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Mãe que perdeu bebê com 13 semanas se impressiona com humanidade do nascituro

Jessica Smith sempre se considerou uma pró-vida convicta. Mas, com 29 anos e 4 filhos, essa mãe de família estava totalmente despreparada para o choque que seria ver o corpo do seu quinto filho, morto por aborto espontâneo.

Por Pete Baklinski | Tradução: Equipe CNP – Jessica Smith sempre se considerou uma pró-vida convicta. Mas, com 29 anos e 4 filhos, essa mãe de família estava totalmente despreparada para o choque que seria ver o corpo do seu quinto filho, morto por aborto espontâneo.

Perguntada pelo médico se queria ver o bebê, ela imaginava presenciar apenas alguns resíduos. "Àquela altura da gravidez, eu esperava que me fossem entregues apenas alguns amontoados de tecidos. Mas, ao contrário, deram-me um bebezinho perfeitamente formado", ela relata, em entrevista exclusiva ao LifeSiteNews.com. "Ele meio que nos deixou chocados. As enfermeiras só sabiam dizer: 'Ele é tão perfeito, ele é tão perfeito'."

Foi em abril que Jessica e o seu marido, Ray, descobriram que estavam esperando outro filho. Entusiasmado, o casal logo começou a fazer planos para acomodar o novo membro da família. Dessa vez, eles teriam que comprar aquela van grande que já estavam adiando o quanto podiam.

Mas, no meio de julho, Jessica sofreu uma hemorragia. "Acordei sentindo muita dor e havia uma piscina de sangue em minha volta, na cama. Sabia que, provavelmente, aquele não era um bom sinal", diz Jessica, que começou a temer por um segundo aborto espontâneo.

Como seu marido tinha passado a noite perto do trabalho, a cerca de uma hora de casa, a mãe de Jessica foi ao seu encontro, de carro, para levá-la ao hospital. O filho mais velho do casal foi deixado na casa de um amigo, enquanto as duas mais novas acompanharam a mãe e a avó ao hospital.

Na chegada, o médico confirmou o maior medo de Jessica:

"Levaram-me para uma sala de ultrassom para checarem a criança. Quando vi a tela preta vazia, sabia o que aquilo significava. Àquele ponto, eu tinha a impressão de que meu bebê provavelmente já tinha saído com a hemorragia. Imaginei que não tivesse notado, simplesmente, que ele tinha caído pelo ralo, algo do tipo. Só de pensar nisso o meu coração já se desfez."

Quando o médico disse a Jessica que ela precisava fazer o parto do seu filho, a princípio ela não entendeu o que aquilo significava. "O médico explicou que o bebê tinha ficado no meio do caminho e ainda não estava totalmente fora", ela conta.

Ainda dentro da seção de ultrassom, o médico ajudou Jessica a ter a criança. Era um menino, e a mãe ficou surpresa ao descobrir que era possível saber o sexo do bebê, mesmo com tão pouco tempo de vida.

Com o filho nas mãos, Jessica afirmou que, mesmo em meio ao seu sofrimento, era uma alegria poder contemplar de perto aquele bebezinho. Ele tinha os dedos das mãos e dos pés perfeitamente formados. Mesmo que muito pequenos, era possível distinguir bem os ouvidos, o nariz e a boca. Nessa fase, o seu fígado e rins estariam em pleno funcionamento, e os sistemas do seu corpo estariam completamente formados, precisando apenas da segurança do ventre materno para que se desenvolvessem até atingirem a própria independência.

"Eu não estava esperando ver um bebê assim. Sempre acompanho as minhas gestações com aqueles aplicativos de bebê no celular, mas nem eles conseguiram indicar quão perfeitamente humano meu filho parecia. Sempre fui pró-vida, mas nem eu imaginava como um feto de 13 semanas poderia ser", ela diz.

Depois, com a chegada do pai, a família deu ao bebê o nome de Noah Israel, os dois personagens do livro do Gênesis. ( Noah é "Noé" em inglês.)

As duas filhas mais novas do casal, então, foram chamadas para dentro da sala, para dizer 'olá' e se despedirem de seu irmãozinho:

"Quando minha menina de dois anos, Maycee, viu Noah deitado ali, ela não disse: 'Ó, mamãe, é um punhado de células'. Não, ela disse: 'Olha, mamãe, é um bebê'. E eu disse: 'Eu sei, meu anjo, eu sei.'"

A família viveu junta o luto pela perda de Noah. Se tivesse completado o tempo da gestação, ele teria nascido no mês passado, no dia 13 de janeiro. Mesmo com o pouco tempo de vida, porém, Jessica acredita que a vida de Noah não foi em vão – tinha um sentido e um propósito.

"Noah me mostrou quão 'humanos' esses pequeninos realmente são", ela conclui. "Quando você olha para ele e vê quão perfeitamente humano ele era, como alguém pode dizer que o aborto é uma boa decisão? Está na hora de remover o véu e abrir as cortinas, a fim de que as pessoas sejam capazes de enxergar a humanidade do nascituro e como o aborto realmente destrói uma vida humana."

Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

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O zika vírus e a reascensão da eugenia

Muito antes de juristas brasileiros virem em defesa do aborto de microcefálicos, Adolf Hitler já os tinha incluído em seus programas de extermínio.

Não é novidade o pedido que alguns juristas e acadêmicos de Direito farão à Suprema Corte brasileira, requerendo um suposto "direito ao aborto" de crianças com microcefalia. Na década de 1930, na Alemanha, o programa nazista de extermínio de crianças deficientes (a Kinder-Euthanasie) incluía, entre as doenças genéticas passíveis de execução, a síndrome de Down, a paralisia, a hidrocefalia e, também, a microcefalia [1]. A princípio, o objetivo era matar as crianças com até 3 anos de idade. Mais tarde, o plano de Adolf Hitler se estenderia também aos adultos.

Certamente, Ana Carolina Cáceres – a brasileira de 24 anos, portadora de microcefalia, que se graduou recentemente em jornalismo – não teria sobrevivido ao regime nazista. Como ela, tampouco teriam passado as irmãs Ana Victória (16) e Maria Luiza (14), também portadoras da síndrome. Fossem concebidas hoje, porém, a vida dessas mulheres estaria em risco muito mais cedo: elas poderiam ser descartadas antes mesmo de nascerem.

Fora ou dentro do útero, no entanto, meses ou anos depois da concepção, são realidades meramente circunstanciais. Nada disso muda a essência do que os promotores do aborto, aproveitando-se do pânico gerado em torno do zika vírus, pretendem advogar junto ao Supremo Tribunal Federal: a ideia de que alguns seres humanos são mais dignos de viver do que outros.

O nome disso é eugenia.

