-mos à Jesus precisamos de pessoas que tenham firmeza na fé para nos orientar.
    Obrigada por saber nos guiar com tanta sabedoria.
    Que nossa Mãe Maria, nossa primeira catequista o acolha com seu manto sagrado.
    Paz e Bem
    Coord. catequese da Paróquia Senhor Bom Jesus -Guaramirim SC

  • Rafael

    Por que casar,ter filhos, e a sexualidade que é um presente de Deus para o homem e a mulher,é considerado como um algo de tanta repulsão..”O espirito é forte mas a carne é fraca”….que isso…..Eu fico com Barnabé quando paulo disse que ele era fraco por querer casar…Barnabé disse….”Cada um tem a sua vocação…”ou seja,sexualidade,casar,filhos..enfim…o celibato não pode castrar a vocação de um jovem que é chamado ao sacerdocio mas não ao celibato…o celibato não é condição primordial para um sacerdote…isso é coisa do homem…Eu duvido que Maria santissima tenha pedido para que a humanidade tenha que rezar para que os padres que deixaram a batina não irem para o inferno..isso não condiz com uma mulher que foi mãe e esposa,apesar de não ter mantido relação com José…A familia é a base de tudo…a base familiar de Deus…”Deus Pai,Filho e Espirito Santo…e a Familia Humana…Essa pré-tenção de forçar o homem ser Jesus, é algo perigoso…por que quando um padre pratica a pedofilia,ou a homosexualidade não foi Jesus quem fez…quer dizer só quando o padre faz celebra a missa,ou confessa,ou faz boas ações ele é igual a Jesus….? isso não é pedir muito para seres humanos ..? O HOMEM TEM LIMITES….ELE NUNCA VAI SER IGUAL A JESUS…E O CELIBATO NÃO PODE CASTRAR UMA VOCAÇÃO….O CELIBATO NÃO É ALGO CONDICIONAL PARA A VOCAÇÃO SACERDOTAL..

  • Evandro Carlos

    Sua bênção Pe. Paulo Ricardo, parabéns por seus posicionamentos sempre firmes e pautados no ensino da Igreja.

    Continue sempre assim!

  • Rafael

    1 Timóteo 4

    Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;

    Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;

    Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;

    Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças.

    Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada.

    Propondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Jesus Cristo, criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido.

    Em nota de rodapé, a Edição Pastoral da Bíblia, publicada pela Paulus, explica:

    Nos últimos tempos, isto é, entre a ressurreição e a segunda vinda de Cristo, multiplicam-se os mestres e doutrinas que adulteram a fé. Alguns desprezam tudo o que se refere ao corpo, condenando o matrimônio, proibindo alimentos e pregando exageradas práticas ascéticas (p. 1.531).

    A Bíblia de Jerusalém comenta que “a condenação do casamento será uma das características do gnosticismo” (p. 1.647). A tradução da CNBB chama tal coisa de “ascetismo desvairado” (p. 1.557)

  • Juliani Praxedes Bastos

    Padre amei este ensinamento…

    É uma pena que muito ainda estão surdos e cegos e não conseguen entender
    o grande valor do Celibato, além de ser biblico é algo que não obriga ninguém, mas que santifica é uma linda escolha, que da liberdade….
    Que Deus abençoe todos os Sacerdotes do mundo..
    Que os arcanjos defenda-os das amarras do inimigo..
    E que mais jovéns seje tocados e que aceitem suas vocações…
    Paz e bem..

  • Silvana Ap Nogueira

    paz e bemmmmmmmmmmmm.para que o sacerdote viva a castidade vai além do biológico, o mesmo exige muita oração, e renuncia de variias circunstancias que nos cercam.o evangelho nos diz- vigiai e orai para não cairdes em tentação.

  • Rafael

    Alguem pode me responder o porque que a unica punição de espulsão da igreja é o matrimonio dos padres?

    e o resto,pedofília,homosexualismo,etc….dos mesmos não conta?

    se o matrimuinio é um sacramento (Santo),por que ele é visto como uma tentação como o nosso amiga Silvana Ap Nogueira diz….

