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O filho da Igreja e os filhos do partido
Igreja Católica

O filho da Igreja e os filhos do partido

O filho da Igreja e os filhos do partido

O católico ama o Papa independente de quem for, pois sua fé está em Cristo, não num partido político

Equipe Christo Nihil Praeponere6 de Setembro de 2013
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No início da pregação evangélica a Igreja de Corinto teve de enfrentar sérias polêmicas entre os membros da comunidade. A briga tinha por motivo a mentalidade sectarista de certos grupos que adotavam uma linguagem dúbia em relação à fé: "Eu sou discípulo de Paulo; eu, de Apolo; eu, de Cefas; eu, de Cristo. (Cf. 1 Cor 1, 12)". Preocupado com o iminente cisma da Igreja de Corinto, São Paulo a aconselhou a viver em "em pleno acordo", ordenada "no mesmo espírito e no mesmo sentimento".

Circula em vários ambientes católicos, sobretudo naqueles influenciados por uma teologia que há muito perdeu o bonde da história, um tal sentimento de cisma que faz recordar exatamente a situação dos coríntios. Mas agora, com novos personagens: Bento XVI e Francisco. Desde que assumiu a Cátedra de Pedro, Bergoglio vem sendo instrumentalizado, quer por gente de fora, quer por gente de dentro da Igreja, para contrapor seu estilo pastoral ao de seus predecessores, como se o Espírito Santo estivesse dormindo durante todo esse tempo e só agora acordado para prestar assistência à sua Divina Esposa.

Esse raciocínio não é somente absurdo, mas também nocivo. E é nocivo porque denota o espírito pagão de quem, erroneamente, se confessa católico. Não existe nada mais mundano que medir a Igreja pela régua da "luta de classes", da separação entre "direita e esquerda". O Corpo de Cristo é cristológico, não funciona como uma câmara de deputados. As colunatas de Bernini na Praça de São Pedro indicam justamente o abraço acolhedor da Igreja Mãe. Um abraço que acolhe a todos, sem distinção, porquanto já "não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus" (Cf. Gl 3, 28). Quem separa os filhos de Deus em categorias terrenas serve a outro espírito, cujo nome faz jus aos seus seguidores: Satanás, o divisor!

O sujeito que assume a identidade cristã, assume não por "uma decisão ética" ou por "uma grande ideia", mas por causa do encontro "com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo"[1]. Das próprias ideias, gostos e opções ideológicas surgem os clubes, os partidos políticos, os círculos de debate, nunca a Igreja, pois em sua origem está outro princípio: o da obediência ao chamado do Senhor. Lembra o Cardeal Ratzinger, "a essência da conversão consiste em que eu já não procure meu partido, com meus interesses e meus gostos, mas me entregue às mãos do Cristo e me torne seu, me torne membro de seu corpo, que é a Igreja"[2].

Francisco é "filho da Igreja", não líder de uma facção de militantes aloprados. Sabe que "a fé é uma só" e que se deve confessá-la "em toda a sua pureza e integridade". Professa o ensinamento de Pedro, aquele professado semper, ubique et ab omnibus (sempre, por todos e em todos os lugares), com cada um de seus artigos "unitariamente ligados". Exorta para que "se transmita todo o depósito da fé (cf. 1Tm 6, 20) e para que se insista oportunamente sobre todos os aspectos da confissão de fé." Certo de que a unidade do credo apostólico é a unidade da própria Igreja, alerta que "tirar algo à fé é fazê-lo à verdade da comunhão."[3]

Não é preciso muito esforço para perceber o quão distante de Francisco estão os títeres que o contrapõem a Bento XVI. Enquanto estes o ultrajam e o ridicularizam prazerosamente, aquele o reconhece como alguém de grande "humildade e sabedoria", sendo uma loucura recusar um conselho seu[4]. As vedetes da (falsa) libertação não amam Francisco, amam o espantalho que criaram dele, assim como fizeram os sectários da comunidade de Corinto com São Pedro e São Paulo. Qualquer elucubração que proceda dessa parte não vai passar disto: cizânia no meio do trigo. Os católicos verdadeiros, porém, estão com Francisco como estiveram com Bento XVI e com todos os outros papas da história, uma vez que a fé de Pedro é a fé da Igreja Católica Apostólica Romana, "coluna e sustentáculo da verdade" (Cf. 1Tm 3, 15) e sobre a qual "as portas do inferno não prevalecerão" (Cf. Mt 16, 18).