Dar um novo nome às coisas não altera a sua substância, pelo que "saúde reprodutiva", "direito de escolha" e "controle de natalidade" não passam de eufemismos construídos para disfarçar a realidade.

Nem pode mudá-la o fato de algumas pessoas aparentemente esclarecidas estarem do lado de lá. Na verdade, quando o eugenismo surgiu na Europa, ainda no final do século XIX, muitos nomes de peso também deram sua aprovação à ideia, chegando a defendê-la pública e notoriamente: Winston Churchill, H. G. Wells e Bernard Shaw são apenas alguns exemplos. Francis Galton, um homem inteligente, responsável por cunhar a expressão "eugenia", chegou a falar dela como uma espécie de "nova religião". O entusiasmo pela coisa só pareceu cessar após a Segunda Guerra Mundial, quando as pessoas viram a que tudo isso realmente levava: pilhas de cadáveres em campos de concentração.

A essência dessa forma de pensamento, todavia, não está por trás só do pedido do aborto de microcefálicos, mas de todo o movimento pela legalização do aborto.

Como se sabe, o problema de quem defende essa prática não é com esta ou aquela má formação específica. Seja sob um viés feminista – como o defendido pela antropóloga Débora Diniz –, seja sob uma ótica aparentemente social – como a colocada pelo dr. Drauzio Varella –, o que se pretende é o aborto total, sem exceções. Por isso, perderíamos muito de nosso tempo tentando defender apenas os fetos microcefálicos quando, na verdade, quem está ameaçado em seu direito à vida são todos os nascituros, portadores ou não de microcefalia, sem ou com deficiência.

São eles as verdadeiras vítimas da eugenia moderna. Tratados como "cidadãos de segunda categoria" simplesmente porque não podem ser vistos – ainda que a ciência confirme a sua humanidade, desde a concepção. Considerados "indignos de viver" porque submetidos a uma liberdade total e irrestrita por parte da mulher – que deixa de arbitrar sobre o seu corpo para ter poder de vida e de morte sobre o próprio filho. Ameaçados, enfim, pelos próprios juristas e acadêmicos de Direito, que, passando por cima da lei natural e das leis de nosso país [2], deixam sem proteção a vida dos membros mais indefesos da nossa sociedade.

Tudo isso, aliado ao silêncio cúmplice de todos, forma um cenário que a humanidade já conheceu antes: tragicamente, os nossos tempos não são diferentes dos que precederam a barbárie nazista.

Mas, assim como algumas vozes se levantaram corajosamente contra a eugenia, antes mesmo que ela fosse aplicada na prática, também nós precisamos dar o nosso "grito" de alerta, antes que seja muito tarde. Como escreve o escritor britânico G. K. Chesterton, em seu livro profético Eugenics and other evils ("Eugenia e outros males"),

"A coisa mais sábia do mundo é gritar antes de ser ferido. Não é bom gritar depois, especialmente depois que você foi ferido de morte. As pessoas falam sobre a impaciência das multidões, mas os bons historiadores sabem que maior parte das tiranias só foi possível porque os homens reagiram muito tarde. Geralmente, é essencial resistir a uma tirania antes que ela exista. E não é resposta alguma dizer, com um vago otimismo, que a conspiração apenas está no ar. Um golpe vindo de um machado só pode ser evitado enquanto ainda está no ar." [3]

Por enquanto, parece que a conspiração está apenas no ar. Mas, de notícia em notícia, já é possível antever o golpe de machado que se aproxima de nossas cabeças. O alvo, leitor, são homens e são mulheres, são pobres e são ricos, são brancos e são negros – em suma, são os nossos filhos. Se não lutarmos por eles, ninguém o fará por nós.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Assine a petição do CitizenGo! pedindo à OMS que não instrumentalize a epidemia do zika vírus para promover o aborto.

Referências

  1. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 2000, p. 52.
  2. Cf., v.g., Constituição Federal, art. 5.º, caput; Código Civil (Lei 10.406/02), art. 2.º etc.
  3. CHESTERTON, Gilbert K. Eugenics and Other Evils. London: Cassell and Company, 1922, p. 3.

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Uma palavra sobre o aborto em casos de estupro

A impressionante história de Lianna mostra por que o aborto é injustificável, mesmo nas situações mais dramáticas e dolorosas.

A história de Lianna Rebolledo – a mãe que, com apenas 12 anos, engravidou por causa de um estupro – é realmente chocante. A violação de que foi vítima deixou-a "semimorta" e "com sua face e pescoço horrivelmente desfigurados". Ela mesmo confessa, mais de duas décadas depois do ocorrido, que pensou que seus agressores iam matá-la. Não há palavras que possam expressar suficientemente a dor e a indignação de qualquer pessoa moralmente sadia diante de um crime como este. Embora a "cultura pornográfica" vigente procure até mesmo justificar este tipo de abuso, sabemos que se trata de "um atentado contra a justiça e a caridade", que "ofende profundamente o direito de cada um ao respeito, à liberdade e à integridade física e moral" e "causa um prejuízo grave, que pode marcar a vítima para toda a vida" [1].

Disto, de fato, Lianna é testemunha viva: a violação realmente "marca a vítima para toda a vida". Mesmo depois de um tempo, ela conta que não conseguia livrar-se do sentimento de sujeira, chegando a cogitar a hipótese do suicídio.

Outro fato, porém, destinou a mudar a vida desta mulher para sempre: a notícia de que estava grávida, de que seria mãe. Já na época em que ficou sabendo de sua gravidez, um médico tentou pressioná-la a abortar. Ela, porém, consciente de que havia outro ser humano dentro de si, disse "não". O abuso que sofreu foi realmente terrível, mas punir um ser humano indefeso por isso não era, absolutamente, uma saída viável.

Alguns defensores do aborto podem sentir-se tentados a usar a história de Lianna para proveito próprio. Nesta ótica, ao invés de respaldar a defesa da vida, o caso de Lianna seria um exemplo da importância de dar à mulher o eufemístico "direito de escolha" – melhor definido como "direito de matar". A posição que estes assumem é a mesma do médico da história: não se poderia obrigar a mulher a viver "com as consequências do estupro". Para eliminar essas "consequências", então, valeria tudo, até mesmo matar o próprio filho.

Este é o argumento dos grupos que se intitulam "pró-escolha" (pro-choice, em inglês), exposto na sua crueza. Seu erro é bem evidente: coloca a liberdade humana – neste caso específico, a feminina – acima do próprio direito à vida. Mas, como bem afirma o Papa João Paulo II, "a tolerância legal do aborto (...) não pode, de modo algum, fazer apelo ao respeito pela consciência dos outros, precisamente porque a sociedade tem o direito e o dever de se defender contra os abusos que se possam verificar em nome da consciência e com o pretexto da liberdade" [2]. Só porque o homem é livre, não significa que tudo o que faz seja bom ou moralmente legítimo.

