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Curso interativo sobre a Inquisição

​Quem quer que assuma o desafio de defender a fé católica, mais dia ou menos dia, terá que se confrontar com o tema da Inquisição

Quem quer que assuma o desafio de defender a fé católica, mais dia ou menos dia, terá que se confrontar com o tema da Inquisição. Não importa quem seja o interlocutor no debate: marxistas ou liberais, protestantes ou ateus, estão todos prontos para acusar a Igreja com essa página aparentemente "obscura" da sua existência. Como responder a essas pessoas? O que realmente foi a Inquisição e qual a sua história? O que dizer sobre esse assunto, sem disfarçar a verdade e varrê-la para debaixo do tapete?

Encontre a resposta para essas e muitas outras perguntas no curso interativo sobre a Inquisição, a realizar-se dos dias 27 de abril a 1º de maio, no site padrepauloricardo.org. As aulas serão transmitidas ao vivo, todos os dias, a partir das 21h. O curso é interativo, os alunos poderão participar das aulas, enviando as suas perguntas. Se você não vai conseguir assistir às transmissões ao vivo, fique despreocupado. As gravações, em HD, ficarão disponíveis na mesma semana para todos os inscritos.

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| Categoria: Notícias

Estudantes mortos no Quênia eram cristãos

Porta-voz de grupo terrorista e palavras dos sobreviventes revelam: atentado que matou 148 pessoas na Universidade de Garissa visava cristãos

148. Foi o número de pessoas mortas no atentado terrorista do dia 2 de abril, na Universidade de Garissa, no leste do Quênia. Estima-se em cerca de 80 o número de feridos. As vítimas são, em sua maioria, estudantes.

O grupo somaliano Al-Shabaab ("A Juventude", em árabe), ligado a Al-Qaeda, já assumiu a autoria do ataque. Um porta-voz da facção disse que eles atacaram a escola porque "ela está em terra muçulmana colonizada por não-muçulmanos". Em outras palavras, a maioria dos alunos de Garissa não são adeptos do Islã. Por isso, morreram.

Não se pode ignorar, também, que o Quênia faz parte de uma aliança militar para combater o terrorismo na Somália. "O Quênia está em guerra com a Somália. Nosso povo continua lá, eles estão lutando e sua missão é matar os que são contrários ao Al-Shabaab", disse o sheik Ali Mohamud Rage, em nome do grupo islâmico.

Depoimentos de sobreviventes, no entanto, revelam detalhes de quem era o alvo dos ataques.

O jovem Collins Wetangula, vice-presidente do grêmio estudantil da universidade, estava se preparando para tomar banho quando o colégio foi invadido. Ele e outros três colegas se trancaram no quarto quando ouviram os disparos. "Ninguém gritava porque as pessoas achavam que isso faria com que os atiradores soubessem onde estavam", afirmou. Quando os atiradores chegaram ao seu dormitório, ele os ouviu abrindo as portas e perguntando às pessoas escondidas se eram muçulmanas ou cristãs. " Se você fosse cristão, era alvejado ali mesmo. A cada disparo da arma eu achava que iria morrer", conta Collins.

Não é a primeira vez que um atentado desse tipo acontece no Quênia. O país, de maioria cristã, convive frequentemente com a falta de segurança e com a impiedade de grupos extremistas. O atentado do último dia 2 é o maior desde 1998, quando dois caminhões-bomba explodiram próximos à embaixada dos Estados Unidos no país.

Desta vez, os testemunhos são clamorosos: estudantes foram alvejados por sua fé. A mídia, no entanto, tenta omitir o fato. Fala da morte de "civis" – ou de "não-muçulmanos", quando muito. A verdade é que muitas das pessoas atingidas pelos atiradores islâmicos eram cristãs; tinham em comum não apenas a humanidade, mas também a fé em Cristo.

Não é coincidência que o genocídio desses homens e mulheres tenha acontecido justamente na Quinta-Feira Santa, dia em que a Igreja do mundo inteiro celebra a entrega sacrifical de Cristo na Última Ceia. Assim como no Getsêmani, há dois mil anos, Cristo poderia ter escapado da mão de Seus perseguidores (cf. Mt 26, 53), no Quênia, muitos cristãos – enquanto outros foram alvejados sem a mínima cerimônia – poderiam sobreviver declarando-se muçulmanos e negando a sua fé cristã. No entanto, eles preferiram dizer a verdade, mesmo sabendo que isso custaria suas próprias vidas. Sim, a barbárie impetrada pelos muçulmanos é injustificável – também o foi a crucificação de Cristo. A entrega amorosa de si, porém, é admirável – assim como o sacrifício de Nosso Senhor no Calvário, há dois mil anos.

