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Pescador de almas
Padre Paulo Ricardo

Pescador de almas

Pescador de almas

No natalício do Padre Paulo Ricardo, os testemunhos de quem voltou à Igreja graças ao seu ministério e ao seu apostolado

Equipe Christo Nihil Praeponere7 de Novembro de 2014
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A ação de Deus não conhece limites e, quando os homens decidem fazer-se porta-vozes de Sua mensagem, também o seu anúncio ultrapassa fronteiras e atinge os corações mais duros e os lugares mais inócuos. Foi este, afinal, o mandato de Nosso Senhor aos Seus discípulos: “Ide, pois, fazei discípulos entre todas as nações, e (...) ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado" (Mt 28, 19-20).

Neste aniversário natalício do Padre Paulo Ricardo, muitos de seus alunos, admiradores e filhos espirituais querem testemunhar como, atravessando tempos, lugares e situações as mais diversas, a mensagem da Verdade chegou em seus corações, por meio de seu sacerdócio e de seu apostolado nos meios de comunicação. São palavras de quantos erravam longe de Cristo – às vezes, até aparentando serem católicos –, mas, agora, conhecendo quem é Jesus e o que é a Igreja, esforçam-se por amá-los e crescer nesse amor.

Padre, junto a estas linhas, escritas com gratidão filial, sobem aos céus as orações de toda a família Christo Nihil Praeponere por sua vida, apostolado e ministério. Feliz aniversário! Que Nosso Senhor e Nossa Santíssima Mãe o cumulem de graças e o faça santo!

Encontrei nas palavras do Padre Paulo muitas respostas às minhas indagações, que não só me tiraram do pecado em que vivia, como também me despertaram um grande interesse em conhecer mais a Igreja Católica. Ele me ensina a não só conhecê-la, mas também a amá-la e a defendê-la. Quanta coisa aprendi e ainda posso aprender com esse sacerdote que honra a batina que veste!? Devo muito ao Padre Paulo que me fez enxergar o que está por trás dessa realidade cultural em que vivemos, prevenindo-me das mentiras das ideias pagãs. São Padre Pio disse que a Igreja não precisava dele, mas que ele precisava da Igreja; pois eu digo: Padre Paulo não precisa de mim, mas eu preciso dele! Faço a analogia porque o Padre Paulo, sem dúvida, é uma pedra fundamental da nossa Igreja. Que o Espírito Santo continue iluminando e dando muita coragem ao nosso querido sacerdote.
Maciel Francisco

