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O samba da “pluralidade” de uma nota só

Os modernos arautos da “tolerância” só sabem tolerar, na verdade, quem pensa como eles.

"Presidente da CNBB, o cardeal Sergio da Rocha enviou carta a Temer recomendando a indicação de Ives Gandra Martins Filho para o STF", informa a Folha de S. Paulo. "Os arcebispos dom Odilo Scherer e dom Orani Tempesta também manifestaram apoio ao jurista".

Outros que "entregaram ao Palácio do Planalto cartas de apoio a Ives Gandra Filho para o STF", de acordo com Lauro Jardim, foram os líderes da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil e da Conferência Nacional das Igrejas Evangélicas do Brasil.

Nas redes sociais, foi lançada uma campanha para que as pessoas entrem em contato com o Gabinete da Presidência, pedindo a Michel Temer que indique Ives para a Suprema Corte. Muitos estão fazendo a sua parte e a pressão já está surtindo efeitos.

Do outro lado, as críticas à indicação de Ives continuam, evidentemente, a todo vapor — ainda que os métodos empregados nem sempre sejam os mais honestos. No último dia 30, foi a vez do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) manifestar o seu repúdio ao nome de Ives Gandra. Alega-se, entre outras coisas, que suas posições seriam um grave atentado à "configuração plural" do "conceito de família". Para entender o que isso significa, basta explicar que o IBDFAM é conhecido por defender a poligamia. Para Maria Berenice Dias, uma das fundadoras da organização, a monogamia não passa de "uma mera convenção decorrente do triunfo da propriedade privada sobre o condomínio espontâneo primitivo" — noção que ela aprendeu com ninguém menos que Friedrich Engels.

Compartilha de semelhante opinião o ministro Luiz Edson Fachin, que já foi membro do mesmo instituto. Em prefácio ao livro "Da Monogamia – A sua Superação como Princípio Estruturante do Direito de Família", do seu ex-aluno Marcos Alves da Silva, Fachin pede a superação da monogamia, considerada por ele como um "jugo". Os que defendem que um homem deve ter uma só mulher e vice-versa são comparados pelo jurista a uma "gosma com verniz de epidérmico conhecimento" — mais ou menos como Ives Gandra Filho e a maioria da população brasileira.

Acontece que, no Brasil, a bigamia é crime tipificado pelo art. 235 do Código Penal e o casamento exige dos cônjuges, segundo o art. 1.566 do Código Civil, o dever de "fidelidade recíproca".

Mas, quando nomeado para o Supremo, algum desses veículos de imprensa que agora vociferam contra Ives Gandra pediram a Fachin algum tipo de explicação?

Não, nenhum.

Outro ministro conhecido por suas posições progressistas é Luís Roberto Barroso. Muito antes da patética decisão de dezembro de 2016, quando ele tentou usar um habeas corpus para descriminar o aborto até o terceiro mês de gravidez, o advogado Barroso já havia reconhecido, em entrevista, que "a mulher tem o direito fundamental a escolher se ela quer ou não ter um filho" — mesmo depois de concebido.

Acontece que, no Brasil, o aborto é crime (Código Penal, art. 124), violação do direito fundamental à vida do nascituro (Constituição Federal, art. 5.º, caput; Código Civil, art. 2.º).

Mas, quando indicado para o Supremo, algum desses veículos de imprensa que agora bradam contra Ives Gandra pediram a Barroso algum tipo de explicação?

Mais uma vez, não, absolutamente nenhum.

Este é, portanto, o samba da "pluralidade"… de uma nota só. O Supremo pode albergar militantes ativos das mais variadas causas (inclusive as que estão à margem da lei!), mas uma pessoa, simplesmente porque é católica, contrária ao aborto e favorável ao casamento entre um homem e uma mulher, não só é considerada inapta para o cargo, como é execrada publicamente e tratada como a escória da humanidade.

Está comprovado: os modernos arautos da "tolerância" só sabem tolerar, na verdade, quem pensa como eles.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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Se o aborto não é crime, então o que será?

A Constituição brasileira diz que "todos são iguais perante a lei", mas, a deduzir de decisão da Primeira Turma do STF, que descriminou o aborto nos três primeiros meses de gestação, parece que uns são "mais iguais" que outros.

“Se nós aceitamos que uma mãe pode matar o seu próprio filho, como podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?"
(Santa Teresa de Calcutá)

Todos já estão sabendo. A Suprema Corte de nosso país, cujos membros parecem situar-se há muito tempo "acima do bem e do mal", sentenciou há uma semana, no julgamento de um caso concreto, que não é crime o abortamento até o terceiro mês de gravidez.

O argumento do ministro Luís Roberto Barroso — a cujo voto subscreveram igualmente os ministros Rosa Weber e Edson Fachin — é de que "a criminalização, nessa hipótese, viola diversos direitos fundamentais da mulher, bem como o princípio da proporcionalidade". Qualquer um pode ler, na íntegra, a explicação do magistrado. No seu parecer, punir o aborto seria incompatível com "os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, que não pode ser obrigada pelo Estado a manter uma gestação indesejada", e atentaria até mesmo contra "a igualdade da mulher, já que homens não engravidam (sic) e, portanto, a equiparação plena de gênero depende de se respeitar a vontade da mulher nessa matéria".

Com esses argumentos, na verdade, abrem-se as portas — ou melhor, escancaram-se — para a descriminação total do aborto em nossa nação. A decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal atinge um caso específico, de Duque de Caxias (RJ), mas o seu conteúdo não destoa em nada da velha cantilena do movimento feminista e das organizações internacionais para despenalizar a prática. O problema é que isso, agora, consta na jurisprudência da mais alta instância do Poder Judiciário e pode ser usado amplamente pelos juízes país afora. Não resta dúvidas: estamos diante da mais descarada tentativa de legalizar o aborto no Brasil.

Além de nossa mais profunda revolta não só como cristãos, mas como cidadãos brasileiros — afinal, não é necessário ter uma fé religiosa para ser contrário ao aborto —, os argumentos apresentados pelo ministro Barroso para liberar o aborto no primeiro trimestre de gravidez são terrivelmente graves e precisam de uma resposta. O seu parecer pisa nas leis de nosso país, zomba do povo brasileiro — que se sabe ser majoritariamente contrário à descriminalização do aborto — e procura legitimar uma injustiça que, mesmo se não fosse repelida por nossos diplomas legais, sempre mereceu e sempre merecerá a nossa veemente repulsa e oposição.

Comecemos pela mais elementar das lições, compreensível até pelos rábulas: cada esfera do poder político tem as suas competências. Dizer o que é crime e o que deixa de sê-lo é atribuição regular não de quem julga, mas de quem faz as leis; não é tarefa de um tribunal, mas do parlamento; não cabe ao STF, portanto, mas ao Congresso Nacional. A decisão da Primeira Turma do Supremo simplesmente exorbitou de suas funções, para dizer o mínimo. Imaginem só se "a moda pega" e os juízes agora desatinam a julgar arbitrariamente, de acordo com a sua posição política ou ideológica: de que servirão as leis, senão para serem calcadas e lançadas ao lixo?