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Guerra civil agrava situação de cristãos na Síria
NotíciasSociedade

Guerra civil agrava
situação de cristãos na Síria

Guerra civil agrava situação de cristãos na Síria

Os cristãos só são capazes de enfrentar toda sorte de adversidades porque deram às suas vidas um sentido autêntico.

Equipe Christo Nihil Praeponere6 de Setembro de 2013
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Para os cristãos do Oriente Médio, a chamada Primavera Árabe não tem passado de um verdadeiro pesadelo, uma situação de terror que em nada se assemelha a primavera alguma. São inúmeras as agressões de grupos rebeldes islâmicos à vida e à liberdade religiosa de minorias – entre as quais se contam os católicos, os ortodoxos e também os judeus.

Há alguns dias, foram reportados aqui os lamentáveis atentados de radicais da Irmandade Muçulmana a templos coptas, comunidades e entidades de caridade religiosas do Egito. Impossível não se comover ante o cenário de guerra montado na capital do país e o vasto número de imagens retratando as ruínas materiais e o sofrimento espiritual dos cristãos egípcios.

Hoje, os olhares de todo o mundo se voltam especialmente para a Síria. O território que há dois milênios testemunhou a conversão do apóstolo Paulo também tem sido palco dos protestos de civis contra o poder político vigente. Uma guerra devastadora tem colocado, de um lado, uma revolta popular comandada por facções extremistas e, de outro, o governo do inflexível Bashar al-Assad, cuja linhagem se mantém há 40 anos no poder da Síria.

O conflito tem se estendido há dois anos, sem soluções à vista. A própria incerteza em determinar a origem dos últimos atentados com bombas químicas, que fizeram centenas de vítimas inocentes, ilustra a dificuldade em identificar heróis e vilões. O presidente da Comissão dos EUA para Liberdade Religiosa Internacional, Robert George, diz que não se deve expressar "qualquer simpatia" pelos ditadores que ainda remanescem no poder, como é o caso de Assad. "Frequentemente eles foram os protetores dos cristãos e de outras minorias não porque eles particularmente gostavam destes, mas porque era politicamente viável para eles fazê-lo", explica.

Do lado dos rebeldes, porém, a conduta com relação aos cristãos também não é muito receptiva. "A situação na Síria é mais complicada. Nós não temos muito poder de influência, certamente, no regime de Assad. Quando se fala da força rebelde, estamos falando errado, porque não há força rebelde unificada ou algo remotamente parecido. Há várias, várias facções diferentes. Muitas são tão más e brutais quanto o próprio regime", conta George.

Em uma terra onde extremismos religiosos são recorrentes, a guerra civil só agravou a situação das minorias, como se esta já não fosse suficientemente lamentável. Com efeito, apenas 10% da população síria se declara cristã. O número de muçulmanos sunitas presentes no país é sete vezes maior. "Uma crescente pressão social causada pela radicalização da parcela sunita dificultou a situação dos cristãos nas últimas décadas. Por esse motivo e por causa de uma estagnação econômica geral, vários cristãos decidiram deixar o país para ir para o Ocidente", constata M. K. Tozman, autor de um relatório recente sobre o Cristianismo no Oriente Médio, publicado pela Agência Síria de Notícias.

Hoje, com a guerra civil, muitos cristãos têm suas igrejas atacadas deliberadamente por jihadistas e há relatos de explosão de carros-bomba em frente a alguns templos, como nas cidades de Aleppo e Damasco. Reféns de grupos sectários islâmicos no decorrer da guerra civil, muitas das famílias cristãs foram coagidas ou a renunciar a seu patrimônio ou a abandonar a sua fé. Isto quando não têm de abandonar a Síria e procurar abrigo nos territórios vizinhos.

No entanto, até nesta tentativa de procurar um refúgio reside grande dificuldade. "Grupos minoritários cristãos", conta Tozman, "não têm nenhum país que se sinta responsável por eles". Muitos correm o risco de serem ainda mais perseguidos no exílio, já que o Oriente Médio tem sido há muito palco de hostilidade crescente aos cristãos.

Ler que os pequenos grupos de cristãos ali presentes "não têm nenhum país que se sinta responsável por eles" é, ao mesmo tempo, comovedor e emblemático. De fato, os cristãos, independente do lugar em que estiverem, são cidadãos da Pátria Celeste; têm consciência de que sua morada definitiva não é nesta vida, não é neste mundo.

Disto lhes advém a força para resistir às tempestades: eles entregaram suas vidas a Cristo e concederam um sentido autêntico a suas vidas. Não, não é verdade que o homem não seja capaz de enfrentar o sofrimento, o exílio ou a perseguição. "O homem pode suportar tudo, dizia Viktor Frankl, menos a falta de sentido".

