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Lançamento do curso "Caminho de Perfeição"

Venha aprender com Santa Teresa de Ávila os passos para alcançar o céu

Um famoso santo da Igreja dizia que "quem reza se salva e quem não reza se condena".

Ora, se a oração é algo tão importante, como pode existir tantas pessoas no mundo que não saibam o que seja rezar, nem sequer façam ideia de como começar uma oração? Como pode ser que descuidemos de um assunto do qual depende a nossa própria salvação eterna?

Se você quer aprender a rezar e amar a Deus como os grandes santos, não pode perder o próximo curso do site padrepauloricardo.org, sobre a obra "Caminho de Perfeição", de Santa Teresa de Ávila.

As aulas serão de 10 a 14 de agosto, com transmissões ao vivo e participação interativa dos alunos.

Mas, atenção! O curso será exclusivo para os nossos assinantes.

Por isso, se você ainda não é nosso aluno, não perca mais tempo e inscreva-se agora.

Comece também hoje a se preparar para o nosso curso, lendo o livro "Caminho de Perfeição". Para adquirir a obra, clique aqui.

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Em rara aparição pública, Bento XVI defende preservação da 'música litúrgica'

O discurso do Papa Emérito reafirma a importância da hermenêutica da continuidade para uma autêntica compreensão do Vaticano II

É um costume antigo dos Papas passar o período de férias em Castel Gandolfo, uma pequena província da cidade de Roma. Embora não seja mais o pontífice reinante, Bento XVI ainda possui o privilégio de descansar no local. Nas duas últimas semanas, o Papa Emérito esteve hospedado na residência de verão dos pontífices, de onde saiu de sua reclusão para uma rara aparição pública. O motivo: Bento XVI foi condecorado com dois doutorados honoris causa pela Pontifícia Universidade João Paulo II de Cracóvia e pela Academia de Música de Cracóvia, graças à sua contribuição para a música sacra.

Desde que renunciou ao ministério petrino, em 28 de fevereiro de 2013, Bento XVI não pronunciava mais aulas abertas. A ocasião, no entanto, deu-nos a chance de mais uma vez ouvir as orientações do Papa teólogo. Em seu discurso sobre a relação entre liturgia e música, o Papa Emérito lembrou a tensão pós-conciliar entre o grupo que desejava aplicar as determinações da Constituição Sacrosanctum Concilium e o Movimento Litúrgico, o qual defendia uma simplificação da Missa. Bento XVI enfatizou que o Concílio pedia para que se guardasse e se desenvolvesse "com diligência o patrimônio da música sacra", não o contrário [1].

Outro ponto importante apontado pelo Papa Emérito, em sua aula, foi a natureza transcendental da música litúrgica:

Eu mesmo cresci em Salzburgo marcado pela grande tradição desta cidade. É certo que aquelas Missas dominicais acompanhadas pelo coral e pela orquestra foram uma parte integral de nossa experiência de fé na celebração da liturgia. Indelevelmente marcado em minha memória, por exemplo, é como, quando as primeiras notas da Missa de Coroação de Mozart tocaram, o Céu abriu-se virtualmente e a presença do Senhor foi experimentada muito profundamente.

Importantes historiadores atribuem à Igreja Católica um papel fundamental no desenvolvimento da música. Bento XVI ressaltou esse papel, afirmando a singularidade do ocidente cristão em relação aos demais ambientes culturais: "De Palestrina a Bach, de Handel até Mozart, Beethoven e Bruckner. A música ocidental é algo único; não existe nenhum equivalente em outras culturas". "E isto", refletiu o pontífice, "deveria fazer-nos pensar".

O Papa ainda insistiu na força que a música litúrgica tem para levar o homem a um verdadeiro encontro com o divino:

Para mim, esta música demonstra a verdade do cristianismo. Onde quer que uma resposta é desenvolvida, houve um encontro com a verdade, com o verdadeiro criador do mundo. Portanto, a grande música sagrada é uma realidade de lugar teológico e de permanente significado para a fé de toda a cristandade, mesmo que não seja necessário executá-la sempre e em todo lugar. Por outro lado, é também claro que ela não pode desaparecer da liturgia e que sua presença pode ser uma maneira totalmente especial de participação na sagrada celebração, no mistério da fé.

Com esse discurso, o Papa Bento retomou um tema muito caro ao seu pontificado: a interpretação do Concílio Vaticano II como um acontecimento na linha da grande Tradição da Igreja, não como uma ruptura com o passado. A isso Bento XVI chamou de hermenêutica da continuidade.

Fonte: ChurchMilitant.com I Tradução e adaptação: Equipe CNP

Indicações

AV. 109. Música Litúrgica.

RC. 27. Música e Liturgia.