Outro problema do argumento abortista é supor que vítimas de abuso sexual que ficam grávidas queiram natural e necessariamente fazer um aborto. Um estudo conduzido por Sandra Mahkorn, especialista no assunto [3], mostra exatamente o contrário: de 75 a 85% dessas mulheres querem levar adiante a sua gestação. "Essa evidência, por si só, deveria fazer as pessoas pensarem e refletirem sobre o pressuposto de que o aborto é querido ou até mesmo melhor para vítimas de violação sexual", escreve David Reardon, PhD em Bioética [4].

Na verdade, o que faz o aborto – que a mídia e a "cultura da morte" supõem que elimine ou atenue a ferida do estupro – é apenas complicar ainda mais o drama que enfrentam essas mulheres. Muitas das que passaram pela experiência traumática de um aborto relatam-na como "uma degradante e brutal forma de estupro médico". Como entender essa expressão? Explica David Reardon:

"O aborto envolve um exame doloroso dos órgãos sexuais de uma mulher por um estranho mascarado que está invadindo o seu corpo. Uma vez na mesa de operação, ela perde o controle sobre seu corpo. Se protesta e pede ao aborteiro para parar, será possivelmente ignorada ou dirão a ela: 'É tarde demais para mudar de ideia. Isso é o que você quis. Temos que terminar agora.' E enquanto ela está deitada ali, tensa e desamparada, a vida oculta dentro de si é literalmente sugada de seu ventre. A diferença? Numa violação sexual, da mulher é roubada a sua pureza; nesse estupro médico, é roubada a sua maternidade." [5]

É verdade que, no Brasil, assim como em muitíssimos países do mundo, está espalhada a ideia de que o aborto provocado decorrente de estupro não só seria aceitável, como seria um "direito das mulheres". Isto, porém, não altera em nada a realidade das coisas. Como bem ensina Santo Tomás de Aquino, "toda lei constituída pelos homens tem força de lei só na medida em que deriva da lei natural. Se, ao contrário, em alguma coisa está em contraste com a lei natural, então não é lei mas sim corrupção da lei" [6]. Assim, uma norma que autorizasse às mães matarem os próprios filhos – sob quaisquer circunstâncias – não passaria de uma arbitrariedade.

Porque, afinal, "se nós aceitamos que uma mãe possa matar o seu próprio filho – dizia a bem-aventurada Madre Teresa de Calcutá –, como podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?" [7]. O testemunho de Lianna Rebolledo deve servir de lição para a sociedade moderna: ele mostra por que, mesmo nas situações mais dramáticas e impensáveis, o aborto é intolerável. Nenhum crime, por mais assombroso e terrível que tenha sido, pode justificar o assassinato de um ser humano frágil e inocente no ventre materno.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Catecismo da Igreja Católica, 2356.
  2. Carta Encíclica Evangelium Vitae (25 de março de 1995), 71.
  3. Pregnancy and Sexual Assault, The Psychological Aspects of Abortion, eds. Mall & Watts (Washington, D.C., University Publications of America, 1979), pp. 55-69.
  4. REARDON, David C.. Rape, Incest, and Abortion: Searching Beyond the Myths. The Post-Abortion Review 2 (1) Winter 1994.
  5. Idem.
  6. Summa Theologiae, I-II, q. 95, a. 2.
  7. Mother Teresa of Calcutta, Speech to the National Prayer Breakfast (Washington, February 3rd, 1994).

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“Nada neste mundo pode me fazer voltar a realizar um aborto”

O aborto era uma prática corriqueira no trabalho do Dr. Anthony Levatino. Ele chegou a realizar mais de mil deles nos anos 80. Até que um acidente mudou a sua opinião sobre o assunto – e deu um giro de 180 graus na sua vida.

Em 1976, o obstetra e ginecologista Dr. Anthony Levatino tinha acabado de receber a sua graduação em medicina e era, sem sombra de dúvida, a favor do aborto. Ele defendia convicto o chamado "direito ao aborto" e acreditava que o tema não passava de uma decisão a ser tomada apenas entre uma mulher e o seu médico.

"Muitas pessoas se identificam como sendo contra (pro-life) ou a favor do aborto (pro-choice), mas, para a maior parte delas, nada disso as afeta pessoalmente, nada disso impacta as suas vidas do modo como eu queria que as impactasse", diz Levatino em uma palestra para a associação Pro-Life Action League. "Mas, quando você é um obstetra ou ginecologista e se diz a favor do aborto, a coisa se torna bem mais pessoal, porque é você quem realiza os abortos e é você quem deve tomar a decisão de fazer aquilo ou não."

Defensor do "direito da mulher sobre o próprio corpo", Levatino tomou a sua decisão e aprendeu a fazer abortos no primeiro e segundo trimestres de gravidez. À época, trinta a quarenta anos atrás, o procedimento para interromper a gestação no segundo trimestre era a perigosa prática da injeção salina.

Nesse mesmo período, Levatino e sua esposa estavam lutando com problemas de fertilidade e começaram a pensar na possibilidade de uma adoção. O procedimento, porém, era complicado, sem falar da dificuldade em encontrar uma criança recém-nascida. "Foi a primeira vez em que comecei a ter dúvidas sobre o que estava fazendo, porque eu sabia bem que um dos motivos pelos quais é tão difícil achar crianças para adotar é que médicos como eu os estão matando em abortos", disse Levatino.

Finalmente, em 1978, o casal adotou a sua primeira filha, Heather. Pouco depois disso, eles descobriram que estavam esperando outro filho. Até então, Anthony descreve uma vida "perfeitamente feliz" e diz que, apesar das primeiras dúvidas a respeito do aborto, ele voltou a realizá-los, sem maiores problemas.

Em 1981, depois de terminar a sua residência, Levatino fez um curso de obstetrícia e ginecologia que incluía um novo método de fazer abortos. Até então, o envenenamento salino era o método mais comum para os abortos de segundo trimestre, mas sempre trazia o risco de bebês nascessem vivos. Os procedimentos também eram caros, difíceis e exigiam que as mulheres entrassem em trabalho de parto. Levatino e seus companheiros foram treinados, então, para realizar o método chamado de "dilatação e evacuação" (D&E), que ainda é o mais comum hoje em dia.

Em sua palestra, ele descreve exatamente como é realizar esse tipo de procedimento:

"Você pega um instrumento como esse, chamado fórceps, e você basicamente, a operação consiste em você literalmente dilacerar uma criança em pedaços. A sucção é apenas para o fluído. Todo o resto [do procedimento] consiste literalmente em desmembrar a criança, pedaço por pedaço, com esse instrumento de aborto."

Ao longo dos quatro anos seguintes, Levatino realizaria em torno de 1.200 abortos, sendo 100 deles abortos tardios realizados por "dilatação e evacuação".