  • Thiago Vinícius Rocha Souza

    “Sede, portanto, perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.” (Mt 5,48)

    Caro Rafael, quem seria Jesus se o que você diz fosse verdade, que o celibato não é algo condicional para a vocação sacerdotal? Um mentiroso? Um falso profeta?

    Posso até, ainda, não ter autoridade pra dizer isto, mas você está iteiramente enganado!
    Fomos criados por Deus, infinitamente perfeito e bom, para que façamos parte de sua Igreja (cf. Catecismo da Igreja Católica, 1). Ele nos criou para que vivamos junto d’Ele.

    Como criaturas de Deus, somos perfeitos por natureza, muito embora o pecado original nos convide constantemente a deixar tal perfeição, somos perfeitos.

    O celibato tem razões teológicas e filosóficas. Assim como explicado pelo Pe. Paulo, o celibato é puramente amar e ser amado, amar e se deixar amar por Deus.

    Somos convidados à perfeição do Altíssimo. E se Cristo nos convida é porque somos capazes!

    O celibato não “castra” a vocação, pelo contrário, a poda, para que dê sempre e cada vez mais belos frutos!

    Essa sua opinião, ao meu ver, é ditada pelo relativismo. Quais são os frutos do relativismo? Egoísmo, dureza de coração, e pior ainda, pornografia, prostituição, luxúria.

    Meu irmão, Deus sabe o que faz! E Ele não permitiria que sua Igreja cometesse um erro de tal dimensão.

    Fique com Deus e com a proteção da Santa Virgem Maria.

  • http://twitter.com/renatazappelli Renata Moraes

    Por que você é tão hipócrita e covarde????
    Como você pode insinuar que tais coisas????
    Rafael, você deveria pensar muito bem no que anda dizendo! Isso é postura de covarde! Deixe de ser sujo!

  • Rafael

    Oi Renata Moraes…..sujo por que? covarde?Hipócrita?….eu acho que sou muito mais católico que voce,pois estou tentando mostrar a politicagem da igreja que ofusca e discrimina algo que Ela mesmo diz que é Santa,(Matrimonio), e muitos padres,acho que voce não deve saber é claro,mais de 150 mil padres deixaram a batina para se casar,e se voce não sabe,é claro, todos dizem que o matrimonio santifiou o sacerdocio deles..então vá estudar e procurar saber a realidade da sua propria igreja…eu amo a minha igreja,mas acho que os homens estão ofuscando a ação do Espirito santo,porque o chamdo ao sacerdocio independe do celibato minha querida…essa imposição nem Jesus pediu…e por favor,seja menos mal educada da proxima vez…Fique com Deus…

  • Rafael

    Oi Renata Moraes…..sujo por que? covarde?Hipócrita?….eu acho que sou muito mais católico que voce,pois estou tentando mostrar a politicagem da igreja que ofusca e discrimina algo que Ela mesmo diz que é Santa,(Matrimonio), e muitos padres,acho que voce não deve saber é claro,mais de 150 mil padres deixaram a batina para se casar,e se voce não sabe,é claro, todos dizem que o matrimonio santifiou o sacerdocio deles..então vá estudar e procurar saber a realidade da sua propria igreja…eu amo a minha igreja,mas acho que os homens estão ofuscando a ação do Espirito santo,porque o chamdo ao sacerdocio independe do celibato minha querida…essa imposição nem Jesus pediu…e por favor,seja menos mal educada da proxima vez…Fique com Deus…

  • Picachu

    Parabéns Rafael, nem JESUS pediu essa imposição…o Padre é um ser humano, precisa casar sim, se for da sua vontande e da vontade de DEUS…….
    RENATA, acorda, DEUS é amor…..
    Acredito que o celibato deve ser opcional sim….

