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A Gemma do paraíso: “Só tenho medo de magoar Jesus!”
Santos & Mártires

A Gemma do paraíso:
“Só tenho medo de magoar Jesus!”

A Gemma do paraíso: “Só tenho medo de magoar Jesus!”

Neste mundo, nosso único medo deve ser o de ofender a Cristo e, assim, perder a amizade dAquele que não poupou seu próprio Sangue para a remissão dos nossos pecados.

Equipe Christo Nihil Praeponere28 de Setembro de 2013Tempo de leitura: 3 minutos
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A vida dos santos impressiona, sobretudo, pelas intervenções extraordinárias de Deus em sua rotina ordinária. Capítulos particularmente incríveis de suas biografias são as lutas físicas que alguns deles, como o Padre Pio de Pietrelcina e o Cura de Ars, travavam com o demônio. Muitos desses combates foram descritos com ricos detalhes por pessoas que conviveram todos os dias com estes santos.

Trata-se de casos especialíssimos de "obsessão demoníaca". Importa saber que o demônio "anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar" (1 Pd 5, 8). Ele não poupa esforços para fazer perder as almas que Cristo conquistou com o Seu sangue. Por isso, as lutas com o mal não são exclusividade dos grandes santos, mas uma realidade vivenciada todos os dias pelo cristão comum. O católico deve acordar todos os dias tomando consciência de que, para além dos trabalhos e penas do dia a dia, há um combate espiritual sendo travado diante de si, o qual só pode ser vencido com o auxílio de Deus e de Seus santos anjos.

Certas almas, porém, recebem do Senhor uma missão ainda mais nobre que a dos demais batizados. Elas são chamadas a unir-se mais perfeitamente a Cristo sofredor e a oferecerem-se de modo total como vítimas pelos pecados da humanidade. As suas vidas de santidade e de oração perturbam profundamente Satanás, que quer fazer de tudo para precipitar o ser humano ao inferno.

A jovem Gemma Galgani, nascida no povoado próximo à cidade de Lucca, na Itália, era uma dessas almas que deixavam inquieto o inimigo de Deus. Contemporânea de Santa Teresinha do Menino Jesus, Gemma cresceu habituada à experiência da morte. Sua mãe, Aurélia, faleceu cedo, vítima de tuberculose. Seu irmão, Eugênio, que decidira entrar no seminário, também foi acometido pela doença, tendo morrido antes de ser ordenado sacerdote. Experiências tão próximas fizeram com que Gemma se desapegasse desde cedo deste mundo. Questionada, certa vez, se tinha medo da morte, ela respondeu: "Claro que não... já estou desapegada de tudo".

Órfã de pai e de mãe aos 19 anos, Gemma vai morar com uma piedosa senhora: Cecília Giannini. Ela acolhe a pequena gema de Deus como uma filha e é em sua casa que vão acontecer experiências extraordinárias: às quintas e sextas-feiras, recolhida em seu quarto, em oração, Gemma recebe os estigmas de nosso Senhor. A jovem amante de Cristo, com o olhar detido em um ponto fixo do alto, sangra abundantemente em várias partes do corpo. No momento da oração, está totalmente alheia às coisas terrenas. Em êxtase, ela perde todos os seus sentidos, permanece imóvel, totalmente absorta nas coisas celestes.

Mas, ao mesmo tempo em que é constantemente agraciada com as consolações de Deus, a santa recebe com frequência a visita indesejada do diabo.

Conta-se que, certa vez, o seu diretor espiritual, padre Germano, encontrou-a acamada, por conta dos incessantes ataques do demônio, que a debilitavam. Durante a noite, o sacerdote permaneceu com ela, rezando o breviário no canto do quarto. De repente, um enorme gato preto, de aspecto horrível, se joga aos pés do sacerdote. Ele dá uma volta pelo quarto, dando miados infernais.

Subitamente, o gato salta sobre o leito de Gemma, ficando muito próximo de seu rosto e fixando nela um olhar feroz. Padre Germano fica visivelmente assustado, mas sua filha espiritual permanece calma: está acostumada às artimanhas do maligno. "Não tenha medo, padre! É o velhaco do demônio que me quer molestar. Não tema. Ao senhor não fará mal algum", diz a jovem, tentando tranquilizar o sacerdote.

Ele, então, levanta-se, ainda com a mão trêmula, e borrifa água benta sobre o gatão, que desaparece, como que por encanto. "Como é possível permanecer tão tranquila?", pergunta o padre a Gemma, ao que ela responde: "Só tenho medo... de magoar Jesus!"