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Estado laicista, Estado opressor
Sociedade

Estado laicista, Estado opressor

Estado laicista, Estado opressor

Deixai o povo sem Deus, e em pouco tempo estará adorando o diabo. Subtraí a fé e a moralidade dos homens até que eles se comportem como bestas.

Equipe Christo Nihil Praeponere5 de Setembro de 2013
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A Igreja celebra no próximo 24 de novembro, ocasião em que também se encerra o Ano da Fé, a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo. Conforme explica Pio XI na Encíclica Quas Primas, a festa é uma maneira de recordar a realeza de Jesus e o domínio Dele sobre a humanidade.

O múnus real de Cristo não sugere algo metafórico. O seu poder abrange todas as esferas da sociedade, desde o legislativo ao executivo. As leis, as autoridades - civis ou religiosas -, os regimes políticos e a constituição das nações estão sujeitos à Pessoa de Jesus, pois sendo Ele, "enquanto Verbo, consubstancial ao Pai, não pode deixar de Lhe ser em tudo igual e, portanto, de ter, como Ele, a suprema e absoluta soberania e domínio de todas as criaturas." [1]

Com efeito, nenhum Estado pode prescindir de Deus sem perder sua legítima autonomia. Isso não quer dizer que seja da alçada do governo assuntos da competência da Igreja, uma vez que "Deus dividiu, pois, o governo do gênero humano entre dois poderes: o poder eclesiástico e o poder civil; àquele preposto às coisas divinas, este às coisas humanas." [2] Apenas recorda aquilo que disse Bento XVI, mencionando sua viagem à ilha de Cuba: "a Igreja não quer privilégios, mas deseja proclamar e celebrar inclusive publicamente a fé, levando a mensagem de esperança e de paz do Evangelho a todos os ambientes da sociedade."[3]

Em tempos de anticlericalismo e laicismo radicais, criou-se a (falsa) impressão de que a religião pertenceria ao âmbito privado, não tendo o Estado nada que ver com o assunto. Trata-se, evidentemente, de um erro. O homem é capaz de Deus, é capaz de conhecê-lo através da razão e de aderir à verdade. O Estado não pode, por conseguinte, negligenciar a fé no Deus verdadeiro sem grave dano ao edifício da civilização. Existe uma lei natural inscrita no coração do homem que o impele a buscar o Criador. Quando, porém, o Estado o impede de ter acesso ao Deus verdadeiro, relegando-o para debaixo do pano - ou simplesmente colocando quaisquer formas de culto no mesmo panteão para igualmente serem praticados -, faz com que o homem perca a noção de certo ou errado, enfim, absolutiza o relativismo.

A Igreja teve de lidar com esse perigo desde a época do Império Romano até aos recentes dias, em que seitas secretas tramam contra a fé. Santo Agostinho os rebatia incitando-os a apresentar "governadores de províncias", "maridos", "esposas", "juízes" e "agentes do fisco tais como os quer a doutrina cristã." - "E então ousem ainda dizer que ela é contrária ao Estado!", desafiava o santo.

Existe uma sadia separação entre o trabalho da Igreja e o trabalho do Estado, como atesta o próprio Cristo dizendo "dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Mas não existe uma autonomia do poder público para usurpar funções, modificando leis e direitos, como o fazem certos governos, retirando crucifixos de espaços comuns, aprovando projetos contrários à vida, à instituição da família e à educação dos filhos. O governo deve proteger essas instâncias, pois está submetido à lei natural. Quanto à ordem política, deve "ficar aberta à busca permanente de Deus, da verdade e da justiça."

No que concerne à liberdade religiosa, a Igreja faz questão de lembrar a sábia observação de Santo Agostinho: "o homem não pode crer senão querendo" (Tract. XXVI in Ioan., n. 2). Assim, "se a Igreja julga não ser lícito pôr os diversos cultos no mesmo pé legal que a verdadeira religião, nem por isso condena os chefes de Estado que, em vista de um bem a alcançar ou de um mal a impedir, toleram na prática que esses diversos cultos tenham cada um seu lugar no Estado."

O Estado laico desejado pelas mentes anticlericais não almeja a liberdade, almeja a escravidão. Deixai o povo sem Deus, em pouco tempo estarão adorando o diabo. Escondei o crucifixo, logo empunharão foices e martelos para conduzir a cadeia de corpos aos gulags e câmaras de gás. Subtraí a fé e a moralidade do homem até que ele se comporte como uma besta. Tirai a hóstia e o rosário, eles ferirão o pulso com as facas dos sacerdotes de Baal. Construí um mundo sem Deus e ele se voltará contra vós. Não há horizonte para uma nação que vira as costas para os céus senão a própria desgraça! "Quem tiver ouvidos, ouça" (Cf. Ap 2, 7).

