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Não, imprensa, a Igreja não vai acabar com o celibato
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Não, imprensa, a Igreja não
vai acabar com o celibato

Não, imprensa, a Igreja não vai acabar com o celibato

A luta da imprensa por uma Igreja livre do celibato é a luta do inimigo de Deus contra a santidade de seus filhos.

Equipe Christo Nihil Praeponere18 de Setembro de 2013
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O debate a respeito do celibato sacerdotal voltou à mesa de discussões nos últimos dias. Os meios de comunicação estão em polvorosa desde as recentes declarações do novo Secretário de Estado do Vaticano, Dom Pietro Parolin, sobre a proibição do casamento aos padres católicos[1]. A imprensa julga ter visto nas palavras do bispo indícios de uma futura ab-rogação da disciplina eclesiástica. Trata-se, evidentemente, de puro delírio - e, como de costume, um pouco de má fé.

As declarações de Parolin ao jornal venezuelano El Universal não trouxeram nenhuma novidade. Os católicos já estão cansados de saber que o celibato sacerdotal não é um dogma, mas uma antiga disciplina da Igreja, cujas fontes provêm diretamente do ensinamento dos apóstolos, tal qual lembra a grande obra do Padre Christian Cochini, "Les origines apostoliques du célibat sacerdotal". O III Concílio de Latrão, em 1179, apenas a efetivou como norma da Igreja latina. Não se pode afirmar, com efeito, que o Papa tenha a intenção de modificar uma tradição apostólica à base da canetada, sem levar em consideração o testemunho de dois mil anos de Igreja. Embora assim desejem alguns jornalistas - e também saudosistas de uma teologia mambembe que não tem mais nada a dizer, a não ser velhos e cansativos chavões de outrora. O próprio Parolin lembra na entrevista que todas as decisões do Pontífice "devem assumir-se como uma forma de unir à Igreja, não de dividi-la".

Ao contrário do que possa parecer, o descontentamento da mídia em relação ao celibato não procede de uma autêntica preocupação com o número de vocações. É do interesse dela a extinção dos padres. E as manchetes dos jornais estão aí para provar. Tenha-se em mente, por exemplo, a campanha odiosa de total difamação do clero - em pleno ano sacerdotal de 2010 -, perpetrada pelo The New York Times, BBC e cia. sobre o problema da pedofilia. A indignação da imprensa perante o celibato tem por causa outras razões, o mundo desejado por esses grupos é alheio à presença de Deus. A existência do celibato, neste sentido, "é um grande escândalo, porque mostra precisamente que Deus é considerado e vivido como realidade."

Foram com essas mesmas palavras que Bento XVI resumiu a aversão mundana à presença dos sacerdotes. Respondendo à pergunta de um clérigo da Eslováquia, durante vigília de encerramento do Ano Sacerdotal, o então pontífice observou ser surpreendente a crítica exaustiva ao celibato, numa época em que a moda é justamente não casar. "Mas este não-casar", prosseguiu o Papa, "é uma coisa total, fundamentalmente diversa do celibato, porque o não-casar se baseia na vontade de viver só para si mesmo (...) Enquanto o celibato é precisamente o contrário: é um "sim" definitivo, é um deixar-se guiar pela mão de Deus, entregar-se nas mãos do Senhor, no seu 'eu'"[2].

A crítica da imprensa ao celibato - bem como a outras doutrinas cristãs - precisa ser encarada como um grande sinal de fé, pois revela a luz de Cristo sobre a escuridão do diabo. O padre desperta a ira dos infernos justamente porque é um homem sacrificado, um ícone visível da paixão de Cristo para o dia a dia dos cristãos. A Igreja nunca terá como parâmetro de vida as indicações mundanas, por mais apelativas que sejam. É precisamente o que diz o Cardeal Mauro Piacenza, prefeito da Congregação para o Clero: "Não se deve baixar e sim elevar o tom: esse é o caminho."[3] O celibato permanecerá na vida sacerdotal, queira os inimigos de Cristo ou não, já que para os católicos importa mais agradar a Deus que fazer a vontade do homem.

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Juntos para a eternidade
Testemunhos

Juntos para a eternidade

Juntos para a eternidade

Fidelidade no Matrimônio: Harold e Ruth passam 65 anos juntos e são levados também juntos ao encontro de Deus.

