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550. “Tu me amas?”

No Evangelho desta sexta-feira, Jesus dirige a Pedro uma pergunta que é também dirigida a cada um de nós: "Tu me amas?"

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
21, 15-19)

Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?" Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse: "Apascenta os meus cordeiros".

E disse de novo a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro disse: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas". Pela terceira vez, perguntou a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir". Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: "Segue-me".

A pergunta que Jesus dirige hoje no Evangelho a S. Pedro, a fim de o confirmar em seu ministério de chefe dos Apóstolos e cabeça visível da Igreja, é dirigida também a cada um de nós; com aquele — "Simão, filho de João, tu me amas?" — o Senhor espera de seus discípulos uma resposta não menos calorosa e sincera que a de Pedro. Por isso, devemos perguntar-nos hoje se amamos realmente a Cristo. Como reagimos, pois, diante das injúrias, desonras e indiferenças que ainda uma vez chegam ao Coração Sacratíssimo de Nosso Senhor? Embora reconheçamos com Simão nossa incapacidade de O amar como Ele merece ser amado, temos de fato nos esforçado por oferecer-Lhe todo o amor de que somos capazes, em nossa fragilidade e miséria? Não O podemos enganar, fingindo ter por Ele uma caridade que ainda não possuímos, mas podemos render-nos à sua bondade e pedir-Lhe que venha em socorro ao amor, pouco e volátil, que por agora Lhe temos. Supliquemos neste dia que Ele se digne enviar-nos o seu Espírito Santo, que por sua divina virtude pode aquecer o que em nós está frio, iluminar a escuridão do nosso egoísmo e levar-nos à plenitude da caridade. — Doce Coração de Jesus, sede o meu amor! Doce Coração de Maria, sede a minha salvação!

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