Estes episódios arrepiantes da vida dos santos servem para todos os cristãos de lição: neste mundo, o seu único medo deve ser o de ofender a Cristo e, assim, perder a amizade d'Aquele que não poupou Seu próprio Sangue para a remissão dos nossos pecados. Que Santa Gemma Galgani rogue por nós junto a Deus.

Referências

  1. Afonso de Santa Cruz. A gema do paraíso. 4. ed. Curitiba, 2013.

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O que Deus nos pede é conversão!
Igreja Católica

O que Deus nos pede é conversão!

O que Deus nos pede é conversão!

Uma pessoa que se diz católica, mas não encontra razão para levar a fé aos demais, pode ser tudo, menos uma autêntica seguidora de Cristo.

Equipe Christo Nihil Praeponere26 de Setembro de 2013Tempo de leitura: 3 minutos
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"E portanto, se os degredados, que aqui hão de ficar, aprenderem bem a sua fala e os entenderem, não duvido que eles, segundo a santa intenção de Vossa Alteza, se hão de fazer cristãos e crer em nossa santa fé, à qual praza a Nosso Senhor que os traga, porque, certo, esta gente é boa e de boa simplicidade" [1]. São palavras de Pero Vaz de Caminha, dirigidas ao então rei de Portugal, sobre os nativos e as terras que acabara de encontrar: os índios do Brasil. Lê-se nestas linhas a vontade imensa de espalhar a todos os povos a boa-nova de Cristo. De fato, a evangelização sempre foi uma preocupação da Igreja, encontrando eco também entre leigos, governantes e qualquer um que se deixasse tocar pela beleza da fé católica.

A necessidade do anúncio cristão decorre do "encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo" [2]. Se é verdade que Deus é amor, quem o encontrou não pode fazer dele assunto particular, mas alimento comum a todas as almas. Os santos são um modelo de apostolado eficaz porque carregavam em suas faces a experiência da entrega ao Senhor. Somente uma alma profundamente apaixonada consegue transmitir a intensidade da Palavra de Deus. Por isso dizia o Cardeal Ratzinger num debate com o ateu Paolo Flores D'Arcais que "nós, os crentes, acreditamos que temos algo a dizer ao mundo (...), estamos convencidos de que em Jesus surgiu a verdade, e a verdade não é propriedade privada de alguém; deve ser compartilhada, deve ser conhecida" [3].

Todavia, nestes tempos de secularismo exacerbado, que não poupa nem mesmo os púlpitos de muitas paróquias, parece que já não existe mais tal certeza. Ao contrário dos primeiros cristãos, para a geração atual a fé se tornou apenas um pressuposto banal, que, em muitos casos, acaba até negado. Com efeito, a ênfase da Igreja na evangelização é vista como um programa retrógrado — até mesmo preconceituoso —, sobre o qual não valeria a pena discutir. A via adequada seria então a do diálogo desinteressado, destinado não à conversão das pessoas, mas à promoção da "tolerância", do pluralismo religioso.

Disso se depreende a crise de fé à qual se referia Bento XVI na Carta Apostólica Porta Fidei. Uma Igreja que não quer evangelizar não merece ser chamada Igreja, já que "anunciar o Evangelho não é glória para mim" — dizia São Paulo —, mas "uma obrigação que se me impõe" (cf. 1Cor 9, 16). Ora, uma pessoa que se diz católica, mas não encontra razão para levar a fé aos demais pode ser tudo, menos uma autêntica seguidora de Cristo. Jesus deixou sua Igreja nesta terra para exortar os povos à Palavra de Deus, não para a filantropia ou assistencialismo social. Mas, se os próprios filhos da Igreja padecem na "incredulidade e dureza de coração", renegando as verdades eternas a propósito de uma pastoral exclusivamente humana, como querer atrair os descrentes se a eles é apresentado uma Igreja com cara de ONG? Esses maus apóstolos acabam agindo como os discípulos que, diante da notícia de Maria Madalena, "não quiseram acreditar". Ou seja, ainda precisam encontrar-se com Jesus verdadeiramente para somente assim assumirem as palavras do Senhor: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (cf. Mt 28, 19).

É imperioso para a vida cristã a prática do apostolado. Nela, encontram-se tanto o meio para atingir os incrédulos, como também o fim ao qual todos são chamados: a salvação. Sim, porque aqueles que se empenham no anúncio da boa-nova sabem que não podem prescindir da graça sem correr sério risco de fracassar. "A Igreja, o Papa, os fiéis, assim como os teólogos" — recorda o patriarca de Veneza, Dom Francesco Moraglia —, "não são a origem do ato de fé e da vida do crente" [4], são instrumentos da messe do Senhor. E como instrumentos devem sempre ter em mente o testamento espiritual de Maria, deixado nos Evangelhos: "Fazei tudo o que Ele vos disser" (Cf. Jo 2, 5). E o que Ele pede é conversão!

