Desde a sua morte, em 1964, o Pe. Reginald Garrigou-Lagrange, da Ordem dos Pregadores (O.P.), tem sido um dos teólogos mais conceituados e, ao mesmo tempo, um dos mais controversos [do nosso tempo]. Garrigou tornou-se uma zona de conflito em particular na guerra entre tradicionalistas e progressistas que tem assolado a Igreja pós-conciliar. Nos círculos acadêmicos, Garrigou figura como exemplo de uma teologia pré-conciliar que estava obsoleta no campo especulativo, rígida em matéria de doutrina, e que usava o poder vaticano para dominar e oprimir seus inimigos. De muitas formas, estas foram as mesmas preocupações que impulsionaram o aggiornamento durante e após o Concílio Vaticano II. Portanto, não surpreende ouvir o Bispo Robert Barron afirmar (aqui e de novo aqui) que “o tomismo de Garrigou-Lagrange foi derrotado no Vaticano II”.

No entanto, a influência teológica do chamado “monstro sagrado do tomismo” (um epíteto cunhado por François Mauriac, que certamente refletia ao menos alguns dos sentimentos dos teólogos da Nouvelle Théologie) tem ressurgido ultimamente, e não só entre os tradicionalistas, com os quais ele é frequentemente associado. Alguns anos atrás, David Bentley Hart já lamentava o crescimento:

[d]esses manualistas neo-paleo-neo-tomistas, de persuasão barroca, com que nos deparamos cada vez mais, reunidos nos cantos mais obscuros das cafeterias, envoltos de velas em garrafas de vinho, vestidos com boina e uma alta gola preta, bebendo café expresso, fumando Gauloises, se remexendo ao som de um jazz, [e] tecendo elogios ditirâmbicos àquele homem absolutamente ultrapassado, totalmente maluco… com um complexo de patriarca angélico [chamado] Garrigou-Lagrange [to that absolutely gone, totally wild, starry-bright and vision-wracked, mad angelic daddy-cat Garrigou-Lagrange].

A razão para o aumento do interesse em Garrigou, tanto entre os simples católicos quanto entre os teólogos da academia, parece clara: o dominicano foi injustamente difamado, condenado por seus inimigos a desempenhar o papel de Fantasma do Passado da Igreja [i]. Todavia, aqueles que passam algum tempo com ele, lendo as várias obras de seu extenso corpus, rapidamente desmascaram esse mito.

Isso não significa, é claro, que não havia uma teologia rígida antes do Concílio. Mas Garrigou não escreveu os tão odiados manuais de teologia [ii]. [Vários livros seus, a propósito, foram traduzidos para a língua portuguesa e publicados recentemente por editoras brasileiras, como a Cultor de Livros e a Ecclesiae.] Ao longo de suas obras, encontramos referências às sinfonias que o dominicano mais apreciava, anedotas de sua vida, e não é raro encontrar até piadas entre suas reflexões.

Esse estilo, tão distante da rigidez dos manuais (embora estes fossem concebidos como instrumentos e não como obras contemplativas), parece refletir Garrigou como homem e como professor. Comentando sua experiência de ter o dominicano como professor, o Pe. Jose de Torre disse que ele tinha “um dom profético de comunicação eficaz e provocadora… Em sala de aula, os gestos, as modulações, as expressões faciais, a utilização do quadro, a jovialidade e o humor espirituoso de Garrigou, etc., eram verdadeiramente magistrais” [iii]. Richard Peddicord, o biógrafo do teólogo, baseando-se num outro aluno dele (P. M. Emonet), recorda que:

Emonet também relata que Garrigou tinha um dom para a comédia e que raramente deixava passar uma aula sem pelo menos um ou dois momentos de gargalhadas. Para tanto, Garrigou “era auxiliado… por seus pequenos olhos cheios de risos e travessuras, seu corpo em constante movimento, sua cabeça praticamente careca, e seu rosto capaz de simular horror, raiva, ironia, indignação e admiração” [iv].

Especialmente quando Garrigou envelheceu, sua reputação de “incendiário” foi encoberta por uma certa tranquilidade. Emonet diz:

Com o passar dos anos, ele se acalmou bastante, sem perder nem o apego racional às posições escolhidas, nem sua oposição ao ecletismo, que embota as pontas afiadas do pensamento. Ele também permaneceu ciente dos erros do racionalismo, do agnosticismo, do modernismo, do neomodernismo, e de outros, enquanto crescia progressivamente em serenidade. Ele comunicava o prazer e o amor pela verdade que vivia [v].

Até mesmo os teólogos da Nouvelle Théologie — supostamente inimigos de Garrigou — costumavam surpreender-se com sua combinação de talento intelectual e sabedoria espiritual. Yves Congar, O.P., disse: “Ele muito me impressionava por sua compreensão profunda da vida espiritual, mas sobretudo por seu forte senso de afirmação” [vi]. Além disso: “Ele causou um grande impacto em mim. Alguns de seus sermões me entusiasmaram e impressionaram por sua clareza, rigor, plenitude, pureza de forma, e por seu espírito de fé aliado a um incrível rigor intelectual” [vii].

Embora seja verdade que o Pe. Garrigou se dedicou a proteger a teologia católica ortodoxa e a tradição tomista:

Aqueles que conheceram Garrigou falam de sua busca obstinada pela verdade. Ele não cultivava uma animosidade pessoal contra ninguém. Tampouco praticava assassinato de caráter ou tentava difamar seus adversários de discussão. Em vão se procura por algum argumento ad hominem nas numerosas publicações de Garrigou [viii].

O zelo de Garrigou pela verdade fê-lo discordar de muitos amigos e confrades seus, mas não por maldade, o que se vê em seu relacionamento com Jacques Maritain. Amigos próximos a princípio, os dois se afastaram por divergências políticas, sustentando posições diferentes de ordem especulativa e prática quanto à política na França. Mesmo assim, Maritain conservou um grande respeito e admiração pelo dominicano. Após a morte deste, precedida por uma longa luta contra problemas de saúde, Maritain escreveu em seu diário:

Esse grande teólogo, pouco versado nas coisas do mundo, tinha um coração admiravelmente sincero, que Deus finalmente purificou através de uma longa e muito dolorosa provação física, uma cruz de completa aniquilação, que — de acordo com o testemunho do fiel amigo que o assistiu em seus últimos dias — ele esperava e aceitara antecipadamente. Agora eu rezo a ele, assim como aos santos do céu [ix].

Foi, talvez, essa devoção à vida espiritual o leitmotiv do trabalho de Garrigou, e a dádiva mais importante deixada por ele à Igreja. Hans Urs von Balthasar, outro teólogo da Nouvelle Théologie com o qual o Padre Garrigou é constantemente contrastado, elogia sua teologia espiritual:

O exemplo de Garrigou-Lagrange pode muito bem ser seguido em sua combinação entre a teologia de Tomás e a experiência mística de João da Cruz, analisando cuidadosamente as duas do ponto de vista teológico, fazendo com que se elucidem e completem mutuamente. Quer concordemos ou não com todas as suas conclusões, sua iniciativa e método certamente devem ser elogiados [x].

Garrigou é reconhecido por seu projeto de unir a ciência escolástica e especulativa da sacra doctrina com a sabedoria espiritual dos santos. Por essa razão, ele recebeu a primeira cátedra de teologia espiritual na história da Igreja Católica Romana. Como observa Peddicord, as palestras de Garrigou sobre teologia espiritual no Angelicum “atraíam pessoas de todas as partes; elas se tornaram um dos pontos turísticos não oficiais nos itinerários dos visitantes de mentalidade teológica de Roma” [xi]. Embora estivesse com a saúde muito debilitada para contribuir diretamente com o Concílio Vaticano II, em suas palestras e em suas várias obras sobre teologia espiritual, Garrigou antecipou e influenciou a direção que a Igreja tomaria após a sua morte.

Hoje, por causa do Concílio, a aceitação do chamado universal à santidade é tão difundida que está praticamente relegada ao subconsciente dos católicos de todas as variedades teológicas e litúrgicas. No entanto, isso ofusca em grande parte uma importante disputa pré-conciliar sobre a extensão do chamado à santidade. Hoje em dia, todos reconhecem que, como ensina a Lumen Gentium, “os cristãos de qualquer estado ou ordem são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade” (n. 40).

Contudo, na academia teológica pré-conciliar, isso ainda era contestado por alguns. Quando o colega de Garrigou, o Pe. Juan Arintero, O.P., começou a argumentar que todos os homens são chamados à contemplação mística de Deus através da graça infusa, o teólogo francês Albert Farges respondeu: “Por que razões tantas almas param nos caminhos do misticismo? [...] Sem dúvida alguma, a principal [razão] é que Deus, senhor de seus próprios dons, não os chama para mais alto” [xii]. Farges sustentava uma visão comum da era pré-conciliar, segundo a qual haveria dois grupos dentro da Igreja peregrina: aqueles que são chamados a uma vida de trabalho extraordinário e oração contemplativa (quase todos os ordenados ou religiosos), e aqueles que são chamados a uma vida espiritual marcada principalmente pela simples obediência às leis da Igreja e da fé (quase todos os leigos) — e a estes, Deus “não os chama para mais alto”. Esse é o ponto no qual geralmente reinam as polêmicas e os exageros sobre o período pré-conciliar. Mas essa opinião, que hoje nos soa inadequada, não era a única, embora existisse realmente.

No seio da Igreja também havia vozes que argumentavam contra a posição de Farges, e os que mais perturbaram essa tradição “de duas camadas” [two-tier] [xiii] foram Arintero e Garrigou. Para esses dominicanos franceses, não havia contemplação adquirida ou sem a graça, nem era possível que o fim da graça santificante fosse menor para alguns do que para outros. O Padre Garrigou-Lagrange costumava dizer em suas obras que a graça santificante, e especialmente a virtude teologal da caridade, é a semente da vida eterna, ou seja, o Céu já iniciado em nós. A razão pela qual o frade podia dizer que o cristão peregrino, mesmo como viandante, já possui o gérmen da visão beatífica, era o que ele sustentava com Santo Tomás de Aquino, a saber: o fim sobrenatural do homem é o próprio Deus, ou seja, “uma participação na natureza divina” (STh I-II 112, 1c.). De uma forma real, e não meramente figurativa ou poética, a Santíssima Trindade começa a viver dentro do cristão justificado e em estado de graça. Garrigou chama a isso “presença íntima”, que, “sendo quase experimental, atinge Deus, não como uma realidade distante e simplesmente representada, mas como uma realidade presente, possuída, e da qual podemos usufruir desde já” [xiv].

Se essa íntima presença de Deus, ou inabitação divina, é consequência da graça santificante e de seus efeitos, então ela diz respeito a todos os cristãos, uma vez que todos os cristãos são chamados à [recepção da] graça santificante. Portanto, esse conhecimento íntimo, e mesmo experimental, de Deus, “longe de ser algo de extraordinário em si mesmo, como as visões, revelações ou estigmas, está dentro da via normal da santidade” [xv]. Além disso, Garrigou advertia que: 

[Alguns] almejam apenas as virtudes comuns e não tendem à perfeição, que consideram muito elevada. [...] Não ultrapassam um certo nível de mediocridade que muitas vezes se deve, pelo menos em parte, à sua formação inicial imperfeita e a ideias inexatas sobre a união com Deus, à qual todo cristão pode e deve aspirar [xvi].
Os Padres do Concílio Vaticano II, reunidos na Basílica de São Pedro.

Ora, não é um dos principais objetivos do Concílio Vaticano II, autodenominado pastoral, justamente reformar as ideias imperfeitas a respeito da vida espiritual e inspirar um desejo mais forte de santidade em todos os cristãos? A Lumen Gentium nos lembra que, “nos vários gêneros e ocupações da vida, é sempre a mesma a santidade que é cultivada por aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus” (n. 41). Esse chamado universal à santidade está enraizado precisamente na teologia do Pe. Garrigou-Lagrange sobre a contemplação infusa e o fim singular da união mística, através do Espírito, à qual todos são chamados. Assim, parece-me que o tomismo de Garrigou, longe de ter sido derrotado no Vaticano II, obteve uma vitória decisiva. Como diz Peddicord, “a posição de Garrigou-Lagrange, embasada na tradição dominicana clássica e reforçada pela reflexão de Juan Arintero, O.P., acabou se tornando ensinamento oficial da Igreja” [xvii].

Essa primazia espiritual/mística também não é só uma parte do trabalho de Garrigou. Na verdade, ela serve como a estrela guia de todo o seu projeto teológico. Em todo o corpus de Garrigou, vemos a harmonia entre o estudo teológico e a oração, dois aspectos necessários da vida cristã que, infelizmente, com frequência são colocados em oposição. Para muitos na Igreja hoje em dia, a educação superior, o estudo contínuo de obras de teologia etc. são vistos, na melhor das hipóteses, como passatempos que provavelmente nos encherão de orgulho e obscurecerão uma vida simples de oração.

Muitos teólogos acadêmicos e estudantes amadores de teologia consideram a simplicidade de uma senhora idosa sem instrução, rezando seu terço no fundo da igreja, como ingenuidade e ignorância. Mas essa falsa dicotomia é exatamente o que o trabalho de Garrigou ajudou a derrubar na Igreja, não limitando a importância de uma ou da outra, teologia ou oração, mas exaltando a necessidade de ambas e o seu enriquecimento mútuo. Elevando-se sobre esses extremos, temos o modelo de harmonia proposto por Garrigou, sempre firmemente enraizado na teologia mística.

De fato, o Pe. Garrigou-Lagrange define a teologia mística como “a aplicação da teologia à direção das almas para uma união cada vez mais próxima com Deus” [xviii]. O que mais poderia descrever melhor a unidade entre teologia e santificação? Que outra ciência poderia ser mais elevada que esta? E quem mais escreveu tão extensa e sabiamente sobre esse assunto nos últimos 100 anos? A obra de Garrigou sintetiza os insights especulativos de Santo Agostinho e de Santo Tomás com a sabedoria mística de Santa Catarina de Sena, Santa Teresa d’Ávila e São João da Cruz. [Essa abordagem] não só não foi derrotada, como não pode sê-lo.

Podemos dizer, então, que o Pe. Garrigou-Lagrange reflete de forma excepcional a maior figura de sua Ordem, o Doutor Angélico, Santo Tomás de Aquino, que viveu uma vida dedicada ao estudo de Deus, tanto na teologia natural quanto na teologia sagrada, e cujo estudo foi, em última análise, um meio para a união mística com Deus. É célebre a afirmação do Aquinate segundo a qual toda a sua obra não passava de palha; mas não porque ela fosse falsa, e sim porque, embora verdadeira, não conseguia encapsular ou esgotar o objeto infinitamente sublime de seu estudo.

Detalhe de “O triunfo de S. Tomás”, por Benozzo Gozzoli.

Não é apenas a santidade de Santo Tomás de Aquino que faz dele o modelo para os teólogos, mas a santidade de sua ciência teológica, fonte da qual brotou seu entendimento da relação entre a teologia e o processo de santificação. E nós vemos em Garrigou-Lagrange um espelho notável desse hábito: um verdadeiro discípulo de seu mestre e da tradição teológica viva que se seguiu a Santo Tomás. Como tal, ousamos dizer que Garrigou-Lagrange poderá um dia ser lembrado não como o “monstro sagrado”, mas antes como o “mestre sagrado do tomismo”.

A recente onda de interesse acadêmico e não acadêmico por Garrigou mostra, creio eu, que sua influência está só começando. O que deveria ter sido um entusiasmo imediato por seu trabalho após a sua morte foi suspenso devido aos conflitos internos que eclodiram durante e após o Concílio. No entanto, à medida que a poeira se assenta, uma nova geração de católicos, livre dos desgostos pessoais daquela época, está vendo o que viram todos aqueles que encontraram Garrigou em vida: uma mente extraordinária e leal à Igreja, que desposou um amor ardente, até mesmo febril, por Deus.

O retorno a Garrigou significa a descoberta e o acolhimento de um estudo mais sério, substantivo e ortodoxo da revelação que  Deus nos fez de si mesmo. Todavia, diferentemente dos seguidores mais estagnados da teologia pré-conciliar (mais raros do que muitos querem que você acredite, mas que los hay, los hay), esta não será uma teologia só para retaliar os que estão no erro, ou para a nossa própria satisfação, tampouco uma teologia feita para si mesma. Em vez disso, nosso estudo de Deus será orientado a seu devido fim: nosso progresso espiritual rumo à união com Ele. Ou seja, será uma participação na própria obra de Deus, a elevação do esforço humano por entendimento e santidade ao Entendimento e à Perfeição. Essa elevação é a um só tempo gratuita e infinita, pois Deus (de alguma forma) faz com que a parte se torne o todo, e que o imperfeito se torne perfeito.

A contemplação do mistério da santificação e da deificação [do homem] irá sempre impelir à humildade ante um Deus que não tem absolutamente nada a ganhar de nós e que, ao mesmo tempo, derrama a si mesmo por nós. O mais importante, portanto, a respeito do Pe. Reginald Garrigou-Lagrange, assim como de seu mestre Santo Tomás, é que ele é um exemplo dessa teologia da humildade, sempre olhando para fora, em direção ao seu fim. Essa teologia pode entrar e sair de moda, mas nunca poderá tornar-se irrelevante, antiquada, ou ser realmente derrotada, pois sua fonte e o seu fim são a Vitória, o Ser e a própria Eternidade. No entanto, talvez agora, mais do que nunca, seja o momento de olhar para Garrigou, que nos ensina:

Quanto mais a teologia avança… mais ela se humilha ante a superioridade da fé que ela nunca deixa de evidenciar. A teologia é um comentário que sempre chama a atenção para a palavra de Deus sobre a qual ela comenta. A teologia, como o Batista, esquece-se de si mesma no clamor: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” [xix].

Notas

  1. Alusão ao “Fantasma dos Natais Passados” (Ghost of Christmas Past), personagem do livro “Uma Canção de Natal” (A Christmas Carol), do escritor britânico Charles Dickens. (N.T.)
  2. Aqui, no original, para provar o que está dizendo, o autor faz referência a dois livros do Pe. Garrigou-Lagrange, traduzidos para o inglês por Matthew Minerd e publicados recentemente em língua inglesa: “The Order of Things, um tratado sobre a causalidade final, escrito por Garrigou parcialmente como um diálogo entre os pré-socráticos, Platão e Aristóteles”; e The Sense of Mystery, onde “ele compara o mistério da predestinação com um poema do escritor francês Ernest Hello”. Nesta tradução, omitimos tais recomendações para fazer outras, de obras do dominicano vertidas para a nossa própria língua. (N.T.)
  3. Joseph M. de Torre, “My Personal Memories of Reginald Garrigou-Lagrange”, em: Jude Chua Soo Meng e Thomas Crean OP, Reginald Garrigou-Lagrange, OP: Teacher of Thomism, p. 10.
  4. Richard Peddicord, O.P., The Sacred Monster of Thomism: An Introduction to the Life and Legacy of Reginald Garrigou-Lagrange, O.P. (South Bend, IN: St. Augustine's Press, 2005), p. 19.
  5. Ibid., p. 18.
  6. Patrick Granfield, Theologians at Work (New York: Macmillian, 1967), p. 245.
  7. Yves Congar, Journal d’un théologien, 1946–1956, editado por Etienne Fouilloux (Paris: Cerf, 2000), p. 36.
  8. Richard Peddicord, op. cit., p. 51.
  9. Jacques Maritain, Notebooks, trad. Joseph W. Evans (Albany, NY: Magi Books, 1984), p. 169.
  10. Hans Urs von Balthasar, “Theology and Sanctity”, em: Explorations in Theology, I: The Word Made Flesh (São Francisco: Ignatius Press, 1989), p. 181-209.
  11. Richard Peddicord, op. cit., p. 16.
  12. Albert Farges, Les phénomènes mystiques distingués de leurs contrefaçons humaines et diaboliques (Paris: Librairie Saint-Paul, 1923), p. 275; cf. Richard Peddicord, op. cit., p. 189.
  13. Richard Peddicord, op. cit., pp. 184-185; 190.
  14. Reginald Garrigou-Lagrange, As três idades da vida interior, v. I. São Paulo: Cultor de Livros, 2021, p. 124.
  15. Ibid., p. 127. 
  16. Reginald Garrigou-Lagrange, Christian Perfection and Contemplation: According to St. Thomas Aquinas and St. John of the Cross, trad. Irmã M. Timothea Doyle, O.P. (St. Louis & London: B. Herder Book Co., 1937), p. 3.
  17. Richard Peddicord, op. cit., p. 181 (grifos do autor).
  18. Reginald Garrigou-Lagrange, Christian Perfection…, p. 23.
  19. Reginald Garrigou-Lagrange, Reality: A Synthesis of Thomistic Thought (St. Louis & London: B. Herder Book Co., 1950), cap. 6.

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