Em Roma, na Sexta-Feira Santa (3), durante homilia na celebração da Paixão do Senhor, o frei Raniero Cantalamessa falou justamente sobre os mártires de hoje. Comentando uma reflexão de Blaise Pascal, segundo a qual "Cristo está em agonia até o fim do mundo", ele disse que "Jesus está em agonia até o fim do mundo em cada homem ou mulher submetidos aos mesmos tormentos". "Os cristãos – acrescentou o pregador do Papa – não são, certamente, as únicas vítimas da violência homicida que há no mundo, mas não se pode ignorar que, em muitos países, eles são as vítimas marcadas e mais frequentes."

Condenando a "indiferença perturbadora das instituições mundiais e da opinião pública em face de tudo isto", o padre Cantalamessa chamou a atenção para o silêncio pusilânime do Ocidente. " Corremos todos o risco, tanto instituições quanto pessoas do mundo ocidental, de ser Pilatos que lavam as mãos", concluiu.

Como remédio contra a indiferença, subam aos céus as orações da Igreja universal: pela paz no mundo, pelo Quênia... e, enfim, pelos terroristas, que matam pensando estar fazendo a vontade de Deus (cf. Jo 16, 2). Que o Senhor toque os seus corações e os converta, também eles, de carrascos em vítimas, de assassinos em mártires.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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O clube do carimbo e o auge da degradação sexual

A cruel e assustadora história do “clube do carimbo”, o grupo homossexual que dissemina o HIV propositalmente em casas noturnas.

Todas as épocas de acentuado declínio social estão marcadas por uma exploração desmedida da sensualidade. A corrupção moral foi a principal responsável pela queda do Império Romano, dizem os historiadores [1]. A banalização do homem tornou os romanos insensíveis a qualquer apelo da razão, abrindo caminho para o domínio bárbaro. Isso porque o ser humano, quando abandonado às suas paixões, fica incapaz de amar, isto é, enxergar o outro como pessoa. Uma sexualidade desregrada vê nos corpos instrumentos de prazer, objetos descartáveis sempre ao alcance dos desejos mais pervertidos da imaginação. Coube à Igreja a tarefa de restituir a dignidade humana frente a uma cultura de morte instalada na medula da sociedade.

Os Padres da Igreja sempre entenderam a união conjugal como uma relação em que se procura o bem do outro. O vínculo entre marido e mulher está radicado muito mais em um "empenho para com a outra pessoa", que em um sentimento vago ou em uma atração psicofísica. É justamente o que recordava São João Paulo II ao Tribunal da Rota Romana, em um discurso de 1999:

"O simples sentimento está ligado à mutabilidade do espírito humano; só a atração recíproca, depois, muitas vezes derivante sobretudo de impulsos irracionais e às vezes aberrantes, não pode ter estabilidade e, portanto, está facilmente, se não de maneira fatal, exposta a extinguir-se."

O matrimônio, embora também esteja ligado ao sentimento, fundamenta-se no compromisso do amor, de onde nasce a sua indissolubilidade. "A caridade jamais acabará", lembra o apóstolo (1 Cor 13, 28). E esse amor conjugalis que "tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" é a razão pela qual marido e mulher são capazes do sacrifício mútuo pela salvação da família.

A cultura hodierna, por outro lado, tende não somente a negar esse amor, como a ridicularizá-lo de todas as maneiras. Em nome de uma pseudoliberdade, a sociedade é induzida a considerar o corpo algo desprezível, "colocando-o, por assim dizer, fora do ser autêntico e da dignidade da pessoa". "O seu pressuposto — comenta o Papa Bento XVI — é que o homem pode fazer de si o que quer: o seu corpo torna-se assim uma coisa secundária, manipulável sob o ponto de vista humano, a ser utilizado como se deseja". Praticamente, todos os relacionamentos modernos — uniões livres, "casamentos" entre pessoas do mesmo sexo, namoros coloridos etc. — estão embasados nessa visão unilateral do "prazer sem freios". Não se busca o bem do outro, mas a autossatisfação imediata. Trata-se de sexo, não de amor.