Em um belo dia de junho de 1984, no entanto, sua vida viraria de ponta cabeça. Sua família estava em casa se divertindo com alguns amigos, quando, de repente, Levatino escutou o barulho de pneus freando na pista. As crianças tinham corrido para a rua e Heather havia sido atingida por um carro.

"Ela estava destruída", ele explica. "Fizemos tudo o que podíamos, mas, naquela mesma noite, ela morreu, literalmente em nossos braços, no caminho para o hospital."

Depois de um tempo, Anthony tinha que voltar ao trabalho. Um dia, agendaram para ele um aborto por "dilatação e evacuação". Era o primeiro que ele iria fazer depois do acidente. Na cabeça de Anthony, nenhuma preocupação. Para ele, seria mais um procedimento de rotina que ele já tinha realizado várias vezes antes. Mas, não foi bem isso o que aconteceu.

"Eu comecei aquele aborto, peguei o fórceps, e literalmente quebrei um braço ou uma perna, e eu simplesmente parei naquele movimento", ele diz. "Mas, sabe de uma coisa, quando você um aborto, você não pode parar. Se você não remove todos os pedaços – e não os 'estende' literalmente do lado da mesa de operação, sua paciente vai voltar, ou com uma infecção, ou com uma hemorragia, ou morta. Então, eu segui em frente e terminei aquele aborto."

Quando concluiu, porém, Anthony estava começando a sentir uma mudança dentro de si:

" Pela primeira vez na minha vida, depois de todos aqueles anos e todos aqueles abortos, eu olhei para aquele pilha de resíduos do lado da mesa e a única coisa que eu conseguia enxergar era o corpo de um filho. Eu não conseguia ver o grande médico que eu estava sendo. Não conseguia ver como tinha ajudado aquela mulher em sua crise. Não conseguia ver os 600 dólares que tinha acabado de fazer em 15 minutos. Tudo o que eu conseguia ver era o corpo do filho de alguém. Depois de perder a minha filha, tudo aquilo estava parecendo muito, muito diferente para mim."

Anthony parou de realizar abortos tardios, mas continuou a prover abortos de primeiro trimestre nos meses seguintes, até ele finalmente perceber que matar um bebê com 20 semanas de gestação era exatamente o mesmo que matar um com nove ou mesmo duas semanas de gravidez. Ele tinha entendido que não importa quão grande ou pequeno seja um bebê, ele não deixa de ser uma vida humana. Desde fevereiro de 1985, Levatino nunca mais realizou um aborto e, diz ele, "não há absolutamente nenhuma chance" de que ele volte a fazer algum.

Teimando que nunca faria parte do movimento pró-vida – que, para ele, não passava de um "bando de loucos" –, Levatino foi eventualmente convidado a um jantar onde, ao contrário do que imaginava, ele conheceria pessoas inteligentes, homens que trabalhavam voluntariamente gastando o seu tempo – e a sua vida – para defender a vida dos que ainda não nasceram.

Hoje, Levatino faz conferências públicas sobre o assunto, especialmente para jovens, descrevendo-lhes com detalhes em que realmente consiste um aborto. Ele já deu o seu testemunho no próprio Congresso Federal, pedindo que o "aborto legal" acabe de uma vez por todas nos Estados Unidos da América.

Que o seu testemunho também ajude o Brasil a perceber a maldade da prática do aborto e a importância que há em uma sociedade defender os seus membros mais frágeis e indefesos: os não-nascidos.

Fonte: Live Action News | Tradução: Equipe CNP

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URGENTÍSSIMO! Apoie o Projeto de Lei para barrar a Cultura da Morte no Brasil

A aprovação dessa lei é FUNDAMENTAL não só para frear, mas para impor uma verdadeira marcha à ré aos planos de morte das ONGs financiadas pelas Fundações Internacionais!

Está para ser votado, no Congresso Nacional, pela primeira vez desde 1990, um projeto de lei que irá impedir o desenvolvimento da Cultura da Morte no Brasil. Estou lhe escrevendo para pedir a sua ajuda, e de todos os seus contatos, para obter a aprovação deste projeto.

O deputado Evandro Gussi, do PV de São Paulo, apresentou nestes dias, à Câmara dos Deputados, um substitutivo para o Projeto de Lei 5.069 de 2013. O substitutivo está para ser votado nos próximos dias na Comissão de Constitucionalidade e Justiça da Câmara, dali seguindo para o Plenário. A pressão contra o projeto, movida pelas ONGs financiadas pelas Fundações Internacionais que promovem o aborto é gigantesca.

O projeto, entre outras coisas, estabelece que no caso de gravidez resultante de estupro, o aborto somente não será punido se a gravidez for constatada em exame de corpo de delito e comunicado à autoridade policial.

O projeto também criminaliza o anúncio e a venda de substâncias destinada a provocar aborto, assim como orientar gestantes sobre como praticar o aborto.

A esmagadora maioria dos brasileiros é totalmente contrária ao aborto, a aprovação ao aborto diminui a cada ano pelo menos desde 1994 e nos últimos seis anos, segundo os dados dos atendimentos pós-aborto fornecido pelo SUS, a própria prática do aborto tem diminuído a uma taxa de 12% ao ano todos os anos. O número de abortos clandestinos no Brasil não é um milhão por ano, como se sustenta falsamente e de modo proposital, mas cerca de 100 mil por ano, e este número está diminuindo aproximadamente a 12% ao ano. Veja uma palestra mostrando a verdade sobre este assunto, realizada no próprio Congresso Nacional brasileiro, em setembro de 2015, clique aqui para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=LP9_xL-cKQY

Por que foi apresentado o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013?

Porque o governo do PT, contrariamente ao que toda a nação brasileira pensa sobre o assunto, anunciou em 2012 que pretendia criar serviços de orientação à gestante sobre os melhores meios de provocar ela mesmo um aborto. O Ministério da Saúde está trabalhando ativamente nesta direção. Para facilitar este programa, multiplicaram-se no Brasil, nos últimos anos, a propaganda e a venda de substâncias abortivas. Para agravar a situação, desde 2004, nos serviços de abortos em casos de estupro, por Norma do Ministério da Saúde, não se exige mais nenhuma prova de que houve estupro a não ser a própria palavra da gestante. Nestes serviços, afirmam as normas do Ministério, a palavra da gestante deve ser recebida com presunção de veracidade sem necessidade de nenhuma prova, e com isto multiplicaram-se assustadoramente os casos de abortos praticados pelos serviços públicos em que não houve qualquer violência.

Isto é apenas o resumo dos fatos.