Não que esperássemos uma opinião diferente vinda do ministro Barroso, já que foi ele o advogado da ADPF 54, ação que despenalizou no Brasil, em 2012, o aborto de anencéfalos. O que não se compreende é como as suas opiniões privadas podem valer mais que as leis de nosso país: leis que põem a salvo, "desde a concepção, os direitos do nascituro" (Código Civil, art. 2.º); leis que criminalizam o aborto, incluindo-o na seção de "crimes contra a vida" (cf. Código Penal, arts. 124-127); leis que manifestam, até os dias de hoje, a posição majoritária da população brasileira a respeito do assunto. Se não gostava da atual legislação e pretendia alterá-la, o lugar a que deveria aspirar o ministro era a cadeira não da Suprema Corte, mas da Casa de Leis. Se queria inovar em matéria legal, que mostrasse o rosto diante da nação e apresentasse honestamente e à luz do dia as suas propostas, ao invés de criar "à canetada" as normas que lhe aprazem, passando por cima das que já existem e vigoram.

Quanto ao instante em que começa a vida, o ministro diz, peremptoriamente, que "não há solução jurídica para esta controvérsia", e que "ela dependerá sempre de uma escolha religiosa ou filosófica de cada um a respeito da vida". Resta-nos perguntar, então, que valor têm a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que tutela o direito à vida "desde o momento da concepção" (art. 4), e o Código Civil brasileiro, que "põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro" (art. 2.º). Trata-se de dois diplomas legais ou, novamente, o ministro só consegue enxergar os "direitos fundamentais" e as "soluções jurídicas" que lhe apetecem?

E as ciências, será que não têm nada a dizer sobre o assunto, ou só se recorre a elas quando respaldam as preferências dos magistrados? Já não está "amplamente reconhecido que, biologicamente, o único 'salto qualitativo' relacionado à transmissão da vida advém do ato da fecundação" [1]? O que falta acrescentar a um óvulo fecundado para que ele se torne um ser humano?

A deduzir das teses patrocinadas por Barroso, talvez o que lhe falte seja precisamente a chancela da mulher, a sua decisão livre e "autônoma" de levar adiante a gestação. E é desse modo que, sem nenhum pudor ou remorso, nossos ilustres magistrados reescrevem o art. 5.º da Carta Magna. "Todos são iguais perante a lei", sim, diz o texto constitucional, mas uns são "mais iguais" que outros, interpreta a Primeira Turma do Supremo; iguais "sem distinção de qualquer natureza", sim, continua a Lei, exceto se a vida for intrauterina, intervém o Supremo; garante-se "aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida", sim, é claro, mas só depois de completado o primeiro trimestre da gestação, dizem enfim aqueles a quem compete, "precipuamente, a guarda da Constituição" (CF, art. 102).

Mas para que serve a Constituição, se da simples leitura de suas linhas não conseguimos mais extrair nem mesmo o respeito à "dignidade da pessoa humana", que é um dos fundamentos de nosso Estado Democrático de Direito? Se assassinar um ser humano inocente no ventre de sua mãe não é crime, então o que será crime? Se não protegemos a vida nem de nossos membros mais frágeis e indefesos, do que seremos capazes de zelar? "Se nós aceitamos que uma mãe pode matar o seu próprio filho", em suma, "como podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?" [2]

Ainda que uma "classe de intocáveis" lute por implantar o aborto no Brasil, custe o que custar, ao arrepio das leis e da autonomia dos poderes, o povo brasileiro não pode permitir que isso aconteça. Pressionemos o nosso Poder Legislativo, para preservar "sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes" (CF, art. 49, XI). Os ministros do Supremo Tribunal Federal não podem contrariar a decisão soberana da população, que por inúmeras vezes já rejeitou a descriminalização do aborto por via legislativa. Não permitamos que roubem a vida de nossos filhos!

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Luciano Eusebi, La tutela penale della vita prenatale. Rivista Italiana di Diritto e Procedura Penale. Milão. fasc. 3, luglio-settembre 1988, p. 1064.
  2. Madre Teresa de Calcutá, Speech to the National Prayer Breakfast (Washington, February 3rd, 1994).

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Aborto: chegou a hora de reagir!

Conheça a verdadeira luz no fim do túnel para bloquear o assalto abortista no Brasil.

1. Uma descarada tentativa

No último dia 29/11, o Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu cinco funcionários de uma clínica de abortos do Estado do Rio de Janeiro, incluindo o médico que praticava os abortos, alegando que o aborto não é crime desde que praticado até o terceiro mês de gestação, usurpando publicamente, como alegaram diversos deputados, as funções do Poder Legislativo.

No próximo dia 7/12, o STF julgará sobre a despenalização do aborto no caso de mulheres que contraíram o zika vírus. Note: não se trata somente do aborto de crianças com microcefalia. Nem todos os bebês de gestantes que contraíram zika vírus nascem com microcefalia. Bastará que a gestante que tenha contraído zika vírus não queira levar a gravidez adiante para obter o aborto. O argumento será o trauma da incerteza. Mas, com este argumento será possível, mais tarde, em outro julgamento, legitimar todos os abortos, se isto já não for feito neste mesmo.

Trata-se da mais descarada tentativa de legalizar o aborto no Brasil.

2. A quem pressionar?

Ora, os juízes do STF, não sendo eleitos pelo povo, não são suscetíveis a pressões. Quando do julgamento acerca da constitucionalidade do aborto por anencefalia, não obstante a uma gigantesca oposição popular, o STF julgou pela não penalização desse tipo de aborto.

Portanto, parece não ser eficaz nenhum tipo de manifestação, nota de repúdio, petição pública ou qualquer outra ação que se dirija diretamente ao STF.

Resta-nos, portanto, uma alternativa: pressionar mais uma vez o poder legislativo, para que ponha limites à intromissão do STF em suas competências.

3. Uma luz do fim do túnel: PL 4754/2016

A propósito, na Câmara dos Deputados, há um Projeto de Lei tramitando na Comissão de Constitucionalidade, Justiça e Cidadania (CCJC), pronto para ser pautado e votado: trata-se do PL 4754/2016, relatado pelo Dep. Marcos Rogério (DEM-RO), que define como crime de responsabilidade a usurpação de competências do legislativo por parte de juízes do STF. No caso, esses juízes seriam processados no Senado Federal, podendo sofrer um impeachment.

É notório o ativismo judiciário, que não se cansa de intrometer-se no poder legislativo. Atualmente, não há a quem recorrer. Temos uma classe de intocáveis no Brasil.

Se o PL 4754/2016 for aprovado, o povo poderá pressionar o Congresso Nacional toda vez que um abuso de poder como estes for cometido! Tal medida traria maior oxigenação em nossa democracia.

Trata-se de uma verdadeira luz no fim do túnel para bloquear o assalto abortista no Brasil.

Para ler a íntegra do Projeto de Lei 4754/2016, acesse: http://bit.ly/2gRUakA.

Para acompanhar a tramitação deste projeto, acesse: http://bit.ly/2gkWhKn.

4. O que fazer concretamente?

Abaixo, apresento o telefone e o e-mail do Presidente da CCJC e do Dep. Marcos Rogério, relator do projeto.