Reverendíssimo Padre Paulo,
Sou abençoada por Deus, por ter conhecido o seu trabalho e o de sua equipe do site. Deus é maravilhoso e o colocou no meu caminho assim que comecei a buscar algo que ainda não sabia direito o que era. Tinha começado a minha vida de oração, porém estava muito perdida, sem orientação. Sou católica, minha família inteira é, porém não tinha noção dos sacramentos, não tinha noção da importância da Igreja, enfim. Através de estudos por meio do seu site, que desde final do ano passado acesso diariamente, eu só tenho a agradecer tudo o que venho aprendendo. Reconheço que tenho um longo caminho a percorrer, estou só no comecinho, mas como o senhor tem me ajudado nessa busca desta única Verdade! E é por isso que estou aqui hoje, especialmente, para lhe parabenizar por mais um ano de vida e, claro, agradecer a Deus pela pessoa em que se transformou e desejar que continue evangelizando e levando a palavra de Deus a todos nós. Desejo de todo o meu coração que essa fé que está brotando em mim, seja levada, cada dia mais para mais pessoas através de seu belíssimo trabalho. Que Deus, com toda sua graça, continue te abençoando enormemente.
Erika Suzuki, Arapongas, Paraná
Pescador de almas. Esta foi a melhor definição das inúmeras que já ouvi sobre Padre Paulo Ricardo. Num mundo marcado por incertezas e falta de amor, para mim foi a mais feliz coincidência encontrar com os posts deste mensageiro de Deus na internet. Quando me senti desanimada por ver a Igreja Católica abalada pelo mundo moderno, encontro um Ungido do Senhor que retoma com muita coragem e energia os princípios de nossa fé cristã e a confronta com os descaminhos de uma sociedade em crise.
Depois de absorver o impacto de suas palavras imperou em mim o desejo urgente de conversão e de buscar a santidade (por que não?). Conhecer seu ministério fez reacender a fé que meus pais me ensinaram e a certeza que ainda podemos mudar o mundo, não mais através de ideologias enganadoras, mas vivendo a simplicidade da palavra de Deus. Feliz Aniversário, Padre Paulo Ricardo.
Marilde Chaves, Floriano
Ainda não tive a graça de conhecer pessoalmente o Padre Paulo, mas seu sim a Deus fez e faz toda a diferença na minha vida.
Em um momento muito difícil na minha vida, em uma grande dúvida vocacional, escutei pela web duas pregações do Padre Paulo. Uma falava sobre ter Prudência e a outra sobre vocação. Esses dois lindíssimos ensinamentos colocaram "meus pés no chão". Tudo fez mais sentido, as palavras edificaram meu coração de uma forma que nunca mais deixei de escutar os lindos ensinamentos do Padre. Já havia escutado muitas pregações durante a vida, mas o ensinamento do Padre Paulo edifica, traz fortaleza ao nosso coração e sua convicção verdadeira da fé me ajudou a permanecer na caminhada.
Padre Paulo, agradeço de todo o meu coração pelo seu sim, pelo seu chamado e vocação. Continue, persista nessa missão linda que Deus te deu. Oro sempre por ti e como o senhor mesmo diz: "Se for preciso, que me tirem a vida". Tudo para ser verdadeiro, um verdadeiro apóstolo de Cristo.
Jonathas Castro, São Paulo
Tudo começou com uma desilusão amorosa. Passei a frequentar igrejas protestantes. Mesmo a minha mãe sendo Católica e eu ter sido batizada na Igreja Católica, recorri ao protestantismo, pois essa denominação sabe acolher as pessoas pelo simples fato de aproveitar o emocional para disseminar contra a fé. Mesmo gostando dos cultos protestantes, algo não encaixava naquilo tudo, mesmo no meio de tanta dor eu ainda refletia, conseguia ser racional, o modo que os protestantes se referem a Maria e aos Santos me dava repulsa, por isso resolvi fazer um curso bíblico, mas optei em fazê-lo na igreja Católica. Como as Igrejas Católicas têm Carência nessa área pesquisei no Google: “curso bíblico Católico". Foi quando conheci o trabalho do Padre Paulo, assinei o site e fui descobrindo cada vez mais sobre a Igreja Santa. Através do site eu fiz a consagração a Nossa Senhora no ano passado, este ano eu vou confirmar renovando a consagração. Confesso que a minha vida mudou muito, aquela dor sofrida passou e o meu amor Por Cristo parece brotar timidamente, mas eu sei que com ajuda da Virgem Santíssima esse amor vai crescer e vai tomar conta de mim. O trabalho do Padre Paulo é importantíssimo pois ele resgata corações perdidos em fé cega e impura, faz a gente enxergar e amar a Santa Igreja, amando a cabeça dela e compreendendo que esse corpo celeste não iria expulsar os Santos mártires e sua Mãe Rainha, como as denominações protestantes fazem. Obrigada Paulo Padre Ricardo, parabéns pelo seu dia que Deus abençoe e Virgem Maria te ilumine.
Aryana Oliveira de Jesus
Por longos anos de minha vida fui um apóstata, em especial por dar ouvidos a professores e a demais ateus que deturpavam toda a obra e crença da Igreja Católica como sendo apenas uma "invenção" ou o "ópio do povo" como dizia Nietzsche. Pois bem, após passar por uma fase dificílima voltei-me a Igreja em modo automático diria, quase como se meu coração lá procurasse a paz que eu necessitava.
Contudo, ainda eu via a Igreja e a religião como algo fantasioso - os milagres, os dogmas. Através das publicações de artigos do Padre na timeline de uma amiga no facebook fui conhecer o site do Padre e todo o seu conteúdo que me abriu os olhos para toda a realidade da Igreja Católica Apóstolica Romana - seja no conteúdo de fé, seja na comprovação que toda a doutrina da Igreja foi construída na Razão. Nada é pela crença infértil, mas em tudo há uma razão.
Também é devido ao Padre que pude perceber o embuste dos comunistas (e em especial aos teólogos da libertação) que visam a destruição de nossa amada Igreja Católica Apóstolica Romana.
Johnny Rottava
Meu nome é Fábio Rodrigues, sou estudante universitário, e como tantos outros, estive perdendo a minha fé devido aos acontecimentos diários da vida universitária. Tive muitas dificuldades em me manter fiel em razão das diversas situações em que estive presente. Seja pela falta do tempo, ou por ações de indivíduos que utilizam de argumentos pesados para combater a minha fé católica. Estava me sentindo sozinho e infeliz, achando que não encontraria as respostas adequadas para a minha vida. Mas pela ação de Deus, fui apresentado aos vossos conselhos e as respostas católicas. Hoje toda a manhã quando vou à aula, escuto algum programa do senhor, pois não há nada melhor que começar o dia com oração. E hoje digo, sem medo, que minha fé não só foi restaurada, mas ampliada. Meu aniversário foi dia 5, peço que reze para mim, pois estarei rezando para você. Grande abraço padre e professor.
Fábio Rodrigues
Em nome da minha família agradecemos imensamente a você por compartilhar conosco o seu grande dom da Palavra. Através do Facebook conhecemos a sua página e nos encantamos com seu conhecimento. Frequentemente toda a minha família separa um horário na semana para assistir seus vídeos ou ler suas explicações. Em casa somos em 4: eu, minha mãe, minha irmã e meu pai. Desde que conhecemos vossa página aprendemos cada dia mais sobre a nossa fé Católica, e cada dia mais aumenta nosso conhecimento e paixão por Deus.
Tenho 22 anos e represento seu público jovem, e lhe confirmo que seu papel é fundamental nas nossas vidas. E agradeço a Deus por ter acesso a tanto conhecimento através de você. Você nos inspira. Desejamos com muita oração e amor que Deus continue lhe abençoando cada dia mais, derramando sobre você os dons do Espírito Santo. Para que assim cada vez mais você possa compartilhar com o mundo todo os seus dons e graças.
Amanda Andrade
Conhecemos o Pe. Paulo nas eleições de 2010. De lá pra cá as grande conversões iniciaram. Aos poucos fui me aproximando do site e hoje, graças à Deus, sou aluna fiel. É com os cursos do Padre ao fundo que trabalho em casa. De todos os cursos que assisti confesso que o Doenças Espirituais é o mais marcante. As explicações das origens dos pecados e suas maneiras de combatê-los é o que me mantém na fé, e me faz, dia a dia, a ter mais força para manter meu foco e aumentar a minha fé. Com o Padre Paulo tenho aprendido que, dentro de minha pequenez a única verdade que me resta é Cristo através de Maria. Padre que o Nosso Senhor o abençoe abundantemente, principalmente nesses tempos em que a verdade anda tão negligenciada.
Lidiane, Recife
Salve Maria. Há aproximadamente 4 anos, eu havia sido apresentado a uma teologia Marxista, a teologia da libertação! Comecei então a pregar essa teologia como verdadeira, pois na região em que moro, é isso que aprendemos nos cursos de teologia! Até que um dia meu querido pai me chamou atenção ao me mostrar o Padre Paulo Ricardo na TV, ele falava da veracidade dos milagres e denunciava a teologia da libertação! Aquilo me incomodou, graças a Deus, eu vi tanto domínio sobre o assunto, tanta clareza e sinceridade, que não pude ficar quieto e fui em busca da verdade. Então, depois de tanta pesquisa, pude ver que a teologia da libertação estava corroendo a minha fé e me desligando do mundo espiritual, prendendo-me ao mundo materialista, cujo razão era a fé! Comecei a estudar a verdadeira fé católica e mais adiante lá estava eu, exclusivamente tão teórico que, embora do lado certo, estava perdendo a devoção à Santíssima Virgem, por uma espécie de arrogância. Mas lá estava o Padre Paulo pra me puxar de volta aos trilhos! Sou imensamente grato pela sua intervenção em minha vida! Que a Virgem Mãe ouça nossos agradecimentos e apresente a Cristo de uma forma digna, parabéns! Paz e bem!
Ladislau Neto, Lajeado, Pernambuco
Conheci o Padre Paulo há três anos por meio um vídeo no qual ele respondia uma pergunta em relação à Virgem Maria. Logo mais, comecei a ver como a Igreja é Santa e que realmente foi fundada por Jesus Cristo, algo que eu duvidara, aliás, eu duvidava da existência de Deus. Tenho absoluta certeza que Deus, através do Padre Paulo, agiu em minha conversão e volta à Santa Igreja através de seus vídeos, me mostrando como a Igreja é bela com seus Santos, Maria e a Santíssima Trindade e me incentivando incessantemente a busca da Santidade para a glória de Deus. Minha primeira comunhão e crisma foi esse ano e creio que o Padre Paulo foi um dos responsáveis por eu buscar esses sacramentos. Vi que amar ao Pai é mais importante que tudo, e se for vontade Dele, entregarei minha vida como religiosa. Obrigada Padre Paulo por seu um servo tão fiel a Deus. Fiquem com Deus. Grata.
Ana
Caríssimo Padre, independente de meu depoimento ser escolhido ou não, gostaria que o senhor e todos que trabalham em seu site soubessem que, as mensagens, aulas, reflexões e "puxões de orelhas" que chegam até nós estão, centímetro a centímetro, pavimentando uma nova estrada espiritual para nossos pés. Digo "nós" porque falo por mim e por minha esposa e, por extensão, nossos filhos.
Aqui, em nossa humilde casa, Jesus passou a encontrar abrigo pelas mãos de Maria. Tenho certeza que ela usa cada aula sua, Padre, para que este abrigo vá se tornando maior e melhor para Eles e para as coisas que vêm Deles. Obrigado Padre e que Deus possa dar a nós, pecadores, cada vez mais o conhecimento e a fé que emanam do senhor. Parabéns!!
Francisco Danilo e família
Meu nome é Samara. Nasci católica devido a meu pai, e dou esse breve testemunho sobre Padre Paulo. Eu estou vivendo na Espanha agora com minha família e o padre me ajudou e continua me ajudando de uma forma milagrosa! Eu hoje não me sinto mais só e muito menos na ignorância espiritual. Hoje eu creio de verdade na igreja católica graças a seus ensinamentos. Veja bem, eu tinha deixado a igreja, frequentei até igrejas evangélicas, centro espírita, estava perdida mesmo, mas meu pai Antonio sempre orava por mim, pedia que eu voltasse para a igreja. Devido à idade de meu pai, comecei a ir com ele, só de companhia, mas na missa para mim era muito morno! Resumindo, acabei vindo morar aqui na Espanha, mas antes disso eu lembro que meu pai havia pedido para que não abandonasse a verdadeira Igreja. Foi aí que o senhor, Padre Paulo, trouxe de volta aquilo que o meu Pai do céu e o meu pai da terra tanto queriam e o que eu buscava: Fé, Esperança, Amor e o conhecimento cristão! Te agradeço de coração e peço a sua bênção!
Samara, Espanha
Num mundo cada vez mais obscuro, onde os valores morais estão fora de moda, onde estamos presenciando, dia após dia, o bombardeamento de mensagens negativas, muitas subliminares aos desatentos, onde a família perdeu a maioria de seus valores sagrados - digo sagrados porque o Senhor quis ter uma -, onde o mal tenta governar a todo custo, com certeza sabendo que o fim está por vir, agradeço a Deus por ser Católico, agradeço a Deus pelos nossos Sacerdotes, pela nossa Igreja, pelo Papa e nesta data, agradeço a Ele pelo seu nascimento e pelo seu Chamado. Sempre que posso, assisto pela internet seu programa Direção Espiritual, onde há explicações coerentes e documentadas sobre os diversos assuntos, tanto Bíblicos quanto temporais. Num destes programas vi o Sr. dar testemunho próprio sobre o Terço. Isso me tocou muito e me ajudou recentemente a começar a rezá-lo diariamente. Que Deus te abençoe e te guarde!!!
Fernando Miller
Caríssimo Padre Paulo Ricardo,
Conheci-o através da Canção Nova, e fui vendo a sua preocupação em disponibilizar informação sobre temas religiosos, filosóficos, catequéticos. A clareza da sua explanação é notável. No meio daquilo que diz há sempre algo por qualquer razão que nos toca mais pessoalmente. Um aspecto particularmente difícil para mim enquanto alguém que reflecte acerca das questões da nossa fé prende-se com a compreensão do mistério da redenção. A sua explicação acerca do sacrifício expiatório do Antigo Testamento em ligação com o sacrifício expiatório de Jesus foi decisiva para eu conseguir ter uma visão mais abrangente sobre o tema. Tenho seguido também a sua participação cívica que tem sido mais constante nos últimos meses. Tornou-se, é claro, numa personalidade atacada. As perseguições que acompanham o discípulo…
Neste aniversário quero assegurar-lhe as minhas orações para o seu ministério difícil e pedir-lhe que continue a mostrar-nos a sua bela visão da nossa fé.
António Veiga, Lisboa, Portugal
Através do apostolado do Pe. Paulo mudei bastante minha visão à respeito do sacerdócio, que na época reduzia-se aos estereótipos preconceituosos propagados pela grande mídia. Pouco a pouco, através das suas aulas, exortações e sobretudo do seu exemplo, fui cada vez mais me apaixonando pela Igreja Católica. No seu apostolado encontrei um ponto de referência seguro sobre diversas questões, bem como estímulo para o hábito de estudo e oração constantes, o que sem dúvida alguma contribui muito para minha vida espiritual. Se hoje tenho o interesse despertado em cursar filosofia e teologia, além de ver com mais clareza a luz e esplendor do Catolicismo em todos os tempos, devo muito disso ao Pe. Paulo Ricardo.
Rodrigo Allan, Rio de Janeiro
Esse ano eu estive em grande tristeza. Eu o procurei como diretor espiritual. Todas as vezes que sentei com ele, tanto como diretor espiritual, como em confessor, aos poucos com seus santos ensinamentos, pude encontrar caminhos certos e deixei de sofrer pois pude voltar a ver a luz da fé que havia se perdido dentro de mim. Pe. Paulo tem visão profética, eu louvo a Deus pela vida dele, por esse dom que ele tem, ungido pelo Espírito Santo, homem santo, que luta pela santificação das almas.
Uma vez em visita em minha casa, minha filha levou até ele uma foto dela e de seu namorado para ele rezar, abençoar seu namoro, pois ela estava triste, o namorado tinha sido transferido para outra cidade. Pe. Paulo pôs sua mão sobre a foto e fez uma oração. Alguns meses depois, neste mesmo ano, minha filha se casou na Igreja Católica. Mesmo com toda dificuldade financeira, tudo deu certo. Eu nem havia pensado na época se ela ia se casar. Ele não cansa de se doar para um mundo sem pecados. Louvado seja o nome Santíssimo de Jesus Cristo e de sua Mãe, Maria Santíssima, pela vida de Pe. Paulo Ricardo!
