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Santa Inês, Guardiã da castidade

Santa Inês, morta com cerca de 13 anos durante as perseguições de Diocleciano, foi sempre invocada pelo povo fiel como padroeira da castidade, uma das virtudes em que ela mais demonstrou a força e a grandeza de alma que a graça de Cristo confere aos que lhe são fiéis.

Texto do episódio
112

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
(Mc 3, 1-6)

Naquele tempo, Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. Jesus disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio”. E perguntou-lhes: “É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Mas eles nada disseram. Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e a mão ficou curada. Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.

Celebramos hoje, com grande alegria, a memória de Santa Inês, virgem e mártir. Ela é uma santa que, nos tempos modernos, infelizmente não é tão conhecida e não possui muitos devotos. Entretanto, na Igreja antiga, ela era um verdadeiro farol de luz. 

Inês, quando foi presa, era tão pequenina e frágil de corpo, que, apesar de já ser uma adolescente, não havia algemas grandes o suficiente para prendê-la. No entanto, lendo as atas do seu martírio, vemos como ela, de fato, tornou-se uma gigante pela graça de Deus.

Existe nos santos, devido à sua docilidade e o seu amor para com Jesus, uma força que não lhes pertence, que vem do Alto; e vemos isso com clareza na pequena Inês, a qual, mesmo com seu débil corpo, teve uma coragem admirável, suportando todo tipo de humilhações, torturas e perigos. Como diz o Salmo, ela foi “como um gigante percorrendo o seu caminho” (Sl 18, 6). 

Por esse motivo, Santa Inês sempre foi querida e admirada por um número inestimável de devotos da Igreja antiga, e nós deveríamos retomar a nossa devoção por essa santa que, comprovada e historicamente, já ajudou a muitos na luta pela pureza e pela castidade. Mesmo levada ao martírio, essa casta menina se manteve intacta diante não somente das seduções, mas das violências físicas que quiseram fazer contra ela para lhe tirar a pureza. Portanto, ela é a grande guardiã de nossa castidade, e todos aqueles — principalmente os mais jovens — que lutam para manter a pureza, podem se encomendar a Santa Inês e venerá-la, recebendo como ela a força do Alto para preservar a pureza do coração. 

Peçamos, pois, a Santa Inês que nos ajude a guardar o nosso corpo de toques impudicos e indecentes, mantendo a nossa virgindade. E se, por algum infortúnio, você já a perdeu, peça então que ela te ajude através da penitência e dos pequenos martírios da vida a recuperar aquela inocência que somente Jesus pode dar de volta. Então, pela intercessão dessa pura menina, poderemos nos tornar gigantes pela graça de Deus na fé, na caridade e na pureza.

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