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1238. Memória de São Maximiliano Kolbe

Mártir da caridade e da família, São Maximiliano Maria Kolbe é prova de que, pela intercessão da toda pura Mãe de Deus, é possível viver com a pureza dos anjos e guardar, até o fim, o tesouro da fé e da fidelidade a Jesus Cristo.

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 18, 15-20)

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.

A Igreja celebra hoje a memória de S. Maximiliano M.ª Kolbe, frade franciscano que soube propagar pelo mundo inteiro a devoção à Imaculada, vencedora de todas as heresias. Ainda jovem, teve ele uma aparição de Nossa Senhora, que lhe apresentou duas coroas de flores: uma branca, símbolo da pureza e da castidade, e outra vermelha, referência clara ao martírio. Interrogado pela Virgem SS. qual das duas ele preferia, Maximiliano, com a ousadia das almas santas, arrancou-lhe ambas das mãos, professando seu amor à virgindade e à fidelidade irrestrita a Cristo. Uma vez feito padre e religioso, consagrado de corpo e alma ao serviço de Deus, S. Maximiliano foi preso pelo exército nazista no campo de Auschwitz. Lá, dando o passo final de sua entrega ao Senhor, ofereceu-se para ser morto no lugar de um pai de família, Franciszek Gajowniczek, cuja mulher e filhos o aguardavam fora da prisão. Encerrado com outros nove prisioneiros condenados à morte por inanição, Maximiliano os consolou com sua pregação e os últimos sacramentos. Como, porém, o santo resistisse à falta de comida, os nazistas, já impacientes, viram-se forçados a matá-lo por injeção letal. S. Maximiliano morreu, assim, como mártir da caridade e da família, oferecendo a Deus, Pai de toda paternidade, a própria vida no lugar de um irmão em Cristo. Que ele, predestinado por Deus a uma perfeita configuração a Cristo pelas mãos de Maria Imaculada, interceda por nós do alto do céu e nos alcance a graça de sermos fiéis soldados de Nossa Senhora, sempre dispostos a lutar pela salvação do próximo, da família e dos valores cristãos.

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