  • Rafael

    Olá Padre…depois do que o Papa disse em relação ao uso da camisinha,o que dizer?…com certeza foi um balde de água fria nos que buscam realmente a santidade e seguem as palvras da igreja…apesar do Papa “liberar” em alguma situações a camisinha,eu não concordo em nenhum caso…por que se a igreja abrir a guarda e deixar de ser esse “freio” da sociedade,principalmente no que diz respeito a sexualidade,onde vamos parar? A mídia é a grande voz da banalização da sexualidade,que atraves de filmes e programas,está formando a nossas crianças e dando um carater moral torto e duvidoso…O grande problema está tambem no fato de que houve varios estudos,onde até o Professor Felipe Aquino divugou na Canção nova, de que o virus da AIDS é menor do que os orificios do latex da camisinha…e agora? eu fico preocupado no sentido de que a propria igreja esteja pleperxa, e queira botar panos quentes nas palavras do papa,como alguns padres do Vaticano ja estão fazendo…e a igreja brasileira,o que diz…e a renovação carismática,que busca a radicalidade,o que diz? vai aceitar isso calada? e a infabilidade do Papa,que ele mesmo (Bento xvi) disse que isso não existe…chegou a ora da verdade Padre…estou curiosos pra ouvir as suas palavras…sua benção..

  • Rafael

    Será que essas palavras do Papa não desmoraliza a Renovação Carismática que tanto pede a radicalidade na busca da Santidade? Será que os padres e lideres da Renovação vão fingir nada aconteceu,não vão se pronunciar?????vão se corvadar como a canção nova fez ao tira o Pe. José Augusto da grade de programação da tv,por que ele falou contra o PT?…Que cristianismo covarde é esse????…ralmnete não é o Cristianismo que Jesus sonhou para os seus seguidores…Alem de que o proprio Papa disse que ele não é infalivel,contrariando o catecismo da igreja…e agora? pra onde vamos?

  • Jpossapp57

    Meu irmão em Cristo,
    Isto é discurso evangélico,não diz respeito a nós católicos.Viva as tuas crenças e nós a da Santa Igreja Católica Apostólica Romana; a do Cristo(Mt 16,18).Nós temos as Santas Palavras e também a Sagrada Tradição para guiar-nos em nossa jornada terrestre.Estamos assim há dois mil anos e assim vamos permanecer.Nada vai abater nossas caminhada e fé.
    Fiuqe com as bençãos do Pai Amado e de sua Mãe Maria a IMACULADA.
    Juliano Possapp.

  • Adelson_am

    Colega Rafael.

    Que bom vc pretender ser um cristão corajoso. Mas o Papa é infalível apenas em matéria de fé e moral quando se pronuncia de cátedra (como professor da Igreja), solenemente. Nem todas as afirmações do Papa são infalíveis, embora devamos aceitá-las obsequiosamnte (por devoção ao Sucessor de Pedro). Além disso a Moral reza que quando estamos diante de dois males, devemos escolher, se for o caso, o menor. Entre o correto, não usar camisinha para viver como bom cristão a virtude da castidade e usar para se preveniri de doenças, melhor deixar os em situação de risco usarem.
    Já fui muito crítico em relação à Igreja, mas vi que muito era soberba minha. É sempre bom tomar cuidado para não se tornar presunçoso. Abraço, Adelson.

