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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 10, 7-13)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento.

Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. Ao entrardes numa casa, saudai-a. Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz”.

A Igreja celebra hoje a memória de S. Barnabé, que, conquanto não fosse um dos Doze, é reconhecido como verdadeiro Apóstolo do Senhor. Também S. Paulo, de quem Barnabé foi grande e fiel companheiro, recebe o título de Apóstolo de Cristo, embora tampouco pertencesse ao colégio apostólico formado por Jesus. S. Barnabé, cujo nome significa “filho da consolação” (υἱός παρακλήσεως; cf. At 4, 36) é um daqueles viri apostolici que, sob a moção do Espírito Santo, promoveram a difusão do Evangelho nos primeiros anos da Igreja e auxiliaram os Apóstolos a fundar e evangelizar as comunidades cristãs primitivas. A Barnabé cabe o mérito não só de haver apresentado S. Paulo aos Doze (cf. At 9, 27), mas de o ter levado à igreja de Antioquia da Síria, na qual, devido à conversão de muitos, os seguidores de Jesus foram pela primeira vez “chamados pelo nome de cristãos” (At 11, 26). A vida de intenso trabalho de S. Barnabé nos recorda, antes de tudo, a vocação missionária de todo batizado. Todo fiel, com efeito, ainda que não seja Apóstolo de Cristo em sentido próprio, tem contudo o grave dever de levar o Evangelho a quantos o rodeiam: pais, cônjuge, filhos, amigos, colegas etc. Todos temos, por uma exigência de caridade para com Deus e para com o próximo, de ser evangelizadores, discretos, mas corajosos; simples, mas empenhados; respeitosos, mas incansáveis. Como membros do Corpo místico de Cristo, vinculados intimamente à nossa divina Cabeça, recebemos o mandato de fecundar o ambiente em que vivemos com o fermento da caridade e o suave odor das boas obras, para que, vendo o nosso fervor no serviço de Deus e a humildade que nos põe à disposição de todos, o mundo creia e glorifique ao nosso Pai, que está nos céus. Recorrendo hoje à intercessão de S. Barnabé, peçamos a Nosso Senhor que nos conceda as virtudes necessárias para cumprirmos fielmente nossa missão de levar a luz de Cristo a uma sociedade cada vez mais paganizada.

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