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371. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc
16, 9-15)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas. Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso? Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro". Os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam tudo isso e riam de Jesus. Então Jesus lhes disse: "Vós gostais de parecer justos diante dos homens, mas Deus conhece vossos corações. Com efeito, o que é importante para os homens, é detestável para Deus".

Aquelas palavras que lemos hoje no Evangelho — "Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro" — são um chamado sempre urgente a que peçamos ao Senhor a graça de termos uma vida coerente e um coração unificado pela caridade. De fato, só podemos servir verdadeiramente a Deus se, com amor sobrenatural, referirmos a Ele todos os nossos trabalhos e afetos; como filhos e servos seus, não podemos viver em função de nenhuma outra coisa senão dEle mesmo, que é o fim último de nossa existência. A Ele, pois, deve estar ordenada toda a nossa vida, nos seus mais "insignificantes" detalhes: por Ele temos de amar nossa própria alma, que um dia há de participar da eterna bem-aventurança; por Ele temos de amar o nosso próximo, no qual se reflete a divina bondade e o próprio Cristo, de modo sublime e misterioso, se faz presente (cf. Mt 25, 25); por Ele, enfim, temos de amar retamente todas as coisas, enquanto obras suas e ordenáveis à sua glória e à nossa santificação pessoal. Ao recolhermo-nos hoje em oração, supliquemos a Deus que, pela intercessão de sua imaculada Mãe, crie em nós um coração uno, capaz de espelhar um pouco daquela unidade do Coração de Cristo, que, amando ardentíssimamente o Pai, amou-nos e ama-nos muito mais do que podemos imaginar.

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