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A Colina das Cruzes e o testemunho de fé dos católicos lituânios
Igreja CatólicaSantos & Mártires

A Colina das Cruzes e o testemunho
de fé dos católicos lituânios

A Colina das Cruzes e o testemunho de fé dos católicos lituânios

A Colina das Cruzes é o testemunho vivo de que os poderes deste mundo passam, mas a Cruz de Cristo permanece

Equipe Christo Nihil Praeponere24 de Setembro de 2013Tempo de leitura: 3 minutos
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Com frequência, os Papas do século XX alertavam o mundo para a incompatibilidade entre a doutrina católica e o socialismo. Em uma das afirmações mais categóricas sobre o tema, Pio XI escreveu: "Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista"[1]. O que para muitos parece, até hoje, uma lição difícil de aprender – não é raro ver muitos indivíduos ditos católicos prestando homenagem a figuras vermelhas como Karl Marx, Che Guevara ou Fidel Castro –, para quem viveu a opressão comunista nunca a verdade de um ensinamento eclesiástico brilhou com tanta evidência. As palavras da Igreja simplesmente confirmavam a realidade histórica de inúmeros cristãos perseguidos por um regime ateísta e sanguinolento, hostil a qualquer referência a Deus, mesmo que fosse mínima.

Exemplo desta oposição insuperável entre as duas realidades é a perseguição que o cristianismo enfrentou na Lituânia, em meados do último século. Como se sabe, o país do leste europeu foi um dos muitos anexados à União Soviética, permanecendo por 50 longos anos sob seu domínio. Durante este período, um local específico foi alvo da ira dos agentes soviéticos: a Colina das Cruzes, localizada no norte do país.

A Colina das Cruzes é um refúgio para os católicos lituânios em tempos de dificuldades. No século XIX, durante o domínio do Império Russo, estourou na região uma revolta contra o czar, por este não ter deixado as famílias honrarem seus mortos. Os lituanos acorreram à colina, hoje próxima à cidade industrial de Siauliai, e colocaram cruzes em memória dos fiéis defuntos, apesar da oposição das autoridades. Pouco a pouco o número de cruzes e o seu tamanho iam crescendo gradativamente.

Hoje, o lugar é um centro de peregrinação católica e já foi visitado inclusive pelo beato João Paulo II. Mas, na década de 1960, a Colina estava ameaçada pela KGB, que havia decretado a sua extinção. No dia 5 de abril de 1961, incomodados com o grande número de crucifixos que era instalado no local – um sinal de luto pela deportação dos lituânios à Sibéria, a mando de Stálin –, os soviéticos enviaram vários bulldozers ao local. As cruzes foram totalmente destruídas: as de madeira foram queimadas, as de metal, sucateadas, e as de pedra foram quebradas e enterradas.

Nem por isso o povo lituânio deixou de ir à colina. Para surpresa da inteligência comunista, na manhã seguinte o lugar amanheceu repleto de cruzes. Os cristãos entravam ali de noite e, com sigilo e cuidado, fincavam mais cruzes na colina. A URSS não se deu por vencida: voltou a arrasar várias vezes o lugar. Mas, novamente, os fiéis católicos testemunhavam vivamente a sua fé. Mesmo com o lugar protegido pelo Exército e pelos agentes da KGB, a colina continuava se enchendo de símbolos cristãos.

Em vão as autoridades soviéticas tentavam afastar os católicos do local. Depois de alegarem que às cruzes e imagens sacras faltava "valor artístico", por inúmeras vezes as estradas de acesso à colina foram bloqueadas e eram emitidos falsos alertas de "epidemias" na região. Nada adiantou: cada vez que as cruzes eram destruídas, apareciam outras tantas. Mesmo quando o Exército bloqueava as estradas, os vizinhos arrumavam um jeito e introduziam cruzes enormes no lugar.

Por fim, em 1979, um corajoso sacerdote atreveu-se a desafiar o regime vermelho e convocou uma procissão até ali, junto com toda a sua paróquia. A KGB finalmente deu o braço a torcer, pois percebeu que seu ódio à fé só aumentava ainda mais o amor do povo lituânio a Cristo. Com o fim da tirania e a queda da União Soviética, a Colina das Cruzes – com mais de 100 mil crucifixos e ícones sacros – acolheu um santuário ao qual peregrinam fiéis de todo o mundo.