Referências

  1. Concílio Vaticano II, Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (4 de dezembro de 1963), n. 114.

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Câmera secreta denuncia comércio de partes de bebês abortados nos EUA

Diretora de rede de abortos revela como faz para obter os órgãos intactos das crianças e burlar a lei federal norte-americana

Uma câmera escondida flagrou uma líder nacional da organização Planned Parenthood – a maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos – admitindo o procedimento ilegal de aborto "por nascimento parcial", realizado com a finalidade de vender órgãos e tecidos de fetos abortados.

Deborah Nucatola é diretora sênior de serviços médicos da Planned Parenthood desde fevereiro de 2009. Por seu cargo na empresa, ela acompanha práticas de todas as filiais da organização em todo o mundo. Trabalhando há mais de uma década nesse negócio, Nucatola também realiza abortos de até 24 semanas em Los Angeles.

No vídeo, ela se encontra com investigadores, disfarçados de compradores de uma companhia de biologia humana, em 25 de julho de 2014.

Enquanto casualmente degusta um vinho e come uma salada, Dra. Nucatola revela cobrar de 30 a 100 dólares por espécime e diz que a principal demanda são os fígados das crianças – ainda que "muitas pessoas queiram corações intactos ultimamente" e ela tenha recebido pedidos por pulmões e "membros inferiores".

Ela conta que tem "uma reunião no começo do dia" para determinar quais as partes do corpo humano requeridas pelos consumidores e de quais bebês de pacientes daquele dia eles poderão colher o que precisam. Então, os médicos da Planned Parenthood adaptam o procedimento de aborto, a fim de assegurar que aqueles órgãos específicos não sejam destruídos. "Por essa razão, maior parte dos provedores fará isso sob guia de um ultrassom, para saber onde eles estão colocando o fórceps", ela diz.

Nucatola também afirma que, enquanto os aborteiros estão desmembrando a criança, eles decidem: "Eu não vou destruir essa parte. Vou basicamente quebrar embaixo, em cima e ver se consigo pegar tudo intacto."

A fim de conseguir órgãos intactos, ela chegou a descrever como ela mesma e outros realizam a prática ilegal do aborto "por nascimento parcial".

"Algumas pessoas – ela diz, tomando outra taça de vinho – tentarão mudar a imagem na tela, para que não seja vertex [a cabeça primeiro]. Então, se você faz isso começando pela imagem de trás, que é, geralmente, a última etapa, você pode fazer sair um intacto calvarium [a cabeça] no final."

Em 2003, o presidente George W. Bush assinou uma lei – chamada de Partial-Birth Abortion Ban Act – tornando crime federal o aborto "por nascimento parcial".

Mas – revela Nucatola aos investigadores –, sempre há um jeito de burlar a lei. "A proibição do aborto parcial é uma lei e leis podem ser interpretadas. Então, se eu digo que no primeiro dia não tenho a intenção de fazer isso, o que acontece no fim não importa."

Ela admite que os aborteiros da Planned Parenthood tomam bastante cuidado para não aparecer lucrando com a venda de partes de fetos abortados. "Eles querem fazer isso de um modo que não se perceba, para que não se diga: 'A clínica está vendendo tecido. Essa clínica está tirando dinheiro disso.'"

A prudência criminosa da organização se deve ao fato de que, nos Estados Unidos, também o tráfico de partes do corpo humano é um crime federal, punível com 10 anos de detenção e até 500 mil dólares de multa.

Em outro vídeo, os investigadores encontram a diretora executiva da Planned Parenthood, Cecile Richards, e agradecem-na pela ajuda de Nucatola para adquirir partes de bebês não nascidos. "Ó, que bom", ela responde. "Ótimo. Ela é muito boa".

O vídeo em questão é fruto de um investigação de quase três anos da organização Center for Medical Progress. Depois da divulgação do vídeo, líderes pró-vida exigiram imediatamente que se tome providências contra a Planned Parenthood. "Esse vídeo documenta a chocante verdade sobre o modelo comercial terrível e desumano de Planned Parenthood", denunciou Dr. Charmaine Yoest, presidente da organização Americans United for Life (AUL). "Sob a administração de Cecile Richards, os ultrassons no ventre materno diminuíram [1], o número de abortos aumentou e os lucros cresceram, já que até mesmo os corpos dos não nascidos se tornaram algo a mais para vender. Nós pedimos uma investigação imediata dessas atrocidades por parte do Congresso. Tão importante quanto, é hora de cortar o financiamento do governo a Planned Parenthood [2]. O contribuinte americano não deve ser envolvido em um negócio de aproveitadores tão cruéis".

Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução e adaptação: Equipe CNP

Referências

  1. Desde 1973, quando da decisão Roe vs. Wade, o aborto não é criminalizado nos Estados Unidos. A partir de meados da década de 1990, no entanto, vários estados americanos têm agido para tornar a ultrassonografia parte obrigatória do serviço de aborto, em uma tentativa de mostrar às mulheres a humanidade do feto e dissuadi-las de realizarem aborto.
  2. Cf. How Obamacare Funds the Nation's Largest Abortion Provider, The Daily Signal, September 29, 2014.

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União Europeia quer mães britânicas fora de casa

Ideólogos estão preocupados porque porcentagem de mães britânicas em casa é o dobro da média da União Europeia. A solução seria prover creches financiadas pelo Estado.

O Conselho Europeu, com sede em Bruxelas, órgão composto pelos chefes de governo da União Europeia e que determina a agenda política da organização, fez uma crítica às mães britânicas por quererem ficar em casa para cuidar de seus filhos.

Um relatório do Conselho aponta que "a porcentagem de mulheres britânicas inativas ou em trabalho a tempo parcial por conta de responsabilidades pessoais e familiares (12,5%) foi quase o dobro maior que a média da União Europeia (6,3%) em 2013" e considera isso um "desafio social" que o governo britânico deve se empenhar para eliminar, provendo mais creches financiadas pelo Estado.

O relatório também critica o fato de que haja mais mulheres que homens trabalhando a tempo parcial. "A diferença na parcela de trabalho a tempo parcial entre mulheres (42,6%, em 2013) e homens (13,2%, em 2013) é uma das maiores da União Europeia", diz o documento.

Às recomendações do Conselho se seguiram respostas indignadas dos britânicos, que dizem que o Estado não deve interferir na opção de mães que escolhem ficar em casa. "São as famílias britânicas que devem decidir como lidar com a educação dos seus filhos, sem coação do governo britânico ou de burocratas europeus. Essa é apenas mais uma tática de bullying para fazer com que as mães abandonem seus filhos pequenos em casa", disse Laura Perrins, do grupo Mothers at Home Matter ["Mães em casa são importantes"], a The Telegraph.

Em outro artigo publicado no jornal inglês, Perrins critica o feminismo moderno, que "ignora a maternidade e está focado apenas no mercado de trabalho". "Esse é o meu problema com o feminismo moderno", escreve. "Ele está apenas preocupado com a igualdade de 'planilha', como com quantas mulheres são executivas, bancárias ou comerciantes. Se você não está trabalhando fora, simplesmente não conta". A articulista considera que, "se quiser ser uma verdadeira irmandade, o feminismo deve aceitar e respeitar a escolha de uma mulher de permanecer em casa e cuidar de sua família".

Ela também responde à afirmação de que mulheres que ficam em casa estão "desperdiçando o seu potencial". "Educar a próxima geração de cidadãos é uma contribuição crucial não apenas para a família, considerada individualmente, mas para a sociedade como um todo", diz. "Pode não ser glamouroso e, acredite-me, pode ser entediante às vezes, mas é algo que conta. Todas as pequenas coisas que uma mãe ensina ao seu filho todo o dia, todos os dias: isso conta".

Para Perrins, está muito claro que a responsabilidade pela educação das crianças não pode ser transferida abusivamente para o Estado. "A criação, educação e transmissão de valores morais e culturais para as próximas gerações é um papel desafiador e importante – diz ela – e não é algo que possa ser cumprido eficazmente em creches comunitárias".

A mãe e articulista britânica também pede uma mudança de mentalidade. "A maternidade só será uma barreira para a igualdade se a sociedade escolher assim e definir que são apenas os esforços no trabalho assalariado que 'importam'". Trata-se, como diz o escritor G. K. Chesterton (também ele britânico), da "estranha ideia de que as mulheres são livres quando servem os seus empregadores, mas escravas quando ajudam os seus maridos".

Perris conclui rebatendo as acusações de que o trabalho doméstico tornaria as mulheres desiguais. "Se criar a próxima geração de cidadãos é visto como algo sem sentido ou inferior ao trabalho fora de casa, que seja: as donas de casa são 'menos iguais'", afirma. "Mas essa é a opinião dos políticos e das feministas, não a contribuição da mãe. Para os seus filhos e a sua própria família, ela é inestimável".

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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Bispos e sacerdotes realizam “exorcismo magno” no México

Cerimônia inédita foi realizada para frear o avanço do aborto, da violência e do satanismo, que “provocaram uma grande infestação satânica em todo o México”.

Um evento sem precedentes teve lugar na cidade de San Luís Potosí, região central do México, quando um grupo de bispos realizou um "exorcismo magno" sobre todo o país.