Precisamos incentivar e apoiar os parlamentares a se posicionarem firmemente neste caso. Telefone, escreva! Peça que seja pautado e aprovado o PL 4754/2016 já na próxima semana. Mostre o quanto isto é importante para o povo brasileiro.

Envie também um e-mail, com suas próprias palavras, à lista de todos os deputados que são membros da CCJC, manifestando o seu apoio para que eles pautem o quanto antes este projeto.

Os bebês brasileirinhos agradecem!!!


COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS FEDERAIS - CCJC

PRESIDÊNCIA DA CCJC

PRESIDENTE DEPUTADO OSMAR SERRAGLIO - PMDB / PR

Telefone: (61) 3215-5845
Fax: (61) 3215-2845
E-mail: dep.osmarserraglio@camara.leg.br

SECRETARIA da CCJC:

Telefone: (61) 3216-6494
FAX: (61) 3216-6499

RELATOR DO PROJETO DE LEI 4754/2016, DEPUTADO MARCOS ROGÉRIO - DEM / RO

Telefone: (61) 3215-5930
Fax: (61) 3215-2930
E-mail: dep.marcosrogerio@camara.leg.br

E-MAILS DOS DEPUTADOS TITULARES

dep.paeslandim@camara.leg.br; dep.paulomaluf@camara.leg.br; dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br; dep.rodrigopacheco@camara.leg.br; dep.sorayasantos@camara.leg.br; dep.valtenirpereira@camara.leg.br; dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br; dep.vitorvalim@camara.leg.br; dep.geneciasnoronha@camara.leg.br; dep.joaocampos@camara.leg.br; dep.josecarlosaleluia@camara.leg.br; dep.josefogaca@camara.leg.br; dep.joziaraujo@camara.leg.br; dep.lincolnportela@camara.leg.br; dep.maiafilho@camara.leg.br; dep.marcosrogerio@camara.leg.br; dep.osmarserraglio@camara.leg.br; dep.paeslandim@camara.leg.br; dep.paulomaluf@camara.leg.br; dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br; dep.rodrigopacheco@camara.leg.br; dep.sorayasantos@camara.leg.br; dep.valtenirpereira@camara.leg.br; dep.alceumoreira@camara.leg.br; dep.andremoura@camara.leg.br; dep.antoniobulhoes@camara.leg.br; dep.arthurlira@camara.leg.br; dep.carlosbezerra@camara.leg.br;

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Joguem a palavra “gênero” no lixo!

Ontem, na Câmara, depois de explicar a origem histórica da agenda de gênero, Padre Paulo Ricardo fez aos deputados, em nome de todo o povo brasileiro, um importante apelo: que jogassem a palavra “gênero” na lata de lixo.

Ontem nós publicamos aqui a íntegra da primeira intervenção feita pelo Padre Paulo Ricardo na audiência pública da tarde de ontem (10), promovida pela Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres, da Câmara dos Deputados. O evento tinha como objetivo discutir "o significado da palavra 'gênero'" e prestar um verdadeiro serviço às mulheres do Brasil, já que a sua causa tem sido raptada nas últimas décadas por movimentos ideológicos absolutamente alheios aos seus interesses.

Hoje nós publicamos a sequência de sua fala, dada já ao final do evento, oportunidade que o sacerdote usou para esclarecer por que a palavra "gênero", afinal de contas, não deve ser utilizada no processo de produção das leis em nosso país.

O que aconteceu ontem na Câmara dos Deputados foi uma simples audiência, promovida por uma das muitas comissões parlamentares que existem em ambas as casas do parlamento federal.

Essa comissão que atende à "defesa dos direitos das mulheres", em especial, é emblemática por despertar, desde quando foi criada, no último dia 28 de abril, a ira e a insatisfação dos movimentos feministas e da bancada socialista no Congresso.

Talvez você se pergunte: mas por que essas pessoas que tanto dizem representar a causa das mulheres rejeitaram tão prontamente essa comissão?

A resposta está nas competências que lhe foram atribuídas quando do ato de sua criação (feita pela Resolução n. 15, de 2016). Embora previsse, por exemplo:

  • a discussão "de denúncias relativas à ameaça ou à violação dos direitos das mulheres" (art. 32, XXIV, a);
  • o incentivo e a fiscalização "de programas de apoio às mulheres chefes de família monoparentais" (art. 32, XXIV, c);
  • o "monitoramento da saúde materno-infantil e neonatal, dos programas de apoio a mulheres em estado puerperal, em especial nas regiões mais carentes" (art. 32, XXIV, d); e
  • o fomento de "programas relativos à prevenção e ao combate à violência e à exploração sexual de crianças e de adolescentes do sexo feminino" (art. 32, XXIV, g),

A resolução em questão não contemplava entre as pautas da comissão recém-criada nem a palavra "gênero" nem os famigerados "direitos sexuais e reprodutivos da mulher" (que, como sabemos, não passam de sinônimo para "aborto"). O resultado? A comissão foi amplamente boicotada justamente por quem tanto diz representar a causa das mulheres. Ontem, na audiência pública, a ausência desses parlamentares e entidades civis foi sintomática, provando que seu compromisso não é com as mulheres do Brasil, mas sim com outra agenda ideológica, muito distante dos legítimos anseios femininos.

Não deixem de assistir e divulgar esse vídeo, para conscientizar as pessoas do que está acontecendo em nosso país, especialmente no Congresso Federal.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

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O que está por trás da palavra “gênero”?

Em audiência pública na Câmara, Padre Paulo explica o que está por trás da palavra “gênero” e como essa agenda ideológica “raptou” a verdadeira luta pelos legítimos direitos das mulheres.

Na tarde desta quarta-feira, dia 10 de agosto, Padre Paulo Ricardo foi convidado para participar de uma audiência pública sobre "O significado da palavra 'gênero'". O evento foi promovido pela Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres, da Câmara dos Deputados.

Em sua exposição, o padre descreve o itinerário histórico e filosófico das ideias de gênero, trazendo à luz uma importante bibliografia, já familiar àqueles que visitam o nosso site, mas ainda desconhecida por grande parte da população. A partir disso, Padre Paulo se propõe a responder, nos seus 20 minutos de fala, o que está por trás da palavra "gênero" e o que ela tem a ver com a luta pelos legítimos direitos das mulheres.

Deixamos disponíveis abaixo os livros utilizados pelo padre durante a sua fala, a fim de que nossos alunos e visitantes também possam estudar e conhecer melhor o assunto em questão:

Se você gostou desse vídeo, não deixe de compartilhá-lo com seus amigos e familiares. Ajude-nos a denunciar os planos obscuros da agenda de gênero e a promover a defesa da família natural!

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Uma decisão histórica das Filipinas contra os anticoncepcionais

O Congresso filipino coloca um freio no avanço da “cultura da morte” e dá um exemplo de soberania e sensatez ao resto do mundo

Filipinos protestam contra lei que exigia fundos para contraceptivos e educação sexual nas escolas.

A ousada decisão do Congresso filipino de não mais financiar programas de contracepção no país não agradou nem um pouco às organizações internacionais. Desde o anúncio da medida, em janeiro deste ano, as Filipinas vêm enfrentando duras críticas por, supostamente, terem "dado um sério passo atrás na obrigação de proteger a saúde maternal, a redução da mortalidade infantil e a prevenção do HIV", como atacou o grupo Human Rights Watch.

