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Santidade não é carência afetiva!

A analogia com o Cântico dos Cânticos não deve enganar-nos: Maria Madalena, buscando Jesus Ressuscitado na manhã do Domingo de Páscoa, não é uma jovenzinha descompensada atrás de um simples homem; é uma santa madura e íntegra, à procura de seu Senhor.

Texto do episódio
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A liturgia de hoje estabelece um bonito paralelo entre o amor esponsal da noiva, no Cântico dos Cânticos, e a procura de Santa Maria Madalena por Jesus Ressuscitado, na manhã do Domingo de Páscoa. 

Mas a comparação tem seus limites. E, embora seja bela a analogia empregada pelo próprio Autor Sagrado, não corramos o risco de banalizar a santidade de Maria Madalena, rebaixando-a ao nível de nossas carências e desordens afetivas, como se Deus não a tivesse elevado com sua graça e atraído seu coração às alturas do Céu. 

Afinal, nesse ponto, Madalena já era uma grande mística, e ela mesma declara quem estava buscando: “Levaram o meu Senhor”. Não se tratava, pois, de uma jovenzinha descompensada atrás de um simples homem; era uma santa madura e íntegra, à procura de seu Deus.

Esta homilia foi feita pelo Padre Paulo Ricardo no dia 22 de julho de 2024, durante Missa matutina na Paróquia Cristo Rei, em Várzea Grande (MT). Na ocasião, celebrava-se a festa de Santa Maria Madalena.

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