O quadro dentro do qual se insere o projeto é muito mais amplo. A realidade é que há um planejamento consciente por parte do governo, amparado pelo financiamento e pelas estratégias desenvolvidas por uma rede de Fundações Internacionais, que está conscientemente trabalhando para implantar a Cultura da Morte no Brasil e nos países que se opõem à prática do aborto, principalmente na América Latina.

Precisamos de sua ajuda para aprovar o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013. As ONGs que promovem o aborto no Brasil e alguns parlamentares que trabalham com elas estão conscientes da importância deste projeto e estão fazendo tudo o que podem para impedir sua aprovação.

Precisamos que você telefone e envie e-mails aos deputados da Comissão de Constitucionalidade e Justiça da Câmara pedindo-lhes que, em nome do povo brasileiro, aprovem o Substitutivo. Os telefones e e-mails dos deputados estão logo abaixo.

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover e procurarei manter a todos informados sobre o desenrolar dos fatos.

*

Para entender o que está acontecendo, leia os documentos a seguir.

É ideal que tanto os que telefonam como os que enviam mensagem estudem a fundo estes documentos de referência:

Na hora de enviar mensagens e telefonar, siga as seguintes recomendações:

  1. Mande um e-mail a todos os integrantes da comissão;
  2. Telefone apenas aos gabinetes das lideranças e aos deputados do seu próprio estado;
  3. Devido à gravidade da situação, escreva alguma mensagem com suas próprias palavras, ao invés de mandar uma mensagem previamente padronizada;
  4. Se você participa de alguma igreja ou religião, não se manifeste como religioso, mas como cidadão ou profissional;
  5. Telefonando ou escrevendo, seja sempre educado ao extremo, mas não deixe de manifestar claramente seu ponto de vista. Aos deputados e funcionários de seus gabinetes deve-se o maior respeito em qualquer circunstância;
  6. É muito importante, além de escrever e-mails, que podem ser facilmente apagados por qualquer funcionário com um clique de mouse, que se telefone de viva voz ou se mande um fax;
  7. Não esqueça de pedir encarecidamente a toda a sua lista de contatos que façam o mesmo e que avisem também às suas listas de contato.

Seguem, abaixo, os contatos dos parlamentares.

E-mails das lideranças:

lid.govcamara@camara.leg.br, lid.min@camara.leg.br, lid.pmdb@camara.leg.br, lid.psdb@camara.leg.br, lid.pp@camara.leg.br, lid.pr@camara.leg.br, lid.psd@camara.leg.br, lid.ptb@camara.leg.br, lid.dem@camara.leg.br, lid.prb@camara.leg.br, lid.pdt@camara.leg.br, lid.solidariedade@camara.leg.br, lid.psc@camara.leg.br, lid.pros@camara.leg.br, lid.phs@camara.leg.br, lid.pv@camara.leg.br, dep.arthurlira@camara.leg.br, dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

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dep.alexandreleite@camara.leg.br, dep.carlosmarun@camara.leg.br, dep.edmararruda@camara.leg.br, dep.efraimfilho@camara.leg.br, dep.elmarnascimento@camara.leg.br, dep.hildorocha@camara.leg.br, dep.jeronimogoergen@camara.leg.br, dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br, dep.leonardopicciani@camara.leg.br, dep.lucasvergilio@camara.leg.br, dep.mainha@camara.leg.br, dep.manoeljunior@camara.leg.br, ep.marionegromontejr@camara.leg.br, dep.marxbeltrao@camara.leg.br, dep.maurolopes@camara.leg.br, dep.mendoncafilho@camara.leg.br, dep.odelmoleao@camara.leg.br, dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br, dep.renataabreu@camara.leg.br, dep.ricardobarros@camara.leg.br, dep.sorayasantos@camara.leg.br, dep.tiaeron@camara.leg.br, dep.vitorvalim@camara.leg.br, dep.delegadoedermauro@camara.leg.br, dep.fabiofaria@camara.leg.br, dep.goretepereira@camara.leg.br, dep.jeffersoncampos@camara.leg.br, dep.josenunes@camara.leg.br, dep.josenunes@camara.leg.br, dep.laertebessa@camara.leg.br, dep.lincolnportela@camara.leg.br, dep.marcioalvino@camara.leg.br, dep.paulofreire@camara.leg.br, dep.silascamara@camara.leg.br, dep.valtenirpereira@camara.leg.br, dep.wellingtonroberto@camara.leg.br, dep.celiosilveira@camara.leg.br, ep.delegadowaldir@camara.leg.br, dep.gonzagapatriota@camara.leg.br, dep.maxfilho@camara.leg.br, dep.pedrovilela@camara.leg.br, dep.rossoni@camara.leg.br, dep.afonsomotta@camara.leg.br, dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br, dep.ulduricojunior@camara.leg.br

Telefones das lideranças da Câmara:

lid.govcamara@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9001

lid.min@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9820

lid.pmdb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9181/80

lid.psdb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9345/9346

lid.pp@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9426

lid.pr@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9550

lid.psd@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9650

lid.ptb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9502/9503

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lid.prb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9880/9882/9884

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lid.psc@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9762/9771/9761

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lid.phs@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-8875

lid.pv@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9790

dep.arthurlira@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5942

dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5929

dep.esperidiaoamin@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5252

Disque Câmara no número: 0800 619 619

Telefones dos deputados da CCJ por estado

ALAGOAS

Arthur Lira PP/AL
Telefone: (61) 3215-5942
dep.arthurlira@camara.leg.br

Marx Beltrão PMDB/AL
Telefone: (61) 3215-5474
dep.marxbeltrao@camara.leg.br

Pedro Vilela PSDB/AL
Telefone: (61) 3215-5705
dep.pedrovilela@camara.leg.br

BAHIA

Arthur Oliveira Maia SD/BA
Telefone: (61) 3215-5830
dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br

Paulo Magalhães PSD/BA
Telefone: (61) 3215-5903
dep.paulomagalhaes@camara.leg.br

Jutahy Junior PSDB/BA
Telefone: (61) 3215-5407
dep.jutahyjunior@camara.leg.br

Elmar Nascimento DEM/BA
Telefone: (61) 3215-5935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br

Mário Negromonte Jr. PP/BA
Telefone: (61) 3215-5517
dep.marionegromontejr@camara.leg.br

Tia Eron PRB/BA
Telefone: (61) 3215-5618
dep.tiaeron@camara.leg.br

José Nunes PSD/BA
Telefone: (61) 3215-5728
dep.josenunes@camara.leg.br

Félix Mendonça Júnior PDT/BA
Telefone: (61) 3215-5912
dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br

