sáb, 04/02/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 25:00
É uma luta a vida do homem sobre a terra.
A doença representa uma provação para a alma e, como Jó, somos chamados a lutar para manter a fé. A comparação de Jesus para com os enfermos é muito diferente da mágica dos curandeiros. Nosso Senhor sabe que temos a alma em perigo e concede a cura física “quando for conveniente para a salvação da alma” (Concílio de Trento, DS 1696; cf. Catecismo da Igreja Católica 1512).
qua, 01/02/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 10:35
Por definição, o Inferno é um “estado de auto-exclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados” (CIC 1033). Ora, a palavra auto-exclusão não deixa margem para qualquer dúvida: não é Deus quem condena o homem, mas o próprio homem. Mas, como isso ocorre? Para se compreender como o próprio homem pode renegar a comunhão com Deus é preciso entender que ele é totalmente, tragicamente livre. Tão livre que pode, no instante final, virar as costas para Deus.
Deus respeita a liberdade humana, como respeitou a liberdade dos anjos quando, liderados por Lúcifer disseram: “Não serviremos”. Tanto para eles quanto para os homens existe um caráter de irrevogabilidade nessa decisão, que é selada no momento último. Assim diz o Catecismo: “não existe arrependimento para eles (os anjos) depois da queda, como não existe para os homens após a morte” (392). Portanto, é o homem, no momento final, quem decide de que lado ficará e não Deus que o condena.
Enquanto o homem caminha sobre a Terra, tem todos os meios e as oportunidades para permanecer em comunhão com Deus. Ele próprio deixou um caminho seguro, claro, que são os Sacramentos, as Sagradas Escrituras, os Mandamentos e tantas outras vias. Deus oferece sua graça e seu amor infinito, porém, é o homem quem decide se aceita permanecer nesse amor e entrar em comunhão eterna com Ele ou se prefere permanecer com o coração endurecido, rejeitando por soberba e orgulho a mão estendida do Senhor.
sáb, 28/01/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 25:08
Cala-te e sai!
A Palavra de Deus é operativa. Ela não somente explica e indica; ela faz. É assim que Jesus, Palavra que se fez carne, vem a este mundo para retomar a obra da criação. Ele rompe o silêncio no dia de sábado e liberta o homem da mentira, da palavra esquizofrênica de Satanás.
qua, 25/01/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 58:51
Enquanto os EUA viviam Woodstock e a revolução cultural, o Brasil vivia um regime de exceção, de um governo civil-militar que foi instaurado para evitar a instalação do comunismo no Brasil. Em 1964, antes do início do processo mundial de transformações culturais, os militares estavam preocupadíssimos com a situação do comunismo no Brasil. A Igreja brasileira apoiava os militares, fazendo diversas manifestações populares contra o comunismo no país. A Igreja brasileira era conservadora e anticomunista.
sáb, 21/01/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 24:53
Deixando tudo e seguir Jesus
Na passagem deste domingo, por duas vezes o evangelista nos recorda que os discípulos “deixaram” algo para seguir Jesus (Mc 1, 18.20). Mas infelizmente este mesmo verbo (ἀφέντες) retornará quando São Marcos nos recordar que “todos deixaram Jesus e fugiram” (Mc 14,50).
Seguir a Jesus e abraçar como estilo de vida a luta contra a idolatria. Somente assim o Reinado de Deus acontecerá em nosso coração.
“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.
Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”