O rito foi realizado no dia 20 de maio, a portas fechadas, na catedral metropolitana da cidade. Contou com a presença de dois bispos: o arcebispo emérito de Guadalajara, cardeal Juan Sandoval Íñiguez, e o arcebispo de San Luís Potosí, monsenhor Carlos Cabrero. Também participaram da celebração o padre José Antonio Fortea, famoso demonologista espanhol, bem como inúmeros sacerdotes exorcistas vindos de diversas dioceses mexicanas.

O exorcismo foi realizado para conter o avanço do aborto e da violência ligada ao tráfico de drogas, e também para frear práticas como o satanismo e o culto pagão à "santa morte", as quais – segundo explica o pe. Fortea – "provocaram uma grande infestação satânica em todo o México".

Monsenhor Cabrero explicou que o caráter reservado da cerimônia se deve a que "logo aparecem os mórbidos e as más interpretações" e assinalou que "o que se quer buscar é o bem, antes de tudo". Ele também disse que, nesta oração, "se pede, por exemplo, pelas questões do divórcio e do aborto, e que muitas vezes são favorecidas por leis desumanas, que vão contra a própria natureza".

O cardeal Íñiguez assegurou a importância de que as pessoas tomem consciência "da situação tão grave que vivemos no México, que tem uma raiz muito profunda e para além da maldade humana, que é o demônio, o qual está muito conectado com a morte, sendo o homicida desde o princípio". Ele manifestou o desejo de que ritos como esses "se multipliquem" ao redor do mundo.

Em entrevista exclusiva a ACI Prensa, o padre Fortea recordou que essa é a primeira vez que "exorcistas vindos de distintos lugares se reúnem para exorcizar os poderes das trevas não de uma pessoa, mas de todo um país". Na Idade Média, São Francisco de Assis expulsou os demônios da cidade de Arezzo [1], mas isso aconteceu de forma privada. "Deste modo ritual, belo, cheio de cerimônias, nunca antes isso teve lugar em nenhuma parte do mundo."

Perguntado se os demônios podem ser expulsos de um país, o exorcista explicou que, "na medida em que um país aumenta desmedidamente o pecado, nessa medida a ação tentadora dos demônios acontece mais facilmente". "Na medida em que em uma nação se realizem mais atos de bruxaria e mais satanismo, nessa mesma medida acontecerão mais fatos extraordinários provindos desses poderes das trevas."

Ele afirmou que não se deve esperar "nenhum fenômeno extraordinário" como efeito do exorcismo. "Seria um erro pensar que, por realizar um grande exorcismo para toda a nação, tudo já mudará automaticamente", disse. "Se, porém, com o poder recebido de Cristo, afastamos os demônios de uma nação, certamente isso repercutirá positivamente".

Questionado se uma cerimônia dessas poderia se repetir em outros lugares do mundo, o pe. Fortea respondeu que "seria muito desejável". "Temos que ter fé em que Deus entregou um poder aos Apóstolos e que podemos usar esse poder", afirmou. "Satanás ronda, como leão a rugir, procurando a quem devorar, e os pastores podem afastar o depredador da vítima".

Não é a primeira vez que se vê uma notícia relacionando o México à ação direta do mal. Em 2013, depois de uma audiência na Praça de São Pedro, o Papa Francisco impôs as mãos sobre um peregrino mexicano, chamado Ángel, e as cenas da oração do Santo Padre correram o mundo:

Um dia após o ocorrido, o padre Gabriele Amorth conversou com o rapaz e disse não ter dúvidas de que estava possuído. O estado de Ángel, porém, recebeu o diagnóstico especial de "possessão com mensagem". Segundo o pe. Amorth, ele "foi eleito pelo Senhor para mandar uma mensagem ao clero mexicano e dizer aos bispos que têm que fazer um ato de reparação pela horrenda lei do aborto aprovada na Cidade do México em 2007 e que supõe um ultraje à Virgem." O exorcista italiano também avisou que, enquanto os prelados não realizassem o ato de reparação, Ángel não seria liberto da ação demoníaca.

Considerando que os males morais que têm afligido o México são os mesmos que tomam conta da América Latina e rondam o resto do mundo, não nos resta senão implorar a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe sobre toda a humanidade, para que os seus súditos angélicos "persigam os demônios, combatendo-os por toda a parte, reprimindo-lhes a insolência e lançando-os no abismo". Que a "Augusta Rainha dos céus" não demore a "esmagar a cabeça de Satanás".

Com informações de ACI Prensa | Por Equipe CNP

Referências

  1. Cf. Tomás de Celano, Segunda Vida de São Francisco de Assis, 74 (FF, 695); São Boaventura, Legenda Maior, VI, 9 (FF, 1114).

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Jamais tocar no nome de Deus

“Jamais tocar no nome de Deus” parece ser o novo mandamento da modernidade. Nenhuma ideologia, porém, pode cancelar a sede de Deus do coração humano.