Equipe Christo Nihil Praeponere,  Fox News16 de Setembro de 2013
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No dia 11 de agosto de 2013, com apenas onze horas de diferença, morreram, nos Estados Unidos, Harold e Ruth Knapke, de 91 e 89 anos de idade, respectivamente. Os dois eram casados há 65 anos e, como católicos devotos, sempre cultivavam sua fé e iam à Missa juntos, razão pela qual seus familiares consideram um “presente de Deus" sua separação não se haver prolongado. Os dois viviam em uma residência em Versailles, no oeste do estado de Ohio.

Eles se conheceram no terceiro ano e mantiveram uma ardente história de amor até o último mês, quando partiram juntos para a morada eterna. “Foi muito duro ver os dois partir de uma vez, mas foi uma coisa boa, no final das contas, ver os milagres que Deus pode fazer", conta um dos seus quatorze netos, Jeff Simon. “Eles foram muito bons modelos para nós."

Ruth Knapke foi acometida por uma séria infecção dias antes de sua morte. “Quando ficou claro que mamãe estava morrendo – e o papai entendeu isso – ele passou a maior parte da noite sem dormir", conta uma das seis filhas do casal, Margaret Knapke. “No outro dia, havia certa tranquilidade nele, e ele começou a enfraquecer rapidamente. Como vocês devem saber, papai morreu 11 horas antes de mamãe e nós achamos que ele fez isso como o último ato de amor por ela. Nós acreditamos que ele queria acompanhá-la fora desta vida e na outra, e ele o fez."

Em uma sociedade que tem acolhido indiferentemente a ruptura de tantos vínculos conjugais – que, por sua vez, tantos transtornos têm causado, seja para a estabilidade social, a criação e educação dos filhos, seja para o próprio casal –, histórias como a de Harold e Ruth são um deleite para a alma. Indicam que é, sim, possível trilhar a estrada do amor duradouro e constante, por mais que esta às vezes seja cheia de curvas e dificuldades. O Papa Leão XIII destacava, em uma encíclica sobre o matrimônio cristão, que a “virtude da religião" faz com que esses múltiplos desafios e contrariedades do convívio em família “sejam suportados não somente com resignação mas com ânimo contente" [1].

Harold e Ruth Knapke, no dia de seu casamento.

Uma passagem do Cântico dos Cânticos diz: aquae multae non potuerunt extinguere caritatem – as muitas águas não poderão apagar o amor. A história de Harold e Ruth, que passaram 65 anos de suas vidas juntos, não esteve isenta de problemas, de águas fortes que muitas vezes ameaçaram o seu casamento. No fim de sua vida, Ruth teve que enfrentar uma grave enfermidade e, ainda assim, Harold permaneceu ao seu lado, fiel “na saúde e na doença", como havia prometido no dia de sua união.

Engana-se quem pensa que estas coisas diminuem a grandeza do sacramento do Matrimônio, ou que muitos sacrifícios conduzem à infelicidade. “Pobre conceito tem do matrimônio (...) quem pensa que a alegria acaba quando começam as penas e os contratempos que a vida sempre traz consigo", diz São Josemaría Escrivá. “Aí é que o amor se torna forte. As enxurradas das mágoas e das contrariedades não são capazes de afogar o verdadeiro amor: une mais o sacrifício generosamente partilhado" [2].

É por causa de um conceito equivocado de amor que esta época tem um número tão assombroso de divórcios. O amor que muitos querem experimentar não é o amor “forte como a morte" (Ct 8, 6) do qual fala as Escrituras, não é o amor que Cristo pede a seus discípulos que tenham, olhando para a Cruz como exemplo; é uma caricatura inventada como mero instrumento de prazer. A consequência é que, assim como é efêmero o prazer, também são passageiros os relacionamentos. Não possuindo fundamentos fiáveis, sendo construídos na areia, eles são facilmente abalados e levados à ruína.

Harold e Ruth são modelos não só para os seus filhos e netos, mas para todos os homens desta geração. Eles ensinam aos homens a construir a sua casa sobre a rocha (cf. Mt 7, 24) e a tomarem consciência de que o que Deus uniu, o homem não pode separar (cf. Mt 19, 6).

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Os católicos nasceram para o combate
EspiritualidadeSantos & Mártires

Os católicos nasceram para o combate

Os católicos nasceram para o combate

Só há uma razão para o combate dos católicos: a salvação oferecida por Deus

Equipe Christo Nihil Praeponere13 de Setembro de 2013
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O respeito humano nunca fez parte da vida de São João Maria Vianney. O vilarejo de Ars, na França, testemunhou por quase meio século a grandeza do santo. Dono de uma retórica simples - porém sincera o suficiente para fazer tremer os corações -, o cura despendia todos os esforços no combate contra o pecado. Ameaçava, repreendia, exortava oportuna e inoportunamente, assumindo à risca o pedido de São Paulo na carta a Timóteo. Era imbuído por uma vontade insaciável: tinha um coração apaixonado por Cristo que o fazia proclamar a todos pulmões a miséria dos que Dele se apartavam. "É preciso trabalhar nesta vida, teremos toda a eternidade para descansar", dizia. O santo entendera cedo o que mais tarde proclamaria o Papa Leão XIII: "Os católicos nasceram para combater".