Uldurico Junior PTC/BA
Telefone: (61) 3215-5729
dep.ulduricojunior@camara.leg.br

CEARÁ

Danilo Forte PSB/CE
Telefone: (61) 3215-5384
dep.daniloforte@camara.leg.br

Vitor Valim PMDB/CE
Telefone: (61) 3215-5545
dep.vitorvalim@camara.leg.br

Gorete Pereira PR/CE
Telefone: (61) 3215-5206
dep.goretepereira@camara.leg.br

DISTRITO FEDERAL

Rogério Rosso PSD/DF
Telefone: (61) 3215-5283
dep.rogeriorosso@camara.leg.br

Ronaldo Fonseca PROS/DF
Telefone: (61) 3215-5223
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br

ESPÍRITO SANTO

Max Filho PSDB/ES
Telefone: (61) 3215-5276
dep.maxfilho@camara.leg.br

GOIÁS

Lucas Vergilio SD/GO
Telefone: (61) 3215-5816
dep.lucasvergilio@camara.leg.br

Célio Silveira PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5565
dep.celiosilveira@camara.leg.br

Delegado Waldir PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5645
dep.delegadowaldir@camara.leg.br

João Campos PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5315
dep.joaocampos@camara.leg.br

MARANHÃO

André Fufuca PEN/MA
Telefone: (61) 3215-5945
dep.andrefufuca@camara.leg.br

Juscelino Filho PRP/MA
Telefone: (61) 3215-5370
dep.juscelinofilho@camara.leg.br

Hildo Rocha PMDB/MA
Telefone: (61) 3215-5734
dep.hildorocha@camara.leg.br

Sarney Filho PV/MA
Telefone: (61) 3215-5202
dep.sarneyfilho@camara.leg.br

MATO GROSSO

Carlos Bezerra PMDB/MT
Telefone: (61) 3215-5815
dep.carlosbezerra@camara.leg.br

Professor Victório Galli PSC/MT
Telefone: (61) 3215-5539
dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br

Valtenir Pereira PROS/MT
Telefone: (61) 3215-5913
dep.valtenirpereira@camara.leg.br

MATO GROSSO DO SUL

Carlos Marun PMDB/MS
Telefone: (61) 3215-5372
dep.carlosmarun@camara.leg.br

MINAS GERAIS

Rodrigo Pacheco PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5720
dep.rodrigopacheco@camara.leg.br

Bonifácio de Andrada PSDB/MG
Telefone: (61) 3215-5208
dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br

Júlio Delgado PSB/MG
Telefone: (61) 3215-5323
dep.juliodelgado@camara.leg.br

Luis Tibé PTdoB/MG
Telefone: (61) 3215-5632
dep.luistibe@camara.leg.br

Laudivio Carvalho PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5717
dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br

Mauro Lopes PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5844
dep.maurolopes@camara.leg.br

Odelmo Leão PP/MG
Telefone: (61) 3215-5419
dep.odelmoleao@camara.leg.br

Lincoln Portela PR/MG
(Gab. 615-IV) Telefone: (61) 3215-5615
dep.lincolnportela@camara.leg.br

Subtenente Gonzaga PDT/MG
(Gab. 750-IV) Telefone: (61) 3215-5750
dep.subtenentegonzaga@camara.leg.br

PARAÍBA

Aguinaldo Ribeiro PP/PB
Telefone: (61) 3215-5735
dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br

Veneziano Vital do Rêgo PMDB/PB
Telefone: (61) 3215-5833
dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br

Pedro Cunha Lima PSDB/PB
Telefone: (61) 3215-5611
dep.pedrocunhalima@camara.leg.br

Manoel Junior PMDB/PB
Telefone: (61) 3215-5601
dep.manoeljunior@camara.leg.br

Wellington Roberto PR/PB
Telefone: (61) 3215-5514
dep.wellingtonroberto@camara.leg.br

PARANÁ

Osmar Serraglio PMDB/PR
Telefone: (61) 3215-5845
dep.osmarserraglio@camara.leg.br

Sergio Souza PMDB/PR
Telefone: (61) 3215-5702
dep.sergiosouza@camara.leg.br

Luciano Ducci PSB/PR
Telefone: (61) 3215-5427
dep.lucianoducci@camara.leg.br

Edmar Arruda PSC/PR
Telefone: (61) 3215-5962
dep.edmararruda@camara.leg.br

Ricardo Barros PP/PR
Telefone: (61) 3215-5412
dep.ricardobarros@camara.leg.br

Rossoni PSDB/PR
(Gab. 513-IV) Telefone: (61) 3215-5513
dep.rossoni@camara.leg.br

Sandro Alex PPS/PR
Telefone: (61) 3215-5221
dep.sandroalex@camara.leg.br

PERNAMBUCO

Betinho Gomes PSDB/PE
Telefone: (61) 3215-5269
dep.betinhogomes@camara.leg.br

Pastor Eurico PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5906
dep.pastoreurico@camara.leg.br

Tadeu Alencar PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5820
dep.tadeualencar@camara.leg.br

Mendonça Filho DEM/PE
Telefone: (61) 3215-5314
dep.mendoncafilho@camara.leg.br

Silvio Costa PSC/PE
Telefone: (61) 3215-5417
dep.silviocosta@camara.leg.br

Gonzaga Patriota PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5430
dep.gonzagapatriota@camara.leg.br

Wolney Queiroz PDT/PE
Telefone: (61) 3215-5936
dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br

PIAUÍ

Mainha SD/PI
Telefone: (61) 3215-5624
dep.mainha@camara.leg.br

Paes Landim PTB/PI
Telefone: (61) 3215-5648
dep.paeslandim@camara.leg.br

RIO GRANDE DO NORTE

Felipe Maia DEM/RN
Telefone: (61) 3215-5528
dep.felipemaia@camara.leg.br

Fábio Faria PSD/RN
Telefone: (61) 3215-5706
dep.fabiofaria@camara.leg.br

RIO GRANDE DO SUL

Alceu Moreira PMDB/R S
Telefone: (61) 3215-5238
dep.alceumoreira@camara.leg.br

Covatti Filho PP/RS
Telefone: (61) 3215-5228
dep.covattifilho@camara.leg.br

José Fogaça PMDB/RS
Telefone: (61) 3215-5376
dep.josefogaca@camara.leg.br

Giovani Cherini PDT/RS
Telefone: (61) 3215-5468
dep.giovanicherini@camara.leg.br

Jerônimo Goergen PP/RS
Telefone: (61) 3215-5316
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br

Nelson Marchezan Junior PSDB/RS
Telefone: (61) 3215-5250
dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br

RIO DE JANEIRO

Altineu Côrtes PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5578
dep.altineucortes@camara.leg.br

Francisco Floriano PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5719
dep.franciscofloriano@camara.leg.br

Indio da Costa PSD/RJ
Telefone: (61) 3215-5509
dep.indiodacosta@camara.leg.br

Leonardo Picciani PMDB/RJ
Telefone: (61) 3215-5302
dep.leonardopicciani@camara.leg.br