No início do mês, o Congresso filipino decidiu remover os $21 milhões do fundo governamental para o financiamento de contraceptivos para famílias pobres, conforme exigia uma controversa lei de saúde reprodutiva, aprovada em 2012, e sob pressão da ONU. Phelim Kine, vice-diretor asiático da Human Rights Watch, descreveu a ação como uma "vitória para membros da Igreja Católica nas Filipinas que têm amargamente se oposto aos serviços de contracepção gratuitos". Em uma declaração, Kine disse que a oposição da Igreja inclui "falsas preocupações acerca da segurança e da confiabilidade de métodos contraceptivos como a camisinha".

O Arcebispo Ramon Arguelles, da Arquidiocese de Lipa, rebateu as acusações, dizendo que a medida do governo era "pró-filipinos". "Eu espero que tudo seja gasto na construção de escolas, que deem maior educação e formação moral aos jovens, e oportunidade de trabalho para os adultos", exortou o arcebispo.

Na mesma linha se posicionou o porta-voz da conferência dos bispos, padre Jerome Secillano. "É bom saber que nenhum orçamento será reservado para a aquisição de contraceptivos", declarou o sacerdote, acrescentando que aquelas eram "notícias bem-vindas".

A decisão do Congresso filipino vem um ano após a visita do Papa Francisco ao país, quando o Santo Padre alertou as autoridades locais para o risco das "colonizações ideológicas". Durante o encontro com as famílias, o Santo Padre incentivou-as a "dizer 'não' a qualquer colonização política, assim também como família devemos ser muito sagazes, muito hábeis, muito fortes, para dizer 'não' a qualquer tentativa de colonização ideológica da família". Recordando a encíclica Humanae Vitae, de Paulo VI, Francisco ainda insistiu na necessidade da "abertura à vida" dentro do matrimônio: "(Paulo VI) olhou os povos da terra e viu esta ameaça da destruição da família pela falta de filhos".

A cruzada da Igreja contra o controle populacional

A briga da Igreja contra os anticoncepcionais é antiga. Foi durante o pontificado de Pio XI que a Santa Sé fustigou as primeiras manifestações da mentalidade antinatalista. Com a encíclica Casti Connubii, o Papa afirmou que o ato conjugal, por ser destinado primeiramente pela natureza à geração de filhos, não pode ser alienado, e que, por isso, "aqueles que, em seu exercício, frustram deliberadamente seu poder e propósito, pecam contra a natureza e cometem um ato vergonhoso e intrinsecamente mau" (n. 54).

Também São João XXIII, na encíclica Mater et Magistra, considerando a sacralidade da vida humana e a questão do aumento demográfico no mundo, deplorava o uso de "expedientes que ofendem a ordem moral estabelecida por Deus e atacam os próprios mananciais da vida humana" (n. 188). Era o começo dos anos 60 e a voz inequívoca do Bispo de Roma já se lançava contra "métodos e meios que são indignos de um ser racional e só encontram explicação num conceito puramente materialista do homem e da vida" (n. 190).

Mas o matchpoint veio mesmo em 1968, com a publicação da encíclica Humanae Vitae. Além de frustrar as expectativas da grande mídia (e, infelizmente, de algumas autoridades eclesiásticas), que queria porque queria a aprovação da Igreja para o controle populacional, Paulo VI fez uma profecia assaz válida para o mundo de hoje:

Considerem, antes de mais, o caminho amplo e fácil que tais métodos abririam à infïdelidade conjugal e à degradação da moralidade [...] É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada.

Pense-se ainda seriamente na arma perigosa que se viria a pôr nas mãos de autoridades públicas, pouco preocupadas com exigências morais. Quem poderia reprovar a um governo o fato de ele aplicar à solução dos problemas da coletividade aquilo que viesse a ser reconhecido como lícito aos cônjuges para a solução de um problema familiar? Quem impediria os governantes de favorecerem e até mesmo de imporem às suas populações, se o julgassem necessário, o método de contracepção que eles reputassem mais eficaz? Deste modo, os homens, querendo evitar dificuldades individuais, familiares, ou sociais, que se verificam na observância da lei divina, acabariam por deixar à mercê da intervenção das autoridades públicas o setor mais pessoal e mais reservado da intimidade conjugal (n. 17).

Na mosca. O que era simplesmente um temor do Santo Padre tornou-se fato em nossos dias. Graças à falsa segurança dos anticoncepcionais, inúmeras famílias têm sido arruinadas pela praga da traição e da promiscuidade. Ademais, não é incrível que os índices de gravidezes indesejadas e de doenças sexuais sejam tão altos agora, quando nunca foi tão fácil o acesso à camisinha? É que os anticoncepcionais, longe de serem seguros, favorecem uma mentalidade utilitarista e imprudente, que não reconhece a sacralidade do corpo humano; antes, transforma-o em instrumento de satisfação imediata e, muitas vezes, de dinheiro fácil. Bento XVI estava mesmo certo: na luta contra as doenças sexualmente transmissíveis, a camisinha mais atrapalha do que ajuda.

Igualmente preocupante é a ingerência de certas autoridades mundiais na vida familiar e na soberania de outros países que, em troca de apoio econômico e militar, são obrigados a adotar a agenda antinatalista das fundações internacionais. Vejam o exemplo da China para terem ideia da dimensão do problema.

Lembremo-nos, ainda, dos efeitos colaterais de alguns métodos contraceptivos, como a chamada pílula. Não faz muito tempo, a revista Época publicou uma séria denúncia sobre casos de embolia pulmonar, trombose e acidente vascular cerebral (AVC) ligados ao uso de pílulas anticoncepcionais. Mais: os anticoncepcionais, embora se queira esconder amiúde das mulheres, são abortivos. É fato!

Os filhos são uma bênção

Madre Teresa de Calcutá foi, por muitos anos, uma pedra no sapato dos defensores da contracepção. Isso porque a missionária, em todas as suas viagens, não deixava de repetir o seu mantra às autoridades civis e à população em geral: "Não ao aborto, não aos contraceptivos". Madre Teresa defendia esses princípios não porque fosse uma fanática religiosa ou coisa parecida, mas porque estava convencida da verdade acerca do matrimônio e, sobretudo, da maternidade. Não se pode negar que a criação dos filhos seja difícil — e ninguém melhor que Madre Teresa entendeu isso, visto que diariamente se dedicava às crianças de seu orfanato; por outro lado, a família existe justamente para que o homem e a mulher cresçam no amor e aprendam a virtude da abnegação, coisa, aliás, muito em falta na sociedade de hoje, que prefere descartar o próximo a sacrificar-se por ele.

Não é por acaso que o atual crescimento da violência e da corrupção esteja acompanhado de um declínio acentuado na vida familiar. A família precisa ser a escola da santidade. Porém, quando essa concepção se perde, o que resta são os traumas e os rancores.