Ora, não é preciso muito esforço para perceber as consequências nefastas disso tudo. "A crônica quotidiana — falava João Paulo II no mesmo discurso à Rota Romana — traz, infelizmente, amplas confirmações acerca dos miseráveis frutos que essas aberrações da norma divino-natural acabam por produzir".

Há alguns dias, um jornal de grande circulação no país comentava o caso de "homens que passam o HIV de propósito". Segundo a reportagem, esses indivíduos se reúnem em blogs e outros sites da internet para darem dicas de como infectar o parceiro sexual propositalmente. "Não fez ainda? Faça, pois é bem provável que já tenham feito com você", incentivava um desses sites, ensinando a furar a camisinha durante o ato sexual. A prática tem o nome de bareback, que no linguajar homossexual significa "sexo anal sem camisinha". O termo originalmente vem do inglês e quer dizer "cavalgar em um cavalo sem cela". Em São Paulo, diz o jornal, uma casa noturna dedicada ao sexo gay chega a reunir mais de cem homens por dia, muitos adeptos do "clube do carimbo", como se chama o grupo dedicado a retransmitir o vírus da Aids. "Carimbar" faz referência direta à contaminação.

Um dos entrevistados da matéria justifica seu comportamento assim: "É um prazer incontrolável. Sem a camisinha o meu prazer triplica. Eu odeio a camisinha". O rapaz é empresário, soropositivo, tem 36 anos e frequenta casas noturnas, embora nunca se relacione sem avisar o parceiro sobre sua doença, garante. De acordo com o jornal, o "clube do carimbo" deve virar uma tendência no meio LGBT em dois ou três anos. "Hoje, a gente vive o auge dessa prática da contaminação", informa outro entrevistado. As orgias, comumente chamadas de "roleta-russa", mexem com o fetiche e a adrenalina, explicam os participantes; por isso, têm se tornado tão comuns. Há também uma falta de perspectiva somada a um sentimento libertário. O resultado: entre 2003 e 2013, o índice de infecção por HIV no meio homossexual aumentou para 29,1%; para os héteros, a variação foi de 1,7%.

Repetir o ensinamento católico acerca disso tudo é chover no molhado. O fato, porém, expõe diante dos olhos do público qual movimento é verdadeiramente homofóbico. Enquanto o Catecismo da Igreja diz que os homossexuais "devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza", a nova moda LGBT apregoa a disseminação de um vírus mortal, em nome de um "prazer incontrolável". "Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas" (Rm 1, 26). Os efeitos insidiosos da cultura da camisinha, do sexo livre e da libertinagem podem ser reconhecidos por qualquer pessoa de bom senso. Essa cultura de morte não procura o bem do outro, mas se desfazer dele como um lixo, como se descarta a seringa de uma droga qualquer após o uso. A Igreja, sempre na contramão das falsas ideologias, crê na sublime vocação do homem, tenha ele ou não a tendência homossexual, chamando-o a amar verdadeiramente: "Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã." A castidade não mata ninguém. O "clube do carimbo", sim.

Não se enganem: nenhum ser humano foi feito para viver como um brinquedinho de almas pervertidas. Nenhum ser humano foi feito para servir a "surras" e "pauladas", como sugere a mídia nestes dias cinzentos, nem para bareback, "clubes do carimbo", "roletas-russas" ou outras práticas suicidas.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Cf. Daniel-Rops. A Igreja dos Apóstolos e dos Mártires. Quadrante: São Paulo, 1988

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Bispo de Ars retira Santíssimo Sacramento de igrejas após onda de profanações

Depois de uma série de furtos sacrílegos, o bispo da terra de São João Maria Vianney decide retirar Nosso Senhor dos sacrários

O bispo de Belley-Ars (França), Mons. Pascal Roland, decidiu ordenar a retirada do Santíssimo Sacramento de todas as capelas e igrejas de sua diocese após uma onda de roubos sacrílegos que ocorreram recentemente na região.

Depois de eventos relacionados "à profanação de Sacrários e roubo de cibórios" e com respaldo no Código de Direito Canônico, o prelado emitiu uma ordem, solicitando que "o Santíssimo Sacramento seja retirado dos sacrários de todas as igrejas e capelas paroquiais e seja depositado em local seguro".

"A porta dos Sacrários permanecerá ostensivamente aberta", continua o Ordinário.

