qui, 19/04/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 19:01
O sacerdócio católico vive um processo de metamorfose não só no Brasil, mas, no mundo todo. Cada vez mais os sacerdotes são levados a agir como leigos, deixando de lado as práticas de ascese e oração que são a base para bem viver o celibato. A alegação é de que celibato não é mais possível nos tempos atuais e que se trata de algo impossível de se vivenciar.
É um engano demoníaco e mais uma manobra para a protestantização da Igreja Católica, pois, o novo modelo de sacerdote proposto nada mais é que uma cópia do pastor protestante. Este sim um funcionário do povo, cuja vida não se distingue em nada da vida dos seus fiéis. O que se vê, então, é a velha heresia protestante sendo colocada em prática novamente.
sex, 09/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 15:59
Quando foi que a Igreja Católica deixou de ser, no Brasil, a instância profética que questiona? Em que momento ela foi seduzida e tornou-se uma Igreja composta por teólogos da corte — aqueles que compõe o séquito do novo Príncipe, o Partido dos Trabalhadores? Quando foi que ela deixou de ser defender a fé católica e passou a aceitar e a justificar as atitudes do Príncipe? Para onde foi a Igreja Católica do Brasil?
qui, 08/03/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 21:43
Qual é a verdadeira identidade de um padre e de um bispo? O que define um bom e um mau sacerdote? Padre Paulo Ricardo responde essas e outras perguntas em mais um episódio do programa Parresía.
sex, 03/02/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Jr. | Duração: 17:22
A sociedade moderna está mergulhada no conceito de igualdade. Cada vez mais luta-se para equiparar o homem à mulher e vice-versa. Se a igualdade pretendida fosse em relação aos direitos civis, cuja necessidade é inegável, não seria, de fato, um problema. Porém, o que acontece é que esta sociedade moderna, eivada do relativismo cultural, quer é transformar a mulher no novo homem e o homem na nova mulher, invertendo e pervertendo os valores mais elementares.
Deus criou o homem e a mulher em igual dignidade, mas quis que houvesse uma diferença entre os dois gêneros. Esta diferença em “ser homem” e “ser mulher” faz com que exista uma complementariedade entre eles. Foram criados por Deus para formarem um conjunto, não um se sobrepondo ao outro, mas em perfeita sintonia um com outro. Lutar contra esse projeto, fazendo com que a mulher tente, por todos os meios, ocupar o lugar do homem é lutar diretamente contra o projeto de Deus, contra a natureza humana.
A liberação sexual promovida pelos métodos anticoncepcionais, longe de trazer a sensação de igualdade entre o homem e mulher, transformou a mulher numa máquina de prazer, pois agora ela sabe que pode ter uma vida sexual ativa sem a consequente gravidez. Não precisa ter compromisso com o parceiro, não precisa sentir-se segura ou amada. Ledo engano. O que se vê são cada vez mais mulheres frustradas, depressivas, olhando para trás e percebendo que estão vazias, correndo contra o tempo para manterem-se jovens, pois nada mais têm a oferecer que não o invólucro.
A liberdade da mulher, na verdade, transformou-se numa prisão. Hoje, elas se vêem presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem. Transformando seus úteros em lugares estéreis e varrendo para debaixo do tapete o instinto natural da espécie: a maternidade.
Portanto, urge que cada mulher, criada à semelhança de Deus, recupere o seu lugar na Criação. Que a mulher seja mulher em toda sua plenitude!!
sex, 13/01/2012 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 23:49
Se você obedece a quase todos os mandamentos de Deus; se converteu-se, mas não quer exagerar, não quer ser tachado de radical, se deixou os grandes pecados de lado e acredita que isso é suficiente, saiba: está vivendo uma fé medíocre. Vive ainda com uma mentalidade protestante. Tal qual aquela famosa música: “eu era um bêbado que vivia drogado, hoje estou curado, encontrei Jesus…” Eles não creem ser possível a vida de santidade.
Mas, os católicos não só creem nessa possibilidade, como têm inúmeros exemplos de santos e santas, de mártires, de homens e mulheres valorosos, que deram a vida por algo maior, por uma fé radical, em que se obedece profundamente ao primeiro mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus, de toda a tua alma, de todo o teu coração e de todo o teu entendimento.” (Mt 22,37).
Que o Senhor Deus derrame sobre todos nós a graça santificante para que queiramos querer sair da mediocridade, para que desejemos alçar vôos mais altos, partir para a segunda decolagem e que descansemos somente quando nossa alma Nele repousar.
dom, 25/12/2011 | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior | Duração: 09:20
“O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz”. É dessa forma que o Profeta Isaías se refere ao nascimento de Jesus. A grande luz que tira a humanidade das trevas é Jesus Cristo, para quem tudo foi feito. Todo o universo se curva em adoração àquela pequena criança, nascida em Belém, de forma tão singela, mas que tem o poder de dar sentido à vida de cada um.
O homem foi feito para Deus e encontra o seu fim e sentido Nele.
O nascimento de Jesus é motivo de imensa alegria, pois Ele dá razão a tudo, dá sentido à nossa existência, Ele vem para salvar e resgatar a humanidade. Para Ele fomos criados, por Ele somos salvos.
“Lendo o ‘Catecismo da Igreja Católica’, pode-se captar a maravilhosa unidade do mistério de Deus, do seu desígnio de salvação, bem como a centralidade de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, enviado pelo Pai, feito homem no seio da Santíssima Virgem Maria por obra do Espírito Santo, para ser o nosso Salvador.
Morto e ressuscitado, ele está sempre presente na sua Igreja, particularmente nos sacramentos; ele é a fonte da fé, o modelo do agir cristão e o Mestre da nossa oração.”