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Fracassar com Cristo
Espiritualidade

Fracassar com Cristo

Fracassar com Cristo

Fracassar com Cristo significa renunciar a si mesmo e assumir a cruz do dia a dia. É a única maneira de chegar à ressurreição.

Equipe Christo Nihil Praeponere3 de Setembro de 2013
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A severa crítica de Friedrich Nietzsche ao cristianismo se fundamentava no suposto ressentimento presente no Sermão da Montanha. Seguir as prédicas das Bem-aventuranças seria admitir o fracasso como projeto de vida. Nietzsche defendia a ideia do super-homem, um ser acima do bem e do mal: "nós somos homens, e por isso queremos o reino da terra."[1] Desconsiderando os parodoxos da religião - tão bem enumerados por G.K. Chesterton no livro Ortodoxia -, via a moral cristã como um "pecado capital contra a vida", por sua opção fundamental pela humildade.

A exemplo do pensador alemão, muitos, diante dos infortúnios do dia a dia, são tentados a rejeitar essa aparente fragilidade da fé. Para eles, as tribulações, as contradições das pessoas, o escândalo do mal - fruto do pecado -, denunciam o eclipse da providência divina. "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?", pergunta também o Filho do Homem no alto da cruz.

Mas não seria justa essa crítica? Não seria o cristianismo um fardo muito pesado, com suas cruzes e austeridades? Como encontrar esperança quando Deus parece mudo? Certa vez, uma paroquiana de São João Maria Vianney, preocupada com a saúde do pároco o advertiu: "tenha mais pena de si, Sr. Cura… por que é que quando prega fala tão alto e quando reza, tão baixo? - "É que quando prego, replicou o santo, falo a surdos e quando rezo, falo com Deus, que não o é"[2]. Deus nunca está mudo, Ele diz mesmo no silêncio. É o homem que não sabe ouvir.

"O cristão, lembra Bento XVI, sabe bem que o Senhor está presente e escuta, mesmo na escuridão da dor, da rejeição e da solidão."[3] A experiência do fracasso, ao contrário do que pensava Nietzsche, não deduz ausência, mas presença. Aponta a vitória do Deus que se aniquila pela salvação de sua criatura. Assim conclui o escritor Gustavo Corção: "os grandes salmos, as grandes antíteses paulinas, tudo nos leva a crer que talvez seja a estrada real para Deus o escuro caminho das tribulações que desemboca no fundo dos abismos."[4]

Os escombros do século XX, com suas subsequentes guerras e ditaduras, trouxeram à tona os horrores provocados pela mentalidade soberba e autossuficiente. Desmascararam a face terrível do Übermensch de Nietzsche. Por outro lado, também abriram janelas para o grito do homem desesperado: De profundis clamavi ad te, Domine (Das profundezas clamo a ti, ó Senhor), reza o salmo. Outra vez a face do Deus que não abandona sua criatura apareceu; "onde abundou o pecado superabundou a graça" (Cf. Rm 5, 20). São essas as lições dos abismos para a fé cristã: eles nunca ofuscam a paternidade de Deus; alargam, pois "pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca." (Cf. Is 49, 15).

O fracasso... não é fácil vivê-lo, experimentá-lo, senti-lo. Dói. Mas a condição para a vitória de Cristo não foi uma coroação gloriosa, foi o aparente fracasso da cruz. As quedas da paixão são as quedas do gênero humano que se repetem, dia após dia, desde aquela no paraíso. Elas provocam lágrimas, sim, mas, em certos momentos - recorda o Papa Francisco -, "os óculos para ver Jesus são as lágrimas."[5]

Nietzsche não compreendeu o cristianismo porque não compreendeu o que é "fracassar" com Cristo. Não entendeu que o caminho da salvação é estreito, que necessita do auxílio da graça. A graça que basta ao apóstolo e o leva a proclamar: "é na fraqueza que triunfa o meu poder. E então eu passei a me glorificar de minhas fraquezas a fim de que desça até mim a força de Cristo. Sim, eu me comprazo nas minhas fraquezas, nos meus ultrajes, nas angústias, nas perseguições sofridas pelo Cristo, porque quando estou na máxima fraqueza é que estou forte." Sim, o homem só está próximo do céu quando está crucificado junto com Cristo na cruz, porque "a altura da Cruz é a altura do amor de Deus."[6]

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