Quando Pio XII denunciou o desprezo da humanidade por Cristo, em 1952, a Segunda Guerra Mundial já havia acabado.

No conflito bélico que durou de 1939 a 1945, guerrearam entre si duas grandes ideologias anticristãs: o nazismo, do lado do Eixo, e o socialismo, entre os Aliados. A primeira havia sido denunciada pela encíclica do Papa Pio XI, Mit Brennender Sörge ("Com ardente preocupação"); a segunda foi um dos sistemas mais reprovados pelo Magistério na história da Igreja – de todos os Papas do século XX, só João Paulo I não condenou o comunismo ateu, e só não o fez porque não teve tempo.

Da ideologia de Adolf Hitler, restaram tão somente cinzas. Felizmente, o aparelho político que condenou milhares de judeus ao extermínio veio abaixo – e com a ajuda de todo o Ocidente. O socialismo, porém, até por estar do lado vitorioso, não só não foi destruído, como experimentou seus "anos de glória". No auge da Guerra Fria, o sistema soviético alcançou a simpatia de muitos facínoras sedentos pelo poder, penetrando violentamente em vários lugares do mundo.

No decorrer do tempo, todavia, especialmente com Antônio Gramsci e a influência da Escola de Frankfurt, os comunistas substituíram a iniciativa da revolução armada pela infiltração cultural. Os ideólogos marxistas não falavam mais de profanar igrejas, assassinar sacerdotes ou aprisionar religiosos – embora em várias partes do mundo eles continuassem a fazê-lo, sem remorsos. O seu novo plano era mais discreto: destruir a religião cristã por dentro, minar as próprias bases da sociedade, implantando a revolução de modo gradual e até imperceptível, se possível fosse.

Hoje, 70 anos depois do fim da Grande Guerra, é possível dizer que, no que diz respeito à religião – a qual os comunistas sempre reputaram como "o ópio do povo" –, o seu intento foi largamente alcançado. Se eles não conseguiram, é verdade, extinguir dos corações humanos o pensamento de Cristo, deram um passo que já é muito de se lamentar – banir a menção de Deus da vida pública. As pessoas continuam pensando n'Ele, no eterno e no transcendente, mas não podem dizê-lo, sob pena de serem tachadas de intolerantes, atrasadas ou "desnecessárias". O mandamento que pede que não se tome o nome de Deus em vão foi transformado em outro: não tocar nunca no Seu nome, absolutamente.

Tome-se como exemplo a jovem estrela do futebol, Neymar. No último dia 6, ao comemorar o título da Champions League com a camisa do Barcelona, o craque brasileiro usou uma faixa na cabeça, com a inscrição "100% Jesus". Essa simples e inofensiva referência ao nome de Cristo teria sido motivo de escândalo mundo afora. No Brasil, um jornalista considerou o gesto de Neymar "desnecessário"; outro escreveu que seria melhor que "certas intimidades fossem como deveriam ser, isto é, apenas íntimas".

Os dois comentários, vindos do mundo dos esportes, só confirmam a ideia que se enunciou acima. Neymar não pediu que ninguém se convertesse à fé cristã, nem fez algum discurso eloquente em defesa de Cristo. Seu único crime foi estampar o nome de Jesus em sua cabeça.

A acusação que pesa sobre o jogador é de "proselitismo religioso". "Internautas tacharam a mensagem de 'ridícula' e criticaram a tentativa do brasileiro de 'impor' sua religião aos outros", diz a notícia. De que modo Neymar estaria impondo o cristianismo aos outros, é coisa que os veículos de comunicação não explicam. Talvez o jogador devesse ser um pouco mais comedido em sua comemoração. Ao invés de "100% Jesus", uma faixa mais larga com "50% Jesus", dando a outra metade para Baal, Buda ou Zoroastro; quem sabe, uma com alguma mensagem mais palatável ao crivo dos ateus, como "Deus está morto", ou com uma inscrição exaltando Maomé – que, certamente, passaria ilesa pela crítica jornalística.

Seja como for, o problema aqui é com uma religião específica: o cristianismo. Não se suportam nem crucifixos nos tribunais, nem educação confessional nas escolas, nem menção a Cristo nos estádios de futebol. Vai-se configurando, entre os próprios cristãos, o que o Papa João Paulo II chamou de uma "apostasia silenciosa" [1], em que as pessoas já não são mais capazes de anunciar a boa nova do Evangelho, seja porque sequer acreditam que esta seja uma "boa nova", seja porque não a veem mais como algo "verdadeiro".

De fato, se os cristãos realmente acreditassem em Cristo, não ficariam calados; se verdadeiramente compreendessem a mensagem de salvação que porta o Evangelho, não a guardariam para si; se entendessem o impacto da vida eterna, não permaneceriam em silêncio. Seria, na verdade, uma tremenda falta de caridade, que, preenchidos com a felicidade divina – que nenhuma criatura pode oferecer ao homem –, eles fechassem a boca e não anunciassem Cristo ao mundo.