Soraya Santos PMDB/RJ
Telefone: (61) 3215-5352
dep.sorayasantos@camara.leg.br

Dr. João PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5911
dep.dr.joao@camara.leg.br

RONDÔNIA

Marcos Rogério PDT/RO
Telefone: (61) 3215-5930
dep.marcosrogerio@camara.leg.br

RORAIMA

Hiran Gonçalves PMN/RR
Telefone: (61) 3215-5274
dep.hirangoncalves@camara.leg.br

SANTA CATARINA

Esperidião Amin PP/SC
Telefone: (61) 3215-5252
dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

Jorginho Mello PR/SC
Telefone: (61) 3215-5329
dep.jorginhomello@camara.leg.br

Marco Tebaldi PSDB/SC
Telefone: (61) 3215-5284
dep.marcotebaldi@camara.leg.br

SÃO PAULO

Antonio Bulhões PRB/SP
Telefone: (61) 3215-5327
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br

Fausto Pinato PRB/SP
Telefone: (61) 3215-5562
dep.faustopinato@camara.leg.br

Arnaldo Faria de Sá PTB/SP
Telefone: (61) 3215-5929
dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br

Pr. Marco Feliciano PSC/SP
Telefone: (61) 3215-5254
dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br

Capitão Augusto PR/SP
Telefone: (61) 3215-5273
dep.capitaoaugusto@camara.leg.br

Bruno Covas PSDB/SP
Telefone: (61) 3215-5521
dep.brunocovas@camara.leg.br

Alexandre Leite DEM/SP
Telefone: (61) 3215-5841
dep.alexandreleite@camara.leg.br

Renata Abreu PTN/SP
Telefone: (61) 3215-5726
dep.renataabreu@camara.leg.br

Jefferson Campos PSD/SP
Telefone: (61) 3215-5346
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br

Marcio Alvino PR/SP
Telefone: (61) 3215-5331
dep.marcioalvino@camara.leg.br

Paulo Freire PR/SP
Telefone: (61) 3215-5416
dep.paulofreire@camara.leg.br

SERGIPE

Andre Moura PSC/SE
Telefone: (61) 3215-5846
dep.andremoura@camara.leg.br

Fonte: Alberto Monteiro | Adaptação: Equipe CNP

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Um pequeno milagre chamado Abigail

Eles descobriram que sua filha tinha síndrome de Down e um câncer no cérebro, ainda durante a gravidez. Mesmo assim, sustentados por sua fé em Deus, eles não hesitaram em dar a vida.

Créditos: 8.08 Photography

No dia 6 de agosto, Erika e Stephen Jones deram boas vindas à sua segunda filha. Tamanha alegria, no entanto, foi precedida por um misto de preocupação e incertezas. O diagnóstico pré-natal da pequena Abigail previa não apenas um, mas dois problemas de saúde.

Um primeiro ultrassom, com 18 semanas, revelou à família a forte possibilidade de Abigail ter síndrome de Down – condição que foi confirmada, em seguida, por um exame de sangue.

"Inicialmente, ficamos chocados e assustados, chorando a perda de um bebê 'normal'", escreveu Erika, em uma postagem na Internet. "Mas Deus rapidamente trabalhou em nossos corações e a Sua paz fez-nos superar o medo. Logo ficamos entusiasmados e honrados por ter uma criança com necessidades especiais."

Mal seus medos se tinham dissipado e eles começaram a aceitar aquele diagnóstico, os médicos vieram com uma nova notícia. O ultrassom de 30 semanas mostrou um aglomerado crescendo no cérebro de Abigail: era um raro tumor cancerígeno que estava substituindo a massa cerebral do bebê.

"Nossos corações se partiram e nossas mentes foram abaladas com questionamentos e com o medo do que estava por vir", escreveu Erika.

À medida que avançava a gravidez, também crescia o tumor – e os médicos ofereciam poucas esperanças.

"Confiando na graça e na perfeição de nosso Deus, nós sabíamos que a vida da pequena Abby tinha um propósito, não importasse o quão longa ou curta ela fosse", explicou. "Rezamos continuamente pela cura de Abigail, mas nossa fé em Deus nunca esteve baseada nisso. Deus não se limita aos nossos planos ou a como queremos que as coisas funcionem. Nossa fé é em um Pai amoroso cujos planos são maiores que os nossos, planos que trarão as pessoas para a vida eterna. Às vezes, as coisas que Ele precisa fazer para trazer os outros à eternidade podem nos causar uma dor tremenda, mas precisamos focar na alegria do que é eterno, e não na dor do que passa."

Por causa do tamanho do tumor, Abigail nasceu de cesárea. Os médicos disseram à família que ela não viveria muito tempo depois do nascimento, mas Abigail ficou bem o suficiente para ser levada para casa. O seu câncer não é curável. O agressivo tratamento da quimioterapia poderia matar um bebê da sua idade. Além disso, os médicos não seriam capazes de remover todo o tumor por meio de uma cirurgia.

Hoje, Abigail está em casa com seus pais e sua irmã, e conta com a ajuda de um pediatra. "Essa situação é trágica e inacreditavelmente difícil", diz a mãe de Abigail. "Não queremos perder a nossa filha. Queremos vê-la rir, dançar, brigar com a sua irmã, andar de bicicleta, ir à escola... queremos ver a sua vida. (...) Nossos corações estão partidos e despedaçados pelo tempo que não temos. O que nos sustenta é o fato de que Deus é bom."

Abigail tem algumas semanas ou meses de vida. A sua família está usando esse curto período para amá-la por completo e descobrir o valor e o significado que tem a sua vida, aproveitando a sua filha por cada momento que ela tem e cada segundo que lhe é dado.

Fonte: Live Action News | Tradução: Equipe CNP

P. S.: Se você quer saber mais detalhes sobre a vida da pequena Abigail, visite o blog da família Jones: Team Jones 4.

| Categorias: Pró-Vida, Notícias

‘Ela estava viva e chorando!’: enfermeira se demite depois que criança abortada nasce com vida, mas é deixada para morrer

Ela era a favor do aborto e trabalhava em uma clínica que fazia o procedimento. Mas, quando descobriu do que realmente estava participando, sua vida mudou completamente.

A senhora Goldstein trabalhava em um hospital que realizava abortos. Depois de 30 anos, ela traz à tona a sua história:

Meu marido fazia residência e eu consegui simplesmente "o emprego dos meus sonhos" em um hospital próximo, em Oakland. Eu era uma forte entusiasta do tema do aborto e, agora, sentia que poderia fazer parte disso.

Fui contratada como enfermeira chefe nessa clínica que fazia abortos tardios. Passei cerca de 30 dias no período diurno para me familiarizar com tudo. Eu presenciaria e ajudaria o médico no procedimento real, na injeção de drogas no feto, nas algas* etc. No turno do dia, na verdade, eu nunca via o começo real das contrações ou o processo final. Sentia-me desconfortável, mas, pensei comigo mesma, isso era algo novo e eu precisava pegar mais experiência.

