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Memória de Santa Inês

“Serão levadas ao rei as virgens que constituem o seu cortejo. Todas as suas companheiras serão levadas à tua presença, ó Rei, cantando de alegria. Serão consagradas ao Senhor dentro do templo” (Sl 44, 15-16).

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
(Mc 2, 23-28)

Jesus estava passando por uns campos de trigo, em dia de sábado. Seus discípulos começaram a arrancar espigas, enquanto caminhavam. Então os fariseus disseram a Jesus: “Olha! Por que eles fazem em dia de sábado o que não é permitido?”

Jesus lhes disse: “Por acaso, nunca lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando passaram necessidade e tiveram fome? Como ele entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu os pães oferecidos a Deus, e os deu também aos seus companheiros? No entanto, só aos sacerdotes é permitido comer esses pães”. E acrescentou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. Portanto, o Filho do Homem é senhor também do sábado”.

A Igreja celebra hoje a memória de S. Inês, virgem e mártir de Cristo e da pureza. Embora em tempos mais recentes tenha decrescido o número de seus devotos, esta santa de Roma gozou durante muitos séculos do carinho e da devoção dos fiéis católicos, a ponto de ter o seu nome incluído logo cedo no Cânon romano. Ao ser aprisionada pelas autoridades do Império, Inês era ainda tão jovem e pequenina — contava então cerca de treze anos —, que não havia grilhões estreitos o bastante para lhe imobilizar os pulsos. O que vemos, porém, nas atas em que ficou registrado o seu martírio é um espírito forte, agigantado pela graça de Cristo. Como todos os santos, por seu amor a Jesus e pela fidelidade aos mandamentos evangélicos, Inês foi dotada de uma força que a lógica humana não pode explicar: com seu corpo frágil, ela foi capaz de uma fortaleza superior à dos mais valorosos guerreiros; com sua pouca idade, demonstrou uma prudência sobre-humana, ao preferir sua virgindade, sinal de consagração a Cristo, a salvar a própria vida pela infidelidade ao seu divino Esposo. Por isso, os cristãos de todas as idades sempre recorreram a ela como padroeira da castidade, por quem Deus muito se compraz em restituir-nos a pureza de coração, perdida às vezes de formas tão indignas, não já de um cristão, mas nem sequer de um ser racional. Saibamos, pois, resgatar essa tão doce e tão sólida devoção a S. Inês de Roma. Peçamos ao Senhor que, por meio dela, nos dê a graça de vivermos integralmente a virtude da castidade: os namorados e noivos, guardando-se como convém, para se poderem entregar com coração generoso; os esposos, vivendo como devem a pureza conjugal e respeitando os fins naturais do matrimônio; os consagrados e ordenados, sendo fiéis, como se obrigaram, aos próprios votos e oferecendo diariamente o sacrifício de seus corpos, desejos e afetos.

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