| Categoria: Sociedade

Mulheres falam contra o aborto na Câmara dos Deputados

Seminário no Congresso Nacional, comemorando o Dia da Mulher, apresenta vozes femininas contrárias ao aborto e à Cultura da Morte

Como parte das comemorações pelo Dia da Mulher, a Câmara dos Deputados, no Distrito Federal, abriu suas portas para o Seminário “Mulher, Família e Gênero", no dia 11 de março de 2014. O evento se deu no Auditório Nereu Ramos e foi promovido pelo Partido Social Cristão juntamente com o Observatório Internacional de Biopolítica.

O seminário contou com “especialistas nas áreas de Direito, Saúde e Humanidades, os quais discutiram a origem da problemática moderna sobre o aborto, seu desdobramento nos anos recentes e suas principais fundamentações teóricas", informou o site da Câmara.

Trata-se de um evento único, no sentido de que são vozes dissonantes ao pensamento quase hegemônico e tido até mesmo como natural de que tanto a descriminalização do aborto quanto o avanço da cultura da morte no país acontecem sob uma perspectiva de “evolução dos tempos". Nada mais falso. Desde a primeira palestra, proferida pela Dra. Renata Gusson, tomamos conhecimento de que a implantação da cultura da morte no mundo e, atualmente no Brasil, obedece a uma agenda milimetricamente pensada com esse objetivo.

Para tanto, os promotores dessa funesta cultura, tão denunciada pelo Bem Aventurado Papa João Paulo II e sucessores, utilizam-se até mesmo de manipulação de dados, conforme brilhantemente expõe a Dra. Isabela Mantovani.

A terceira palestra disponível foi proferida pela Professora Fernanda Takitani que trouxe à tona os antecedentes históricos e filosóficos da questão do gênero. Atualmente há uma intensa discussão acerca da chamada “ideologia de gênero" e, assim, a fala precisa da professora traz não só informações sobre o tema, mas sólido embasamento argumentativo para combatê-la.

Por fim, deve-se considerar que a presença de tais mulheres - todas católicas, casadas, mães - no Congresso Nacional como uma quebra do estereótipo do que comumente lá se vê: militantes patrocinadas por ONGs, por sua vez sustentadas pelas grandes fundações. São mulheres brilhantes que lutam para que a luz seja retirada de sob o alqueire e ilumine não só aquela que é a Casa do Povo, mas o restante do Brasil. Que elas sejam ouvidas.

Atenção: Os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição do site padrepauloricardo.org. Reservamo-nos o direito de excluir qualquer comentário que julgarmos inoportuno ou que não esteja de acordo com a política do site.