  • http://pulse.yahoo.com/_LXAGD6GNUZMHS246X55IOQL5DY Hugo

    Olá Rafael,
    Não passo muito aqui nesse blog nem tenho muito tempo para responder todas as críticas, no entanto, gostaria de começar sugerindo que você seguisse um linha mais baseada no estudo para criticar a Igreja, pois seus conhecimentos demostrados, pelo menos aparentemente, parecem com uma pessoa que apenas conhece a Igreja por teóricos de fora ou meio de comunicação mal intencionados.
    Primeiramente gostaria de dizer que, realmente, apesar da Renata ter se expressado de forma exageradamente violente, ela aborda um fato cotidiano ao nosso viver, o de que geralmente atacamos aquilo que não conseguimos enfrentar, uma espécie de tendência a mentir para si mesmo que todos nós fazemos, por ignorância e omissão em relação a muita coisa, inclusive aos já mencionados estudos, pois como todos sabemos a Igreja tem muitos e muitos anos de estudo, logo, temos realmente muito o que estudar e ler.
    Segundo, ao estudar os escritos da Igreja percebemos que, Jesus fou 100% homem, com todos os limites da carne, apesar de não possuir a naturezsa afetada pelo pecado original e Jesus não deixou de pecar por ser Deus, mas por praticar a obediência a Deus. Outra coisa, não sei se sua intenção foi argumentar pela mentira e eu estou sendo bobão em rebater, mas em que momento da doutrina sobr eo celibato e do texto do Padre o casamento é diminuido ou menosprezado, ao meu ver parece que você novamente optou pelo não estudo e não leu bem o texto acima.
    Quanto ao seu comentário sobre o que disse o papa, mais uma vez ele foi de uma infelicidade técnica absurda, mostrando a total falta de leitura sobre o assunto e quero te dizer que não estou tentando falar isso para te ofender, mas para te mostrar como nós, seres humanos do século XXI, gostamos de opinar sobre tudo sem estudar e nem ler, apesar de alegarmos sermos tão racionais, deixamos a razão de lado, embora para quem estude a razão se mostra companheira inseparável da fé. O Papa não quebrou doutrina alguma da Igreja e nem falou que a camisinha é moralmente certa e niguém colocou panos quentes, mas a informação divulgada pela midia foi manipulada e não mostrava a análise completa do assunto que o Santo padre fez no livro, ele fala sobre o começo da humanização moral do sexo à partir do fato de que os que praticam prostituição, ou seja, um ato que já é intrisecamente desordenado, pelo menos estariam optando por usar camisinha como uma forma de não transmitir a doença, mas o Santo Padre não coloca a camisinha como solução, apenas o encerramento da promiscuidade do ato sexual desordenado e a moralização do sexo continuam sendo a solução do problema. Voltando à ciência, nossa amada ciência, o debate da eficácia da camisinha é um debata à parte, não tenho grande capacidade de opinar, mas, ao contrário do que você alega, não é a Canção Nova que diz que a camisinha é ineficiente, são pesquisas pelo mundo, enquanto outras dizem que não, cabe à ciência honesta comprovar a verdade, lembrando é claro que existe muito poder financeiro por trás do que procuram provar a eficiência de seus produto, falo como estudante de economista que sou.
    Novamente peço perdão por esse texto pouco técnico de resposta que estou escrevendo, mas realmente estou com pressa e tenho muito que ler e estudar ainda, mas também tenho que ser honesto ao dizer que não fiz grande análise argumentativa, pois percebi que você mal leu o texto e tem pouco domínio do assunto, espero que você possa ler mais a doutrina e o catecismo além de conversar com Padres íntegros e seminarista que possam te guiar no conhecimento da Igreja, pois a Igreja é a Coluna da Verdade como diz São Paulo. E ela caminha com a luz do evangelho a iluminar todas as análises científicas e teóricas do homem.
    Paz e Bem.