A Igreja entende — e aceita — que, em alguns casos, e por razões realmente graves, os casais estabeleçam um espaçamento maior entre a geração de filhos, desde que se recorra a métodos honestos e abertos à vida, como a abstinência conjugal e o conhecido Método de Ovulação Billings. Trata-se da autêntica "paternidade responsável", como dizia Paulo VI (cf. Humanae Vitae, n. 7-10). Mas, ao mesmo tempo, é sempre dever dela recordar as famílias sobre a generosidade na correspondência à própria vocação. Os filhos, se acolhidos com visão sobrenatural, são sempre uma bênção.

Neste mundo, que parece estar de joelhos ante a "cultura da morte", a decisão das autoridades filipinas é mesmo muito "bem-vinda". Que este exemplo de sensatez e amor à família ilumine as demais autoridades do planeta contra a perversa ideologia antinatalista.

Por Equipe CNP | Com informações de ChurchMilitant.com

| Categoria: Santos & Mártires

Mortos por não serem homossexuais

Conheça a história dos 22 mártires católicos de Uganda, que preferiram morrer a consentir nos desejos impuros do Rei Mwanga I. O seu testemunho atesta que “os prazeres mundanos e o poder terreno não dão alegria e paz duradouras”.

Papa Francisco durante visita a Uganda, 28 de novembro. Foto de L'Osservatore Romano.

Os primeiros missionários cristãos a pisarem no atual território de Uganda eram protestantes. Em 1877, eles foram acolhidos por Mutesa, o monarca de "Buganda" – como então era chamado o reino –, ficando livres para expandir a fé cristã em meio à população. A tolerância do Rei era tanta, que os missionários podiam pregar Jesus Cristo entre os próprios membros da sua corte. Mutesa mesmo, no entanto, não estava disposto a abandonar a poligamia – nem a circuncidar-se, como pedia o Islã. Apesar de aberto à pregação de todas as religiões, ele ficaria sem escolher nenhuma.

Dois anos mais tarde, em 1879, era a vez dos católicos serem acolhidos em seu reino: os Missionários da África – ou "Padres Brancos", como eram denominados – também passaram a evangelizar Uganda.

Em suas bocas, estava o discurso inflamado contra as práticas pagãs e supersticiosas dos nativos africanos. Os missionários da época não sacrificavam a fé no altar do "politicamente correto". Aderir a Cristo significava uma ruptura total com o antigo modo de vida, uma completa mudança de mentalidade e de comportamento. Ao aderir àquela "religião estrangeira", os abasomi – como eram chamados os convertidos à fé cristã – não só abandonavam as velhas tradições de suas tribos, como eram considerados "rebeldes" por seus compatriotas.

O martírio de José Mukasa

Um desses conversos, o seminarista católico José Mukasa, era particularmente importante para a evangelização em Buganda. Amigo pessoal tanto de Mutesa quanto de seu filho Mwanga, Mukasa tinha levado a fé a muitos dos jovens pajens que trabalhavam na corte real. A sua posição de influência junto do Rei confirmava ainda mais a sua liderança e eram muitos os que se faziam católicos graças à sua pregação.

No entanto, aproximava-se o dia em que o mordomo real teria de escolher entre Deus e César, entre o amor à Igreja e a lealdade ao Rei.

De fato, tão logo assumiu o trono em lugar de seu pai, Mwanga I demonstrou-se um verdadeiro inimigo da religião cristã. Os seus motivos eram manifestos. Influenciado por más amizades, Mwanga começou a praticar a homossexualidade e, não podendo suportar as críticas da moral cristã a esse comportamento, passou a perseguir sistematicamente os cristãos de Buganda – tanto anglicanos, quanto católicos. Também não lhe agradava a rejeição dos cristãos ao tráfico de escravos, o qual constituía uma importante fonte de recursos para o reino. Para que pudesse agir como bem entendesse, Mwanga tinha tomado uma firme decisão: teria que riscar o cristianismo do mapa de seu reino.

No dia 31 de janeiro de 1885, os jovens anglicanos Makko Kakumba, Yusuf Rugarama e Nuwa Sserwanga foram as primeiras vítimas do Rei. Eles foram desmembrados e queimados no povoado de Busega, ao sul do país. Não contente com a execução, em outubro do mesmo ano, Mwanga ordenou o assassinato do bispo anglicano James Hannington, alegando "más intenções" por parte do prelado, só por ele ter entrado no reino por uma rota mais curta que a tradicional.

Tamanha barbaridade suscitou a indignação de José Mukasa, que – a exemplo de Natã diante do rei Davi – reprimiu severamente Mwanga, por matar Hannington sem ao menos dar-lhe a oportunidade de defender-se. Outra crítica, todavia, fez acender de vez a cólera real: avesso à homossexualidade do monarca, Mukasa pediu a Mwanga que parasse de compelir os membros da corte às suas imoralidades. De fato, a promiscuidade do Rei era insaciável e ele não hesitava em transformar os seus súditos em "parceiros sexuais". Como reação a isso, José não apenas tinha ensinado os rapazes a resistirem, como fez questão de deixá-los longe do alcance do Rei.

Perturbado com as críticas de Mukasa, Mwanga jogou-o na prisão e, no dia 15 de novembro, mandou queimá-lo publicamente, para que servisse de exemplo a todo o povo de Uganda. Antes de morrer, disse ao seu executor: "Um cristão que dá a sua vida a Deus não tem razão para temer a morte. Diga a Mwanga que ele me condenou injustamente, mas eu o perdoo de todo o meu coração." O carrasco ficou tão impressionado que decapitou-o antes de amarrá-lo e queimar o seu corpo.

O massacre de Namugongo

Muitos outros cristãos caíram nas mãos de Mwanga, totalizando um número de 45 mártires (22 deles católicos). A perseguição da Coroa à fé cristã duraria até o dia 27 de janeiro de 1887, com a morte do católico Jean-Marie Muzeeyi. De todas as atrocidades cometidas por Mwanga, porém, a pior de todas foi o massacre de Namugongo, quando 26 cristãos, sob a liderança de São Carlos Lwanga, foram mortos de uma só vez.

Apontado pelo Rei como novo mordomo da corte, Lwanga não demoraria a causar novos problemas à Coroa. Assim como Mukasa, de fato, Carlos sabia ser "necessário antes obedecer a Deus que aos homens" ( At 5, 29). Uma de suas primeiras preocupações à frente do palácio foi justamente proteger os jovens cristãos dos desejos luxuriosos do monarca. Certa vez, um dos pajens se recusou a manter relações sexuais com o soberano. Perguntado qual era o seu motivo, ele respondeu que estava recebendo catequese de um católico. Tomado pela ira, Mwanga chamou o responsável à sua presença, tomou sua lança e decepou a sua cabeça, sem piedade. 26 de maio de 1886, Daniel Ssebuggwawo é a vítima da vez.

Ainda insatisfeito, o Rei convocou toda a corte para o dia seguinte. Carlos Lwanga, prevendo o que haveria de acontecer, deu o sacramento aos quatro catecúmenos que ainda não tinham recebido o Batismo – entre eles, uma criança de 14 anos, chamada Kizito. No outro dia, logo de manhã, Mwanga separou de sua corte todos os cristãos e, depois de pedir inutilmente que abandonassem a sua fé, condenou-os todos à morte.