Por isso, a religião cristã é essencialmente pública, porque a verdade não se pode encerrar num cubículo, assim como "não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, nem se acender uma luz para colocá-la debaixo do alqueire" (Mt 5, 14-15). O ser humano só pode ser plenamente saciado por Deus, e inquieto está enquanto não repousa n'Ele [2]. Ainda que queiram abolir o Seu santíssimo nome das cabeças dos atletas ou das paredes dos prédios, ele está inscrito no mais íntimo do coração humano e, daí, jamais – por nenhuma força humana ou angélica – poderá ser apagado.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Exortação Apostólica Ecclesia in Europa (28 de junho de 2003), n. 9.
  2. Santo Agostinho, Confissões, I, 1.

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Documentário expõe farsa do gênero na Noruega

Programa de TV denuncia falsidade da teoria e obriga Conselho Nórdico de Ministros a cortar fundos para as pesquisas de gênero.

Um golpe devastador para a "Ideologia de Gênero": o Conselho Nórdico de Ministros – uma organização de cooperação interparlamentar entre Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia – decidiu cortar fundos para o Instituto Nórdico de Gênero (NIKK, na sigla sueca). As pesquisas conduzidas pelo NIKK lançaram as bases para as políticas sociais e educacionais que, a partir dos anos 1970, transformaram os países nórdicos nas sociedades com a maior "igualdade de gênero" do mundo.

A decisão foi tomada depois que um documentário norueguês, chamado Hjernevask ("Lavagem Cerebral", em português) expôs a farsa das pesquisas de gênero, em 2010. O sociólogo e humorista Harald Eia estava intrigado com o fato de que, não obstante os constantes esforços de engenharia social para remover os chamados "estereótipos de gênero", mulheres continuavam a optar por profissões tipicamente femininas e homens continuavam atraídos por carreiras masculinas. De fato, ao invés de as políticas de gênero reverterem esse quadro, as diferenças só se tinham acentuado ainda mais.

Então, ele se dirigiu à Universidade de Oslo para entrevistar nomes como Cathrine Egeland e Jørgen Lorentzen, ambos "especialistas" do Instituto Nórdico de Gênero. Depois, levou as suas respostas a outros renomados cientistas ao redor do mundo – principalmente nos Estados Unidos e no Reino Unido –, pedindo a eles que comentassem as descobertas de seus colegas noruegueses. Como era de se esperar, as teses provocaram risos e incredulidade na comunidade científica internacional – especialmente porque seus estudos eram baseados em mera teoria, sem base em qualquer pesquisa empírica. Harald filmou as suas reações, voltou à Noruega e mostrou tudo aos pesquisadores do NIKK. Confrontados com a verdade científica, os estudiosos ficaram atônitos, absolutamente incapazes de defender a sua teoria.

Harald Eia conversa com Jørgen Lorentzen, do NIKK

A farsa do gênero foi exposta ao ridículo na TV e na Internet, quando o programa em inglês, sob o nome Brainwash, ganhou fama no mundo inteiro. Os cidadãos da Noruega começaram a se perguntar por que era necessário um investimento tão alto – e com dinheiro dos contribuintes – para uma ideologia sem nenhum crédito científico.

Como consequência, o Conselho Nórdico de Ministros cortou mais da metade dos fundos que eram gastos com as pesquisas de gênero, ainda no ano de 2011. Foi determinado também que apenas dois membros permanentes da equipe poderiam receber investimentos do Conselho. O NIKK chegou a ser dissolvido, migrando para a Suécia, onde passou a chamar-se "Informação Nórdica sobre Gênero".

Ainda que os estudiosos e pessoas ligadas à promoção da Gender Theory neguem, o documentário norueguês desempenhou um papel importante no corte de fundos para o NIKK. Em 2010, foram travados vários debates públicos na Noruega, mencionando a influência do programa Brainwash. O político Henning Warloe, do partido conservador norueguês Høyre, chega a afirmar que "as escolas da Noruega hoje têm falhado, não levando em conta as grandes diferenças biológicas existentes entre homens e mulheres, como as pesquisas têm comprovado".

O primeiro episódio da série apresentada por Harald Eia é bem conhecida e fala justamente sobre o paradoxo da igualdade de gênero. Quem ainda não viu, pode assistir abaixo, com legendas em português:

A Noruega já entendeu a mentira por trás da Teoria de Gênero. Que não demore muito para que o Brasil e o resto do mundo abram os olhos.