  • Rafaelbudu25

    Meus irmão em Cristo Anderson e Hugo…

    Vocês falam sobre acusções e ataques que supostamente eu bestou fazendo sem conhecimento…Bem,eu sou Fisico formado pela universidade Federal do Pará,tenho uma namorada que é mestra em arquitetura,confoto,e o pai dela é só PHD em Fisica formadop pela USP …tenho 10 anos de Renovação Carismática,e ja vi de tudo o que vc imagiba dentro da nossa igreja…e sinceramente,não me surprrendo mais com nada que acontece ou poderá vir a acontecer daqui para frente…A grande verdade meus irmãos, é que a nossa igreja,apesar de ser a mais próxima da verdade de Cristo, infelizmente se contradiz em muitas argumentos biblicos ou doutrinários…como por exemplo,não sei se vcs sabem,a igreja aceitou ou colocou na marra ,pastores anglicanos,que nem vivem a nossa fé,como nada mais nada menos,sacerdote da igreja católica…não sei se vc sabe,els são casados,alem de serem marçons…ou seja,a igreja deixa de aceitar o sacerdocio de mais de 150 mil padres no mundo,para aceitar pessoas que nem praticavm a nossa fé…é coerente? pesquisem acharas….outra coisa,é perceber que a igreja é completamente incoerente quando justifica o celibato nas palavras de paulo.quando o mesmo diz que é melhor os fiés viverem igual a ele…porem na mesma biblia,o mesmo paulo em (I Tim, 3:1-3) diz “Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar. Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento” (I Tim, 3:1-3), Na seqüência, São Paulo não deixa a menor dúvida:
    “Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia. Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?)” (I Tim, 3:4-5).

    De fato, a obrigação de um sacerdote deveria ser outra, como queria São Paulo: “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar.”
    A obrigação deveria ser o casamento, não o contrário.

    Particularmente,estou fazendo uma pesquisa entra sacerdotes e seminarias…cerca de 80% acreditam que o celibato não é a condição primordial para um jovem aceitar o chamado de Deus para o sacerdocio…e vcs sabem qual foi a justificativa que eles deram para não aceoitação do celibato…A nãop divisão de Bens da igreja….

    Agora falando da camisinha…Jesus sempre foi radical em suas palavras…em “” Gálatas 5.19,21

    “Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, AS ORGIAS, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.

    Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno”. Judas 1:7

    se vc não sabe o que é fornicação…

    Fornicação é o ato sexual entre pessoas não casadas, e a palavra também pode aparecer referindo-se ao adultério, por causa de seu sentido mais amplo.

    tambem existem esses conceitos aqui pra vc entender…

    Prostituição envolve a troca de favores sexuais por dinheiro ou algum tipo de benefício, é a venda do corpo (ou sua compra pela outra parte).

    Lascívia é a sensualidade exagerada, a prática de atos libidinosos que estimulem a sexualidade.

    Deus pede isso aqui….

    Gên 2:24 Portanto [1] deixará o homem a seu pai e a sua mãe, [2] e unir-se-á à sua mulher, [3] e serão uma só carne.

    a
    Mar 10:7-8 Por isso, [1] deixará o homem a seu pai e a sua mãe [2] e unir-se-á a sua mulher. [3] E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne.

    Efs 5:31 Por isso, [1] deixará o homem seu pai e sua mãe [2] e se unirá à sua mulher; [3] e serão dois numa carne.

  • Rafaelbudu25

    Então meus irmãos, o problema não é o fato de usar ou não a camisinha…o fato é que para Jesus exite sim ou não….não é liberando liberando ou não a camisinha que o problema vai ser resolvido…o problema é a educação doutrinária que não está sendo eficaz…
    Vocês sabem que são os professores de catecismos das crianças de dentro da igreja? ou vc não frequentão a igreja?…vocês acham realmente que a doutrina é eficaz no coração da nossa joventude? mesu irmãos,se não fosse a Renovação Carismática, a nossa igreja estária muito pior…
    esse prununciamente do Papa foi,ao meu entender,inoportuno e desnecessário…

    essa é a minha opnião,,,,

    espero ter mostrado um pouco mais de conhe3cimento para vcs…

    fiquem com Deus….

  • Rafaelbudu25

    ANEXO…….

    Uma correção antes que me dizem que sou “burro”…quando falo que Jesus disse:..digo que Ele falou por meios de Paulo e de outros,quando não é no evangelho,e tambem fala pessoalmente em nos evangelhos,como em Marco que está posto logo depois….