Silmara Nantes
Conheci Padre Paulo assistindo um programa de TV. Algo dentro de mim falou-me: “vai atrás dele". No mundo de hoje, precisamos apenas de alguns cliques para ir atrás de alguém. Foi o que fiz. Imediatamente fui para a internet procurar quem era aquele padre que tocou-me tão profundamente com o seu jeito de ensinar a Fé da Igreja, da qual faço parte com tanto amor e orgulho. Entrei no site e comecei a assistir aos vídeos, às aulas, quanto mais eu aprendia mais eu queria aprender, e assim ainda é. Vi que esta grande descoberta, um padre tão especial como ele, eu não poderia guardar só pra mim, eis que comecei a anunciar a todos, esta benção, o Padre Paulo Ricardo, indicava seus vídeos, espalhei na minha comunidade, divulgando a todos os que queriam conhecer verdadeiramente sua fé, e viver como um verdadeiro cristão, que o procurassem também, e assim continuo até hoje, usando os vídeos do padre para ensinar. Tornei-me um cristão melhor, o que aprendo nos vídeos trato logo de passar para outras pessoas, anunciando a verdade de Cristo, ensinada pela Santa Igreja, através da boca do Padre Paulo Ricardo. O padre faz parte da minha vida, sei que estou longe de saber tudo, mas tudo o que até hoje, muito se deve a este Santo homem pelo o qual eu tenho um amor enorme. Padre o aniversário é seu, mas o presente quem ganha somos nós, ter você em nossas vidas é um grande presente de Deus, rezo sempre por você para que você seja firme e comprometido com a Verdade até o fim. Um dia espero poder trazer este santo homem para ensinar ainda mais nossa paróquia, nossa comunidade, e conhecê-lo pessoalmente. Parabéns, Padre Paulo Ricardo!!!
Cristian Lavareda, Manaus
Com grande alegria, parabenizo o Pe. Paulo Ricardo no seu aniversário. Conheci o sr. por intermédio da minha mãe e confesso que no princípio não gostava do que o sr. pregava. Eu estava há oito anos em uma universidade federal. Hoje, admiro muito seu trabalho, que fez de mim uma cristã mais fiel. Que Deus o abençoe sempre para que o sr. prossiga na sua importantíssima missão de guiar o rebanho dEle no Brasil.
Louise Menegaz de Barros Mota, Belo Horizonte, Minas Gerais
Conheci o Padre Paulo por vídeos da internet. Ele ganhou minha admiração desde a 1ª vez que o ouvi, e venho aprendendo muito com ele. Mesmo estando longe dele, parece que somos como "amigos". Quando tive a oportunidade de conhecê-lo experimentei isso. Deve ser sua grande qualidade, a proximidade de um Pai com seus filhos.. é um espelho das virtudes de Cristo! Obrigado, Padre Paulo!! Feliz aniversário!
Bruno Jesus, São Paulo
Padre Paulo, és um grande homem de Deus! Um grande homem, um grande santo, não é aquele que não erra, perfeito... mas aquele que busca com todas as suas forças o zelo pela santidade sua e dos seus ao redor.
Sinto-me cuidado pelo senhor que, a cada vídeo, a cada áudio, vem me ensinar, exortar, auxiliar minha alma no caminho correto, no caminho da minha salvação. De que devo lhe chamar? Que palavra o intitularia melhor, pelo bem que o Senhor tem feito a mim? Só acho uma palavra: Pai.
Sim, você tem sido um pai espiritual, um diretor espiritual. Só tenho a dizer meu muito obrigado e orar sempre pelo senhor, pela sua missão. Não há palavras para agradecer o bem que o senhor tem feito a mim, me levando mais perto da santidade! Deus lhe abençoe imensamente!
Felliph Jordan Moreno Ribeiro, São Paulo
Gostaria de dizer que padre Paulo Ricardo foi um divisor de águas no meu crescimento cristão, pois sem conhecimento, como é possível crescer?
E a profundidade de seus ensinamentos e sua postura fiel à Tradição da Igreja me motivou a avançar para águas mais profundas. Acabei de sair da areia e entrar na água; apenas molhei os pés até agora, mas estou firme e decidido onde quero chegar.
Minha mensagem não necessita ser avaliada para a escolha do texto a ser postado, pois o maior presente é ter o Padre Paulo como guia espiritual. Deus abençoe e Maria Santíssima o proteja por toda a vida!
Saul Botelho, Londrina
Olá, irmãos em Cristo! Vim aqui testemunhar a importância do padre Paulo Ricardo na minha fé cristã. Perdi um sobrinho há dois anos e meio em um acidente de carro. Ficamos nos perguntando o porquê disso e infelizmente seus pais foram buscar essas respostas no espiritismo. Com os ensinamentos do padre, encontrei paz e descobri que tudo acontece por força e vontade de Deus! Paz e bem!
Sheila Cristina Venancio Gonçalves
Meu nome é Inês Gomes, sou Portuguesa, estou em Portugal há dois anos e meio. Antes de regressar a Portugal, vivi aí no Brasil durante 15 anos. Meu esposo foi preso e extraditado para Portugal, onde foi assassinado pelos próprios companheiros de cadeia. Ele era inocente.
Quase morri quando esta tragédia caiu sobre a minha família. Já tinha ouvido falar da TV Canção Nova, mas nunca liguei pois trabalhava com meu marido na venda de doces.
Já em Portugal comecei a assistir à CN e depois de ouvir imensas palestras e rezar durante todos os dias junto com a CN, que era o que eu tinha disposição para fazer, o resto nada me interessava, eu pedia a Deus que me levasse também.
Agora é que é o meu testemunho.
Naquele bendito dia, após dois anos de sofrimento, a palestra era com o Pe. Paulo Ricardo, não me lembro do título da palestra, mas o Pe. falou tanta coisa que tocou o meu coração e dizia que amar a Deus de todo o coração e em primeiro lugar e as suas palavras iam, entravam no meu coração, que eu só me lembro de começar a chorar convulsivamente, meu corpo começou a tremer, parecendo que alguém me batia e fiquei estendida no chão. Passado um tempo, levantei-me com o pensamento que eu tinha que pedir perdão a Deus. Saí de casa chorando e correndo para a igreja para me confessar e contei toda a minha história ao padre, que me atendeu prontamente. Desde aquele dia sou outra pessoa, a tristeza passou, a raiva também, perdoei e pedi perdão a muitas pessoas que tentaram me ajudar e não conseguiram. Deus usou o Pe. Paulo para me levantar, naquele dia foi a palestra certa na hora certa. Há muito tempo que queria testemunhar, que quando estava no meu limite Deus me levantou.
Hoje incomodo muita gente por falar tanto do nosso Senhor Jesus Cristo, isso é o motivo para continuar a viver. Se antes não tinha sentido de viver, agora todo esse sentido está em Deus. Agradeço desde já a oportunidade de poder dizer tudo o que lhe queria dizer e agradecer a Deus que nunca me abandonou. Deus o abençoe.
Inês Conde
Salve Maria!
Fico feliz por ter encontrado o Padre Paulo no meu caminho de volta a Roma. Em uma de minhas buscas por esclarecimento sobre o catolicismo, me deparei com o trabalho maravilhoso que esse servo de Deus tem, estava perdida numa vida mundana, sem fé e quase me converti ao protestantismo por ter uma ideia errônea sobre a Igreja, mas com suas aulas encontrei o que precisava e vi que não estou sozinha, que "sou pequena no ombro de gigantes" e principalmente a verdade sobre a Igreja e dou graças ao Pai por isso! Desejo a ele um feliz aniversário e que Deus lhe abençoe muito para que continue levando luz ao mundo! Paz de Cristo.
T.
Meu nome é Silvio Junior. Tenho 21 anos e sou de São José dos Campos - SP. Desde pequeno fui incentivado pelos meus pais a frequentar a igreja católica, cresci com raízes católica em meu coração. Mesmo pequeno, participei do Vicentino do meu bairro e de diversos grupos de oração, mas isso quando pequeno. Quando completei meus 14 anos senti que fui me afastando de Deus, por influências de amigos e pela fase em que vivia de adolescência, fui querendo conhecer o que o “mundão" poderia me oferecer. Minha mãe também com o tempo foi se afastando da igreja e íamos somente na missa e de vez em quando. Nesse tempo em que estive afastado da igreja, nunca fui influenciado por outras igrejas e religiões, aquilo que eles me falam não caía na minha concepção, creio eu pelo fato de quando pequeno ter participado de obras da igreja católica e saber que era a verdadeira igreja de Cristo. Há pouco tempo comecei a namorar e fui convidado a participar da igreja protestante deles, mas eu pensei: “Porque devo sair da igreja católica para participar da igreja deles?" Mesmo minha mãe não participando, ela era católica, minha familia inteira católica. Então nisso decidi escrever no Google: “Por que os católicos viram evangélicos?" E de primeira abri o vídeo do Padre Paulo Ricardo. Uma das frases dele que me fez cair na real foi a de que as pessoas que se convertem do catolicismo ao protestantismo não eram na verdade católicos de coração, não conheciam realmente a fé católica. Parei nessa parte do vídeo e refleti. Não estava sendo católico de verdade. Não estava seguindo a doutrina da igreja, estava sendo mais um católico que somente diz ser católico mas não segue a doutrina da igreja. A partir do dia que vi esse vídeo, eu me tornei fã do Padre Paulo Ricardo, me interessei em ver os outros vídeos dele que me ajudaram hoje a querer seguir a doutrina da igreja, me fazer conhecer mais a fé católica. Tenho certeza que Deus usou o padre Paulo Ricardo a me colocar novamente nos caminhos de Jesus Cristo. Hoje abandonei tudo o que o mundão me oferecia, me sinto que nasci de novo. E com os vídeos do padre estou conseguindo fazer minha mãe voltar aos caminhos de Deus. Parabéns Padre Paulo Ricardo, que Deus continue te usando para resgatar mais vidas para Jesus Cristo. Muito obrigado e que Deus e Nossa Senhora te abençoe e te guarde!!!
Silvio Camargo
Padre Paulo Ricardo mudou a minha vida! Não tem limites de caracteres que possam definir, testemunhar a graça de dizer como Jesus entrou na minha vida através do sacerdócio do Padre Paulo Ricardo. Tive a graça de conhecê-lo pessoalmente em Cuiabá e, a partir daí, pude e posso a cada dia beber da fonte de sua sabedoria que me ensina, me forma e me leva a ser uma jovem mais de Deus. Sim, sou há mais de um ano aluna fiel do site e com muito orgulho.
Padre, Gratidão, por ser um grande pai espiritual para mim e para muitos dos seus filhos. Gratidão, pelo seu sacerdócio santo que nos leva a cada dia mais buscar e ser fiel a Deus e obrigada por ser nosso Bom Pastor, em Cristo.
Padre Paulo, hoje, só tenho a agradecer a Deus por sua vida, sua vida é uma dádiva do Céu, presente de Deus para mim.
Josiana, Londrina, Paraná
Padre, muito tenho a agradecer ao senhor e o seu apostolado. Eu voltei ao Catolicismo este ano, depois de quase 20 anos no Espiritismo. Graças ao senhor e o seu site, eu pude entender muitos dos erros que eu cometi, e como a doutrina católica tinha resposta para estes erros há séculos! Muito obrigado e um feliz aniversário!
Alex Abate Biral
Com as manifestações do ano passado, assistimos a um dos seus vídeos que pedia para estudarmos. Passamos então a acompanhar o seu site diariamente, prestando muita atenção nos seus ensinamentos e pedindo a Inspiração Divina. Assim, descobrimos que, mesmo já tendo sido católicos, protestantes e mundanos, não conhecíamos verdadeiramente a História, a Fé e as Doutrinas da Santa Igreja, e, portanto, não sabíamos retribuir o Amor e Misericórdia de Deus e sermos fiéis a Ele. Estamos muito felizes e gratos, por reconhecermos nossa pequenez, e assim podermos caminhar para junto do Verdadeiro Amor que é Jesus Cristo. Padre, obrigado por ter nos ensinado que podemos amar e honrar de todo o coração nossa querida Mãe Maria e os Santos, e por nos mostrar o caminho do Céu. Nós te amamos. Que Deus o abençoe.
Giovani, Suelen e Luis Augusto, Londrina, Paraná
Te conheci por acaso, via internet, assistindo uma palestra sobre a Bíblia Sagrada e gostei muito da forma como foi exposto, então comecei a pesquisar mais, conheci o seu site e iniciei a escutar as suas palestras diariamente.
Te considero um grande guia espiritual, pois através de suas palestras, comecei a aprender o que realmente é ser um Católico e não só isso, em uma época tão distorcida de valores o senhor nos guia sobre fé, cidadania e politica.
Fábio
Os ensinamentos da igreja católica através do Pe. Paulo têm sido fundamentais para meu crescimento espiritual e social. Tudo começou quando o papa Francisco veio ao Brasil, pois comecei a ler a respeito e assim fiquei sabendo do site do Padre (já o conhecia um pouco), o qual também apresentou o Olavo de Carvalho. A partir disso minha maneira de enxergar a realidade melhora a cada dia.
Agradeço a Deus por esses dois Homens de verdade, Pe. Paulo e Prof. Olavo.
Silvio José
Quando vim morar no exterior senti um vazio muito grande dentro de mim e não sabia o que era, e no fundo descobri que esse vazio era uma falta e um afastamento tremendo de Deus. Aqui morando me descobri um católico self-service, diria até um não católico. No desespero por me encontrar com Cristo e com a fé católica fui apresentado ao site de Padre Paulo que mudou minha vida e me fez crescer na fé. Esse jeito meio duro de padre Paulo assusta no começo, mas quando você se reconhece pecador e reflete, vê que tudo que padre Paulo diz é de uma coerência imensa. Por isso sou muito grato a ele por dedicar seu tempo a ser também um educador ensinando as maravilhas de ser católico.
Diego Santos
Os caminhos de Deus são perfeitos. Depois de anos (muitos anos...) de catolicismo "mais ou menos", relativo, TL, autocentrado, Ele quis dar um basta. Vendo que nossas almas estavam à mingua, primeiro nos deu a Canção Nova, que nos fisgou e começou o processo de recuperação do que estava perdido. Junto a isso, o chamado veio forte com a vontade irresistível de dar aulas de Catequese, e com o apelo de uma Capela, mais ou menos perto de casa, carente de músicos - e de catequistas. Vamos? Vamos! E fomos. E fizemos barbaridades!! Glória ao Pai Criador, ao Filho Redentor e ao Espírito, dizem todos os anjos. Mas - lembram? - lá estava a Canção Nova. E, nela, o Oitavo Dia, com aquele padre cujas palavras tinham (e têm!!) sabor e essência de Verdade. Ai, ai, ai, o texto do Glória, do Santo, tem que ser o litúrgico? O que vínhamos fazendo?!?! Corre corrigir os erros! O que é melhor, com alegria, sem nenhum ressentimento. Sensação de criança que aprendeu, finalmente, a fazer certo alguma coisa. Padre Paulo, estávamos sedentos. A cada programa, sorvíamos suas palavras - que nada mais eram do que a pura expressão da doutrina da Igreja. Nada de mais. Mas era o remédio de que precisávamos. Já devidamente "medicados", houve uma reviravolta nas Capelas da nossa região, que foram entregues aos Arautos do Evangelho - ih, houve muito torcer de narizes. E uma coisa podemos afirmar: não estivéssemos previamente preparados com suas aulas, padre, talvez tivéssemos trocado de paróquia. Mas percebíamos uma consonância, feliz consonância, entre o que eles diziam e o que o senhor dizia. "É, o padre Paulo também disse isso, então está certo!". Hehehe, ainda crianças... Esbaldamo-nos. Sem grandes invenções, apenas a doutrina da Igreja, apenas os ensinamentos de Cristo, apenas Cristo no lugar que Lhe cabe: Cristo Rei, nosso Deus e Senhor nosso. Precisa mais? E tudo isso regado a cantos gregorianos e a polifonias que, no princípio, espantaram os que queriam dar show na missa, mas têm ajudado os que ficaram e os que vieram depois a elevarem-se, a cultivarem o desejo de não fazer nada que os separem de Deus. Padre Paulo, sua fidelidade a Deus e à Sua Igreja salva almas. Que Deus conserve sempre sua disposição para ser instrumento Dele nessa luta para restituir ao Pai, com a ajuda impecável de Nossa Senhora, as ovelhas ludibriadas e desgarradas de Seu rebanho.
Ana Luisa e família, Mairiporã, São Paulo