Dos esforços do Cura D'Ars surgiu uma Igreja pujante, "enraizada em Cristo e firme na fé" (Cf. Cl 2, 7). Ars tinha se tornado católica. E o resto da França também. Um grandioso milagre - se se levar em conta os delírios da revolução francesa que varriam o país naquela época. Não fossem os esforços de Vianney e, obviamente, o auxílio da graça de Deus, o vilarejo teria se transformado em terra de ninguém. Um pavoroso esgoto a céu aberto, atroçoado pelo alcoolismo, pelas danças imorais, pelas blasfêmias e pela ignorância religiosa. Mas venceu o estandarte da cruz em Ars, venceu a fé do pequeno sacerdote na verdadeira luz dos povos: Jesus Cristo.

A batalha empreendida por São João Maria Vianney em Ars tinha uma razão muito clara. Ele era sacerdote do Altíssimo, pescador de homens. Como pastor de almas, portanto, mais do que praticar boas ações, o cura deveria defender a reta fé, debelar o erro e ensinar o bem, a fim de conciliar os adversos, levantar os indolentes e declarar aos ignorantes a esperança cristã na salvação eterna. Máximas de Hugo de S. Vitor para os pregadores, que foram levadas a cabo pelo Santo de Ars, de modo fervoroso e intenso, já que "o Reino dos céus é arrebatado à força e são os violentos que o conquistam." (Cf. Mt 11, 12). Mas nos dias de hoje, em que tanto se fala de amor, tolerância e pluralismo, parece que as coisas já não funcionam assim. Os primeiros cristãos não se conformavam com o mundo, os cristãos de agora não se conformam com a Igreja, e por isso enchem-na de paganismo, para vergonha de São João Maria Vianney e de tantos outros santos que deram a vida pelo bem de suas ovelhas.

O Papa Paulo VI assistia estarrecido ao que chamara de processo de "autodestruição" da Igreja. "Por alguma fissura a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus"[1], denunciava o combalido Pontífice. Ele havia percebido o espírito mundano que tomara o coração de muitos católicos e que os fazia não mais confiar em Cristo e em Sua Esposa, mas no primeiro "profeta profano" que viesse propor alguma nova "fórmula da verdadeira vida". Haviam trocado a verdade de Deus pela mentira, "e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos." (Cf. Rm 1, 25).

Tristes dias. Tristes dias sãos estes em que a dúvida virou dogma e a fé cristã troça, motivo de escárnio. Sinais dos tempos! Se os próprios católicos se envergonham - escondendo seus rostos da opinião pública - quando um padre, ou mesmo um leigo, defende a fé perante as ideologias modernas, não se pode esperar muito dos inimigos do cristianismo. Eles apenas reproduzirão o que a máscara cínica dos falsos católicos almeja esconder: o desprezo pela mensagem de Deus.

É preciso um mea culpa. É preciso admitir que não se tem vivido como católicos, mas como cadáveres ambulantes. A Igreja que fundou a civilização ocidental, que deu ao mundo as universidades, a arte, a música, a ciência não pode ser associada a um grupo vergonhoso, incapaz de lutar, negociando a própria fé por algumas moedas de prata. Clama aos céus a indiferença dos cristãos, a falta de virilidade, a jactância de uns pobres coitados, toldados pela eterna síndrome do avestruz, quando a urgência dos fatos pede olhos vigilantes e atentos.

Em 1926, nos bancos de uma Igreja no México, dizia um velho sacerdote - prestes a ser martirizado pelos revolucionários - ao Beato José Sanchez del Río: "Quem és tu se és incapaz de lutar pelo que crês? Não há maior glória que morrer por Jesus Cristo". Sábias palavras de alguém verdadeiramente discípulo do Senhor. Não existe verdadeiro amor pelo bem, sem um ódio proporcional ao mal. Luta-se pela Igreja, porque luta-se pela salvação eterna. O católico é um soldado. E um soldado verdadeiro, lembrava Chesterton, "luta não porque odeia o que está à sua frente, mas porque ama o que está atrás dele". Atrás do católico existe uma miríade de santos, anjos e também a graça do Redentor. E esta é a única razão para o católico lutar: a salvação oferecida por Deus!