  • Rafaelbudu25

    a igreja não precisa de espilhos…precisa de homens de bom carater e de boa indole…ou seja,fiel ao proposito que se comprometeram…masoquismo não é bom…

  • Xis

    Cuidado com a ironia e a soberba.

    “Para que eu não me inchasse de soberba por causa dessas revelações extraordinárias, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás para me espancar, a fim de que eu não me encha de soberba.” (II Coríntios 12,7)

  • Rafaelbudu25

    crises,espinhos?

    mazoquismo não é bom….Jesus ja morreu par que nós tivessimos a vida plena…..

    essas crises são desculpas para nao recolhercermos verdadeiramente a gravidade dos atos da igreja…devemso olhar para tras e tentarmos não fazer os erros denovo…não valorizarmos ou desejarmos esses mesmos…por que sempre há pessoas que sofrem e sofrem muito…exemplo vivo disso foi a inquisição…por que só os “escolhidos” pela igreja chegaram a santidade?….e os outros que moreram sem saber do pq não existem para a igreja dos homens? ainda bem que existe a igreja de Deus… só assim essas pessoas serão reconhecidads com santos…

  • Xis

    Rafael,

    “essas crises são desculpas para nao recolhercermos verdadeiramente a gravidade dos atos da igreja…”

    Resposta: Você não pode imputar à Igreja toda os erros ou crimes que são cometidos por alguns clérigos ou alguns fiéis leigos.

    “por que só os “escolhidos” pela igreja chegaram a santidade?”

    Resposta: a Igreja, inspirada por Deus, utiliza a canonização para anunciar que alguns cristãos viveram a fé de modo santo até o fim da vida e hoje estão no Céu, servindo para nós como bons exemplos.
    A Igreja, porém, ensina que há milhares de outros “santos anônimos”, ou seja, cristãos que estão no Céu com Cristo, ainda que não sejam “canonizados”.

    Não defenda os criminosos, mas pare de ofender a Igreja e estude a fundo a doutrina católica.

  • Xis

    “mazoquismo não é bom….Jesus ja morreu par que nós tivessimos a vida plena….”

    Rafael,
    Cristo sofreu para nos dar a salvação, mas através dos sofrimentos nós nos unimos à paixão de Nosso Senhor e aumentamos nossa comunhão com Ele.
    Você nunca leu que muitos santos, como S. Paulo, S. Francisco, S. Padre Pio e João Paulo II, faziam penitências terríveis, machucando o próprio corpo como meio de arrependimento e mortificação????
    Você precisa estudar a doutrina católica e a história da Igreja com dedicação.
    Sou catequista e creio que você precisa ser “re-catequisado”.

  • Joice Mileine

    Rafael, se Você se opõe tanto as decisões da igreja, critica tanto sua postura, porque ainda se diz católico? Tem pouco mais de 3 anos que me converti ao catolicismo, depois de mais de 7 anos em que fui protestante, e talvez ao seu ver eu não tenha tanto conhecimento da palavra mas como foi dito já em outro comentario é preciso estudar muito a doutrina e a historia da Nossa Amada Igreja, antes de começar a criticar, pois bem, nesses 3 anos tenho estudado muito a historia a Igreja, lido muitos livros escritos por padres e teologos da Igreja, e a cada dia tenho mais certeza que estou no caminho certo, no caminho de Deus e da Verdade que é o proprio Deus. E algo que é muito dito tanto nos livros quanto em artigos como os do Pe. Paulo Ricardo é que a Igreja é Santa e guiada por Deus, pela Verdade!!!! Então não cabe a voce ou a mim, ou nenhum outro questionar as decisões da Igreja, pois até onde sei voce não tem mais de 2.000 anos de historia ou tem? Voce que ser mais sabio, e mais certo que a Igreja que Cristo criou atraves de S. Pedro? Não sei se é sua intenção, mas suas declarações são muito arrogantes, e mostram uma total falta de fé, mesmo voce dizendo ser católico. As palavras do Pe. Paulo Ricardo neste artigo tocaram muito meu coração e me ajudaram muito a entender o que a Nossa Amada Igreja nos propõe a respeito do celibato e da castidade, e foram cura para o meu coração, muitas vezes como o seu DURO! Talvez voce devesse voltar ao inicio do artigo e ler tudo denovo, desta vez com o coração aberto e disposto a ouvir a voz de Deus. Peço de todo o coração que Deus toque no seu coração e voce entenda os misterios de Deus e da Santa Igreja e aprenda que nunca foi por muito questionar que muitos se tornaram santos, mas foi por muito ouvir e obedecer e por em pratica os ensinamentos da Nossa Mãe Igreja. Fique com Deus!!!