Com informações de C-Fam | Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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Nota Pastoral sobre o risco da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação

"Não fomos chamados à indiferença ante os problemas que nos afligem, mas, sim, a ser sal da terra e luz do mundo, pois tudo o que, de algum modo, diz respeito ao homem de hoje, interessa à Igreja"

Prezados sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, fiéis cristãos leigos em geral e demais pessoas de boa vontade da nossa Diocese de Frederico Westphalen (RS), dirijo-lhes esta Nota Pastoral para expor um assunto da máxima importância nos nossos dias: a tentativa de implantação da perigosa, mas pouco conhecida, "ideologia de gênero" no Plano Municipal de Educação (PME) de nossos municípios.

Desejo, portanto, caríssimos irmãos, expor, em três pontos, uma breve orientação a fim de que cada um em seus meios lembre-se de que não fomos chamados à indiferença ante os problemas que nos afligem, mas, sim, a ser sal da terra e luz do mundo (cf. Mt 5, 13-14), pois tudo o que, de algum modo, diz respeito ao homem de hoje, interessa à Igreja (cf. Gaudium et Spes, n. 1).

1. Ideologia de gênero: em síntese, que é?

Para levar aos queridos diocesanos uma explanação segura sobre a ideologia de gênero, divido a exposição em dois breves tópicos, ou seja, o aspecto antropológico no qual se funda a doutrina do gender e o aspecto teológico, aquele que mostra o quanto essa ideologia é malévola e contrárias aos planos de Deus.

a) A face antropológica

O termo gênero (ou gender), que começou a ser difundido nas décadas de 1960 e 1970, visa revolucionar a antropologia apregoando que o sexo masculino ou feminino dado pela Biologia não tem valor, pois o que vale é a construção da identidade sexual psicológica dada pelas culturas nas diversas fases da história.

Assim, ser homem ou mulher não é característica inata, mas mero procedimento aprendido na família e na escola de cada nação, de modo que o homem poderia escolher ser mulher e vice-versa. Mais: decorre dessa ideologia tão denunciada por estudiosos de renome que "o mesmo indivíduo pode optar indiferentemente pelo heterossexualismo, pelo homossexualismo, pelo lesbianismo ou até pelo transexualismo. Não haveria, na origem de cada ser humano, um menino ou uma menina, mas um indivíduo" [1].

Esse indivíduo escolheria – contra a Biologia – aquilo que deseja ser. No entanto, se a natureza biológica conhece somente o homem e a mulher, a ideologia de gênero apregoa que alguém pode ser homem, mulher ou neutro (nem um nem outro). Afinal, seria a sociedade com seus estereótipos que atribuiria a cada indivíduo suas funções, passando por cima das características fisiológicas de cada um.

Em suma, ninguém nasceria masculino ou feminino, mas apenas indivíduos que podem tornar-se masculinos, femininos ou neutros de acordo com a cultura de seu tempo ou com a educação recebida na escola ou em casa.

Aqui se entende a razão pela qual os ideólogos de gênero se interessam por se imporem nos planos de ensino, seja em nível nacional, estadual ou municipal: como sabem que as famílias, via de regra, abominam espontaneamente uma doutrina tão contrária à natureza, partem para a instrução artificial das crianças a fim de que elas, depois de bem doutrinadas pela ideologia de gênero, instruam seus pais e amigos... Seria o fim da família e do próprio ser humano reduzido à condição de mero peão em um sórdido jogo de xadrez [2].

b) O aspecto teológico

No aspecto teológico, a ideologia de gênero é uma afronta ao projeto de Deus para a humanidade. É a criatura tentando tomar o lugar do Criador e recriar o ser humano com o sopro revolucionário mundano a fim de apagar nele, se possível fosse, o sopro divino insuflado na sua criação, conforme a linguagem bíblica de Gênesis 2,7.

Em seu discurso de 21 de dezembro de 2012 à Cúria Romana, o Papa Bento XVI já lançava, corroborando com o que dissemos acima, uma ampla advertência quanto ao uso do "termo 'gênero' como nova filosofia da sexualidade". Dizia ele que "o homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria. De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: 'Ele os criou homem e mulher' (Gn 1, 27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza".

O Papa Bento abordou a ideologia de gênero outra vez, quase um mês mais tarde, em 19 de janeiro de 2013, dizendo que "os Pastores da Igreja – a qual é 'coluna e sustentáculo da verdade' (1 Tm 3, 15) – têm o dever de alertar contra estas derivas tanto os fiéis católicos como qualquer pessoa de boa vontade e de razão reta". Isso é o que, na condição de Bispo desta Diocese de Frederico Westphalen, faço com esta Nota Pastoral no cumprimento de um grave dever de consciência, diante de Deus, da Igreja e da sociedade em geral.

