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296. Festa de São Lourenço, Diácono e Mártir

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
12, 24-26)

Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: "Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto.

Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará".

Hoje, a Igreja celebra com os olhos postos na justiça e misericórdia divinas a festa de um de seus mais notórios mártires. São Lourenço, diácono em Roma durante as perseguições do imperador Valeriano, foi amigo e fiel servidor do Pontífice reinante à época, São Sisto II, assassinado por ódio à fé cristã três dias antes do seu santo companheiro. Nascido na província de Hispânia na primeira metade do século II d.C., Lourenço foi morto na Cidade Eterna em 258, com apenas 33 anos, idade bastante simbólica e expressiva para um espírito cheio de caridade como o dele, após ter sido obrigado a entregar às autoridades romanas as riquezas que a Igreja então possuía. Lourenço, para espanto dos que lhe haviam de tirar a vida, apresentou os grandes e verdadeiros tesouros que um cristão deve estimar: os pobres e os doentes, os mendigos e os desabrigados, as viúvas e os órfãos, todos enfim por cuja eterna salvação o Senhor derramou o próprio sangue.

Por causa disso, o imperador ordenou aos carrascos que, pondo-o sobre uma gralheira, matassem a Lourenço num braseiro ardente. Sustentado, porém, pelo Espírito Santo em meio a tão atroz suplício, São Lourenço, sem deixar de rezar por seus torturadores, pôde dizer-lhes com alegre simplicidade: "Virai-me, pois este lado já está bem assado". Rezemos, pois, a esta santa testemunha da única e vera fé; que São Lourenço, sempre fidelíssimo à sua função no Corpo de Cristo, implore ao Senhor que dê à madre Igreja ministros dignos e comprometidos com a verdade e que não receiem tudo dar e tudo padecer por amor ao Evangelho e a Jesus, vencedor da morte.

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