  • Rafaelbudu25

    Sofrimento?…será que temos sempre que justificar os erros,crises,espinhos da igreja como sendo erros necessário? Eu não sou masoquista…sofrimento por erros humanos,e erros que as pessoas ainda hj não aprenderam é dificilk aguentar…infelismente até na igreja há politica…como é o saso do “pastores anglicanos casados”, que mesmo não professando a mesma fé catolica,foram acolhidos como padres pela igreja,enquanto mais de 150 mil padres catolicos estão impedidos de exercer o sacerdocio por causa de politica…isso é dificl de aceitar..

  • Marina Leocádio

    Lendo muitos comentário aqui, vejo que falta, simplismente: CONVERSÃO.

    Viva o CELIBATO! E Viva os Padres que o Seguem! Viva os que tentam pareçer o máximo possível com Jesus!!

    ‘Sedes perfeitos como o Pai é perfeito’

    Quem vê o pai, vê o filho; e quem vê o filho vê o pai!

    Agora vendo como Jesus foi, ainda tem gente que diz que não devemos tentar ser como Jesus foi… (palhaçada)

    Sua Bênção Pe. Paulo!!!

  • helena

    meu filho

    abra seu coraçao para o amor de DEUS

  • helena

    meu filho,
    como é bom se curvar diante da Lei do Altíssimo.
    como é bom obedecer à vontade de JESUS E RESPEITAR SUA SANTA IGREJA

  • helena

    caro Rafael

    é muito bom respeitar a lei do altíssimo e sua santissima Igreja que ele fundou a custa do seu sangue

  • helena

    carissimo Rafael

    como é bom amar a Igreja fundada pela cruz do senhor e geradora de tantos milhares de santos cujo testemunho de fé é fato ampla e historicamente comprovado

  • helena

    queridíssimo padre Paulo,

    muito muito muito obrigada por todas as horas da sua vida que o senhor dedicou ao estudo e à oraçao.

    elas, com a graça de Deus, geraram para nós um verdadeiro pastor em Cristo Jesus.

    obrigada de novo.

  • helena

    carissimo picachu,

    na igreja católica o celibato sempre foi opcional. só vai ser padre quem quer. ninguem vai forçado.

    um abraço

  • Maura

    Prezado Rafael,

    Somos CATÓLICOS, vivemos em um País LAICO, e democrático. Aprendemos a respeitar o grau evolutivo do nosso próximo, bem como o seu grau evolutivo, e não o condenamos por isso, pois aprendemos com o Nosso SENHOR JESUS CRISTO a não julgar o nosso próximo.
    Somos CATÓLICOS pela nossa FÉ, e pedimos todos os dias em nossas orações para que nosso SENHOR tenha misericórdia de nós e que aumente a nossa FÉ.
    E lembre-se que SÓ DEUS CONHECE VERDADEIRAMENTE CADA UM DE NÓS, OS NOSSOS CORAÇÕES, AS NOSSAS INTENÇÕES. À ELE cabe o JULGAR!
    Na nossa humildade, seguimos a nossa tradição que conta hoje mais de dois mil anos.
    Viva em PAZ e que o Nosso Senhor esteja sempre contigo.

    Maura Dorileo

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Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”

Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

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