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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 20, 1-16a)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’.

5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’

Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.

Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.

A Igreja celebra hoje a memória de S. João Eudes, presbítero que fomentou, com seus cânticos e ensinamentos, a devoção aos sagrados Corações de Jesus e Maria, antes mesmo das revelações feitas a S. Margarida M.ª Alacoque e das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Nascido no norte da França em 1601 e influenciado pelo espírito devocional de S. Francisco de Sales, João Eudes foi ordenado sacerdote em dezembro de 1625 e empregou seus melhores esforços para transmitir às novas gerações de padres, na Congregação por ele fundada em 1643, o amor aos Corações de Jesus e Maria, uma devoção privada que então começava a expandir-se por toda a Igreja. A sua doutrina, ao mesmo tempo simples e profunda, dirige nosso olhar para aquele altar de amor que Deus ergueu no peito de sua Mãe admirável, sobre o qual Lhe oferecia, como uma caridade só superada pela de Cristo, todos os seus sentimentos, todas as suas dores. O culto ao Coração dulcíssimo de Maria, nesse sentido, é um forte estímulo a que também nós, contemplando e meditando o amor inigualável com que a Virgem SS., unida ao sacrifício do Filho, se oferecia ao Pai, entreguemos a Deus tudo o que temos e somos, para que o fogo do Espírito Santo consuma sobre o altar do nosso pobre coração as nossas desordens e misérias. — Recorramos hoje à intercessão de S. João Eudes e peçamos-lhe que nos conceda crescer na devoção aos Corações de Jesus, nosso amor, e de Maria, nossa salvação.

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