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A grandeza na Liturgia aponta para a Beleza de Deus
Liturgia

A grandeza na Liturgia
aponta para a Beleza de Deus

A grandeza na Liturgia aponta para a Beleza de Deus

Os sinais externos da sagrada Liturgia não são um insulto à pobreza material dos filhos da Igreja, mas um incentivo à piedade dos fiéis.

Equipe Christo Nihil Praeponere12 de Setembro de 2013
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O venerável Papa Pio XII, em sua encíclica sobre a sagrada Liturgia, explicava que "todo o conjunto do culto que a Igreja rende a Deus deve ser interno e externo". Esta realidade decorre da própria constituição humana, ao mesmo tempo física e espiritual, e da vontade do Senhor, que "dispõe que pelo conhecimento das coisas visíveis sejamos atraídos ao amor das invisíveis" [1].

Este ensinamento explica porque os atos litúrgicos da Igreja sempre foram realizados em templos majestosos, com materiais tão nobres e paramentos trabalhados com inúmeros detalhes. Assim é, não porque a Igreja esteja apegada aos bens materiais ou preocupada em entesourar riquezas, mas porque ao Senhor deve ser oferecido sempre o melhor e o mais belo.

Assim pensava São Francisco, o poverello de Assis. Ele passou toda a sua vida como um pobre entre os pobres, mas, quando falava de Jesus eucarístico, condenava o desprezo e o pouco caso com que muitos celebravam os santos mistérios. Em uma carta aos sacerdotes, Francisco pedia a eles que considerassem dentro de si "como são vis os cálices, os corporais e panos em que é sacrificado" muitas vezes nosso Senhor. E insistia: "Onde quer que o Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo for conservado de modo inconveniente ou simplesmente deixado em alguma parte, que o tirem dali para colocá-lo e encerrá-lo num lugar ricamente ordenado" [2].

Na França do século XIX, os lojistas comentavam entre si: "No campo há um pároco magro e mal arranjado, com ares de não ter um centavo no bolso, mas que compra para sua igreja tudo o que há de melhor" [3]. Era São João Maria Vianney, que vivia em pobreza extrema, mas não hesitava em ornar a casa de Deus com o mais nobre e o mais digno. Em 1820, escreveu ao prefeito de Ars: "Desejaria que a entrada da igreja fosse mais atraente. Isso é absolutamente necessário. Se os palácios dos reis são embelezados pela magnificência das entradas, com maior razão as das igrejas devem ser suntuosas" [4].

Toda esta preocupação do Cura d'Ars mostrava um verdadeiro amor a Deus e às almas. Ele encheu a igreja de sua cidade com belíssimas imagens e pinturas, porque, dizia ele, "não raro as imagens nos abalam tão fortemente como as próprias coisas que representam" [5]. O santo francês compreendia mais do que ninguém como não só era possível, mas também salutar, que o material e o terreno apontassem para as realidades celestes.

No entender do cardeal Giovanni Bona, um monge cisterciense do século XVII,

"Se bem que, com efeito, as cerimônias, em si mesmas, não contenham nenhuma perfeição e santidade, são todavia atos externos de religião que, como sinais, estimulam a alma à veneração das coisas sagradas, elevam a mente à realidade sobrenatural, nutrem a piedade, fomentam a caridade, aumentam a fé, robustecem a devoção, instruem os simples, ornam o culto de Deus, conservam a religião e distinguem os verdadeiros dos falsos cristãos e dos heterodoxos." [6]

Percebe-se, deste modo, como pondera mal quem diz que a beleza das igrejas do Vaticano e o esplendor dos vasos e ornamentos sagrados deveriam ser renunciados, como se, com isto, a Igreja estivesse se exibindo indevidamente ou ofendendo os mais pobres.

Quem pensa desta forma ainda não compreendeu o que é verdadeiramente a Liturgia e qual é o seu verdadeiro tesouro. Não entendeu que até os sinais externos das ações litúrgicas, manifestados especialmente na Santa Missa, devem indicar Aquele que é a Beleza. E não pense que, persistindo nesta mentalidade, diverge em um ponto pouco importante da fé da Igreja. Nunca é tarde para recordar o anátema do Concílio de Trento: "Se alguém disser que as cerimônias, as vestimentas e os sinais externos de que a Igreja Católica usa na celebração da Missa são mais incentivos de impiedade do que sinais de piedade — seja anátema" [7].

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