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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc 6, 20-26)

Naquele tempo, Jesus, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus! Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis saciados! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque havereis de rir! Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem!

Alegrai-vos, nesse dia, e exultai pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas. Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! Ai de vós que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas.

A Igreja celebra hoje a memória do Santíssimo Nome da bem-aventurada Virgem Maria. A razão por que os cristãos veneramos o nome de nossa Mãe Imaculada se deve, antes de tudo, ao fato de o próprio Deus ter querido conceder um tal poder à invocação desta dulcíssima palavra — Maria —, que não podemos senão reconhecer a honra que Ele mesmo, derramando ao longo da história tantas graças por intermédio da Virgem, fez questão de lhe dispensar. As rubricas da liturgia são também uma prova do quão salutar para os fiéis é esta veneração, ao prescreverem que o sacerdote deve inclinar a cabeça com profundo respeito ao pronunciar o nome de Maria durante as várias partes da Santa Missa. A nossa devoção a este nome tão amável, além disso, encontra sua razão de ser não só no comprovado poder que ele tem de humilhar e expulsar os demônios nos rituais de exorcismos, mas também por sua eficácia em instruir-nos na virtude da castidade: de fato, aprouve a Deus dar o nome de Maria à mais pura de todas as criaturas, à Virgem das virgens, que preservou intacta sua integridade física antes, durante e depois do parto e jamais experimentou movimento algum que fosse menos honesto e digno da pureza celestial de seu Filho. Os que desejam adquirir a virtude da castidade, portanto, não deixem nunca de ter nos lábios este santíssimo nome, invocando-o com amor e confiança ao longo do dia e, sobretudo, nos momentos de tentação. Tampouco faz falta recordar, por fim, que o nome de Maria está intimamente vinculado à graça de uma santa e piedosa morte, pois não há que cristão que, tendo sido verdadeiramente devoto de Jesus e Maria, não queira chegar à hora suprema e poder dizer, pouco antes de expirar: “Ó amado Jesus e Maria, eu vos dou minha alma e meu coração!”

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