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511. A veracidade histórica da Ressurreição

A Ressurreição de Cristo não se trata de um "faz de contas", nem de um evento de caráter meramente "simbólico", mas de um fato real, atestado pelo sepulcro vazio e pelo testemunho de centenas de pessoas.

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
20, 11-18)

Naquele tempo, Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.

Os anjos perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram". Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. Jesus perguntou-lhe: "Mulher, por que choras? A quem procuras?" Pensando que era o jardineiro, Maria disse: "Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar".

Então Jesus disse: "Maria!" Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: "Rabuni" (que quer dizer: Mestre). Jesus disse: "Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus". Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: "Eu vi o Senhor!", e contou o que Jesus lhe tinha dito.

É sobre o fundamento sólido da Ressurreição de Cristo que se ergue todo o edifício da fé cristã (cf. 1Cor 15, 14ss). Trata-se, pois de uma verdade central na vida da Igreja e de índole estritamente histórica; embora possua, sim, seus aspectos simbólicos e transcendentes, é antes de tudo um fato real, cuja veracidade não pode ser ignorada ou desprezada devido aos sinais sensíveis que Deus quis unir a este estupendo milagre a fim de o tornar claro e manifesto à inteligência de todo homem de boa-vontade. O túmulo vazio, a palavra dos anjos e das santas mulheres, de São Pedro e dos demais Apóstolos, de tantas centenas de pessoas às quais o Ressuscitado dignou-se aparecer são um testemunho mais do que convincente não apenas de que Ele ressuscitou verdadeiramente, mas também de que tal acontecimento não pode ser interpretado "fora da ordem física" (CIC, n. 643). Foi com o mesmo corpo, gerado no seio da Virgem e marcado com as chagas da nossa Redenção, que Jesus quis mostrar-se aos seus, não como um "fantasma" que não come nem tem fome; é com o mesmo corpo, agora glorioso e para sempre posto à direita do Pai, que Ele se faz continuamente instrumento de nossa salvação e santificação, a fim de podermos subir um dia com Ele à glória — eterna e para além da história — dos Céus.

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