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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 6, 7-15)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus.

O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.

S. Luís Gonzaga, cuja memória hoje celebramos, foi um nobre italiano do século XVI que, já ainda bastante jovem, decidiu abandonar o mundo para seguir de mais perto os passos de Jesus Cristo. Renunciando às riquezas da família, S. Luís entrou para a Companhia de Jesus em 1583 e, antes mesmo de ordenar-se padre, morreu com cerca de 23 anos acometido de tifo, doença contraída em Roma dos doentes que lá, durante sua estadia de estudos, se dispusera a assistir e consolar. Por causa dessa entrega radical ao cuidado dos enfermos, S. Luís é conhecido como “mártir da caridade”. Sua vida de sacrifício e oração foi exemplar também por sua heroica pureza, guardada integralmente desde os primeiros anos. S. Luís, nesse sentido, é prova de que a verdadeira vocação dos jovens não está na dissipação e no gozo, às vezes tão louco e desenfreado, dos prazeres deste mundo insensato, mas na entrega total de si a Jesus Cristo, seguido na pureza de um corpo casto, de uma alma limpa, de um coração livre e maduro para as exigências do amor verdadeiro. Que o Senhor se digne conceder-nos sempre uma alma jovem, simples e inocente como a de S. Luís Gonzaga, a fim de nos podermos sentar um dia no celestial banquete do céu com a veste nupcial dos que foram plenamente purificados pelo sangue do Cordeiro. — S. Luís Gonzaga, rogai por nós!

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