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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
(Mc 9, 30-37)

Naquele tempo, Jesus e seus discípulos atravessaram a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso, pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão, mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”.

Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “Que discutíeis pelo caminho?” Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior.

Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a disse: “Quem acolher em meu nome uma dessas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas aquele que me enviou”.

S. Rita de Cássia, cuja memória a Igreja hoje celebra, é popularmente conhecida como a santa das causas impossíveis. A sua particular intercessão junto de Deus nos indica um fato que nunca é demais lembrar: o Senhor se compraz em escutar e atender aqueles que, nesta vida, mais o amaram. Não é por outra razão que a Virgem SS., cujo papel singular na economia da Salvação recordávamos ontem, é também chamada “a onipotência suplicante”. De fato, a caridade que Maria teve foi tão intensa e elevada que os seus pedidos “dobram”, por assim dizer, a vontade amorosíssima daquele que se dignou ser Filho seu. Por isso, podemos dizer que Deus dá preferência às súplicas dos santos que mais o amaram, de sorte que o poder e a eficácia de um intercessor é um indicativo seguro da grande caridade que o Espírito Santo nele acendeu. S. Rita de Cássia é, pois, um desses santos que muito amaram, e ela amou a Deus em vários estados de vida: como virgem, em seu desejo de consagrar-se a Jesus Cristo; como esposa fiel e paciente, maltratada por um marido convertido por suas preces pouco antes de morrer; como mãe zelosa pela conversão dos filhos; como viúva e, enfim, como religiosa agostiniana, dedicada inteiramente ao serviço de Deus. Em todas as condições em que uma mulher de sua época poderia encontrar-se, Rita amou tanto a Cristo que recebeu dele a graça de provar o seu amor associando-se às dores de sua Paixão. E agora, exaltada no céu entre os anjos e santos do Paraíso, ela pode interceder continuamente a nosso favor e alcançar do Coração de Cristo aquelas graças que nós, pela nossa falta de amor, não poderíamos alcançar sozinhos. Que S. Rita de Cássia interceda por nós e conceda-nos poder imitar a partir de hoje o seu exemplo de caridade e entrega a Cristo.

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