Que aumentem cada dia mais os frutos da pregação deste “pescador de almas"!

Ó Deus, que fizestes do vosso Filho único sumo e eterno sacerdote, dai ao que Ele escolheu como ministro e dispensador dos vossos mistérios fidelidade à missão que recebeu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

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“Juntando os caquinhos da mãe que o mundo havia destruído em mim”
Testemunhos

“Juntando os caquinhos da mãe
que o mundo havia destruído em mim”

“Juntando os caquinhos da mãe que o mundo havia destruído em mim”

“Mentiram para mim. Matrimônio não é prisão, filhos não são um peso, são o encontro com a vontade de Deus, com a vocação para a qual ele nos chamou.”

Equipe Christo Nihil Praeponere13 de Novembro de 2018
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Gostaria muito de agradecer por cada sim dado a esse projeto que se transforma em canal da graça para transformar muitas vidas. Como um simples obrigado não é suficiente para agradecer por tantas bênçãos, gostaria de ofertar um pouco da minha história.

Meu nome é Nadja, tenho 32 anos e, como a maioria das mulheres da minha geração, fui educada, pelas circunstâncias e por nossa cultura, para valorizar a vida profissional. Minha mãe assumiu o papel de chefe da família e se tornou meu grande exemplo de mulher forte e guerreira. Cresci sonhando em ser independente, ao ponto de querer aprender sobre mecânica e consertos para não precisar de ninguém. Aos 12 anos, tinha minha vida acadêmica planejada e era disciplinada para alcançá-la. Minha intenção não era ruim. Almejava conhecimento para ter valor como pessoa, melhorar a vida dos meus pais e transformar o mundo em um lugar melhor. Casamento e filhos nunca foram parte dos planos.