Para as necessidades de oração pública ou privada, explica o bispo da terra de São João Maria Vianney (Cura d'Ars), "o Santíssimo Sacramento poderá ser recolocado temporariamente nesses sacrários, desde que se assegure a presença suficiente de fiéis".

Essas medidas entraram em vigor no dia 10 de fevereiro e "permanecerão até segunda ordem".

"O Bispo espera que essas medidas excepcionais expressem toda a gravidade desses eventos e contribuam para desencorajar sua repetição", concluiu.

Onda de furtos

Dias atrás, o Bispo de Belley-Ars revelou em seu site os últimos ataques e roubos sacrílegos ocorridos na diocese:

Em 6 de fevereiro – dia em que se comemora 250 anos da aprovação da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, aprovado pelo Papa Clemente XIII – , paroquianos de Neuville-les-Dames, na circunscrição paroquial de Châtillon-sur-Chalaronne, descobriram que o sacrário da Igreja de São Mauricio havia sido quebrado e o cibório com as hóstias consagradas roubado.

Na mesma noite, os paroquianos de Ambronay perceberam também o roubo de um cibório na Igreja de Nossa Senhora. No sábado, 7 de fevereiro, em Vonnas, foi constatado que dois cibórios da Igreja de San Martín haviam sido roubados.

No domingo, 8 de fevereiro, em Jujurieux (circunscrição paroquial de Pont-d'Ain), os fiéis descobriram que um outro cibório fora roubado na Igreja de San Esteban. Nesses quatro casos, as hóstias consagradas não foram roubadas, mas abandonadas no local.

No sábado, 7 de fevereiro, o sacerdote de Montluel descobriu que o cibório e as hóstias do colegiado Notre-Dame-des-Marais haviam sido roubados.

Este roubo foi a continuação de uma série de roubos, profanações e vandalismos que vêm ocorrendo nos últimos meses nas igrejas da diocese: roubos de objetos e de uma estátua na igreja de Seyssel, em outubro de 2014; roubo de cibório e hóstias consagradas na igreja de Saint-Jean de Niost e Sainte-Julie, em outubro de 2014, de Saint-Etienne-du-Bois, em novembro de 2014; e outras profanações em Saint-Maurice-de-Beynost, em 11 janeiro de 2015.

As comunidades afetadas por esses roubos e as paróquias apresentaram uma queixa junto à delegacia de polícia. Por isso, fez-se um inventário completo dos objetos dessas igrejas graças à administração conjunta do Serviço Diocesano de Arte Sacra e do Conselho Geral do departamento de l'Ain, onde a diocese de Belley-Ars está localizada.

A indicação precisa dos objetos roubados e suas fotografias foram imediatamente enviados à Polícia Nacional, para tentar bloquear o tráfico desses objetos culturais, buscá-los e vigiá-los, a fim de impedir a revenda deles.

Repúdio aos roubos sacrílegos

A Igreja Católica em l'Ain lamenta que "objetos sagrados, como cibórios ou sacrários sejam furtados ou danificados. Ela lamenta a falta de respeito dos autores que se apropriam dos cibórios, que são tão caros à comunidade paroquial e aos moradores das comunidades a que pertencem esses objetos".

Os católicos da região "estão profundamente consternados com o furto de hóstias consagradas. Essas hóstias consagradas pelo sacerdote na Missa são o Corpo de Cristo, a presença real de Jesus. Portanto, esse roubo é uma profanação de extrema gravidade."

"Sejam quais forem as intenções dos autores desses atos, não existe nada mais ofensivo que possa ser cometido contra Deus, contra a fé cristã e contra a comunidade católica. A Igreja convida a todos os cristãos que rezem pelo perdão e arrependimento dos que cometeram esses atos. Que essa provação seja, para todos os cristãos, ocasião de professar sua fé em Cristo, realmente presente nessas hóstias consagradas", concluem.

Por ACI Prensa | Tradução: Fratres in Unum.com

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Curso sobre o mal da pornografia e da masturbação

Conheça os efeitos destruidores desses vícios que, dia após dia, escravizam cada vez mais homens e mulheres.

Atualmente, duas verdadeiras epidemias assolam a nossa sociedade: a pornografia e a masturbação. Relativizadas em sua natureza danosa e desordenada, muitos nem mesmo creem que estão acorrentados e pensam viver plenamente o que chamam de "liberdade". Mentira, pura ilusão. Vivem presos, conectados em um mundo virtual e, como o drogado, alegam que são capazes de parar, mas, em geral, não são. Destroem seus lares, a si próprios e nem se dão conta.

