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79 – Testemunho de Fé – 1º Domingo da Quaresma (26/02/2012)

A Tentação no deserto

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73 – A Resposta Católica: “Posso comungar tendo o vício da masturbação e da pornografia?”

“Por masturbação se deve entender a excitação voluntária dos órgãos genitais, a fim de conseguir um prazer venéreo. Na linha da tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado” (CIC 2352)

Já a “pornografia consiste em retirar os atos sexuais, reais ou simulados, da intimidade dos parceiros para exibi-los a terceiros de maneira deliberada. Ela ofende a castidade porque desnatura o ato conjugal, doação íntima dos esposos entre si. Atenta gravemente contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar e de um proveito ilícito. Mergulha uns e outros na ilusão de um mundo artificial. É uma falta grave.” (CIC 2354)

A mentalidade moderna prega que o homem deve satisfazer todos os seus instintos sexuais. O homem é empurrado para as práticas hedonistas. Há um bombardeio da mídia, da internet para que cada mais o ser humano consuma pornografia e entregue-se a todos tipo de prazer sexual. Cada vez mais o homem é levado a crer que a castidade é algo impossível de ser vivido, inatingível. Homens, mulheres, jovens e até crianças não acreditam mais na amizade entre a Criação e Deus. Por isso, entregam-se ao prazer desenfreado – aprendem até mesmo na escola – e são estimulados a práticas cada vez mais degradantes, indignas e vazias de satisfação sexual.

Na verdade, não existe satisfação, mas tão somente um desespero. Uma busca desenfreada por algo que aquele que tem fé, aquele que crê na castidade, aquele que crê no Amor sabe que só será saciada quando a alma se encontrar com Deus. Quando repousar no Criador toda angústia, toda desesperança será esquecida pela presença daquele que é o Sumo Bem, o Amor.

Portanto, embora sejam situações diferentes, tanto a masturbação quanto a pornografia são intrinsecamente más, ou seja, não existe justificativa para a prática delas. Mas, o que dizer de quem as pratica? A pessoa que é contumaz nessas práticas tem sua liberdade plena? O que a Igreja orienta ao viciado na masturbação e na pornografia como terapia?

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72 – É proibido ajoelhar-se durante a consagração?

Assim está escrito: “para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.” (Fl 2,10) Ora, o momento da consagração eucarística é o mais solene, o mais importante da vida do cristão. Ele faz memória, ou seja, traz para o presente, o sacrifício de Jesus. A imolação do Cordeiro. A Nova Aliança. A remissão dos pecados. Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar.

Por que, então, surge a tendência entre os liturgistas de que não é necessário mais ajoelhar-se no momento da consagração eucarística? Alguns alegam razões históricas, razões contrárias à Tradição e tentam, de diversas maneiras, justificar o que não tem justificativa. Eles têm razões, mas não tem razão. A liturgia é regida por leis e estas leis devem ser obedecidas, tudo o mais se torna irrelevante diante dessa realidade.

Assim, é preciso analisar se essa nova tendência provém de algum documento oficial ou se faz parte da protestantização da fé católica, com a comunhão em pé e na mão, diminuição dos símbolos sacros na Santa Missa (como o latim, o canto gregoriano etc.), tudo isso culminando na transformação do sacrifício incruento de Nosso Senhor Jesus Cristo numa simples partilha, deixando de crer na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia.

Não querer ajoelhar-se diante do Deus Vivo e presente na Eucaristia é sinal de que algo desordenado está tomando conta da Igreja. O cristão católico que conhece a sua religião e sabe a importância da adesão ao Magistério da Igreja, à fé dos Apóstolos e às Sagradas Escrituras jamais deixará de enxergar no pão e no vinho consagrados a presença real Daquele que está vivo no meio nós.

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78 – Testemunho de Fé – 7º Domingo do Tempo Comum (19/02/2012)

Blasfemar ou glorificar?

Na verdade é Jesus quem “destelha a casa” dos Escribas quando, de forma desconcertante, perdoa os pecados do paralítico. O amor de Deus é livre e soberano e age de forma surpreendente.

Quem crê em Jesus compreende seu dever de carregar os pecadores até a presença de Jesus (suportar – ἀνέχομαι cf. Ef 4,2 e Col 3,13). E glorifica a Deus pelo seu perdão.

Quem não crê, no entanto, gera no seu coração colérico uma filha da ira, a blasfêmia, deixando de reconhecer a presença do dedo de Deus (cf. Lc 11,20).