Nesses abortos, a mulher era dilatada com laminárias, instrumentos pontiagudos que são introduzidos no colo do útero. Esses bastões absorvem lentamente o fluído, dilatam o colo e podem ser mantidos aí durante toda a noite ou por quanto tempo for preciso. As drogas eram injetadas no bebê para matá-lo no primeiro dia do procedimento. Hoje, os abortos ditos tardios são geralmente realizados de modo similar.

Goldstein foi poupada de parte do horror que são esses procedimentos de aborto. Na verdade, ela nunca testemunhou um bebê morto ou a dor das mulheres que sofriam as contrações.

Mais tarde, Goldstein seria promovida a uma posição em que teria que lidar com bebês abortados de verdade. Outras funcionárias da clínica já tinham revelado como tinham sido pouco a pouco apresentadas às partes mais difíceis de seus trabalhos. Elas começaram fazendo coisas menos difíceis emocionalmente, como manutenção de registros, encargos de recepcionista ou medição da pressão arterial. Então, gradualmente, foram recebendo mais responsabilidades, até que lidassem diretamente com partes de corpos ou ajudassem em abortos tardios. A essa altura, elas já estariam profundamente introduzidas e comprometidas com seus empregos. É o modo como algumas clínicas de aborto são conhecidas por manipular os seus funcionários.

Se esse era ou não o caso de Goldstein, não importa. O fato é que, trabalhando com um aborto tardio, ela teria uma experiência que mudaria completamente a sua vida:

Certa noite, uma jovem garota estava passando por um momento muito difícil. Eu estava lá com o médico. Eu sabia que, embora ele tivesse escrito que a paciente tinha 15 semanas, ela estava perto de 30 semanas. Isso acontecia com frequência, mas ninguém nunca dizia nada.

Outras provedoras de aborto, como Carol Everett e Kathy Sparks, já contaram como as suas clínicas faziam aborto para além do período legalmente permitido e tentavam esconder o fato. A clínica de Kathy Sparks ilegalmente descartava vítimas de aborto tardio no vaso sanitário.

Goldstein afirma:

Quando ela deu à luz essa bebezinha (que me parecia completamente formada), ela estava realmente viva e chorando. O médico me disse: 'Coloque isso na sala e feche a porta. Não entre até o turno da manhã.' Imediatamente, peguei a menina chorando, enrolei e deitei-a em uma sala. Então, imediatamente comecei a ligar para os hospitais próximos (contra a vontade do médico) para achar alguém que a levasse. Ninguém a levaria porque diziam que ela não era viável. Gastei várias horas tentando. Eu queria apenas sair daquele lugar, mas sabia que não poderia sair e deixar os outros pacientes sem uma enfermeira. Até hoje eu posso ouvir o choro daquela criança na minha cabeça.

Apesar dos seus esforços desesperados para conseguir ajuda médica para a criança, a bebê morreu. Goldstein deixou o seu emprego, mas nunca mais ousou defender o aborto:

Eu espero que as pessoas que promovem o aborto, especialmente em gestações avançadas, passem pelo que eu passei. No dia seguinte, dei um fim ao meu emprego imediatamente e consegui trabalho em uma unidade pediátrica de outro hospital.

Essa experiência mudaria a vida de Goldstein de outra forma quando, alguns anos depois, ela mesma passaria por uma gravidez difícil:

Depois de alguns anos, eu fiquei grávida e entrei em trabalho de parto com 20 semanas. Os médicos queriam que eu interrompesse [a gravidez] imediatamente devido à minha saúde. Afirmaram que o bebê não seria normal e que eu devia tentar de novo. Eu disse que 'não' e fui mandada para casa, em repouso absoluto, sem permissão para ficar sozinha. Finalmente, tive uma febre muito alta e correram comigo para o hospital. O bebê ainda estava prematuro... Ele deveria nascer em novembro, e eu o tive em julho, um menino de 1 quilo e 180 gramas. Isso foi 30 anos atrás. Disseram-me que ele era muito pequeno e que eu não deveria esperar muita coisa. Ele ficou na seção para prematuros por algum tempo e era perfeitamente normal. Hoje, meu filho é um jovem saudável, trabalhando no seu segundo mestrado e em um emprego de tempo integral. Ele sabe da sorte que tem de estar vivo porque, se eu não tivesse a experiência que tive há 30 anos, ele não estaria aqui hoje.

Goldstein mostrou grande coragem lutando pela vida daquela pequena garota, 30 anos atrás. Também mostrou grande coragem lutando pela vida de seu próprio filho. E, finalmente, tem mostrado grande coragem compartilhando a sua história. Quanto mais pessoas deixam a indústria do aborto e corajosamente trazem à luz as suas histórias, mais e mais pessoas que ignoravam o assunto estão conhecendo a verdade. Esperamos que aqueles que têm sido ambivalentes ou incertos sobre o tema do aborto mudem de ideia quando aprenderem – de quem testemunhou em primeira mão – o que ele realmente é: o assassinato de um ser humano frágil e indefeso no ventre de sua mãe.

Fonte: Live Action News | Tradução: Equipe CNP

[*] Essas algas provavelmente dizem respeito ao material de que os médicos se servem para preparar as "laminárias". O dicionário explica que "os pecíolos da espécie Laminaria digitata, convenientemente preparados, usam-se em medicina como meio de dilatação lenta dos trajetos fistulosos e do colo do útero".

| Categoria: Pró-Vida

Vídeo de ultrassom mostra bebê de 11 semanas pulando no ventre materno

Breve exibição de uma criança se mexendo na barriga de sua mãe fica viral na Internet

Breve exibição de uma criança se mexendo na barriga de sua mãe fica viral na Internet. A imagem tirada de uma ultrassonografia foi para as redes sociais e já recebeu mais de 60 mil compartilhamentos e 3 milhões de visualizações.

O vídeo em questão exibe um bebê de 11 semanas e 4 dias, ainda no primeiro trimestre, período em que acontece a maior parte dos abortos provocados nos Estados Unidos. Postado originalmente no Facebook pela internauta norte-americana Monica Barba, o vídeo original era endereçado "a todos que se perguntam o que pode ser visto em um ultrassom de um bebê no seu primeiro trimestre de vida."

Quem assistiu às imagens comentou com as expressões "fantástico", "emocionante" e outros adjetivos parecidos. É a prova cabal e indubitável de que a vida dentro do útero é verdadeiramente um ser humano. Ou uma "bola de sangue" seria capaz de se mexer, pular, chutar e agir como um bebê?

Por Live Action News | Tradução e adaptação: Equipe CNP