Por isso, o site padrepauloricardo.org faz um convite: venha participar de um curso ao vivo sobre o tema. Durante quatro dias vamos estudar a pornografia e a masturbação em seus aspectos científicos, psicológicos, espirituais e, sobretudo, ver como espiritualmente é possível libertar-se dessa escravidão e ser reconduzido ao caminho do amor e da liberdade.

As aulas serão transmitidas ao vivo do dia 23 a 26 de fevereiro, a partir das 21h00 (horário de Brasília), com abertura para perguntas. Atenção: somente os assinantes do site terão acesso às aulas ao vivo e ao chat para o envio das perguntas. As aulas gravadas serão disponibilizadas posteriormente para todos.

Se você ainda não é nosso aluno, não perca mais tempo! Inscreva-se hoje mesmo em nosso site. Fazendo isso, você terá acesso irrestrito a todos os conteúdos disponíveis no site. São centenas de aulas sobre temas relacionados à doutrina católica, com respaldo teológico, filosófico, histórico e – é claro! – espiritual.
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Curso de férias sobre os Templários

Comece o ano de 2015 aprendendo sobre uma das mais fascinantes e intrigantes páginas da história da Igreja.

Nestas férias, junte-se à família do site padrepauloricardo.org, participando do imperdível curso sobre os Templários. Das Cruzadas até os dias de hoje, esses cavaleiros medievais já foram associados a várias instituições e fatos - à Maçonaria, ao Opus Dei, ao Santo Graal e à própria linhagem de Cristo.

Afinal, como distinguir entre um mito e a própria realidade? O que foi realmente a Ordem dos Templários? Como ela sobreviveu ao longo dos séculos? Encontre as respostas para essas e outras perguntas nesse curso inédito de férias!

As aulas serão transmitidas ao vivo, de 12 a 16 de janeiro, a partir das 21h00. Os inscritos poderão enviar perguntas. E, no dia seguinte a cada uma das aulas, a gravação será disponibilizada na própria página do curso.

Para participar do curso de férias, basta ser aluno do site e estar com a assinatura em dia.

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Jovem abusa de colega de sala após aula de educação sexual

Garoto de 13 anos abusa da própria colega de sala no Reino Unido. O estupro aconteceu após uma aula de educação sexual.

Um garoto de 13 anos abusou de sua colega de classe, depois de ambos assistirem a uma aula de educação sexual. O caso aconteceu na escola secundária da cidade de Gwynedd, no País de Gales. As lições de educação sexual são obrigatórias no Reino Unido a partir dos 11 anos.

O rapaz, agora com 15 anos, admitiu o estupro durante uma audiência no Tribunal de Menores de Dolgellau, em meados de novembro. Ele contou que, após uma aula de educação sexual, levou a moça a um lugar isolado, onde eles discutiram o que tinham acabado de aprender sobre relação sexual. Então, ele perguntou à garota se ela queria "tentar um sexo". Embora a jovem dissesse repetidamente que "não", o estudante segurou-a e praticou o estupro. Após o ataque, o rapaz friamente teria dito: "Você pode ir agora".

O ataque veio à luz dois anos após o incidente, que aconteceu em 2012, quando uma enfermeira da escola percebeu que a garota parecia perturbada. Questionada se havia acontecido alguma coisa, a adolescente contou-lhe sobre o estupro. A polícia procedeu a uma investigação, mas o rapaz alegou que a garota tinha consentido no ato. Recentemente, porém, o jovem fez uma confissão completa, dizendo que tinha forçado a garota. O fato aconteceu quando ele tinha acabado de completar 13 anos de idade.

O juiz Andrew Shaw disse que, como o caso estava sendo tratado por um tribunal de menores, as opções de punição eram limitadas. Ele colocou o garoto em uma " referral order" [*] por 12 meses e registrou o seu nome na lista de agressores sexuais por 30 meses. Andrew Shaw sublinhou que, dada à sua idade, a garota sequer podia consentir em uma relação sexual. O rapaz foi advertido e deverá "dizer à polícia onde vive e onde está pelos próximos dois anos e meio".