Aos 16 anos, a curiosidade sobre um assunto de escola (assim acreditei na época) — o povo judeu — conduziu-me a um livro e um personagem que transformariam minha própria história. Na Bíblia, deparei-me com o que para mim era um personagem incrível: Jesus de Nazaré. Não sabia explicar o porquê, mas, naquela figura, encontrei tudo o que queria ser.

Certo dia, em meio às confusões de sentimentos com que a morte do meu pai me obrigou a entrar em contato, percebi que meus relacionamentos e sonhos, por melhores que fossem, não preenchiam a solidão, o vazio e a falta de sentido de vida que havia em mim. Pedi a Deus para me mostrar que Ele era mais que um personagem, que Ele podia transformar minha vida, como fez naquelas histórias. Mesmo sem que eu merecesse, assim Ele fez. Vivi, naqueles dias, uma grande experiência do amor de Deus. Jesus se tornou uma pessoa, um amigo, meu mestre, meu amor. Os dons guardados passaram a todo momento a apontar o grande amor de Deus por mim. Não havia mais vazio, nem solidão. Minha vida ganhou sentido.

Sonhava agora colocar meu conhecimento a serviço de Deus, mas do meu jeito. A família passou a ser uma possibilidade, mas só depois da minha pós-graduação, afinal, não havia contradição alguma em ser uma mulher cristã independente. Entretanto, a aprovação no tão sonhado curso de medicina não trouxe a realização que eu esperava; na verdade, foram anos de grandes batalhas interiores.

O desejo de ter uma família crescia, apaixonei-me pelo tema, li muito. As pessoas se tornaram mais importantes que os estudos e minha grande realização encontrei como catequista.

No tempo certo, conheci o homem que hoje é meu esposo. De cara, minha independência trouxe grandes dificuldades ao nosso relacionamento. Eu não sabia partilhar meus sentimentos, queria continuar resolvendo tudo sozinha, não sabia cuidar e tinha muita resistência em ser cuidada. Não fazia a mínima ideia do que era ceder e submeter-se; mesmo que fosse a Deus, ainda era inaceitável. Pouco a pouco, com ajuda e muita paciência do meu futuro esposo, fui encontrando minha feminilidade. Construir uma família, em Deus, tornou-se meu grande sonho e a necessidade de deixar os antigos surgiu. Abandonei minha tão sonhada e planejada pós-graduação ao entender que ela, de diversas formas, impedia-me de ser aquilo que, agora em Deus, eu sonhava ser.

Essa mudança de planos tornou realidade um grande desejo: receber o sacramento do Matrimônio e começar uma nova família, onde encontrei minha vocação. Caná se tornou uma realidade viva.

Entretanto, ter filhos era uma grande dificuldade para mim. Não usei métodos contraceptivos por pura obediência, sempre reforçada por meu esposo, mas a luta interna que se travou em mim daria outro testemunho. Eu tinha muito medo de que os filhos atrapalhassem minha vida profissional, financeira, minha liberdade e minha relação com meu esposo, mas o maior medo era que meu imenso egoísmo não me permitisse amá-los. Seria impossível abdicar de tanto por alguém.

Ganhamos a coletânea de palestras “Educar para o Céu”, do Padre Paulo Ricardo. Tudo começou a fazer sentido ali… mudou a minha forma de ver as crianças e o nosso papel como adultos. Assisti a outros vídeos, li textos, testemunhos, e Deus, pouco a pouco, foi juntando os caquinhos da mãe que o mundo havia destruído em mim. Certo dia, atendendo um bebezinho, senti forte no meu coração um sentimento que dizia: “É isso que eu quero, que você lute para preservar a inocência, lute contra o mal, devolva-o a mim melhor”. Senti muita segurança naquele dia. Duas semanas depois, descobri que estava grávida.

Muitas emoções brigaram dentro de mim. Senti medo de não ser uma boa mãe. Quis voltar no tempo, quis não ter engravidado, ter usado anticoncepcional. Senti-me irresponsável por conceber uma vida sem ser capaz de amá-la. Então pedi com muita fé a Maria que me ajudasse. Que o corpo da minha filhinha fosse gerado em mim, mas sua alma fosse abrigada em seu Coração Imaculado. Pedi também que ela me acolhesse em seu ventre e me gerasse uma nova mulher, uma mãe. Que assumisse com sua maternidade os momentos nos quais as minhas limitações me fizessem falhar.

Nesse dia, o coração de mãe em caquinhos que eu carregava foi restaurado, o medo deu lugar à esperança e vivi minha gravidez com muita alegria e gratidão. Que tempo abençoado, quanta providência de Deus, quanto amadurecimento. Infelizmente, as palavras não descrevem tamanha felicidade. Nasceu minha Gianna Maria e, com ela, eu nasci como mãe. Nos cuidados com ela e com meu esposo, na catequese, no acolhimento da Igreja que Deus nos confiou, encontrei o que tanto busquei, encontrei a mim mesma.

Senti-me revoltada algumas vezes. Mentiram para mim. Matrimônio não é prisão, filhos não são um peso, são o encontro com a vontade de Deus, com a vocação para a qual ele nos chamou. Existem sacrifícios? Claro, mas isso não é ruim, pelo contrário, é encontrar a grande alegria de se libertar de si, dos nossos caprichos, das nossas vontades, é caminhar em direção à verdadeira liberdade. Ainda há medo de errar? Sim, mas há esperança maior que Deus nos quer com Ele, que Maria nos acolhe, que os anjos batalham e os santos, especialmente minha querida Gianna Molla, intercedem pela salvação da nossa família.

Querido Padre Paulo Ricardo, queridos colaboradores do site, alunos e cada pessoa envolvida nesse projeto de evangelização, muito obrigada por lutarem também. Que a cada dia novas mulheres se encontrem consigo mesmas, com sua feminilidade e descubram a alegria da maternidade e da vocação à qual Deus nos chamou.

Referências

  • Testemunho enviado por Nadja ao nosso suporte, em 30 de outubro de 2016.

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Os dez princípios do conservadorismo
Política

Os dez princípios do conservadorismo

Os dez princípios do conservadorismo

O conservadorismo é um estado da mente, um tipo de caráter, uma maneira de olhar para a ordem social e civil. Eis aqui dez princípios gerais desse conjunto de opiniões, formulados pelo filósofo Russell Kirk.

Russell KirkTradução:  Padre Paulo Ricardo12 de Novembro de 2018
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Não sendo nem uma religião nem uma ideologia, o conjunto de opiniões designado como conservadorismo não possui nem uma Escritura Sagrada nem um Das Kapital que lhe forneça um dogma. Na medida em que seja possível determinar o que os conservadores crêem, os primeiros princípios do pensamento conservador provêm daquilo que professaram os principais escritores e homens públicos conservadores ao longo dos últimos dois séculos. Sendo assim, depois de algumas observações introdutórias a respeito deste tema geral, eu irei arrolar dez destes princípios conservadores.

Talvez seja mais apropriado, a maior parte das vezes, usar a palavra “conservador” principalmente como adjetivo. Porque não existe um Modelo Conservador, sendo o conservadorismo, na verdade, a negação da ideologia: trata-se de um estado da mente, de um tipo de caráter, de uma maneira de olhar para a ordem social civil.

A atitude que nós chamamos de conservadorismo é sustentada por um conjunto de sentimentos, mais do que por um sistema de dogmas ideológicos. É quase verdade que um conservador pode ser definido como sendo a pessoa que se acha conservadora. O movimento ou o conjunto de opiniões conservadoras pode comportar uma diversidade considerável de visões a respeito de um número considerável de temas, não havendo nenhuma Lei do Teste (Test Act) [1] ou Trinta e Nove Artigos (Thirty-Nine Articles) [2] do credo conservador.

Em suma, uma pessoa conservadora é simplesmente uma pessoa que considera as coisas permanentes mais satisfatórias do que o “caos e a noite primitiva” [3]. (Mesmo assim, os conservadores sabem, como Burke, que a saudável “mudança é o meio de nossa preservação”.) A continuidade da experiência de um povo, diz o conservador, oferece uma direção muito melhor para a política do que os planos abstratos dos filósofos de botequim. Mas é claro que a convicção conservadora é muito mais do que esta simples atitude genérica.

Não é possível redigir um catálogo completo das convicções conservadoras; no entanto, ofereço aqui, de forma sumária, dez princípios gerais; tudo indica que se possa afirmar com segurança que a maioria dos conservadores subscreveria a maior parte destas máximas. Nas várias edições do meu livro The Conservative Mind (“A Mentalidade Conservadora”, ainda sem tradução para o português), fiz uma lista de alguns cânones do pensamento conservador — a lista foi sendo levemente modificada de uma edição para a outra; em minha antologia The Portable Conservative Reader, ofereço algumas variações sobre este assunto.

Agora, lhes apresento uma resenha dos pontos de vista conservadores que difere um pouco dos cânones que se encontram nestes meus dois livros. Por fim, as diferentes maneiras através das quais as opiniões conservadoras podem se expressar são, em si mesmas, uma prova de que o conservadorismo não é uma ideologia rígida. Os princípios específicos enfatizados pelos conservadores, em um dado período, variam de acordo com as circunstâncias e as necessidades daquela época. Os dez artigos de convicções abaixo refletem as ênfases dos conservadores americanos da atualidade.