Também o Papa Francisco, na Audiência Geral de 15 de abril último, disse algo muito importante e pontual sobre o tema que estamos tratando. Falava ele: "Pergunto-me, por exemplo, se a chamada teoria do gênero não é expressão de uma frustração e resignação, com a finalidade de cancelar a diferença sexual por não saber mais como lidar com ela. Neste caso, corremos o risco de retroceder".

"A eliminação da diferença, com efeito, é um problema, não uma solução. Para resolver seus problemas de relação, o homem e a mulher devem dialogar mais, escutando-se, conhecendo-se e amando-se mais".

Em suma, tentar distorcer os planos divinos nunca leva o ser humano à maior felicidade; ao contrário, o conduz a não poucos e nem pequenos desatinos, conforme os que vemos hoje em quaisquer noticiários, frutos amargos da rejeição de Deus em seus santos desígnios de amor para conosco.

2. O direito e o dever do católico se manifestar

É certo que ao tomarem conhecimento desta Nota Pastoral, alguns poderão repetir um velho chavão muito usado quando lhes convém. É o seguinte: no Estado laico não há lugar para a fala da Igreja ou dos fiéis católicos. Ora, a esse pensamento seletista e excludente – que não é laico, mas laicista ou perseguidor da religião – o Compêndio da Doutrina Social da Igreja responde, em seu n. 572:

"O princípio da laicidade comporta o respeito de toda confissão religiosa por parte do Estado, 'que assegura o livre exercício das atividades cultuais, espirituais, culturais e caritativas das comunidades dos crentes. Numa sociedade pluralista, a laicidade é um lugar de comunicação entre as diferentes tradições espirituais e a nação' [3]".

"Infelizmente permanecem ainda, inclusive nas sociedades democráticas, expressões de laicismo intolerante, que hostilizam qualquer forma de relevância política e cultural da fé, procurando desqualificar o empenho social e político dos cristãos, porque se reconhecem nas verdades ensinadas pela Igreja e obedecem ao dever moral de ser coerentes com a própria consciência; chega-se também e mais radicalmente a negar a própria ética natural."

"Esta negação, que prospecta uma condição de anarquia moral cuja consequência é a prepotência do mais forte sobre o mais fraco, não pode ser acolhida por nenhuma forma legítima de pluralismo, porque mina as próprias bases da convivência humana. À luz deste estado de coisas, 'a marginalização do Cristianismo não poderia ajudar ao projeto de uma sociedade futura e à concórdia entre os povos; seria, pelo contrário, uma ameaça para os próprios fundamentos espirituais e culturais da civilização'" [4].

Portanto, argumentar que o Estado sendo laico não pode acolher a opinião das pessoas de fé e de boa vontade, é defender o laicismo mais agressivo e intolerante para com milhões de cidadãos consideradas por esses argumentadores como pessoas de segunda classe: serviriam para eleger seus representantes, mas não poderiam cobrar deles uma educação capaz de levar em conta a lei natural moral em um tempo no qual nossas crianças e adolescentes mais precisam de retas e sadias orientações.

3. Conclamação aos fiéis católicos e pessoas de boa vontade

Desejo, pois, com esta Nota Pastoral, conclamar a todos para, de modo respeitoso, mas firme, se oporem, à ideologia de gênero – tão contrária aos planos de Deus – a ameaçar as crianças e adolescentes de nossas escolas.

A Igreja não está e nem se posiciona contra as pessoas, mas tem o dever grave de orientar a todos sobre os riscos e perigos que afetam o ser humano, como filhos e filhas de Deus.

Cabe aos fiéis católicos, aos cristãos em geral e às pessoas de boa vontade alertar os parentes, amigos, vizinhos etc. a respeito dessa malévola doutrina exposta no item 1 desta Nota para que as muitas vozes contrárias à inserção da ideologia de gênero sejam ouvidas pelos ilustres representantes do povo e, consequentemente, excluída do PME (Plano Municipal de Educação) de nossos municípios.

Abençoo a todos com suas famílias desejando que São José, defensor da Sagrada Família de Nazaré, interceda por todos nós hoje e sempre.

Frederico Westphalen, 01 de junho de 2015.

+Antônio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen

Fonte: Encontro com o Bispo

Referências

  1. D. Estevão Bettencourt, OSB. Pergunte e Responderemos n. 519, setembro de 2005, p. 392.
  2. Jorge Scala. Ideologia de gênero: o neototalitarismo e a morte da família, Katechesis/Artpress, 2011.
  3. JOÃO PAULO II, Discurso ao Corpo Diplomático (12 de Janeiro de 2004), 3: L'Osservatore Romano, ed. em Português, 17 de Janeiro de 2004, p. 7.
  4. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Nota Doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política (24 de Novembro de 2002), 6: Libreria Editrice Vaticana, Cidade do Vaticano 2002, p. 15.