"Quem dentre vocês não tiver a intenção de rezar, pode ficar aqui ao lado do trono; aqueles, porém, que quiserem rezar, reúnam-se contra aquele muro", teria dito o Rei, na ocasião. Lwanga foi o primeiro a dirigir-se ao muro, seguido por outros tantos. Mwanga, então, perguntou-lhes: "Mas vocês rezam de verdade?", ao que Carlos respondeu: "Sim, meu senhor, nós rezamos e queremos continuar até a morte".

Alguns deles foram mortos ainda naquele mês, como o católico Nowa Mawaggali, que padeceu estraçalhado por cães selvagens. A maioria, porém, estava destinada a morrer em Namugongo, no dia 3 de junho de 1886.

Era uma quinta-feira da Ascensão do Senhor e os prisioneiros, sentenciados à fogueira, estavam tranquilos e alegres diante de seu veredito. A fila de condenados partia ao lugar da execução, rezando bem alto e recitando o Catecismo pelo caminho. O pequeno Kizito simplesmente sorria, como se tudo aquilo não passasse de uma brincadeira. Testemunhas oculares relatavam a alegria e a confiança dos mártires, encorajando uns aos outros, enquanto eram amontoados em uma grande fogueira por seus carrascos.

"Invoque o seu Deus, e veja se ele pode salvá-lo", disse um deles. "Pobre louco", replicou São Carlos Lwanga. "Você está me queimando, mas é como se estivesse derramando água sobre o meu corpo."

Os outros prisioneiros estavam igualmente calmos. Das chamas ardentes, só se ouviam as suas orações e canções, que ressoavam cada vez mais alto. Quem assistiu à execução atesta nunca ter visto ninguém morrendo daquela forma.

"Semente de novos cristãos"

São Carlos Lwanga e os outros 21 mártires católicos de Uganda foram beatificados pelo Papa Bento XV, em 6 de junho de 1920, e canonizados por Paulo VI, em 18 de outubro de 1964.

Recentemente, durante viagem apostólica à África, o Papa Francisco visitou o Santuário dos Mártires de Namugongo e celebrou uma Missa em sua honra. "O testemunho dos mártires mostra a quantos, ontem e hoje, ouviram a sua história que os prazeres mundanos e o poder terreno não dão alegria e paz duradouras", disse o Santo Padre. "São a fidelidade a Deus, a honestidade e integridade da vida e uma autêntica preocupação pelo bem dos outros que nos trazem aquela paz que o mundo não pode oferecer."

Assim como em outros tempos da Igreja, o sangue desses homens valorosos foi um incentivo para a conversão de muitos outros. O reino de terror instaurado por Mwanga não teve o efeito pretendido: ao invés de diminuir, o número de cristãos só aumentou cada vez mais. Realmente, como escreve Tertuliano, "sanguis martyrum semen christianorum – o sangue dos mártires é semente de novos cristãos".

Hoje, Uganda é um país majoritariamente cristão, graças ao exemplo desses jovens mártires, que resistiram a um governo ímpio para guardar a sua fé e a sua castidade. Notoriamente, trata-se do país africano que mais avanços obteve no combate à AIDS, graças a um programa de saúde que envolve principalmente – mais do que a simples distribuição de preservativos – a abstinência e a fidelidade no casamento. O programa já foi elogiado por especialistas e apontado como o mais eficaz na contenção do vírus HIV.

A primeira-dama do país, Janet Museveni, fala abertamente aos universitários sobre a castidade. "Honrem seus corpos como templo de Deus", ela diz. "Não tomem atalhos nem ponham em perigo suas vidas, utilizando meios inventados pelo homem, como os preservativos, e indo contra o plano de Deus para suas vidas."

Para quem teve Mwanga no passado, é alentador ter uma posição tão contundente defendendo a castidade do alto dos telhados. Que São Carlos Lwanga e seus 21 companheiros mártires sigam intercedendo pela África e por todo o mundo, a fim de que a castidade que os conduziu ao martírio arda no coração dos nossos jovens e também os leve a um testemunho irrepreensível de amor a Cristo.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Recomendação

| Categoria: Pró-Vida

URGENTÍSSIMO! Apoie o Projeto de Lei para barrar a Cultura da Morte no Brasil

A aprovação dessa lei é FUNDAMENTAL não só para frear, mas para impor uma verdadeira marcha à ré aos planos de morte das ONGs financiadas pelas Fundações Internacionais!

Está para ser votado, no Congresso Nacional, pela primeira vez desde 1990, um projeto de lei que irá impedir o desenvolvimento da Cultura da Morte no Brasil. Estou lhe escrevendo para pedir a sua ajuda, e de todos os seus contatos, para obter a aprovação deste projeto.

O deputado Evandro Gussi, do PV de São Paulo, apresentou nestes dias, à Câmara dos Deputados, um substitutivo para o Projeto de Lei 5.069 de 2013. O substitutivo está para ser votado nos próximos dias na Comissão de Constitucionalidade e Justiça da Câmara, dali seguindo para o Plenário. A pressão contra o projeto, movida pelas ONGs financiadas pelas Fundações Internacionais que promovem o aborto é gigantesca.

O projeto, entre outras coisas, estabelece que no caso de gravidez resultante de estupro, o aborto somente não será punido se a gravidez for constatada em exame de corpo de delito e comunicado à autoridade policial.

O projeto também criminaliza o anúncio e a venda de substâncias destinada a provocar aborto, assim como orientar gestantes sobre como praticar o aborto.

A esmagadora maioria dos brasileiros é totalmente contrária ao aborto, a aprovação ao aborto diminui a cada ano pelo menos desde 1994 e nos últimos seis anos, segundo os dados dos atendimentos pós-aborto fornecido pelo SUS, a própria prática do aborto tem diminuído a uma taxa de 12% ao ano todos os anos. O número de abortos clandestinos no Brasil não é um milhão por ano, como se sustenta falsamente e de modo proposital, mas cerca de 100 mil por ano, e este número está diminuindo aproximadamente a 12% ao ano. Veja uma palestra mostrando a verdade sobre este assunto, realizada no próprio Congresso Nacional brasileiro, em setembro de 2015, clique aqui para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=LP9_xL-cKQY

Por que foi apresentado o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013?

Porque o governo do PT, contrariamente ao que toda a nação brasileira pensa sobre o assunto, anunciou em 2012 que pretendia criar serviços de orientação à gestante sobre os melhores meios de provocar ela mesmo um aborto. O Ministério da Saúde está trabalhando ativamente nesta direção. Para facilitar este programa, multiplicaram-se no Brasil, nos últimos anos, a propaganda e a venda de substâncias abortivas. Para agravar a situação, desde 2004, nos serviços de abortos em casos de estupro, por Norma do Ministério da Saúde, não se exige mais nenhuma prova de que houve estupro a não ser a própria palavra da gestante. Nestes serviços, afirmam as normas do Ministério, a palavra da gestante deve ser recebida com presunção de veracidade sem necessidade de nenhuma prova, e com isto multiplicaram-se assustadoramente os casos de abortos praticados pelos serviços públicos em que não houve qualquer violência.

Isto é apenas o resumo dos fatos.