A notícia reacendeu no Reino Unido o debate sobre a obrigatoriedade da educação sexual nas escolas. Katie Russell, porta-voz do serviço Rape Crisis, disse que "o fato de o incidente ter acontecido depois de uma aula de educação sexual" é preocupante. Na Inglaterra, as aulas sobre "sexo e relacionamentos" envolvem ensinar às crianças temas como reprodução, a chamada "saúde sexual" e métodos de contracepção. As classes são compulsórias e os aspectos biológicos da sexualidade são parte do currículo nacional para as ciências.

A discussão chegou ao próprio Parlamento britânico. Após um discurso de Diana Johnson, do Partido Trabalhista, pedindo mais educação sexual nas escolas, o deputado Philip Davies respondeu enfaticamente: " Nós devemos tentar ter menos educação sexual – ou, até melhor, nenhuma educação sexual, absolutamente!". O parlamentar do Partido Conservador é a favor de que os pais cuidem da instrução de seus filhos nesses temas, ao invés do Estado.

A grande preocupação da mídia britânica – e do próprio Davies –, no entanto, parece estar reduzida à "gravidez na adolescência". O deputado de Shipley apontou a educação sexual como causa do problema. Então, os jornalistas se apressaram em mostrar que a Holanda, a Suécia e não se sabe mais que país – pioneiros na tal educação sexual – têm este e aquele índice reduzido de mães adolescentes. E a defesa dos países progressistas é feita "de boca cheia", como se o que estivesse em jogo fosse o "controle de natalidade", e não a inocência e a integridade dos jovens!

Ora, não há dúvidas de que a gravidez precoce é um problema (especialmente porque, quase sempre, ela acontece desvinculada da realidade familiar). Pior, no entanto, seria pensar que tudo pode ser resolvido com algumas classes de "perversão" sexual e umas instruções ou outras sobre preservativos. É preciso ser realmente muito miserável para achar que a salvação da sexualidade humana está em uma capa de látex!

– O que fazer, então? – Bem, muito simples! Educar as pessoas na e para a família! Dar aos pais, em primeiro lugar, a responsabilidade por formar os seus filhos; e, ao invés de ficar ensinando modos de buscar prazer ou posições para fazer sexo – como se o ser humano fosse um animalzinho a adestrar –, mostrar às pessoas o valor e a importância da família, da paternidade e da maternidade, das relações duradouras, maduras e responsáveis!

Ou se aceitará tranquilamente que o Estado "deforme" as crianças e os adolescentes? O que farão os pais, por exemplo, a respeito de máquinas de camisinhas colocadas nos colégios? Ou de materiais "educativos" indecentes, ensinando os alunos como se masturbarem, como começarem uma relação sexual – ou como escolherem seu "gênero" ou "orientação sexual"? É claro que os bons pais de família não querem conteúdos desse tipo no currículo escolar de seus filhos e filhas – nem que estas corram o risco de ser abusadas por causa de uma educação sexual permissiva e absolutamente irresponsável.

Para combater o perigo, no entanto, é preciso agir. Vigiar constantemente aquilo que as crianças recebem nos colégios e protestar ativamente contra os materiais pornográficos que são muitas vezes despachados nas salas de aula é um ótimo começo. Se os pais não cuidarem de seus filhos, o Estado cuidará... e da pior maneira possível.

Com informações de LifeSiteNews.com | Por Equipe Christo Nihil Praeponere

* " Referral order" – literalmente, "ordem de referência" – é uma sentença comunitária comumente usada pelas Cortes britânicas para lidar com jovens de 10 a 17 anos, principalmente réus primários declarados culpados.

| Categoria: Notícias

Os socialistas e a idolatria política

A nova e desrespeitosa versão do Pai Nosso, criada pelos socialistas da Venezuela, põe às claras o ateísmo e a idolatria dos regimes revolucionários.

Durante o III Congresso do Partido Socialista Unido da Venezuela - o partido de Hugo Chávez e do atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro -, a militante María Estrella Uribe, uma delegada do grupo político, decidiu homenagear o falecido ditador do país, parodiando a oração cristã do Pai Nosso, a qual foi transformada em um idolátrico e desrespeitoso Chávez nuestro.

O texto, de autoria da própria delegada, justificado como um “compromisso espiritual", pede que Chávez os livre da “tentação do capitalismo", da “maldade da oligarquia" e do “crime do contrabando". Após um “amém", a petição termina com aplausos e brados de “Viva Chávez", de toda a assembleia do partido.

