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Texto do episódio
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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
(Mc 7, 14-13)

Naquele tempo, o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”. Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!”. Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. Por isso, Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu to darei”. E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. Ela saiu e perguntou à mãe: “O que vou pedir?”. A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.

Texto do episódio:

Celebramos hoje a memória dos santos mártires do Japão, São Paulo Miki e os seus companheiros. Para refletirmos sobre o martírio desses primeiros cristãos japoneses, é oportuno meditarmos sobre a missionariedade da Igreja, ou seja, o fato de que Jesus enviou os seus Apóstolos em missão e também, antes de subir aos céus, disse: “Ide, fazei discípulos, batizando-os”. Foi exatamente ouvindo esse mandato de Cristo que missionários partiram até o Japão para evangelizar.

Hoje, porém, muitas pessoas “contaminadas” pelo indiferentismo religioso dizem: “Qual é o sentido de eles terem ido converter os japoneses? Afinal, eles já tinham uma religião, e o importante é crer em alguma coisa”. Graças a Deus, esses missionários não pensavam assim, e singraram os mares até o Japão para levar a Verdade de Cristo. São Francisco Xavier, inclusive, deu a vida para evangelizar aquele povo, a fim de que, batizados, eles pudessem entrar no Céu.

Essa certeza nos é dada pelo próprio Evangelho, onde Deus nos revelou um único caminho de salvação, que é crer em Cristo, ser batizado e viver em estado de graça: “Quem crer e for batizado, será salvo, quem não crer será condenado” (cf. Mc 16, 16). 

Os adeptos do indiferentismo religioso podem fazer inúmeros contorcionismos interpretativos, mas eles sempre estarão incomodados pelo fato de que, durante dois mil anos de cristianismo, cristãos como São Paulo Miki derramaram o seu sangue por essa Verdade. Alguns morreram para tirar outras pessoas do paganismo e convertê-las ao Evangelho. Outros, já convertidos, foram martirizados porque não deixaram a sua única e verdadeira fé católica para abraçar a religião do Imperador. 

Bastava que São Paulo Miki e seus companheiros negassem a Cristo para não morrerem. Bastava que eles falassem:  “O importante é crer em alguma coisa”, para não serem martirizados. Porém, eles sabiam que existia apenas um único caminho para a salvação, o qual todos nós devemos seguir: converter-nos a Jesus Cristo, à sua única, santa e verdadeira Igreja Católica, para assim alcançarmos o Céu.

Que esses grandes santos nos iluminem através de seus belos exemplos de bravura e santidade e intercedam por nós a fim de que, recebendo a graça, saibamos também morrer por aquele que é o único caminho de salvação, Nosso Senhor Jesus Cristo.

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