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390. Advento, tempo de fé e esperança

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt
8 ,5-11)

Naquele tempo, quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: "Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia". Jesus respondeu: "Vou curá-lo". O oficial disse: "Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: 'Vai!, e ele vai; e a outro: 'Vem!, e ele vem; e digo a meu escravo: 'Faze isto!, e ele o faz". Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: "Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó".

O Tempo de Advento, a que damos início esta semana, é um tempo não só de espera pelo Natal, em que comemoramos o nascimento do Filho de Deus num pequeno estábulo em Belém, mas também de preparação para recebermos a Cristo, pela graça, na pobre manjedoura do nosso coração. Daí a conveniência de começarmos o Advento com o Evangelho do centurião romano, cujas palavras repetimos a cada Missa: "Senhor", dizemos a Jesus entregue, humilde, às mãos do sacerdote, "eu não sou digno de que entreis em minha morada", pois de fato somos indignos de ter dentro de nós Aquele por cuja bondade fomos criados; iluminados, porém, pela mesma que a daquele pagão, ousamos dizer-Lhe com confiança: "Mas dizei uma palavra e serei salvo". Neste tempo de espera pela vinda do Salvador, recorramos mais amorosamente à sua Mãe Imaculada, para que ela, que por sua fidelidade e humildade mereceu tornar-se a nova Arca da Aliança, onde o Maná descido dos céus assumiu nossa carne mortal, alcance-nos a graça de uma fé mais viva, fundamento de uma esperança apressada por amar de volta Aquele que nos amou por primeiro.

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