A Arquidiocese de Caracas, por meio do Cardeal Jorge Urosa Savino, manifestou repúdio à declaração e pediu que os membros do partido evitassem a divulgação do texto como sinal de respeito à oração dos cristãos. “O Pai Nosso, a oração por excelência dos cristãos do mundo inteiro, vem dos próprios lábios de Nosso Senhor (...), e por isso é intocável. Assim como a ninguém é permitido mudar a letra do Hino Nacional para honrar uma pessoa, tampouco a ninguém é lícito mudar o Pai Nosso ou qualquer outra oração cristã", escreveu o prelado. Ele também ressaltou que “ quem dissesse essa nova e indevida versão do Pai Nosso (...) estaria cometendo o pecado de idolatria, por atribuir a uma pessoa humana qualidades ou ações próprias de Deus".

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, defendeu o texto da delegada do partido, alegando perseguição por parte da Igreja. “Por que você persegue e submete ao escárnio público a companheira María Uribe? Por que é chavista, pobre, mulher, revolucionária? Por que ama a Chávez?", questionou. O presidente do país, Nicolás Maduro, também criticou a declaração do Arcebispo de Caracas, repetindo tenazmente a “oração" a Chávez e evocando a Inquisição para intimidar a Igreja: “Exijo respeito à liberdade de criação na Venezuela. Senhores da Inquisição, exijo respeito ao espírito criador e basta de tanta perseguição a Chávez".

De fato, em um país marcado pelas restrições às liberdades mais elementares e pela adoção de uma estratégia política unipartidária e antidemocrática, a única liberdade que Maduro e o PSUV parecem reinvidicar é a de calar a Igreja, tomar as suas rédeas e fundar uma nova religião. Tudo isso maquiado com um discurso vitimista, típico da mentalidade revolucionária: “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é."

Não é a primeira vez que os membros do partido compõem uma oração ao falecido presidente Chávez, atribuindo a ele, como bem lembrou o Cardeal Urosa, “qualidades ou ações próprias de Deus", e ressuscitando o culto pagão e idolátrico aos mortos. É sabido que vários seguidores de Chávez não se têm contentado em escrever orações, como chegaram a criar templos em algumas cidades venezuelanas, a fim de “celebrar sua memória".

Olhando para o triste estado de quem abandona “o nome três vezes santo de Deus" ( Mit Brennender Sorge, 13), “cultuando e servindo a criatura em lugar do Criador" (Rm 1, 25), é impossível não lembrar a dramática experiência do nazifascismo, que assombrou a Europa em meados do século XX. Em 1937, ainda antes de estourar a Segunda Guerra Mundial, o Papa Pio XI, “mit brennender Sorge", isto é, “com ardente preocupação", lançava, do alto da cátedra de São Pedro, palavras que, infelizmente, ainda se podem aplicar à realidades de nossos dias:

“Se a raça ou o povo, se o Estado ou uma forma determinada do mesmo, se os representantes do poder estatal ou outros elementos fundamentais da sociedade humana têm na ordem natural um lugar essencial e digno de respeito, contudo, quem os arranca desta escala de valores terrenais, elevando-os à suprema norma de tudo, até dos valores religiosos, e, divinizando-os com culto idolátrico, perverte e falsifica a ordem criada e imposta por Deus, está longe da verdadeira fé e de uma concepção de vida conforme a esta." ( Mit Brennender Sorge, 12)

A autora da versão idolátrica do Pai Nosso, María Uríbe, conta em seu favor “um passado de revolução", no qual deixou a seus filhos pequenos para ir à política e tornar-se “guerrilheira urbana". Ela também reivindica, para sua paródia, uma posição que chama de “humanista". “Todos esses valores de Gandhi, da madre Teresa, estão traduzidos no humanismo que Chávez também nos transmitiu", declarou.

É uma pena que, ao contrário da caridade verdadeiramente sobrenatural que moveu a beata Madre Teresa de Calcutá, o “humanismo" de María Uríbe, dos revolucionários venezuelanos e de todos os marxistas ateus, não dê em nada senão na destruição do próprio homem. É o que dizem as almas saturadas da idolatria política, mas sedentas do único e verdadeiro Deus. É o que declaram as numerosas pilhas de corpos vítimas dos regimes comunistas. Realmente, se Ele não existe, tudo é permitido.

Que Nossa Senhora de Coromoto interceda pela Venezuela e livre também o nosso país do flagelo do socialismo.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere