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Ela tomou uma pílula para abortar, mas mal sabia o que estava por vir

Não demorou muito para que Christina percebesse que tinha tomado a decisão errada. Mas, para o seu filho, abortado com ainda 9 semanas, infelizmente já era tarde demais.

Christina foi informada pela Planned Parenthood que o seu aborto por pílula seria "como uma menstruação mais forte". Ela não estava preparada para câimbras agonizantes, sangramento intenso, e muito menos para ver o corpo perfeitamente formado de seu bebê abortado.

Christina estava grávida de 9 semanas quando foi parar em uma clínica da Planned Parenthood por insistência do namorado. Ela já tinha um bebê de 4 meses em casa, e sua saúde estava precária. Christina descreve o tipo de "aconselhamento" que recebeu na Planned Parenthood:

A atendente me perguntava se eu estava sendo forçada a fazer aquilo. Perguntou-me também se a decisão era 100% minha. Ela me aconselhou a ter certeza de que era isto o que eu queria.

Ela então começou a me dizer que o processo era bem simples… e que eu não veria nada. Eles nunca usavam a palavra "bebê". Eles sempre diziam que era um "tecido" ou "um processo". Eles jamais diziam algo sobre o nível de desenvolvimento [da criança]. Disseram-me que ela seria muito pequena para se ver.

No vídeo abaixo, Dr. Anthony Lavatino descreve como age a pílula abortiva, geralmente receitada ainda no primeiro trimestre da gestação:

A Planned Parenthood também não lhe avisou da dor que o aborto iria causar. Depois de tomar os comprimidos, Christina escreve como o procedimento estava muito longe do que ela esperava:

A pílula não era de forma alguma aquilo que a Planned Parenthood disse-me que seria. Eles disseram que eu iria sentir como se fosse uma menstruação pesada. Mas foi infernal o que eu senti! Foi pior do que o parto do meu filho.

Mas o pior ainda estava por vir. Christina estava na 9.ª semana de gravidez, a contar de seu último período menstrual. Como a fecundação geralmente ocorre cerca de duas semanas depois, na ovulação, o que ela gestava era um bebê prematuro de 7 semanas.

Ela estava completamente despreparada para o choque de ver o corpo do seu filho:

Dentro de duas horas em que tomei a segunda dose de comprimidos, eu tive o bebê no toalete. Quando virei para trás lá estava o bebê intacto, dentro da bolsa e tudo. Estourei então a bolsa e segurei o pequeno bebê indefeso em minha mão. Eu chorei e senti como se tivesse acabado de tirar a vida de um inocente.

Christina percebeu que tinha tomado a decisão errada. Mas já era tarde demais.

Mesmo depois de perder o seu bebê no toalete, a provação de Christina não havia terminado. Dentro de alguns dias ela foi encaminhada, sangrando, para o departamento de emergência do hospital. Ela continuou a experimentar contrações extremamente dolorosas durante 2 semanas.

Christina sabe que foi enganada pela Planned Parenthood e ainda sofre com a perda do seu bebê.

Arrependi-me 100% do que fiz, depois daquela noite. Nada pode prepará-la verdadeiramente para um aborto, não importa o caminho que você tome. Ainda sofro muito e tenho pesadelos a toda hora. Sempre me pergunto: "E se eu jamais tivesse feito isso?"

Ela deseja que sua história ajude outras mulheres a tomarem a decisão certa, evitando assim a mesma experiência traumática por que ela passou:

Desde aquela noite eu me sinto horrível e envergonhada. Eu tenho outro filho, e o meu coração sangra em saber que eu poderia ter dois agora... Eu gostaria que todas as pessoas soubessem como se parece de fato um bebê de nove semanas. Apenas nove semanas!

Fonte: Live Action News | Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

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Pânico na Planned Parenthood: corte de verbas ameaça império da morte

Para salvar império da morte, Cecile Richards, presidente da Planned Parenthood, inventa acusações contra Donald Trump.

Cecile Richards, a presidente da maior rede de abortos dos Estados Unidos, a poderosa Planned Parenthood, está preocupadíssima com os rumos de sua ONG aborteira agora que o governo Trump decidiu abrir fogo contra a "cultura da morte". Dias atrás, em um apelo desesperado por novas doações financeiras, Richards conclamou os defensores do aborto à "batalha de nossas vidas" contra o que chamou de "a maior ameaça aos direitos reprodutivos da mulher que esta nação jamais enfrentou".

A retórica é pulsante e não podia ser diferente. Acostumada a receber quase US$ 530 milhões anuais do Estado para abortar cerca de 324 mil bebês ao ano, a Planned Parenthood viu sua mina de ouro evaporar quando, no início deste ano, o presidente americano Donald Trump assinou uma medida contra o financiamento de ONGs pró-aborto que atuam em países de terceiro mundo. E as coisas devem ficar ainda mais complicadas nos próximos meses, caso o Congresso decida finalmente transferir os fundos, até então dedicados a ela, para outras clínicas de saúde feminina, que não praticam abortos.

É claro, portanto, que Cecile Richards não poderia assistir passivamente à derrocada da Planned Parenthood sem que fizesse algo para defender o chamado "direito à escolha" da mulher de matar ou não seus filhos. Escolhidas as armas, hora do ataque: "Lutemos contra as racistas, homofóbicas, xenofóbicas, transfóbicas políticas da administração Trump", disparou a líder feminista, repetindo os já conhecidos jargões da grande mídia contra o atual governo americano. E o objetivo é claro: construir um monstro luciferino contra o qual a Planned Parenthood possa posar de vítima e heroína ao mesmo tempo. Trata-se do expediente mais antigo dos revolucionários, que raciocinam não a partir do senso comum, no sentido aristotélico do termo, mas a partir do seu mundinho das ideias, ao qual todos devem se submeter.

Uma vez, discorrendo sobre o surrealismo dos esquerdistas, Gustavo Corção fez a seguinte colocação:

Não, a esquerda propriamente dita jamais lutou contra a injustiça ou pela justiça; mas freqüentemente lutou contra os que, por assim dizer, lhe fazem o favor de praticar certas injustiças. É melhor usar o termo próprio: as esquerdas aproveitam as injustiças, vivem das in­justiças, para manter em movimento os dois cilindros da motocicleta do progresso na direção da luta de classes. [1]

A descrição não poderia ser mais fiel ao que se pode observar no modus operandi da Planned Parenthood, especialmente na fala de sua presidente. Ao apelar para os jargões preconceituosos contra Donald Trump, Cecile Richards não está defendendo nem as mulheres, nem os imigrantes, nem os homossexuais. Ela está apenas se alimentando do impacto que essas palavras causam no imaginário popular para manobrar uma massa de inocentes úteis que assegurem o seu depósito governamental ao fim do mês. Não é com a injustiça contra negros e homossexuais que Richards está preocupada, mas com o "injusto" corte de verbas que o governo Trump lhe fez o favor de conceder.

É assim que Cecile Richards jura escandalizar-se com os, sim, deploráveis comentários de Donald Trump sobre as mulheres, mas nada diz de sua candidata, Hillary Clinton, ter achado graça no fato de seu cliente estuprador ter conseguido enganar o detector de mentiras. É assim que Cecile Richards, à la Monalisa Perrone, inventa um suposto racismo ou preconceito homofóbico de Donald Trump sem ele nunca ter dito qualquer palavra contra esses grupos sociais. É que "não há mais violenta paixão do que essa de ver realizada, materializada, e funcionando, uma Idéia emanada de nossa mente criadora" [2]. Trata-se da "vontade de poder", como diria Gustavo Corção: "uma paixão de impor ao mundo uma forma nova, uma Idéia" [3]. Não importa se essa ideia contraria a lei natural e a razão. A lógica é esta: se o remédio não funciona, mudemos o paciente. Vale tudo para manter a "cultura da morte". Até mentir.

Acontece que a International Planned Parenthood Federation, a multinacional da morte, foi criada em 1916, pela ativista Margaret Sanger, com um objetivo muito claro: dizimar as populações negras e de imigrantes por meio da esterilização e da promoção do aborto. Sanger, aliás, era muito querida entre os círculos da Ku Klux Klan, para a qual chegou a ministrar uma palestra, devido às suas posições eugenistas e racistas. Na sua visão revolucionária, negros, imigrantes e pobres seriam o tipo de "seres humanos que nunca deveriam ter nascido".

E enganar-se-ia quem pensasse que esse racismo é algo do passado, com o qual a Planned Parenthood não tem mais nada a ver. Recentemente, em outra daquelas séries de vídeos escandalosos sobre as suas, por assim dizer, políticas econômicas, um doador aparece oferecendo uma quantia generosa à instituição desde que esta se comprometa a realizar um aborto em um bebê negro. "Por qualquer motivo aceitarão o dinheiro", responde a atendente.

Desde o tráfico de órgãos à negação de exame pré-natal, é a isto, e nada mais, que se resume a tal saúde reprodutiva da Planned Parenthood: aborto. Eles querem abortar e vão inventar qualquer artimanha para continuar a sacrificar vidas inocentes noaltar do globalismo, do qual são um fiel aliado.

Cecile Richards tem razão, porém, quando afirma que os direitos da mulher estão em perigo. Certamente, a política pró-aborto da Planned Parenthood é um perigo grave à saúde da mulher, sobretudo se essa mesma ONG continuar a ditar as regras do jogo através do financiamento público. O seu currículo está aí para provar: uma fundadora eugenista, cujo objetivo era eliminar os negros dos Estados Unidos, e que encontra sucessores ainda hoje dentro da sua instituição, cumprindo engenhosamente cada item de sua cartilha antinatalista. Que caia logo a Babilônia!

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No Brasil, que coincidência!?, uma nova lei quer agora criar um fundo para… o "Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres". Você já sabe onde essa história vai terminar.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. CORÇÃO, Gustavo. O século do nada. São Paulo: Record, 1973, p. 97.
  2. Ibidem.
  3. Ibidem.

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O que está por trás do PL 7371/2014?

Um fundo para combater a violência contra as mulheres? É o que querem que você pense.

Todos os anos, por volta do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, nós podemos esperar uma artimanha das feministas para fazer avançar a causa do aborto no Brasil. Não está sendo diferente desta vez. Sob o pretexto de criar um "Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres" — quem ousaria se opor, afinal, a um objetivo tão nobre? —, corre no Congresso Nacional um projeto de lei que, na prática, torna amplo e irrestrito o acesso ao aborto em nosso país.

O projeto em questão é o PL 7371/2014, cuja íntegra pode ser acessada no site da Câmara dos Deputados. Ao consultá-lo, porém, não procure pela palavra "aborto", muito menos pela expressão eufemística "interrupção voluntária da gravidez". Os defensores da legalização do aborto são espertos. Eles não incluiriam esses termos em suas propostas, pois sabem que, deixando às claras os seus verdadeiros intentos, não conseguiriam implantar sua agenda. O Congresso Nacional, bem como o povo brasileiro, é majoritariamente contrário ao aborto e, assim como aconteceu em outras ocasiões, não permitirá que ele seja liberado em nosso país. Ao menos não dessa forma explícita e cabal.

Os métodos da militância pró-aborto são, por isso, mais artificiosos: o PL 7371/2014, que em si mesmo não teria nada de mau, faz parte de um plano maior e mais elaborado. Constitui apenas mais uma etapa de um processo longo e sorrateiro para liberar o aborto no Brasil. Vejamos como funciona.

O Código Penal brasileiro tipifica com muita clareza o crime de aborto, nos seus artigos 124 a 126, não punindo a prática realizada por um médico apenas em dois casos, sendo um deles "se a gravidez resulta de estupro" (art. 128). A previsão do legislador é bem clara: o aborto, neste caso de estupro (outro tipo penal específico, constante do art. 213), não se pune. Disto para as expressões distorcidas "aborto legal" e "direito ao aborto" já vai uma distância considerável: uma prática, só porque deixou de ser punida em âmbito penal, nem por isso está de acordo com a lei ou se transforma em direito subjetivo. O adultério, por exemplo, não consta mais de nosso ordenamento penal, mas nem por isso se tornou lícito — o Código Civil fixa como dever de ambos os cônjuges a "fidelidade recíproca" (art. 1.566) —, muito menos moral! Assim também, o mesmo diploma legal protege, "desde a concepção, os direitos do nascituro" (art. 2.º), o que significa dizer que não existe (ou, pelo menos, não deveria existir) "aborto legal" nem "direito ao aborto" no Brasil.

Mas, se a lei penal não dá margem para uma interpretação extensiva ou para a ampla descriminalização da prática, é preciso tentar outros meios. Por isso, em 2014, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff a Lei 12.845, de 2013.

O Código Penal é muito limitado em suas previsões? Alargue-se então o conceito de violência sexual para "qualquer forma de atividade sexual não consentida" (art. 2.º), de modo que qualquer pessoa que alegue ter sido violentada, mesmo dentro do casamento, possa praticar o abortamento. Como encontrar um médico para realizar o procedimento? Ora, basta que se coloque o "atendimento imediato, obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede do SUS", às vítimas de violência, incluindo o serviço de "profilaxia da gravidez" e de "fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis" (art. 3.º)!

Junte-se a essa lei a Portaria 415, do Ministério da Saúde, que incluiu o procedimento "interrupção da gestação/antecipação terapêutica do parto previstas em lei e todos os seus atributos" na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses/Próteses e Materiais Especiais do SUS, e voilà, estão abertas — ou melhor escancaradas — as portas para o acesso ao aborto no Brasil! E tudo isso muito inteligentemente arquitetado, para não deixar sequer um rastro de sangue no caminho.

O "Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres" se insere em todo esse quadro na medida em que procedimentos como esse demandam investimentos. Quem vai bancar tudo isso, é o próprio projeto que determina: trata-se das "doações, as contribuições em dinheiro, os valores e os bens móveis e imóveis que venham a ser recebidos de organismos ou entidades nacionais, internacionais ou estrangeiras, bem como de pessoas físicas ou jurídicas, nacionais, internacionais ou estrangeiras" (art. 2.º).

Trocando em miúdos, com esta lei aprovada, fica garantido o dinheiro das organizações internacionais para que "todos os hospitais integrantes da rede do SUS" realizem o procedimento do aborto no Brasil. Basta que as mulheres aleguem uma relação sexual não consentida — palavra que deve ser assumida com "presunção de veracidade", conforme norma técnica do Ministério da Saúde —, entre em uma sala e o resto acontece tal como descrito pelo médico abaixo, Dr. Anthony Levatino, com ampla experiência no assunto:

É assim mesmo que os nossos parlamentares querem combater a violência contra as mulheres? Autorizando que as vidas de milhares — quiçá milhões — de nascituros, dos quais uma grande parte também é mulher, seja impiedosamente ceifada?

Acreditamos que não e esperamos que especialmente as deputadas mulheres do nosso Congresso, que são a favor da vida e da família, tomem consciência da tremenda responsabilidade que elas têm diante de si. Nem tudo é o que parece ou, como diz o provérbio popular, "nem tudo o que reluz é ouro". Passar adiante o PL 7371, de 2014, significa, na prática, um grande retrocesso na luta contra a violência da mulher.

Assista à nossa aula ao vivo desta semana, "Um novo Cavalo de Troia", a partir dos 38min10s, e saiba o que você pode fazer, de imediato, para impedir que esse projeto avance no Congresso Nacional!

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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O que o aborto tem a ver com o ocultismo?

É o que você vai descobrir neste testemunho impressionante de Abigail Seidman, a mulher que migrou milagrosamente do mundo sinistro do paganismo para o movimento pró-vida.

Quando a mãe de Abigail Seidman fez um aborto, mais de 25 anos atrás, a sua família entrou em um dos mundos mais obscuros e sinistros com que as pessoas podem ter a infelicidade de entrar em contato. Foi a própria Abigail quem migrou do ateísmo para o movimento pró-vida e, agora, conta com exclusividade ao LifeSiteNews.com os bastidores da indústria do aborto nos Estados Unidos.

Ela revela que a descensão de sua mãe para a "cultura da morte", trabalhando ativamente em uma clínica de aborto, não foi motivada por causas sociais ou econômicas — como sói acontecer com algumas pessoas —, mas por uma religião, literalmente.

Abigail descreve a clínica de aborto de sua mãe "repleta de imagens e práticas ocultas". Os funcionários do local consideravam "o aborto como uma forma de sacrifício", que deveria ser realizado como um ritual para adorar divindades pagãs que personificam a morte. Infelizmente, em sua juventude, Abigail e seu filho não nascido acabaram vítimas dessa mentalidade, através de um aborto que a sua mãe a encorajou a praticar.

Esse não é o tipo de coisa que as pessoas gostem de imaginar, e muitas talvez até neguem que seja verdade. Seidman, porém, insiste que os pró-vidas precisam saber a ligação que existe entre o aborto e o mundo das trevas — e que isso pode ser uma peça chave para destruir a indústria do aborto pelas raízes.

Confira abaixo, na íntegra, a entrevista que ela concedeu em 2010 ao LifeSiteNews.com.


Uma questão preliminar. A qual religião você pertence agora, se é que pertence a alguma?

Estou no processo de ser admitida à Igreja Católica Romana. Participo da Iniciação Cristã de Adultos e entro formalmente na Igreja na Vigília Pascal de 2011. Depois de um período de estudo e meditação começando em torno de outubro e novembro de 2009, aceitei Jesus como meu salvador em junho de 2010 e participei de uma comunidade evangélica por alguns meses antes de decidir que o meu lugar era, na verdade, a Igreja Católica.

Antes de minha volta à fé cristã, fui meio ateia e meio agnóstica desde que meus pais saíram da Igreja Episcopal, quando eu tinha 6 anos. Nunca fui uma praticante séria da wicca pagã e da "nova era", mas me envolvi nesse meio por conta do ambiente em que estava. Só estacionei de vez no ateísmo para me sentir segura — porque assim os rituais pagãos que eu tinha presenciado não passariam de superstições idiotas sem nenhum poder espiritual verdadeiro, o que era muito mais confortável do que acreditar na verdade sobre eles.

Também sentia que o Cristianismo não me aceitaria de novo se eu retornasse (uma crença inculcada por minha mãe, que me proibia de associar-me proximamente com cristãos, e repetidamente me dizia que Jesus não iria me aceitar de volta uma vez que eu tivesse duvidado d'Ele, pelo que minha única alternativa era continuar afastada d'Ele). Era uma tática comum de amedrontamento entre os pagãos: "Os cristãos não vão aceitar você depois do que você fez, melhor ficar conosco e trabalhar pelo triunfo da deusa contra o deus cristão".

Quais aspectos do interior de uma clínica de aborto você percebeu serem naturalmente ocultistas? De que forma e até que ponto o ocultismo participava do processo de aborto?

A clínica onde minha mãe trabalhava estava repleta de imagens e práticas ocultas. Havia artes e estátuas de divindades femininas pagãs no escritório, na sala de espera, na de aconselhamento e na de recuperação, além de uma música "nova era" (ocasionalmente incluindo canções de deusas) sendo tocada em toda parte. As conselheiras eram primeiramente escolhidas por suas qualificações "espirituais", e algumas sequer possuíam diploma em alguma área relevante (como psicologia, aconselhamento ou serviço social). Uma delas era cozinheira profissional e se tinha transformado em prostituta (ou "prostituta sagrada", como elas preferiam pensar).

Depois que a clínica fechava à noite, a equipe toda se juntava para fumar maconha e às vezes tomar alucinógenos, se houvesse disponíveis. Isso era visto como uma atividade espiritual, e não como uma prática recreacional. Na verdade, elas zombavam de quem usava drogas simplesmente para curtir, ao invés de usá-las para "abrir as suas mentes" a "realidades espirituais e planos superiores de existência".

Também havia cerimônias especiais envolvidas, em que membros da equipe clínica engravidavam intencionalmente para fazer abortos, os quais eram conduzidos depois de horas com um grupo maior. Eu não participava dessas cerimônias, já que, na ocasião, ainda não tinha tido um aborto eu mesma, então não posso dar detalhes; mas, certa vez, eu cuidei da filha de uma funcionária da clínica durante uma dessas sessões, no andar de cima da clínica, e lembro-me de ouvir algumas canções e algo como "o médico não estar presente" (ele era homem e a cerimônia era apenas para mulheres), então o aborto obviamente seria realizado por uma pessoa não qualificada. As mulheres na clínica eram treinadas com técnicas de aborto clandestino no caso de que Roe v. Wade fosse revertida [1].

Minha mãe hospedou uma "festa de extração menstrual" em nossa casa uma vez, em 1992, quando havia muito medo circulando sobre a possibilidade de Bush ser reeleito e nomear muitos juízes pró-vida ou conseguir um Congresso Republicano para governar e assim restringir o aborto legal. (Extração menstrual é um procedimento de baixa complexidade que consiste em sugar a matéria do útero imediatamente antes da vinda da menstruação, e pode ser usado como um método de aborto precoce.)

Como era mais ou menos o clima nesse ambiente?

Lembro-me que o clima era negro e aterrorizante — não manifestamente assustador, mas de um tipo de dar frio no estômago. Sempre tive uma "sensação" de haver algo "errado" ou "perigoso" lá — quase a sensação de uma presença, a qual agora eu reconheço como sendo exatamente o oposto da Presença que eu sinto dentro de uma igreja.

Agora também enxergo outras coisas que fazem sentido, como o fato de a bebê de que eu cuidava naquele dia, durante o ritual na clínica, nunca sorrir, nem brincar. Ela gritava a maior parte do tempo, exceto quando era cuidada pela mãe, depois disso ela caía em um sono espasmódico por um tempo. Por outro lado, os meus filhos autistas, que são difíceis de lidar, ficam bem calmos quando estão na igreja (qualquer igreja) e se comportam — alguém poderia dizer — "milagrosamente" bem! Acho que crianças são naturalmente mais sensíveis às coisas espirituais, não tendo aprendido ainda a filtrá-las ou a desligar a própria consciência. Eu me lembro de estar bem consciente e alegre com a presença de Deus na igreja quando eu era pequena, apesar de os meus pais sempre abaixarem os olhos e me dizerem para acalmar-me e parar de fingimento.


Vídeo de uma entrevista concedida por Abigail ao programa The Abortion Matrix. A sequência do material está no YouTube.


Quais divindades eram adoradas nesses rituais que você menciona?

A principal figura adorada era A Deusa. Figuras de divindades femininas de várias tradições (hindu, grega, romana, babilônica, egípcia etc.) eram vistas como 'arquétipos' ou 'rostos' dessa única deusa verdadeira, que estaria em oposição com (e, no fim, triunfaria sobre) o Deus judaico-cristão. Elas ensinavam que a deusa era mais antiga, que tinha criado o mundo e as pessoas para viverem pacificamente em uma "idade de ouro" pré-histórica de governo matriarcal, antes da ascensão do patriarcado e da civilização. Deus era pintado como uma figura diabólica, que invejava o poder da Deusa e que tinha inventado a ideia do estupro e ensinado os homens a praticá-lo, dando fim à convivência humana em um estado natural e livre de violência.

As mulheres eram encorajadas a escolherem figuras de deusas em particular como suas modelos ou padroeiras pessoais (quase como os católicos escolhem um santo de devoção). A cultura era lésbica e sexista (e, nesse sentido, diferente dos outros indivíduos ou grupos pagãos sobre os quais eu pesquisei e com que entrei em contato), onde deusas eram adoradas — nunca deuses —, e homens não eram chamados para participar das cerimônias e raramente eram admitidos como companheiros sexuais ou românticos das mulheres.

O único empregado masculino da clínica era o médico, e ele era estritamente profissional: aparecia, realizava os procedimentos e saía. Consegui conhecê-lo relativamente bem ao longo dos anos e ele só estava no negócio pelo dinheiro, ele via a espiritualidade como algo ridículo. Ele preferia trabalhar em um ambiente médico e profissional (as outras clínicas em que ele trabalhou, incluindo aquela em que meu primeiro aborto foi realizado, não eram em nada diferentes de qualquer consultório médico, nem na aparência, nem no procedimento), mas os vícios dele e da esposa em compras faziam-no trabalhar sempre e onde quer que ele pudesse, pelo que ele tolerava a conversa da "deusa". Ele também era um tanto quanto viciado em sexo. Por isso, o desejo da equipe da clínica em ter sexo livremente e abortar quando fosse possível definitivamente agiu em seu favor, e a maior parte das funcionárias tinha sexo com ele em um determinado momento, com exceção das lésbicas convictas.

Curiosamente, a tal Deusa também era conhecida como o Grande Dragão (que elas diziam ser a sua "forma real") —, o qual eu me surpreendi em descobrir que existia na Bíblia também, ainda que definitivamente não como uma pessoa a ser adorada! Falo sério, eu não tinha ideia. Minha exposição à Bíblia e à teologia cristã era mínima, para dizer muito, até cerca de um ano atrás. Tanto que eu cheguei a cair de costas quando li o livro do Apocalipse.

Eu sempre tive um pouco de medo de Maria devido ao meu passado e à vontade de repudiar qualquer coisa parecida a um culto de deusa. O Apocalipse e a sua descrição do grande dragão em guerra com a verdadeira Rainha do Céu, a mãe de Cristo (cf. Ap 12, 1ss), foi verdadeiramente uma revelação para mim, que derrubou a última objeção que eu tinha a tornar-me católica e deixar de ser uma protestante não denominacional. Eu tinha ouvido Maria ser fortemente denunciada por minha mãe e suas amigas, mas o argumento era o de que ela era a mulher cristã oprimida ideal e tinha sido inventada por homens patriarcais sádicos como um modelo impossível para as mulheres seguirem, sendo ela ao mesmo tempo virgem e mãe. (O ideal delas era serem promíscuas e sem filhos, como Ártemis ou Diana.) Desde então, eu encontrei na maternidade espiritual de Maria um grande conforto para mim, na minha atual condição de mãe sem filha e filha sem mãe. Minha mãe parou de falar comigo quando eu me fortaleci na fé cristã e no movimento pró-vida, mas eu aceitei bem isso quando descobri que até a sua presença no telefone parecia ser uma espécie de "toxina espiritual".

Você já notou algum efeito da oração pró-vida nos trabalhos dentro da clínica?

O melhor exemplo de como a oração pró-vida é efetiva eu o conto em uma história que postei no blog do meu grupo pró-vida local. Nos dias de abortos, a minha mãe me mandava acompanhar as pacientes no estacionamento da clínica. Havia muitas pessoas pró-vida que vinham à clínica nesses dias. Algumas eram conselheiras de rua [2], outras vinham para protestar, e outras ainda eram guerreiras na oração. Havia uma mulher em particular que nunca disse uma palavra, nunca sequer interagiu com outros pró-vidas. Ela era uma senhorinha fraca, de idade bem avançada, que toda sexta andava até a clínica, se ajoelhava na esquina da calçada (um pouco distante da entrada) e rezava o Rosário. Às vezes ela ficava ali por horas, não importando o clima, com os seus joelhos magros queimando, congelando ou suando sobre o pavimento. Eu a via toda sexta em que estava lá, e ela sempre sorria para mim quando eu chegava e de novo quando eu saía, mas nunca dizia uma palavra.

Em um dia de inverno, ela veio e rezou por pelo menos três horas, sob uma chuva congelante. A dona da clínica saiu do lado de fora, viu-a e pediu às acompanhantes que a convidassem para tomar um chá quando ela terminasse. Quando ela se levantou, eu fui lá e convidei-a para entrar. Ela aceitou, e eu a ajudei a entrar, enquanto a proprietária trazia uma garrafa de chá. Nós três nos sentamos juntas em um dos sofás na área de aconselhamento. A velha senhora (de quem eu nunca descobri o nome) bebia o seu chá e sorria tranquilamente, acenando solenemente com a cabeça enquanto a proprietária explicava que os seus esforços de oração eram em vão; que ela estava sendo inconveniente de modo desnecessário e até fazendo mal a si mesma se ajoelhando na calçada; que ela faria muito melhor ficando no conforto de sua casa, já que nada ( nada, ela enfatizou) jamais dissuadiria a proprietária, o médico ou a equipe de parar de realizar abortos; e que, simplesmente ajoelhando e rezando sem interagir com ninguém, ela dificilmente iria convencer alguma mulher a mudar de opinião. Quando ela finalmente terminou de falar, a senhora pôs a sua xícara sobre a mesa e disse: "Deus sabe o que eu estou fazendo aqui, e é para Ele que importa, mesmo se não importa a você ou a qualquer outra pessoa. Minhas orações têm valor diante de Deus. E se eu conseguir mudar um coração, apenas um que seja — e ela olhava bem nos meus olhos enquanto dizia isso —, então tudo isso aqui terá valido a pena. Eu sei que Deus me recompensará no final." A dona da clínica abaixou os olhos, suspirou e balançou a cabeça. A senhora ficou de pé, agradeceu-nos pelo chá e foi embora.

Também me lembro de uma funcionária da clínica que tentou formar uma espécie de parceria com algumas clínicas locais pró-vida [3], porque a incomodava que as mulheres que rejeitassem fazer um aborto fossem simplesmente enxotadas porta afora sem receberem nenhuma outra assistência. Ela começou algumas amizades com essas equipes e agendou visitas recíprocas às instalações de uma e de outra clínica, chegando eventualmente a um acordo de que, se uma mulher mudasse de ideia sobre o aborto durante o processo de aconselhamento, ela seria imediatamente enviada para uma clínica pró-vida e assessorada pela própria equipe da clínica de aborto sobre como chegar lá. (O centro pró-vida naturalmente recusou um acordo recíproco de fazer agendamentos de aborto para mulheres que não fossem movidas por seus argumentos a favor da vida.) Eu não sei em que deu isso tudo a longo prazo, já que ela não está mais empregada lá; só sei que o novo lugar da clínica — que foi obrigada a mudar devido à compra e à demolição do prédio antigo para uma nova construção — está hoje localizada fundo a fundo com a mesma clínica pró-vida. Coincidência?

Também tive algumas interações positivas com uma conselheira de rua em particular, que agora está velha e não sai mais para as clínicas, mas que aparentemente ainda está ativa no trabalho de angariar fundos para o movimento pró-vida local. Ela tinha um filho adotado da minha idade e realmente sentia muito que eu, como adolescente, fosse enganada e abusada por minha mãe e suas amigas. Era como se ela pudesse ver, através da frente fria que cobria o meu coração, que eu queria ser livre do mundo pervertido em que eu estava sendo criada.

Você tem alguma ideia do nível de envolvimento que têm as clínicas de aborto com as realidades que você presenciou?

Eu realmente não sou capaz de dizer. Acredito que as clínicas independentes e de orientação feminista tendam a ser mas similares ao que eu presenciei. A dona da clínica que eu descrevi era uma grande amiga do recém-falecido Dr. George Tiller [4] e as descrições que eu li de sua clínica parecem indicar que, também lá, algo a mais acontecia além do simples negócio. Muitas das clínicas, se não a maioria delas, são estritamente empresariais (incluindo, em geral, as afiliadas da Planned Parenthood), o que não impede indivíduos ou grupos que trabalham nessas clínicas, ou defensores do aborto em geral, de estarem envolvidos, em algum grau, com o ocultismo. Acredito que muitos deles estejam, ainda que outros tantos sejam também ateus ou cristãos liberais.

Acredito que os ocultistas constituam o "núcleo" do movimento pró-aborto, assim como os cristãos renascidos formam o "núcleo" do movimento pró-vida, e eu não vejo problema algum em chegarmos ao coração da coisa e em informar as pessoas "pró-escolha" (particularmente os cristãos bem intencionados, mas desorientados) com quem e com o quê elas estão verdadeiramente se associando.

Conte-nos, por favor, mais alguma coisa que você considere surpreendente em sua experiência vis-à-vis com o ocultismo, ou algo que você considera insuspeitável para o pró-vida comum.

Acho que a coisa com que os pró-vidas mais se surpreendem, em minhas discussões com eles até agora, é que o paganismo, a wicca e o culto a divindades femininas são levados a sério por muitos liberais, defensores do aborto, feministas etc. Não se trata meramente de "bicho-papão". Se uma pessoa acredita ou não que essas crenças e práticas espíritas têm algum poder, o fato é que há uma porção significante de pessoas que acredita, e o faz tão intensamente quanto nós acreditamos no Cristianismo ou em outros credos.

Tenho sido encarada com um pouco de descrença por parte de cristãos pró-vida que parecem não ser capazes de compreender que alguém honestamente acredite em outra religião e simplesmente não se rebele contra o Cristianismo. Trata-se geralmente daqueles que foram cristãos a vida inteira e mantidos numa espécie de "bolha", sem a consciência de que há algumas pessoas — mesmo no mundo de hoje — que não receberam a mesma educação, pessoas que talvez sequer tenham sido expostas ao Cristianismo, exceto em um vago sentido cultural (celebrando o Natal como um feriado secular etc). É preciso fazer mais trabalho educacional sobre isso, porque eu sei que o "núcleo" do movimento pró-vida está formado geralmente por pessoas que sempre foram cristãs (especialmente os mais jovens), mas muitos deles são um pouco ingênuos ou mimados.

Com o que eu escrevo e com o que eu falo, tenho chegado a muitos ateus, e a informação tem sido em grande parte bem recebida. Estou planejando trabalhar em um guia para alcançar praticantes do paganismo também, já que há inúmeros argumentos seculares para defender a vida, sem falar que uma abordagem científica pode funcionar com quase todo mundo (e a ciência definitivamente está do nosso lado!).

Pelo menos para mim, a conversão religiosa é secundária à conversão pró-vida. Fui pró-vida por muitos, muitos anos antes de aceitar o Cristianismo e, ainda que não fosse uma ativista engajada à época, já fazia doações para grupos seculares pró-vida, como o Feminists for Life ("Feministas pela Vida"), e votava em candidatos pró-vida sempre que possível, além de privadamente expor e explicar a minha posição para os meus amigos. Eu preferiria ver mil ateístas pró-vida no mundo do que um só cristão que defende o aborto.

Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe CNP

Notas

  1. Roe v. Wade foi a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, dada em 1973, que legalizou a prática do aborto no país.
  2. "Conselheira de rua" é uma tradução imprecisa da expressão sidewalk counselor. Trata-se de um trabalho desenvolvido por ativistas pró-vida, que param pessoas em frente a clínicas de aborto para convencê-las a não fazer um aborto, caso tenham um em mente, ou a desaprovarem a prática, caso sejam favoráveis a ela.
  3. Em inglês, essas clínicas são chamadas de crisis pregnancy centers ("centros para crise na gravidez", lit.) e realizam um importante trabalho de ajudar gestantes em dificuldades a fazerem uma escolha sensata pela vida de seus filhos.
  4. O Dr. George Tiller, assassinado em 2009, era um dos poucos médicos norte-americanos conhecidos por realizar abortos tardios, isto é, nas últimas semanas de gestação.

| Categoria: Pró-Vida

URGENTÍSSIMO! Apoie o Projeto de Lei para barrar a Cultura da Morte no Brasil

A aprovação dessa lei é FUNDAMENTAL não só para frear, mas para impor uma verdadeira marcha à ré aos planos de morte das ONGs financiadas pelas Fundações Internacionais!

Está para ser votado, no Congresso Nacional, pela primeira vez desde 1990, um projeto de lei que irá impedir o desenvolvimento da Cultura da Morte no Brasil. Estou lhe escrevendo para pedir a sua ajuda, e de todos os seus contatos, para obter a aprovação deste projeto.

O deputado Evandro Gussi, do PV de São Paulo, apresentou nestes dias, à Câmara dos Deputados, um substitutivo para o Projeto de Lei 5.069 de 2013. O substitutivo está para ser votado nos próximos dias na Comissão de Constitucionalidade e Justiça da Câmara, dali seguindo para o Plenário. A pressão contra o projeto, movida pelas ONGs financiadas pelas Fundações Internacionais que promovem o aborto é gigantesca.

O projeto, entre outras coisas, estabelece que no caso de gravidez resultante de estupro, o aborto somente não será punido se a gravidez for constatada em exame de corpo de delito e comunicado à autoridade policial.

O projeto também criminaliza o anúncio e a venda de substâncias destinada a provocar aborto, assim como orientar gestantes sobre como praticar o aborto.

A esmagadora maioria dos brasileiros é totalmente contrária ao aborto, a aprovação ao aborto diminui a cada ano pelo menos desde 1994 e nos últimos seis anos, segundo os dados dos atendimentos pós-aborto fornecido pelo SUS, a própria prática do aborto tem diminuído a uma taxa de 12% ao ano todos os anos. O número de abortos clandestinos no Brasil não é um milhão por ano, como se sustenta falsamente e de modo proposital, mas cerca de 100 mil por ano, e este número está diminuindo aproximadamente a 12% ao ano. Veja uma palestra mostrando a verdade sobre este assunto, realizada no próprio Congresso Nacional brasileiro, em setembro de 2015, clique aqui para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=LP9_xL-cKQY

Por que foi apresentado o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013?

Porque o governo do PT, contrariamente ao que toda a nação brasileira pensa sobre o assunto, anunciou em 2012 que pretendia criar serviços de orientação à gestante sobre os melhores meios de provocar ela mesmo um aborto. O Ministério da Saúde está trabalhando ativamente nesta direção. Para facilitar este programa, multiplicaram-se no Brasil, nos últimos anos, a propaganda e a venda de substâncias abortivas. Para agravar a situação, desde 2004, nos serviços de abortos em casos de estupro, por Norma do Ministério da Saúde, não se exige mais nenhuma prova de que houve estupro a não ser a própria palavra da gestante. Nestes serviços, afirmam as normas do Ministério, a palavra da gestante deve ser recebida com presunção de veracidade sem necessidade de nenhuma prova, e com isto multiplicaram-se assustadoramente os casos de abortos praticados pelos serviços públicos em que não houve qualquer violência.

Isto é apenas o resumo dos fatos.

O quadro dentro do qual se insere o projeto é muito mais amplo. A realidade é que há um planejamento consciente por parte do governo, amparado pelo financiamento e pelas estratégias desenvolvidas por uma rede de Fundações Internacionais, que está conscientemente trabalhando para implantar a Cultura da Morte no Brasil e nos países que se opõem à prática do aborto, principalmente na América Latina.

Precisamos de sua ajuda para aprovar o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013. As ONGs que promovem o aborto no Brasil e alguns parlamentares que trabalham com elas estão conscientes da importância deste projeto e estão fazendo tudo o que podem para impedir sua aprovação.

Precisamos que você telefone e envie e-mails aos deputados da Comissão de Constitucionalidade e Justiça da Câmara pedindo-lhes que, em nome do povo brasileiro, aprovem o Substitutivo. Os telefones e e-mails dos deputados estão logo abaixo.

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover e procurarei manter a todos informados sobre o desenrolar dos fatos.

*

Para entender o que está acontecendo, leia os documentos a seguir.

É ideal que tanto os que telefonam como os que enviam mensagem estudem a fundo estes documentos de referência:

Na hora de enviar mensagens e telefonar, siga as seguintes recomendações:

  1. Mande um e-mail a todos os integrantes da comissão;
  2. Telefone apenas aos gabinetes das lideranças e aos deputados do seu próprio estado;
  3. Devido à gravidade da situação, escreva alguma mensagem com suas próprias palavras, ao invés de mandar uma mensagem previamente padronizada;
  4. Se você participa de alguma igreja ou religião, não se manifeste como religioso, mas como cidadão ou profissional;
  5. Telefonando ou escrevendo, seja sempre educado ao extremo, mas não deixe de manifestar claramente seu ponto de vista. Aos deputados e funcionários de seus gabinetes deve-se o maior respeito em qualquer circunstância;
  6. É muito importante, além de escrever e-mails, que podem ser facilmente apagados por qualquer funcionário com um clique de mouse, que se telefone de viva voz ou se mande um fax;
  7. Não esqueça de pedir encarecidamente a toda a sua lista de contatos que façam o mesmo e que avisem também às suas listas de contato.

Seguem, abaixo, os contatos dos parlamentares.

E-mails das lideranças:

lid.govcamara@camara.leg.br, lid.min@camara.leg.br, lid.pmdb@camara.leg.br, lid.psdb@camara.leg.br, lid.pp@camara.leg.br, lid.pr@camara.leg.br, lid.psd@camara.leg.br, lid.ptb@camara.leg.br, lid.dem@camara.leg.br, lid.prb@camara.leg.br, lid.pdt@camara.leg.br, lid.solidariedade@camara.leg.br, lid.psc@camara.leg.br, lid.pros@camara.leg.br, lid.phs@camara.leg.br, lid.pv@camara.leg.br, dep.arthurlira@camara.leg.br, dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

Membros titulares da CCJ:

dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br, dep.alceumoreira@camara.leg.br, dep.andrefufuca@camara.leg.br, dep.andremoura@camara.leg.br, dep.antoniobulhoes@camara.leg.br, dep.arthurlira@camara.leg.br, dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br, dep.bacelar@camara.leg.br, dep.carlosbezerra@camara.leg.br, dep.covattifilho@camara.leg.br, dep.daniloforte@camara.leg.br, dep.faustopinato@camara.leg.br, dep.felipemaia@camara.leg.br, dep.hirangoncalves@camara.leg.br, dep.jhc@camara.leg.br, dep.josefogaca@camara.leg.br, dep.juscelinofilho@camara.leg.br, dep.marceloaro@camara.leg.br, dep.osmarserraglio@camara.leg.br, dep.paeslandim@camara.leg.br, dep.paulomaluf@camara.leg.br, dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br, dep.rodrigopacheco@camara.leg.br, dep.sergiosouza@camara.leg.br, dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br, dep.altineucortes@camara.leg.br, dep.capitaoaugusto@camara.leg.br, dep.franciscofloriano@camara.leg.br, dep.indiodacosta@camara.leg.br, dep.jorginhomello@camara.leg.br, dep.paulomagalhaes@camara.leg.br, dep.rogeriorosso@camara.leg.br, dep.ronaldofonseca@camara.leg.br, dep.betinhogomes@camara.leg.br, dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br, dep.brunocovas@camara.leg.br, ep.evandrogussi@camara.leg.br, dep.joaocampos@camara.leg.br, dep.jutahyjunior@camara.leg.br, dep.lucianoducci@camara.leg.br, dep.marcotebaldi@camara.leg.br, dep.pastoreurico@camara.leg.br, dep.pedrocunhalima@camara.leg.br, dep.tadeualencar@camara.leg.br, dep.giovanicherini@camara.leg.br, dep.marcosrogerio@camara.leg.br

Membros suplentes da CCJ:

dep.alexandreleite@camara.leg.br, dep.carlosmarun@camara.leg.br, dep.edmararruda@camara.leg.br, dep.efraimfilho@camara.leg.br, dep.elmarnascimento@camara.leg.br, dep.hildorocha@camara.leg.br, dep.jeronimogoergen@camara.leg.br, dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br, dep.leonardopicciani@camara.leg.br, dep.lucasvergilio@camara.leg.br, dep.mainha@camara.leg.br, dep.manoeljunior@camara.leg.br, ep.marionegromontejr@camara.leg.br, dep.marxbeltrao@camara.leg.br, dep.maurolopes@camara.leg.br, dep.mendoncafilho@camara.leg.br, dep.odelmoleao@camara.leg.br, dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br, dep.renataabreu@camara.leg.br, dep.ricardobarros@camara.leg.br, dep.sorayasantos@camara.leg.br, dep.tiaeron@camara.leg.br, dep.vitorvalim@camara.leg.br, dep.delegadoedermauro@camara.leg.br, dep.fabiofaria@camara.leg.br, dep.goretepereira@camara.leg.br, dep.jeffersoncampos@camara.leg.br, dep.josenunes@camara.leg.br, dep.josenunes@camara.leg.br, dep.laertebessa@camara.leg.br, dep.lincolnportela@camara.leg.br, dep.marcioalvino@camara.leg.br, dep.paulofreire@camara.leg.br, dep.silascamara@camara.leg.br, dep.valtenirpereira@camara.leg.br, dep.wellingtonroberto@camara.leg.br, dep.celiosilveira@camara.leg.br, ep.delegadowaldir@camara.leg.br, dep.gonzagapatriota@camara.leg.br, dep.maxfilho@camara.leg.br, dep.pedrovilela@camara.leg.br, dep.rossoni@camara.leg.br, dep.afonsomotta@camara.leg.br, dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br, dep.ulduricojunior@camara.leg.br

Telefones das lideranças da Câmara:

lid.govcamara@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9001

lid.min@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9820

lid.pmdb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9181/80

lid.psdb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9345/9346

lid.pp@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9426

lid.pr@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9550

lid.psd@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9650

lid.ptb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9502/9503

lid.dem@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9265/9281

lid.prb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9880/9882/9884

lid.pdt@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9700/9701/9703

lid.solidariedade@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9985 / 3215-9986

lid.psc@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9762/9771/9761

lid.pros@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9990

lid.phs@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-8875

lid.pv@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9790

dep.arthurlira@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5942

dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5929

dep.esperidiaoamin@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5252

Disque Câmara no número: 0800 619 619

Telefones dos deputados da CCJ por estado

ALAGOAS

Arthur Lira PP/AL
Telefone: (61) 3215-5942
dep.arthurlira@camara.leg.br

Marx Beltrão PMDB/AL
Telefone: (61) 3215-5474
dep.marxbeltrao@camara.leg.br

Pedro Vilela PSDB/AL
Telefone: (61) 3215-5705
dep.pedrovilela@camara.leg.br

BAHIA

Arthur Oliveira Maia SD/BA
Telefone: (61) 3215-5830
dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br

Paulo Magalhães PSD/BA
Telefone: (61) 3215-5903
dep.paulomagalhaes@camara.leg.br

Jutahy Junior PSDB/BA
Telefone: (61) 3215-5407
dep.jutahyjunior@camara.leg.br

Elmar Nascimento DEM/BA
Telefone: (61) 3215-5935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br

Mário Negromonte Jr. PP/BA
Telefone: (61) 3215-5517
dep.marionegromontejr@camara.leg.br

Tia Eron PRB/BA
Telefone: (61) 3215-5618
dep.tiaeron@camara.leg.br

José Nunes PSD/BA
Telefone: (61) 3215-5728
dep.josenunes@camara.leg.br

Félix Mendonça Júnior PDT/BA
Telefone: (61) 3215-5912
dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br

Uldurico Junior PTC/BA
Telefone: (61) 3215-5729
dep.ulduricojunior@camara.leg.br

CEARÁ

Danilo Forte PSB/CE
Telefone: (61) 3215-5384
dep.daniloforte@camara.leg.br

Vitor Valim PMDB/CE
Telefone: (61) 3215-5545
dep.vitorvalim@camara.leg.br

Gorete Pereira PR/CE
Telefone: (61) 3215-5206
dep.goretepereira@camara.leg.br

DISTRITO FEDERAL

Rogério Rosso PSD/DF
Telefone: (61) 3215-5283
dep.rogeriorosso@camara.leg.br

Ronaldo Fonseca PROS/DF
Telefone: (61) 3215-5223
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br

ESPÍRITO SANTO

Max Filho PSDB/ES
Telefone: (61) 3215-5276
dep.maxfilho@camara.leg.br

GOIÁS

Lucas Vergilio SD/GO
Telefone: (61) 3215-5816
dep.lucasvergilio@camara.leg.br

Célio Silveira PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5565
dep.celiosilveira@camara.leg.br

Delegado Waldir PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5645
dep.delegadowaldir@camara.leg.br

João Campos PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5315
dep.joaocampos@camara.leg.br

MARANHÃO

André Fufuca PEN/MA
Telefone: (61) 3215-5945
dep.andrefufuca@camara.leg.br

Juscelino Filho PRP/MA
Telefone: (61) 3215-5370
dep.juscelinofilho@camara.leg.br

Hildo Rocha PMDB/MA
Telefone: (61) 3215-5734
dep.hildorocha@camara.leg.br

Sarney Filho PV/MA
Telefone: (61) 3215-5202
dep.sarneyfilho@camara.leg.br

MATO GROSSO

Carlos Bezerra PMDB/MT
Telefone: (61) 3215-5815
dep.carlosbezerra@camara.leg.br

Professor Victório Galli PSC/MT
Telefone: (61) 3215-5539
dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br

Valtenir Pereira PROS/MT
Telefone: (61) 3215-5913
dep.valtenirpereira@camara.leg.br

MATO GROSSO DO SUL

Carlos Marun PMDB/MS
Telefone: (61) 3215-5372
dep.carlosmarun@camara.leg.br

MINAS GERAIS

Rodrigo Pacheco PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5720
dep.rodrigopacheco@camara.leg.br

Bonifácio de Andrada PSDB/MG
Telefone: (61) 3215-5208
dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br

Júlio Delgado PSB/MG
Telefone: (61) 3215-5323
dep.juliodelgado@camara.leg.br

Luis Tibé PTdoB/MG
Telefone: (61) 3215-5632
dep.luistibe@camara.leg.br

Laudivio Carvalho PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5717
dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br

Mauro Lopes PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5844
dep.maurolopes@camara.leg.br

Odelmo Leão PP/MG
Telefone: (61) 3215-5419
dep.odelmoleao@camara.leg.br

Lincoln Portela PR/MG
(Gab. 615-IV) Telefone: (61) 3215-5615
dep.lincolnportela@camara.leg.br

Subtenente Gonzaga PDT/MG
(Gab. 750-IV) Telefone: (61) 3215-5750
dep.subtenentegonzaga@camara.leg.br

PARAÍBA

Aguinaldo Ribeiro PP/PB
Telefone: (61) 3215-5735
dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br

Veneziano Vital do Rêgo PMDB/PB
Telefone: (61) 3215-5833
dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br

Pedro Cunha Lima PSDB/PB
Telefone: (61) 3215-5611
dep.pedrocunhalima@camara.leg.br

Manoel Junior PMDB/PB
Telefone: (61) 3215-5601
dep.manoeljunior@camara.leg.br

Wellington Roberto PR/PB
Telefone: (61) 3215-5514
dep.wellingtonroberto@camara.leg.br

PARANÁ

Osmar Serraglio PMDB/PR
Telefone: (61) 3215-5845
dep.osmarserraglio@camara.leg.br

Sergio Souza PMDB/PR
Telefone: (61) 3215-5702
dep.sergiosouza@camara.leg.br

Luciano Ducci PSB/PR
Telefone: (61) 3215-5427
dep.lucianoducci@camara.leg.br

Edmar Arruda PSC/PR
Telefone: (61) 3215-5962
dep.edmararruda@camara.leg.br

Ricardo Barros PP/PR
Telefone: (61) 3215-5412
dep.ricardobarros@camara.leg.br

Rossoni PSDB/PR
(Gab. 513-IV) Telefone: (61) 3215-5513
dep.rossoni@camara.leg.br

Sandro Alex PPS/PR
Telefone: (61) 3215-5221
dep.sandroalex@camara.leg.br

PERNAMBUCO

Betinho Gomes PSDB/PE
Telefone: (61) 3215-5269
dep.betinhogomes@camara.leg.br

Pastor Eurico PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5906
dep.pastoreurico@camara.leg.br

Tadeu Alencar PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5820
dep.tadeualencar@camara.leg.br

Mendonça Filho DEM/PE
Telefone: (61) 3215-5314
dep.mendoncafilho@camara.leg.br

Silvio Costa PSC/PE
Telefone: (61) 3215-5417
dep.silviocosta@camara.leg.br

Gonzaga Patriota PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5430
dep.gonzagapatriota@camara.leg.br

Wolney Queiroz PDT/PE
Telefone: (61) 3215-5936
dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br

PIAUÍ

Mainha SD/PI
Telefone: (61) 3215-5624
dep.mainha@camara.leg.br

Paes Landim PTB/PI
Telefone: (61) 3215-5648
dep.paeslandim@camara.leg.br

RIO GRANDE DO NORTE

Felipe Maia DEM/RN
Telefone: (61) 3215-5528
dep.felipemaia@camara.leg.br

Fábio Faria PSD/RN
Telefone: (61) 3215-5706
dep.fabiofaria@camara.leg.br

RIO GRANDE DO SUL

Alceu Moreira PMDB/R S
Telefone: (61) 3215-5238
dep.alceumoreira@camara.leg.br

Covatti Filho PP/RS
Telefone: (61) 3215-5228
dep.covattifilho@camara.leg.br

José Fogaça PMDB/RS
Telefone: (61) 3215-5376
dep.josefogaca@camara.leg.br

Giovani Cherini PDT/RS
Telefone: (61) 3215-5468
dep.giovanicherini@camara.leg.br

Jerônimo Goergen PP/RS
Telefone: (61) 3215-5316
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br

Nelson Marchezan Junior PSDB/RS
Telefone: (61) 3215-5250
dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br

RIO DE JANEIRO

Altineu Côrtes PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5578
dep.altineucortes@camara.leg.br

Francisco Floriano PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5719
dep.franciscofloriano@camara.leg.br

Indio da Costa PSD/RJ
Telefone: (61) 3215-5509
dep.indiodacosta@camara.leg.br

Leonardo Picciani PMDB/RJ
Telefone: (61) 3215-5302
dep.leonardopicciani@camara.leg.br

Soraya Santos PMDB/RJ
Telefone: (61) 3215-5352
dep.sorayasantos@camara.leg.br

Dr. João PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5911
dep.dr.joao@camara.leg.br

RONDÔNIA

Marcos Rogério PDT/RO
Telefone: (61) 3215-5930
dep.marcosrogerio@camara.leg.br

RORAIMA

Hiran Gonçalves PMN/RR
Telefone: (61) 3215-5274
dep.hirangoncalves@camara.leg.br

SANTA CATARINA

Esperidião Amin PP/SC
Telefone: (61) 3215-5252
dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

Jorginho Mello PR/SC
Telefone: (61) 3215-5329
dep.jorginhomello@camara.leg.br

Marco Tebaldi PSDB/SC
Telefone: (61) 3215-5284
dep.marcotebaldi@camara.leg.br

SÃO PAULO

Antonio Bulhões PRB/SP
Telefone: (61) 3215-5327
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br

Fausto Pinato PRB/SP
Telefone: (61) 3215-5562
dep.faustopinato@camara.leg.br

Arnaldo Faria de Sá PTB/SP
Telefone: (61) 3215-5929
dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br

Pr. Marco Feliciano PSC/SP
Telefone: (61) 3215-5254
dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br

Capitão Augusto PR/SP
Telefone: (61) 3215-5273
dep.capitaoaugusto@camara.leg.br

Bruno Covas PSDB/SP
Telefone: (61) 3215-5521
dep.brunocovas@camara.leg.br

Alexandre Leite DEM/SP
Telefone: (61) 3215-5841
dep.alexandreleite@camara.leg.br

Renata Abreu PTN/SP
Telefone: (61) 3215-5726
dep.renataabreu@camara.leg.br

Jefferson Campos PSD/SP
Telefone: (61) 3215-5346
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br

Marcio Alvino PR/SP
Telefone: (61) 3215-5331
dep.marcioalvino@camara.leg.br

Paulo Freire PR/SP
Telefone: (61) 3215-5416
dep.paulofreire@camara.leg.br

SERGIPE

Andre Moura PSC/SE
Telefone: (61) 3215-5846
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Fonte: Alberto Monteiro | Adaptação: Equipe CNP

| Categoria: Avisos

Nota de falecimento

Faleceu, nesta semana, o Prof. Humberto Leal Vieira, valoroso defensor da vida humana e da família, no Brasil e no mundo.

Faleceu, na última segunda-feira (21), o Prof. Humberto Leal Vieira, fundador da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, membro vitalício da Pontifícia Academia para a Vida e representante da organização pró-vida americana Human Life International.

Casado, pai de 8 filhos, avô e bisavô, Humberto dedicou-se, durante mais de 20 anos, à defesa da vida humana e da família, e o fez com grande amor e bravura. Além da publicação e distribuição de livros, folhetos e outros materiais pró-vida de cunho científico e religioso, Humberto trabalhou incansavelmente para aproximar pró-vidas brasileiros e estrangeiros. Ele queria unir todas as pessoas que acreditam na inviolabilidade da vida humana para fazer frente aos projetos de lei que cada vez mais ameaçam a vida humana e a família. Igualmente incansáveis foram seus esforços para arregimentar sacerdotes, bispos e até cardeais para se engajarem na causa pró-vida e criarem comissões em defesa da vida em suas próprias dioceses. Sob sua direção, a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família organizou vários congressos nacionais e internacionais para treinamento e aprofundamento nas questões relacionadas à vida e à família, sempre à luz da doutrina católica.

Que o Senhor dê à alma desse bom e corajoso soldado de Cristo o descanso e a luz eterna.

Com informações de Fratres in Unum | Por Equipe CNP

| Categorias: Pró-Vida, Notícias

‘Ela estava viva e chorando!’: enfermeira se demite depois que criança abortada nasce com vida, mas é deixada para morrer

Ela era a favor do aborto e trabalhava em uma clínica que fazia o procedimento. Mas, quando descobriu do que realmente estava participando, sua vida mudou completamente.

A senhora Goldstein trabalhava em um hospital que realizava abortos. Depois de 30 anos, ela traz à tona a sua história:

Meu marido fazia residência e eu consegui simplesmente "o emprego dos meus sonhos" em um hospital próximo, em Oakland. Eu era uma forte entusiasta do tema do aborto e, agora, sentia que poderia fazer parte disso.

Fui contratada como enfermeira chefe nessa clínica que fazia abortos tardios. Passei cerca de 30 dias no período diurno para me familiarizar com tudo. Eu presenciaria e ajudaria o médico no procedimento real, na injeção de drogas no feto, nas algas* etc. No turno do dia, na verdade, eu nunca via o começo real das contrações ou o processo final. Sentia-me desconfortável, mas, pensei comigo mesma, isso era algo novo e eu precisava pegar mais experiência.

Nesses abortos, a mulher era dilatada com laminárias, instrumentos pontiagudos que são introduzidos no colo do útero. Esses bastões absorvem lentamente o fluído, dilatam o colo e podem ser mantidos aí durante toda a noite ou por quanto tempo for preciso. As drogas eram injetadas no bebê para matá-lo no primeiro dia do procedimento. Hoje, os abortos ditos tardios são geralmente realizados de modo similar.

Goldstein foi poupada de parte do horror que são esses procedimentos de aborto. Na verdade, ela nunca testemunhou um bebê morto ou a dor das mulheres que sofriam as contrações.

Mais tarde, Goldstein seria promovida a uma posição em que teria que lidar com bebês abortados de verdade. Outras funcionárias da clínica já tinham revelado como tinham sido pouco a pouco apresentadas às partes mais difíceis de seus trabalhos. Elas começaram fazendo coisas menos difíceis emocionalmente, como manutenção de registros, encargos de recepcionista ou medição da pressão arterial. Então, gradualmente, foram recebendo mais responsabilidades, até que lidassem diretamente com partes de corpos ou ajudassem em abortos tardios. A essa altura, elas já estariam profundamente introduzidas e comprometidas com seus empregos. É o modo como algumas clínicas de aborto são conhecidas por manipular os seus funcionários.

Se esse era ou não o caso de Goldstein, não importa. O fato é que, trabalhando com um aborto tardio, ela teria uma experiência que mudaria completamente a sua vida:

Certa noite, uma jovem garota estava passando por um momento muito difícil. Eu estava lá com o médico. Eu sabia que, embora ele tivesse escrito que a paciente tinha 15 semanas, ela estava perto de 30 semanas. Isso acontecia com frequência, mas ninguém nunca dizia nada.

Outras provedoras de aborto, como Carol Everett e Kathy Sparks, já contaram como as suas clínicas faziam aborto para além do período legalmente permitido e tentavam esconder o fato. A clínica de Kathy Sparks ilegalmente descartava vítimas de aborto tardio no vaso sanitário.

Goldstein afirma:

Quando ela deu à luz essa bebezinha (que me parecia completamente formada), ela estava realmente viva e chorando. O médico me disse: 'Coloque isso na sala e feche a porta. Não entre até o turno da manhã.' Imediatamente, peguei a menina chorando, enrolei e deitei-a em uma sala. Então, imediatamente comecei a ligar para os hospitais próximos (contra a vontade do médico) para achar alguém que a levasse. Ninguém a levaria porque diziam que ela não era viável. Gastei várias horas tentando. Eu queria apenas sair daquele lugar, mas sabia que não poderia sair e deixar os outros pacientes sem uma enfermeira. Até hoje eu posso ouvir o choro daquela criança na minha cabeça.

Apesar dos seus esforços desesperados para conseguir ajuda médica para a criança, a bebê morreu. Goldstein deixou o seu emprego, mas nunca mais ousou defender o aborto:

Eu espero que as pessoas que promovem o aborto, especialmente em gestações avançadas, passem pelo que eu passei. No dia seguinte, dei um fim ao meu emprego imediatamente e consegui trabalho em uma unidade pediátrica de outro hospital.

Essa experiência mudaria a vida de Goldstein de outra forma quando, alguns anos depois, ela mesma passaria por uma gravidez difícil:

Depois de alguns anos, eu fiquei grávida e entrei em trabalho de parto com 20 semanas. Os médicos queriam que eu interrompesse [a gravidez] imediatamente devido à minha saúde. Afirmaram que o bebê não seria normal e que eu devia tentar de novo. Eu disse que 'não' e fui mandada para casa, em repouso absoluto, sem permissão para ficar sozinha. Finalmente, tive uma febre muito alta e correram comigo para o hospital. O bebê ainda estava prematuro... Ele deveria nascer em novembro, e eu o tive em julho, um menino de 1 quilo e 180 gramas. Isso foi 30 anos atrás. Disseram-me que ele era muito pequeno e que eu não deveria esperar muita coisa. Ele ficou na seção para prematuros por algum tempo e era perfeitamente normal. Hoje, meu filho é um jovem saudável, trabalhando no seu segundo mestrado e em um emprego de tempo integral. Ele sabe da sorte que tem de estar vivo porque, se eu não tivesse a experiência que tive há 30 anos, ele não estaria aqui hoje.

Goldstein mostrou grande coragem lutando pela vida daquela pequena garota, 30 anos atrás. Também mostrou grande coragem lutando pela vida de seu próprio filho. E, finalmente, tem mostrado grande coragem compartilhando a sua história. Quanto mais pessoas deixam a indústria do aborto e corajosamente trazem à luz as suas histórias, mais e mais pessoas que ignoravam o assunto estão conhecendo a verdade. Esperamos que aqueles que têm sido ambivalentes ou incertos sobre o tema do aborto mudem de ideia quando aprenderem – de quem testemunhou em primeira mão – o que ele realmente é: o assassinato de um ser humano frágil e indefeso no ventre de sua mãe.

Fonte: Live Action News | Tradução: Equipe CNP

[*] Essas algas provavelmente dizem respeito ao material de que os médicos se servem para preparar as "laminárias". O dicionário explica que "os pecíolos da espécie Laminaria digitata, convenientemente preparados, usam-se em medicina como meio de dilatação lenta dos trajetos fistulosos e do colo do útero".

| Categoria: Sociedade

Jovem norte-americano é agredido por defender a vida

Mesmo agredido por defender a vida, jovem norte-americano permanece firme: “Quando Jesus estava na cruz e o estavam agredindo, ele não parou.”

Um jovem norte-americano foi agredido em um parque, na cidade de Tuscaloosa, no Alabama, enquanto distribuía panfletos com a mensagem “O aborto não é justiça social". No testemunho que compartilhou com outros membros do grupo “Estudantes pela Vida" (Students for Life), Ke'Ontai, de 17 anos, afirmou que nem isso o deterá em sua defesa pela vida desde a concepção.

“Estava em um parque entregando cartões de Estudantes pela Vida. Um homem parou e começamos uma discussão sobre aborto. Ele começou a ficar com raiva. Gritou, derrubou os cartões das minhas mãos e me empurrou para o chão", relata Ke'Ontai. “Nesse momento, não sabia o que pensar. O sujeito tinha mais de 150 quilos! Então ele ficou em cima de mim e começou a socar o meu rosto. Estava tentando escapar dele, mas não podia sair debaixo dele. Finalmente escapei e corri rapidamente para casa o mais rápido que podia."

No dia seguinte, contou, “fui à escola e meu diretor mandou-me ao hospital porque meu rosto estava muito machucado. O doutor me disse que tinha o nariz quebrado". Ke'Ontai conta que, no começo, estava com raiva, mas, depois, caiu em si e passou a rezar por ele. “Não podia estar bravo com este homem, porque sei que ele não me odiava, ele só não queria escutar a verdade."

Questionado por várias pessoas se ele ia parar com o seu trabalho em defesa da vida, o rapaz foi categórico: “Quando Jesus estava na cruz e o estavam agredindo, ele não parou."

Em testemunho, o jovem também lembrou como se vinculou à causa pró-vida depois de ver uma manifestação de oração em frente a uma clínica de aborto local.

Infelizmente, Ke'Ontai não é o primeiro nem será o último caso de agressão de abortistas aos defensores da vida. A “cultura da morte" se alimenta justamente do ódio e da violência contra o ser humano, mesmo em suas expressões mais inocentes e indefesas. Não espanta que agridam adolescentes pessoas que não tenham escrúpulo algum em ter agido da mesma forma contra bebês recém-concebidos no ventre de suas mães.

A mensagem nos cartões distribuídos pelo rapaz norte-americano – “O aborto não é justiça social" – também merece atenção. No Brasil, é comum ouvir o discurso de que “o aborto é questão de saúde pública" e de que a causa da sua legalização favorece os mais pobres. Inclusive, esta vem sendo a postura adotada pelo partido atualmente no poder. Sob a máscara de “justiça", de “igualdade", procura-se legitimar o inaceitável, aprovar aquilo que é absolutamente condenável. Ora, como pode ser considerado “justo" um ato que tem como fim “a supressão deliberada de um ser humano inocente" [1]? Como pode ser “libertadora" uma prática que priva para sempre as pessoas da luz da vida, não deixando que sequer venham ao mundo?

Embora pareçam bastante óbvios para muitos, esses apelos vêm sendo lenta e gradativamente obscurecidos por uma propaganda suja e mentirosa que visa chamar “ao mal bem", mudar “as trevas em luz", tornar “doce o que é amargo" [2]. Por isso, para conscientizar as pessoas de uma realidade que está inscrita na própria natureza humana, Deus capacita, com a Sua graça, pessoas dispostas e comprometidas com a Verdade, a fim de que verdadeiramente entreguem sua vida pela Vida presente em cada não-nascido. A valentia de Ke'Ontai – que, assim como São Paulo, não pretende gloriar-se senão na cruz de Cristo [3] – é um belo exemplo da ação de Deus em nosso meio, do Deus que não desiste da humanidade, ainda que ela se afaste tantas vezes de Seus desígnios.

Que o Senhor fortifique o jovem Ke'Ontai e todas as pessoas que se dedicam pela causa da vida. E que aqueles que hoje batalham em milícias inimigas possam abrir os olhos e conhecer a Verdade, sem a qual ninguém pode ser genuinamente libertado.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Students for Life of America

P.S.: O grupo "Estudantes pela Vida" organizou uma campanha, em inglês, para enviar mensagens de apoio a Ke'Ontai. Mande também sua mensagem: https://sfla.webconnex.com/keontai

Referências bibliográficas

  1. Evangelium Vitae, 58
  2. Is 5, 20
  3. Cf. Gl 6, 14