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71 – A Resposta Católica: “Formas de penitência e suas razões”

O corpo humano pode ser comparado a uma criança mimada, aquela que deseja ter todas as suas vontades satisfeitas e, mesmo que isso ocorra, ela ainda é irritadiça, preguiçosa e indolente. Assim é o ser humano, assim é o corpo humano. Quanto mais come, mais letárgico fica; quanto mais dorme, mais sono tem; e assim por diante. Trata-se da primeira consequência do pecado original, da mãe de todas as doenças: a filáucia, que pode ser definida como o amor de si contra si e cujo lema é “foge da dor, busca o prazer”.

Esse lema está muito presente na sociedade moderna, que incentiva a busca desenfreada pelo prazer, pela satisfação de todos os desejos, representado pela “liberdade”. Enquanto isso, o ser humano se torna cada vez mais vazio e menos resistente à dor. Não suporta ser contrariado e se desestrutura quando perde algo ou alguém. Pudera, não foi ensinado a isso, não exercitou a moderação, não praticou a ascese e a disciplina.

O tempo da Quaresma está chegando. A Igreja ensina e estimula o católico a praticar o jejum, a oração e a esmola. Essas três formas de penitência são um remédio para o combate das doenças espirituais, sendo que o jejum auxilia no combate à gula, a oração no combate ao orgulho e à soberba, e a esmola no combate à avareza. São exercícios que, se feitos com seriedade, têm a capacidade de arrancar o cristão católico das garras do relativismo que domina o mundo atualmente.

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70 – A Resposta Católica: “As missas inculturadas são permitidas?”

Com cada vez mais frequência, ouvem-se notícias de missas exóticas, utilizando elementos das culturas locais: gauchesca, árabe, afro, sertaneja etc. Essas missas são permitidas? São válidas? Como a Santa Sé lida com essa questão? É possível introduzir elementos regionais no Santo Sacrifício da Missa?

“A missa é um memorial do Senhor Jesus. É um memorial perfeito em que sua Presença viva nos mantém vividamente conscientes Dele. É também um banquete divino, em que Deus provê a mesa com o seu próprio corpo e o seu próprio sangue. Mas é mais do que um memorial e mais do que um banquete. É sobretudo um sacrifício.” Assim, não se deve permitir que as missas sejam profanadas, dessacralizadas, subtraídas do sagrado, pelo contrário, que o direito de cada fiel a assistir a missa de acordo com o rito aprovado seja exercido sempre e cada vez mais. É a vontade do Papa, é o mandamento de Cristo. Obedeçamos.

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77 – Testemunho de Fé – 6º Domingo do Tempo Comum (12/02/2012)

Jesus e o leproso

“Ele tomou sobre si nossas dores” (Is 53, 4). É este o “admirável comércio” pelo qual nós fomos salvos. Ao tocar o leproso com a sua graça, Jesus inverte os papeis. No final do evangelho, é Nosso Senhor, e não mais o leproso, quem não pode entrar na cidade.

Jesus, que será crucificado fora dos muros da Cidade Santa, toma o lugar dos excomungados e pecadores para trazê-los de volta à comunhão com Deus. Embora impuros, aproximemo-nos de Deus com a mesma confiança do leproso e pronunciemos nossa oração confiante: “se queres, podes me purificar!”

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16 – Gravação da aula ao vivo: “Marxismo Cultural e o Comunismo”

Como o Marxismo Cultural pode ser identificado na vida diária do cristão, do cidadão? Qual é a intenção da Teologia da Libertação ainda hoje no seio da Igreja? O que é preciso para combatê-la? É correto afirmar que a Teologia da Libertação é herética? Nesse caso, os sacramentos ministrados pelos sacerdotes que a apoiam são válidos? Essas e outras perguntas, formuladas pelos alunos que acompanharam, ao longo das últimas semanas, o curso sobre Marxismo Cultural e Comunismo ministrado pelo Padre Paulo Ricardo, foram respondidas durante a primeira aula ao vivo de 2012.

Não deixe de assistir e divulgar, afinal, o peixe não vê a água na qual nada, assim como o homem não vê o ar que respira, porém, eles estão lá. Da mesma forma, essa doutrina está impregnada de tal maneira na sociedade atual que é preciso treino para identificá-la e estratégia para combatê-la.

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Perguntas Frequentes

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Cursos

Catecismo da Igreja Católica

“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.

Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”

Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

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