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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc 19,11-28)

Naquele tempo, Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. Então Jesus disse:

“Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’.

Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’.

O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.

Celebramos hoje a memória de Santa Isabel da Hungria, exemplo de santificação no mundo. O que mais nos causa admiração é ter sido ela uma santa “apressada”, morta com apenas 24 anos († 1231), mas com grande estatura espiritual. Nascida na Hungria, foi destinada a casar-se com um nobre na Alemanha, o duque Hermann de Turíngia. Ela tinha então somente 4 anos; ele, 11. Não se casaram de imediato, naturalmente, mas ainda criança Isabel mudou-se para a corte de Turíngia, onde foi educada até chegar à idade núbil de 13 anos. A piedade que mostrava ter para com os pobres valeu-lhe desde cedo inúmeras perseguições por parte de cortesãos. Maledicentes, sussurravam entre si que Isabel levaria o ducado à falência por conta de tantas esmolas… Por volta de 1227, abateu-a nova provação: o duque, homem de valor, partira em cruzada à Terra Santa para retomá-la dos sarracenos, mas caiu em batalha. Embora Isabel fosse a princesa, quem assumiu o trono foi seu cunhado, duque Henrique, que fez todo o possível para que os descendentes da viúva jamais tomassem o governo. Exilada do palácio, tendo quatro filhos que alimentar, Isabel teve de vagar pelas ruas do ducado, pois Henrique ordenara que nenhum súdito a acolhesse. Contradições da vida! O mesmo povo que dela tanto recebera via-a reduzida à mendicância, e como ninguém tivesse coragem de socorrê-la, fecharam-se-lhe todas as portas. Os filhos, para não morrer à míngua, foram entregues a pessoas de confiança que lhes providenciassem comida. A provação, apesar de dura, todavia foi breve. Apenas soube das condições em que a filha estava vivendo, o rei da Hungria mandou Henrique devolver-lhe a dignidade roubada e preparou-lhe ele mesmo um castelo. Os vassalos, muitos deles sobreviventes da cruzada em que morreu o duque, repreenderam Henrique pela desonra causada ao ducado. Finalmente restabelecida à antiga nobreza, Isabel viveu o resto de seus dias com a mesma paciência e resignação, o mesmo amor a Deus e aos pobres que dantes. Fez-se terciária franciscana e passou a dedicar-se ainda mais à oração. Perseguida, guardou silêncio; desamparada, jamais se revoltou contra Deus. Sabia que, se dele recebemos os bens, de sua mão devemos aceitar também as tribulações. — Que o exemplo de Santa Isabel, além de seus méritos e preces diante de Deus, nos façam reconhecer nas provações e desamparos da vida a mão paterna do Senhor a nos purificar de nossas imperfeições e acrisolar o nosso coração pela paciência e o santo abandono à Providência. Pois Deus está com o justo, a quem nunca há de desamparar.

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