Primeiro, um conservador crê que existe uma ordem moral duradoura. Esta ordem é feita para o homem, e o homem é feito para ela: a natureza humana é uma constante e as verdades morais são permanentes.

Esta palavra ordem quer dizer harmonia. Há dois aspectos ou tipos de ordem: a ordem interior da alma e a ordem exterior da comunidade. Vinte e cinco séculos atrás, Platão ensinou esta doutrina, mas hoje em dia até as pessoas instruídas acham difícil de compreendê-la. O problema da ordem tem sido uma das principais preocupações dos conservadores desde que a palavra conservador se tornou um termo político.

O nosso mundo do século XX experimentou as terríveis conseqüências do colapso na crença em uma ordem moral. Assim como as atrocidades e os desastres da Grécia do século V a.C., a ruína das grandes nações, em nosso século, nos mostra o poço dentro do qual caem as sociedades que fazem confusão entre o interesse pessoal, ou engenhosos controles sociais, e as soluções satisfatórias da ordem moral tradicional.

O filósofo político Russell Kirk, autor destas linhas.

Foi dito pelos intelectuais progressistas que os conservadores acreditam que todas as questões sociais, no fundo, são uma questão de moral pessoal. Se entendida corretamente, esta afirmação é bastante verdadeira. Uma sociedade onde homens e mulheres são governados pela crença em uma ordem moral duradoura, por um forte sentido de certo e errado, por convicções pessoais sobre a justiça e a honra, será uma boa sociedade — não importa que mecanismo político se possa usar; enquanto se uma sociedade for composta de homens e mulheres moralmente à deriva, ignorantes das normas, e voltados primariamente para a gratificação de seus apetites, ela será sempre uma má sociedade — não importa o número de seus eleitores e não importa o quanto seja progressista sua constituição formal.

Segundo, o conservador adere ao costume, à convenção e à continuidade. É o costume tradicional que permite que as pessoas vivam juntas pacificamente; os destruidores dos costumes demolem mais do que o que eles conhecem ou desejam. É através da convenção — uma palavra bastante mal empregada em nossos dias — que nós conseguimos evitar as eternas discussões sobre direitos e deveres: o Direito é fundamentalmente um conjunto de convenções. Continuidade é uma forma de atar uma geração com a outra; isto é tão importante para a sociedade com o é para o indivíduo; sem isto a vida seria sem sentido. Revolucionários bem sucedidos conseguem apagar os antigos costumes, ridicularizar as velhas convenções e quebrar a continuidade das instituições sociais — motivo pelo qual, nos últimos tempos, eles têm descoberto a necessidade de estabelecer novos costumes, convenções e continuidade; mas este processo é lento e doloroso; e a nova ordem social que eventualmente emerge pode ser muito inferior à antiga ordem que os radicais derrubaram um seu zelo pelo Paraíso Terrestre.

Os conservadores são defensores do costume, da convenção e da continuidade porque preferem o diabo conhecido ao diabo que não conhecem. Eles crêem que ordem, justiça e liberdade são produtos artificiais de uma longa experiência social, o resultado de séculos de tentativas, reflexão e sacrifício. Por isto, o organismo social é uma espécie de corporação espiritual, comparável à Igreja; pode até ser chamado de comunidade de almas. A sociedade humana não é uma máquina, para ser tratada mecanicamente. A continuidade, a seiva vital de uma sociedade não pode ser interrompida. A necessidade de uma mudança prudente, recordada por Burke, está na mente de um conservador. Mas a mudança necessária, redarguem os conservadores, deve ser gradual e discriminatória, nunca se desvencilhando de uma só vez dos antigos cuidados.

Terceiro, os conservadores acreditam no que se poderia chamar de princípio do preestabelecimento. Os conservadores percebem que as pessoas atuais são anões nos ombros de gigantes, capazes de ver mais longe do que seus ancestrais apenas por causa da grande estatura dos que nos precederam no tempo. Por isto os conservadores com freqüência enfatizam a importância do preestabelecimento — ou seja, as coisas estabelecidas por costume imemorial, de cujo contrário não há memória de homem que se recorde. Há direitos cuja principal ratificação é a própria antiguidade — inclusive, com freqüência, direitos de propriedade. Da mesma forma a nossa moral é, em grande parte, preestabelecida. Os conservadores argumentam que seja improvável que nós modernos façamos alguma grande descoberta em termos de moral, de política ou de bom gosto. É perigoso avaliar cada tema eventual tendo como base o julgamento pessoal e a racionalidade pessoal. O indivíduo é tolo, mas a espécie é sábia, declarou Burke. Na política nós agimos bem se observarmos o precedente, o preestabelecido e até o preconceito, porque a grande e misteriosa incorporação da raça humana adquiriu uma sabedoria prescritiva muito maior do que a mesquinha racionalidade privada de uma pessoa.

Quarto, os conservadores são guiados pelo princípio da prudência. Burke concorda com Platão que entre os estadistas a prudência é a primeira das virtudes. Toda medida política deveria ser medida a partir das prováveis conseqüências de longo prazo, não apenas pela vantagem temporária e pela popularidade. Os progressistas e os radicais, dizem os conservadores, são imprudentes: porque eles se lançam aos seus objetivos sem dar muita importância ao risco de novos abusos, piores do que os males que esperam varrer. Com diz John Randolph de Roanoke, a Providência se move devagar, mas o demônio está sempre com pressa. Sendo a sociedade humana complexa, os remédios não podem ser simples, se desejam ser eficazes. O conservador afirma que só agirá depois de uma reflexão adequada, tendo pesado as conseqüências. Reformas repentinas e incisivas são tão perigosas quanto as cirurgias repentinas e incisivas.

Quinto, os conservadores prestam atenção no princípio da variedade. Eles gostam do crescente emaranhado de instituições sociais e dos modos de vida tradicionais, e isto os diferencia da uniformidade estreita e do igualitarismo entorpecente dos sistemas radicais. Em qualquer civilização, para que seja preservada uma diversidade sadia, devem sobreviver ordens e classes, diferenças em condições materiais e várias formas de desigualdade. As únicas formas verdadeiras de igualdade são a igualdade do Juízo Final e a igualdade diante do tribunal de justiça; todas as outras tentativas de nivelamento irão conduzir, na melhor das hipóteses, à estagnação social. Uma sociedade precisa de liderança honesta e capaz; e se as diferenças naturais e institucionais forem abolidas, algum tirano ou algum bando de oligarcas desprezíveis irá rapidamente criar novas formas de desigualdade.

Hitler e Mussolini, exemplos de ideólogos que “transformaram boa parte do século XX em um inferno terrestre”.

Sexto, os conservadores são refreados pelo princípio da imperfectibilidade. A natureza humana sofre irremediavelmente de certas falhas graves, bem conhecidas pelos conservadores. Sendo o homem imperfeito, nenhuma ordem social perfeita poderá jamais ser criada. Por causa da inquietação humana, a humanidade tornar-se-ia rebelde sob qualquer dominação utópica e se desmantelaria, mais uma vez, em violento desencontro — ou então morreria de tédio. Buscar a utopia é terminar num desastre, dizem os conservadores: nós não

somos capazes de coisas perfeitas. Tudo o que podemos esperar razoavelmente é uma sociedade que seja sofrivelmente ordenada, justa e livre, na qual alguns males, desajustes e desprazeres continuarão a se esconder. Dando a devida atenção à prudente reforma, podemos preservar e aperfeiçoar esta ordem sofrível. Mas se os baluartes tradicionais de instituição e moralidade de uma nação forem negligenciados, se dá largas ao impulso anárquico que está no ser humano: “afoga-se o ritual da inocência” [4]. Os ideólogos que prometem a perfeição do homem e da sociedade transformaram boa parte do século XX em um inferno terrestre.

Sétimo, os conservadores estão convencidos que liberdade e propriedade estão intimamente ligadas. Separe a propriedade do domínio privado e Leviatã se tornará o mestre de tudo. Sobre o fundamento da propriedade privada, construíram-se grandes civilizações. Quanto mais se espalhar o domínio da propriedade privada, tanto mais a nação será estável e produtiva. Os conservadores defendem que o nivelamento econômico não é progresso econômico. Aquisição e gasto não são as finalidades principais da existência humana; mas deve-se desejar uma sólida base econômica para a pessoa, a família e a comunidade.

Sir Henry Maine, em sua Village Communities, defende vigorosamente a causa da propriedade privada, como diferente da propriedade pública: “Ninguém pode ao mesmo tempo atacar a propriedade privada e dizer que aprecia a civilização. A história destas duas realidades não pode ser desintrincada”. Pois a instituição da propriedade privada tem sido um instrumento poderoso, ensinando a responsabilidade a homens e mulheres, dando motivos para a integridade, apoiando a cultura geral e elevando a humanidade acima do nível do mero trabalho pesado, proporcionando tempo livre para pensar e liberdade para agir. Ser capaz de guardar o fruto do próprio trabalho; ser capaz de ver o próprio trabalho transformado em algo de duradouro; ser capaz de deixar em herança a sua propriedade para sua posteridade; ser capaz de se erguer da condição natural da oprimente pobreza para a segurança de uma realização estável; ter algo que é realmente propriedade pessoal — estas são vantagens difíceis de refutar. O conservador reconhece que a posse de propriedade estabelece certos deveres do possuidor; ele reconhece com alegria estas obrigações morais e legais.