Sem dúvida, o visitante mais ilustre que a colina já recebeu foi o bem-aventurado João Paulo II. Em visita ao país, há exatos 20 anos, o Papa Wojtyla recordou a passagem da carta de São Paulo aos colossenses, na qual ele diz completar em sua carne "o que falta às tribulações de Cristo" (Col 1, 24). Ele também classificou a peregrinação como "uma experiência comovedora". "Depois dessa visita, a todos nós parecia mais clara a verdade que expressou o Concílio Vaticano II, a saber, que o homem não pode compreender-se profundamente a si mesmo sem Cristo e sem sua cruz. A este respeito, a Colina das Cruzes é um testemunho eloquente e uma advertência. A eloquência desse santuário é universal: é uma palavra escrita na história da Europa do século XX"[2].

A Colina das Cruzes é o testemunho vivo de que os poderes deste mundo passam, mas a Cruz de Cristo permanece.

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Atentado suicida mata 80 cristãos no Paquistão
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Atentado suicida mata
80 cristãos no Paquistão

Atentado suicida mata 80 cristãos no Paquistão

Terroristas detonaram explosivos ao final da celebração da Santa Missa dominical

Equipe Christo Nihil Praeponere23 de Setembro de 2013Tempo de leitura: 2 minutos
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Um atentado suicida matou 81 pessoas e deixou pelo menos 130 feridas em uma igreja da cidade de Peshawar, no norte do Paquistão. O ataque aconteceu no último domingo, ao final da celebração da Santa Missa, e foi o mais mortal na história recente do país.

De acordo com The Express Tribune, no momento do atentado, por volta do meio-dia (horário local), havia cerca de 700 fiéis na tradicional igreja dedicada a Todos os Santos. Terroristas – que muitos acreditam pertencerem a facções talibãs – entraram no templo, quase ao final da oração, e ativaram os detonadores que tinham aderido a seus corpos. "Depois que a missa terminou, as pessoas começaram a sair e um dos homens-bomba correu na direção deles", disse Najeeb Bogvi, um policial que presenciou a tragédia.

O estrago causado foi grande. "Eu ouvi duas explosões. As pessoas começaram a correr. Restos humanos estavam espalhados por toda a igreja", conta uma paroquiana, que preferiu não se identificar. "Os terroristas não têm poupado mesquitas, templos e igrejas. Tenha piedade de nós", disse um homem ao lado de fora da igreja, a uma emissora paquistanesa.

O primeiro ministro do país, Nawaz Sharif, repudiou o atentado. "Quem são estes terroristas matando mulheres e crianças?", questionou. Em um comunicado, o premiê se mostrou "chocado" com a tragédia e afirmou que "os terroristas não têm religião". Ele também disse que este é o atentado terrorista mais violento desde que tomou posse de seu cargo, em junho deste ano.

O Santo Padre, o Papa Francisco, também condenou o terrorismo no Paquistão. Durante um encontro com jovens, na cidade italiana de Cagliari, ele interrompeu o seu discurso para pedir um Pai Nosso pelas vítimas do atentado.

"Quando eu disse para ir em frente com Jesus, disse para construir, fazer coisas boas, para trazer vida, ajudar os outros, para construir um mundo melhor e de paz. Mas há más escolhas, escolhas ruins, porque há opções de destruição", disse o Papa. "Hoje, no Paquistão, por uma escolha errada, de ódio, de guerra, foi feito um ataque e 70 pessoas morreram. Esta estrada não vai, você não precisa". O Pontífice lembrou que "só o caminho da paz constrói um mundo melhor". "Mas se vocês não fizerem isso – insistiu –, não o fará um outro!"[1]

O Paquistão é oficialmente uma república islâmica e foi criada em 1947, após a independência da Coroa Britânica, a fim de abrigar os muçulmanos da Índia. Atualmente, calcula-se que 97% dos mais de 180 milhões de paquistaneses são muçulmanos, enquanto os cristãos não somam sequer 2% da população

Como em todo o Oriente Médio, os ataques a minorias religiosas se intensificaram nos últimos anos. O ódio particular aos cristãos tem mostrado ao mundo o rosto de Jesus Crucificado naqueles que O seguem. Nem assim, porém, seus inimigos conseguem destruir a Igreja. O grande número de conversões que também experimenta o Oriente[2] só vem confirmar aquela verdade multissecular saída da pena de Tertuliano: sanguis martyrum semen christianorum esto sangue dos mártires é semente de novos cristãos.

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