O quadro dentro do qual se insere o projeto é muito mais amplo. A realidade é que há um planejamento consciente por parte do governo, amparado pelo financiamento e pelas estratégias desenvolvidas por uma rede de Fundações Internacionais, que está conscientemente trabalhando para implantar a Cultura da Morte no Brasil e nos países que se opõem à prática do aborto, principalmente na América Latina.

Precisamos de sua ajuda para aprovar o Substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013. As ONGs que promovem o aborto no Brasil e alguns parlamentares que trabalham com elas estão conscientes da importância deste projeto e estão fazendo tudo o que podem para impedir sua aprovação.

Precisamos que você telefone e envie e-mails aos deputados da Comissão de Constitucionalidade e Justiça da Câmara pedindo-lhes que, em nome do povo brasileiro, aprovem o Substitutivo. Os telefones e e-mails dos deputados estão logo abaixo.

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover e procurarei manter a todos informados sobre o desenrolar dos fatos.

*

Para entender o que está acontecendo, leia os documentos a seguir.

É ideal que tanto os que telefonam como os que enviam mensagem estudem a fundo estes documentos de referência:

Na hora de enviar mensagens e telefonar, siga as seguintes recomendações:

  1. Mande um e-mail a todos os integrantes da comissão;
  2. Telefone apenas aos gabinetes das lideranças e aos deputados do seu próprio estado;
  3. Devido à gravidade da situação, escreva alguma mensagem com suas próprias palavras, ao invés de mandar uma mensagem previamente padronizada;
  4. Se você participa de alguma igreja ou religião, não se manifeste como religioso, mas como cidadão ou profissional;
  5. Telefonando ou escrevendo, seja sempre educado ao extremo, mas não deixe de manifestar claramente seu ponto de vista. Aos deputados e funcionários de seus gabinetes deve-se o maior respeito em qualquer circunstância;
  6. É muito importante, além de escrever e-mails, que podem ser facilmente apagados por qualquer funcionário com um clique de mouse, que se telefone de viva voz ou se mande um fax;
  7. Não esqueça de pedir encarecidamente a toda a sua lista de contatos que façam o mesmo e que avisem também às suas listas de contato.

Seguem, abaixo, os contatos dos parlamentares.

E-mails das lideranças:

lid.govcamara@camara.leg.br, lid.min@camara.leg.br, lid.pmdb@camara.leg.br, lid.psdb@camara.leg.br, lid.pp@camara.leg.br, lid.pr@camara.leg.br, lid.psd@camara.leg.br, lid.ptb@camara.leg.br, lid.dem@camara.leg.br, lid.prb@camara.leg.br, lid.pdt@camara.leg.br, lid.solidariedade@camara.leg.br, lid.psc@camara.leg.br, lid.pros@camara.leg.br, lid.phs@camara.leg.br, lid.pv@camara.leg.br, dep.arthurlira@camara.leg.br, dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

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Membros suplentes da CCJ:

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Telefones das lideranças da Câmara:

lid.govcamara@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9001

lid.min@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9820

lid.pmdb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9181/80

lid.psdb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9345/9346

lid.pp@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9426

lid.pr@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9550

lid.psd@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9650

lid.ptb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9502/9503

lid.dem@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9265/9281

lid.prb@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9880/9882/9884

lid.pdt@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9700/9701/9703

lid.solidariedade@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9985 / 3215-9986

lid.psc@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9762/9771/9761

lid.pros@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9990

lid.phs@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-8875

lid.pv@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-9790

dep.arthurlira@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5942

dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5929

dep.esperidiaoamin@camara.leg.br, Telefone: (61) 3215-5252

Disque Câmara no número: 0800 619 619

Telefones dos deputados da CCJ por estado

ALAGOAS

Arthur Lira PP/AL
Telefone: (61) 3215-5942
dep.arthurlira@camara.leg.br

Marx Beltrão PMDB/AL
Telefone: (61) 3215-5474
dep.marxbeltrao@camara.leg.br

Pedro Vilela PSDB/AL
Telefone: (61) 3215-5705
dep.pedrovilela@camara.leg.br

BAHIA

Arthur Oliveira Maia SD/BA
Telefone: (61) 3215-5830
dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br

Paulo Magalhães PSD/BA
Telefone: (61) 3215-5903
dep.paulomagalhaes@camara.leg.br

Jutahy Junior PSDB/BA
Telefone: (61) 3215-5407
dep.jutahyjunior@camara.leg.br

Elmar Nascimento DEM/BA
Telefone: (61) 3215-5935
dep.elmarnascimento@camara.leg.br

Mário Negromonte Jr. PP/BA
Telefone: (61) 3215-5517
dep.marionegromontejr@camara.leg.br

Tia Eron PRB/BA
Telefone: (61) 3215-5618
dep.tiaeron@camara.leg.br

José Nunes PSD/BA
Telefone: (61) 3215-5728
dep.josenunes@camara.leg.br

Félix Mendonça Júnior PDT/BA
Telefone: (61) 3215-5912
dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br

Uldurico Junior PTC/BA
Telefone: (61) 3215-5729
dep.ulduricojunior@camara.leg.br

CEARÁ

Danilo Forte PSB/CE
Telefone: (61) 3215-5384
dep.daniloforte@camara.leg.br

Vitor Valim PMDB/CE
Telefone: (61) 3215-5545
dep.vitorvalim@camara.leg.br

Gorete Pereira PR/CE
Telefone: (61) 3215-5206
dep.goretepereira@camara.leg.br

DISTRITO FEDERAL

Rogério Rosso PSD/DF
Telefone: (61) 3215-5283
dep.rogeriorosso@camara.leg.br

Ronaldo Fonseca PROS/DF
Telefone: (61) 3215-5223
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br

ESPÍRITO SANTO

Max Filho PSDB/ES
Telefone: (61) 3215-5276
dep.maxfilho@camara.leg.br

GOIÁS

Lucas Vergilio SD/GO
Telefone: (61) 3215-5816
dep.lucasvergilio@camara.leg.br

Célio Silveira PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5565
dep.celiosilveira@camara.leg.br

Delegado Waldir PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5645
dep.delegadowaldir@camara.leg.br

João Campos PSDB/GO
Telefone: (61) 3215-5315
dep.joaocampos@camara.leg.br

MARANHÃO

André Fufuca PEN/MA
Telefone: (61) 3215-5945
dep.andrefufuca@camara.leg.br

Juscelino Filho PRP/MA
Telefone: (61) 3215-5370
dep.juscelinofilho@camara.leg.br

Hildo Rocha PMDB/MA
Telefone: (61) 3215-5734
dep.hildorocha@camara.leg.br

Sarney Filho PV/MA
Telefone: (61) 3215-5202
dep.sarneyfilho@camara.leg.br

MATO GROSSO

Carlos Bezerra PMDB/MT
Telefone: (61) 3215-5815
dep.carlosbezerra@camara.leg.br

Professor Victório Galli PSC/MT
Telefone: (61) 3215-5539
dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br

Valtenir Pereira PROS/MT
Telefone: (61) 3215-5913
dep.valtenirpereira@camara.leg.br

MATO GROSSO DO SUL

Carlos Marun PMDB/MS
Telefone: (61) 3215-5372
dep.carlosmarun@camara.leg.br

MINAS GERAIS

Rodrigo Pacheco PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5720
dep.rodrigopacheco@camara.leg.br