Oitavo, os conservadores promovem comunidades voluntárias, assim como se opõem ao coletivismo involuntário. Embora os americanos tenham se apegado vigorosamente aos direitos privados e de privacidade, também têm sido um povo conhecido por seu bem sucedido espírito comunitário. Na verdadeira comunidade, as decisões que afetam de forma mais direta as vidas dos cidadãos são tomadas no âmbito local e de forma voluntária. Algumas destas funções são desempenhadas por organismos políticos locais, outras por associações privadas: enquanto permanecem no âmbito local e são caracterizadas pelo comum acordo das pessoas envolvidas, elas constituem comunidades saudáveis. Mas quando as funções, quer por deficiência, quer por usurpação, passam para uma autoridade central, a comunidade se encontra em sério perigo. Se existe algo de benéfico ou prudente em uma democracia moderna, isto se dá através da volição cooperativa. Se, então, em nome de uma democracia abstrata, as funções da comunidade são transferidas para uma coordenação política distante, o governo verdadeiro, através do consentimento dos governados, cede lugar para um processo de padronização hostil à liberdade e à dignidade humanas.

Uma nação não é mais forte do que as numerosas pequenas comunidades pelas quais é composta. Uma administração central, ou um grupo seleto de administradores e servidores públicos, por mais bem intencionado e bem treinado que seja, não pode produzir justiça, prosperidade e tranqüilidade para uma massa de homens e mulheres privada de suas responsabilidades de outrora. Esta experiência já foi feita; e foi desastrosa. É a realização de nossos deveres em comunidade que nos ensina a prudência, a eficiência e a caridade.

Nono, o conservador percebe a necessidade de uma prudente contenção do poder e das paixões humanas. Politicamente falando, poder é a capacidade de se fazer aquilo que se queira, a despeito da aspiração dos próprios companheiros. Um estado em que um indivíduo ou um pequeno grupo é capaz de dominar as aspirações de seus companheiros sem controles é um despotismo, quer seja monárquico, aristocrático ou democrático. Quando cada pessoa pretende ser um poder em si mesmo, então a sociedade se transforma numa anarquia. A anarquia nunca dura muito tempo porque é intolerável para todos e contrária ao fato irrefutável de que algumas pessoas são mais fortes e espertas do que seus próximos. À anarquia sucede-se a tirania ou a oligarquia, nas quais o poder é monopolizado por pouquíssimos.

O conservador se esforça por limitar e balancear o poder político para que não surjam nem a anarquia, nem a tirania. No entanto, em todas as épocas, homens e mulheres foram tentados a derrubar os limites colocados sobre o poder, a favor de um capricho temporário. É uma característica do radical que ele pense o poder como uma força para o bem — desde que o poder caia em suas mãos. Em nome da liberdade, os revolucionários franceses e russos aboliram os limites tradicionais ao poder; mas o poder não pode ser abolido; e ele sempre acha um jeito de terminar nas mãos de alguém. O poder que os revolucionários pensavam ser opressor nas mãos do antigo regime, tornou-se muitas vezes mais tirânico nas mãos dos novos mestres do estado.

Sabendo que a natureza humana é uma mistura do bem e do mal, o conservador não coloca sua confiança na mera benevolência. Restrições constitucionais, freios e contrapesos políticos (checks and balances), correta coerção das leis, a rede tradicional e intricada de contenções sobre a vontade e o apetite — tudo isto o conservador aprova como instrumento de liberdade e de ordem. Um governo justo mantém uma tensão saudável entre as reivindicações da autoridade e as reivindicações da liberdade.

Décimo, o pensador conservador compreende que a estabilidade e a mudança devem ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade robusta. O conservador não se opõe ao aprimoramento da sociedade, embora ele tenha suas dúvidas sobre a existência de qualquer força parecida com um místico Progresso, com P maiúsculo, em ação no mundo. Quando uma sociedade progride em alguns aspectos, geralmente ela está decaindo em outros. O conservador sabe que qualquer sociedade sadia é influenciada por duas forças, que Samuel Taylor Coleridge chamou de Conservação e Progressão (Permanence and Progression). A Conservação de uma sociedade é formada pelos interesses e convicções duradouros que nos dão estabilidade e continuidade; sem esta Conservação as fontes do grande abismo se dissolvem, a sociedade resvala para a anarquia. A Progressão de uma sociedade é aquele espírito e conjunto de talentos que nos instiga a realizar uma prudente reforma e aperfeiçoamento; sem esta Progressão, um povo fica estagnado.

Por isto o conservador inteligente se esforça por reconciliar as reivindicações da Conservação e as reivindicações da Progressão. Ele pensa que o progressista e o radical, cegos aos justos reclamos da Conservação, colocariam em perigo a herança que nos foi legada, num esforço de nos apressar na direção de um duvidoso Paraíso Terrestre. O conservador, em suma, é a favor de um razoável e moderado progresso; ele se opõe ao culto do Progresso, cujos devotos crêem que tudo o que é novo é necessariamente superior a tudo o que é velho.

O conservador raciocina que a mudança é essencial para um corpo social da mesma forma que o é para o corpo humano. Um corpo que deixou de se renovar, começou a morrer. Mas se este corpo deve ser vigoroso, a mudança deve acontecer de uma forma harmoniosa, adequando-se à forma e à natureza do corpo; do contrário a mudança produz um crescimento monstruoso, um câncer que devora o seu hospedeiro. O conservador cuida para que numa sociedade nada nunca seja completamente velho e que nada nunca seja completamente novo. Esta é a forma de conservar uma nação, da mesma forma que é o meio de conservar um organismo vivo. Quanta mudança seja necessária em uma sociedade, e que tipo de mudança, depende das circunstâncias de uma época e de uma nação.

Assim, este são os dez princípios que tiveram grande destaque durante os dois séculos do pensamento conservador moderno. Outros princípios de igual importância poderiam ter sido discutidos aqui: a compreensão conservadora de justiça, por exemplo, ou a visão conservadora de educação. Mas estes temas, com o tempo que passa, eu deverei deixar para a sua investigação pessoal.

Eric Voegelin costumava dizer que a grande linha de demarcação na política moderna não é a divisão entre progressistas de um lado e totalitários do outro. Não, de um lado da linha estão todos os homens e mulheres que imaginam que a ordem temporal é a única ordem e que as necessidades materiais são as únicas necessidades e que eles podem fazer o que quiserem do patrimônio da humanidade. No outro lado da linha estão todas as pessoas que reconhecem uma ordem moral duradoura no universo, uma natureza humana constante e deveres transcendentes para com a ordem espiritual e a ordem temporal.

Referências

  • Adaptado de “A Política da Prudência”. Tradução do original inglês feita pelo Pe. Paulo Ricardo e publicada originalmente em 18 de setembro de 2006.

Notas

  1. Test Act: lei inglesa de 1673 que exigia dos titulares de cargos civis e militares professarem a fé da Igreja Anglicana através de uma fórmula de juramento (N. do T.).
  2. Declaração oficial da doutrina da Igreja Anglicana (N. do T.).
  3. A frase Chaos and Old Night provém do poema épico “Paraíso Perdido” (Paradise Lost), de John Milton (I, 544). Milton usa esta frase para se referir à “matéria” a partir da qual Deus ordenou e criou o mundo (N. do T.).
  4. William Buttler Yeats, The Second Coming (N. do T.).

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Você certamente não faria esta pergunta a Santo Tomás de Aquino...
Fé e Razão

Você certamente
não faria esta pergunta
a Santo Tomás de Aquino...

Você certamente não faria esta pergunta a Santo Tomás de Aquino...

… mas alguém fez. “O que é mais forte?”, perguntaram-lhe. “A verdade, o vinho, o rei ou a mulher?” Veja a resposta magistral do maior dos Doutores ao que parece a mais tola das perguntas.

Santo Tomás de AquinoTradução:  Equipe Christo Nihil Praeponere12 de Novembro de 2018
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Certa feita, enquanto participava das costumeiras disputas acadêmicas na Universidade de Paris [1], Santo Tomás de Aquino foi confrontado com a seguinte questão, que mais parece uma brincadeira de aluno do que um problema filosófico: O que é mais forte? A verdade, vinho, o rei ou a mulher?

O que mais surpreende, porém, não é tanto a pergunta quanto a seriedade com que lhe respondeu o Doutor Angélico. Para a nossa sorte, a resposta do Aquinate, ou ao menos um resumo do que ele disse, nos foi preservada por escrito e é um excelente testemunho de que, além de bem humorado, Tomás de Aquino sabia dar às perguntas mais “bobas” as respostas mais brilhantes e encontrar em meio ao que para nós pode parecer “tolice” as verdades mais importantes.

Vejamos abaixo como o Doutor Angélico resolve esse “intrincado” problema [2]!


Se a verdade é mais forte do que o vinho, o rei e a mulher

1. Quanto à primeira questão, perguntou-se se a verdade é mais forte do que o vinho, o rei e a mulher.

E parece que seja o vinho, pois é o que mais afeta o homem. Mas o mesmo se aplica ao rei, que obriga o homem ao que é mais difícil, a saber: pôr em risco a própria vida. E o mesmo vale ainda com respeito à mulher, a quem estão sujeitos inclusive os reis.

2. Mas, em sentido contrário, lê-se em III Esdras, 4, 35 [3]: “A verdade é mais forte”.

3. Resposta. Deve-se dizer que esta é a questão que foi proposta a alguns jovens, tal como narra o livro de Esdras.

Em primeiro lugar, deve-se saber que, se consideramos essas quatro coisas em si mesmas (ou seja, o vinho, o rei, a mulher e a verdade), não podemos compará-las, uma vez que não pertencem ao mesmo gênero. No entanto, se as consideramos por referência a algum efeito comum, elas convêm em um mesmo aspecto e podem assim ser comparadas. Ora, o efeito em que elas se assemelham é a imutação do coração humano. É preciso saber, por conseguinte, qual delas é a mais capaz de imutar o coração do homem.

Pois bem, deve-se ter em mente que o homem está sujeito a alterações quanto ao corpo e quanto à sua natureza animal, que é sensível e inteligível. A parte inteligível, por sua vez, é prática e especulativa.

a) Pois bem, dentre as coisas que estão naturalmente ordenadas a imutar a disposição do corpo, o vinho é a principal, já que embriaga e deixa a voz entorpecida.

b) Mas, dentre as coisas que imutam o apetite sensitivo, a principal é o prazer, sobretudo o venéreo; e, nesse sentido, a mulher é mais forte.

c) Do mesmo modo, no que se refere à ação e às coisas humanas, o rei é quem mais poder detém.

d) Na ordem, porém, das coisas especulativas, a verdade é a mais excelente e poderosa.

Ora, as forças corporais estão subordinadas às animais, e estas, por sua vez, às intelectuais. As virtudes intelectuais de ordem prática, no entanto, subordinam-se às puramente especulativas.

Por conseguinte, a verdade, considerada em si mesma, é mais digna, excelente e forte.

Notas

  1. Trata-se do Quodlibet XII, q. 14 a. 1, traduzido pela nossa equipe com base na versão digital do Corpus Thomisticum, disponível aqui.
  2. Duas vezes ao ano, pelo Natal e pela Páscoa, celebravam-se nas universidades medievais do século XIII as chamadas disputas quodlibetais (quæstiones de quolibet), um período de discussões acadêmicas, feitas em público e não sem certa solenidade, sobre temas os mais variados, propostos livrementes pelos professores e alunos assistentes. Era uma forma ao mesmo tempo livre e rigorosa, amoldada ao método da demonstração silogística, de exercitar a inteligência e promover o debate no meio universitário. A um mestre regente se propunha algum problema, fosse de filosofia ou teologia, que ele devia solucionar em seguida do modo mais claro possível. A solução do problema era depois transcrita e arquivada. Foi assim que nos chegaram as quæstiones protagonizadas pelo Angélico.
  3. Trata-se de um livro apócrifo do Antigo Testamento.

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Do rei Davi aos dias atuais, uma breve história do canto gregoriano
Liturgia

Do rei Davi aos dias atuais,
uma breve história do canto gregoriano

Do rei Davi aos dias atuais, uma breve história do canto gregoriano

Justamente por sua história, “a Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano”. Mas como se formou esse patrimônio de nossa fé? Por que seria importante resgatá-lo ainda hoje?

Peter Kwasniewski,  LifeSiteNews.comTradução:  Equipe Christo Nihil Praeponere9 de Novembro de 2018
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Alguém poderia pensar que não há muito o que dizer sobre algo que se chama “cantochão”. Afinal de contas, a palavra mesma já indica que se trata de algo plano e que é um canto.

Na verdade, o único sentido em que se pode dizer que o canto gregoriano é “plano” é que suas belas melodias foram compostas para cantar-se sem acompanhamento e harmonização, como convém à antiga cultura monástica da qual elas nasceram. Isto a que chamamos canto gregoriano é uma das formas de arte mais ricas e sutis na música ocidental — na música de qualquer cultura, melhor dizendo.

A tradição de cantar a Escritura, uma prática conhecida como cantilena, começou pelo menos mil anos antes do nascimento de Cristo. Vários livros do Antigo Testamento, especialmente os Salmos e as Crônicas, atestam a função central que desempenhava a música no culto do Templo. Algumas melodias gregorianas ainda em uso são notavelmente próximas das melodias cantadas nas sinagogas hebraicas, como o tonus peregrinus usado para o Salmo 113, In exitu Israel, o antigo tom do Evangelho e o tom do Prefácio.

Como o saltério de Davi foi composto justamente com o propósito de ser usado no culto divino, e sendo o livro messiânico por excelência, vemos Pedro, Paulo e os Padres apostólicos citando-o abundantemente em sua pregação. Os primeiros cristãos escolhiam espontaneamente o saltério como seu “livro de oração”. A liturgia cristã como um todo, então, emergiu desta combinação de saltério e sacrifício. O primeiro é o “incenso verbal” de nossas orações e louvores, o culto prestado por nossa inteligência; o segundo, a morte e destruição cruenta de um animal, é o oferecimento total de nosso ser a Deus. Na Missa, esses dois elementos se combinam de um modo maravilhoso para formar o sacrifício racional consistente na oferta perfeita de Jesus Cristo sobre o altar, que une nossas orações e louvores aos dEle, tornando-os dignos da Santíssima Trindade.

São Gregório Magno, pintado por Francisco de Zurbarán.

O canto desenvolveu-se prodigiosamente ao longo do primeiro milênio de cristianismo. Pela época em que temos como Papa a São Gregório Magno, que reinou de 590 a 604, um corpo de cantos já existia para o sacrifício da Missa e a rotina diária de oração (o Ofício Divino, também conhecido como Liturgia das Horas). Ao dar forma final ao Cânon Romano, que é o traço mais característico do rito latino, São Gregório organizou esse repertório musical e, em consequência, o canto passou desde então a ser honrado com o seu nome: gregoriano.

Com o passar do tempo, não só os salmos e suas antífonas receberam forma musical, mas também as leituras da Escritura, as orações, as intercessões, as ladainhas, as instruções (como o Flectamus genua, da Sexta-feira Santa), tudo o que devesse, enfim, ser proclamado de alta voz. O conteúdo do repertório musical gregoriano remonta a antes do ano 800; seu acabamento deu-se por volta do ano 1200.

Como o canto era a música, feita “sob medida”, que havia crescido com a liturgia da Igreja, para onde esta viajasse, aquela viajaria junto. Ninguém sonhava em separar os textos da liturgia de sua música; eles eram como um composto de corpo e alma, ou um casal unido em santo e indissolúvel matrimônio. Seria possível comparar o canto às vestimentas usadas pelo ministro da liturgia. Uma vez desenvolvido esse vestuário cerimonial, ninguém em sã consciência pensaria em se livrar da casula, da estola, da alva, do amito e do manípulo. Esses são os trajes que os ministros do Rei têm o privilégio de usar! Assim também, os cantos são os trajes usados pelos textos litúrgicos.

O Concílio de Trento, no século XVI, confirmou o lugar do canto na liturgia e desencorajou o uso do canto polifônico excessivamente complexo, especialmente quando baseado em músicas seculares.

Apesar disso, ao longo do tempo as velhas melodias do canto foram se abreviando ou corrompendo, obrigadas que eram a se conformar a uma batida específica, considerada a apropriada para cada época. Por volta do início do século XIX, o canto gregoriano encontrava-se em um estado de séria ruína e negligência.

Mas a restauração de um tão valioso tesouro da Igreja — e de uma parte tão essencial de sua solene liturgia — devia iniciar-se mais cedo ou mais tarde. E ela veio por meio dos esforços conjuntos de um monge e um Papa. Dom Próspero Guéranger (1805-1875) fundou a Abadia de Solesmes em 1833 e transformou-a em centro de referência da observância monástica, com o Ofício Divino e a Missa cantados integralmente. Os monges de Solesmes debruçaram-se sobre manuscritos antigos em seu trabalho de restaurar as melodias e os ritmos característicos do canto gregoriano.

Pouco depois de sua posse em 1903, o Papa São Pio X encontrou-se em Roma com monges de Solesmes e confiou-lhes a missão de publicar todos os livros litúrgicos de canto, com melodias e ritmos corrigidos. Os monges obedeceram, e Pio X deu ao trabalho deles seu selo de aprovação. Dessa instrução papal nasceu uma longa lista de publicações influentes de (ou com o selo de) Solesmes, muitas das quais ainda se encontram em uso nos dias de hoje, como o Liber Usualis, o Graduale Romanum e o Antiphonale Monasticum.

De Solesmes e Pio X à Sacrosanctum Concilium, a Constituição do Vaticano II sobre a Sagrada Liturgia, há uma linha lógica e contínua. Eis o que o último concílio ecumênico tinha a dizer sobre o assunto:

A ação litúrgica reveste-se de maior nobreza quando é celebrada de modo solene com canto… A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na ação litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar. Não se excluem todos os outros gêneros de música sacra, mormente a polifonia, na celebração dos Ofícios divinos, desde que estejam em harmonia com o espírito da ação litúrgica (n. 113.116).

O movimento litúrgico original, de onde vieram essas inspiradoras palavras, era dedicado a restaurar e recuperar as mais belas e ricas tradições da oração católica. Infelizmente, uma combinação explosiva de falso “antiquarismo” e modernismo cheio de novidades lançou um balde de água fria sobre esses esforços, deixando-nos uma zona de guerra de visões conflitantes na qual ainda nos achamos afundados — e na qual o canto gregoriano chegou quase à extinção. A boa notícia é que a maré está começando a mudar aqui e ali. O canto gregoriano não morrerá jamais porque se trata da música litúrgica perfeita.

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