Bonifácio de Andrada PSDB/MG
Telefone: (61) 3215-5208
dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br

Júlio Delgado PSB/MG
Telefone: (61) 3215-5323
dep.juliodelgado@camara.leg.br

Luis Tibé PTdoB/MG
Telefone: (61) 3215-5632
dep.luistibe@camara.leg.br

Laudivio Carvalho PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5717
dep.laudiviocarvalho@camara.leg.br

Mauro Lopes PMDB/MG
Telefone: (61) 3215-5844
dep.maurolopes@camara.leg.br

Odelmo Leão PP/MG
Telefone: (61) 3215-5419
dep.odelmoleao@camara.leg.br

Lincoln Portela PR/MG
(Gab. 615-IV) Telefone: (61) 3215-5615
dep.lincolnportela@camara.leg.br

Subtenente Gonzaga PDT/MG
(Gab. 750-IV) Telefone: (61) 3215-5750
dep.subtenentegonzaga@camara.leg.br

PARAÍBA

Aguinaldo Ribeiro PP/PB
Telefone: (61) 3215-5735
dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br

Veneziano Vital do Rêgo PMDB/PB
Telefone: (61) 3215-5833
dep.venezianovitaldorego@camara.leg.br

Pedro Cunha Lima PSDB/PB
Telefone: (61) 3215-5611
dep.pedrocunhalima@camara.leg.br

Manoel Junior PMDB/PB
Telefone: (61) 3215-5601
dep.manoeljunior@camara.leg.br

Wellington Roberto PR/PB
Telefone: (61) 3215-5514
dep.wellingtonroberto@camara.leg.br

PARANÁ

Osmar Serraglio PMDB/PR
Telefone: (61) 3215-5845
dep.osmarserraglio@camara.leg.br

Sergio Souza PMDB/PR
Telefone: (61) 3215-5702
dep.sergiosouza@camara.leg.br

Luciano Ducci PSB/PR
Telefone: (61) 3215-5427
dep.lucianoducci@camara.leg.br

Edmar Arruda PSC/PR
Telefone: (61) 3215-5962
dep.edmararruda@camara.leg.br

Ricardo Barros PP/PR
Telefone: (61) 3215-5412
dep.ricardobarros@camara.leg.br

Rossoni PSDB/PR
(Gab. 513-IV) Telefone: (61) 3215-5513
dep.rossoni@camara.leg.br

Sandro Alex PPS/PR
Telefone: (61) 3215-5221
dep.sandroalex@camara.leg.br

PERNAMBUCO

Betinho Gomes PSDB/PE
Telefone: (61) 3215-5269
dep.betinhogomes@camara.leg.br

Pastor Eurico PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5906
dep.pastoreurico@camara.leg.br

Tadeu Alencar PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5820
dep.tadeualencar@camara.leg.br

Mendonça Filho DEM/PE
Telefone: (61) 3215-5314
dep.mendoncafilho@camara.leg.br

Silvio Costa PSC/PE
Telefone: (61) 3215-5417
dep.silviocosta@camara.leg.br

Gonzaga Patriota PSB/PE
Telefone: (61) 3215-5430
dep.gonzagapatriota@camara.leg.br

Wolney Queiroz PDT/PE
Telefone: (61) 3215-5936
dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br

PIAUÍ

Mainha SD/PI
Telefone: (61) 3215-5624
dep.mainha@camara.leg.br

Paes Landim PTB/PI
Telefone: (61) 3215-5648
dep.paeslandim@camara.leg.br

RIO GRANDE DO NORTE

Felipe Maia DEM/RN
Telefone: (61) 3215-5528
dep.felipemaia@camara.leg.br

Fábio Faria PSD/RN
Telefone: (61) 3215-5706
dep.fabiofaria@camara.leg.br

RIO GRANDE DO SUL

Alceu Moreira PMDB/R S
Telefone: (61) 3215-5238
dep.alceumoreira@camara.leg.br

Covatti Filho PP/RS
Telefone: (61) 3215-5228
dep.covattifilho@camara.leg.br

José Fogaça PMDB/RS
Telefone: (61) 3215-5376
dep.josefogaca@camara.leg.br

Giovani Cherini PDT/RS
Telefone: (61) 3215-5468
dep.giovanicherini@camara.leg.br

Jerônimo Goergen PP/RS
Telefone: (61) 3215-5316
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br

Nelson Marchezan Junior PSDB/RS
Telefone: (61) 3215-5250
dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br

RIO DE JANEIRO

Altineu Côrtes PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5578
dep.altineucortes@camara.leg.br

Francisco Floriano PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5719
dep.franciscofloriano@camara.leg.br

Indio da Costa PSD/RJ
Telefone: (61) 3215-5509
dep.indiodacosta@camara.leg.br

Leonardo Picciani PMDB/RJ
Telefone: (61) 3215-5302
dep.leonardopicciani@camara.leg.br

Soraya Santos PMDB/RJ
Telefone: (61) 3215-5352
dep.sorayasantos@camara.leg.br

Dr. João PR/RJ
Telefone: (61) 3215-5911
dep.dr.joao@camara.leg.br

RONDÔNIA

Marcos Rogério PDT/RO
Telefone: (61) 3215-5930
dep.marcosrogerio@camara.leg.br

RORAIMA

Hiran Gonçalves PMN/RR
Telefone: (61) 3215-5274
dep.hirangoncalves@camara.leg.br

SANTA CATARINA

Esperidião Amin PP/SC
Telefone: (61) 3215-5252
dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

Jorginho Mello PR/SC
Telefone: (61) 3215-5329
dep.jorginhomello@camara.leg.br

Marco Tebaldi PSDB/SC
Telefone: (61) 3215-5284
dep.marcotebaldi@camara.leg.br

SÃO PAULO

Antonio Bulhões PRB/SP
Telefone: (61) 3215-5327
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br

Fausto Pinato PRB/SP
Telefone: (61) 3215-5562
dep.faustopinato@camara.leg.br

Arnaldo Faria de Sá PTB/SP
Telefone: (61) 3215-5929
dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br

Pr. Marco Feliciano PSC/SP
Telefone: (61) 3215-5254
dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br

Capitão Augusto PR/SP
Telefone: (61) 3215-5273
dep.capitaoaugusto@camara.leg.br

Bruno Covas PSDB/SP
Telefone: (61) 3215-5521
dep.brunocovas@camara.leg.br

Alexandre Leite DEM/SP
Telefone: (61) 3215-5841
dep.alexandreleite@camara.leg.br

Renata Abreu PTN/SP
Telefone: (61) 3215-5726
dep.renataabreu@camara.leg.br

Jefferson Campos PSD/SP
Telefone: (61) 3215-5346
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br

Marcio Alvino PR/SP
Telefone: (61) 3215-5331
dep.marcioalvino@camara.leg.br

Paulo Freire PR/SP
Telefone: (61) 3215-5416
dep.paulofreire@camara.leg.br

SERGIPE

Andre Moura PSC/SE
Telefone: (61) 3215-5846
dep.andremoura@camara.leg.br

Fonte: Alberto Monteiro | Adaptação: Equipe CNP