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536. Como ramos unidos à videira

Para recebermos de Cristo a seiva de sua vida sobrenatural, temos de permanecer unidos a Ele, como ramos à videira.

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
15, 1-8)

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim.

Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

Damos início nesta quarta-feira à leitura do décimo quinto capítulo do Evangelho segundo São João, que nos situa no contexto da Última Ceia e nos apresenta a conhecida parábola dos ramos da videira. Assim como os ramos recebem da vide de que brotam toda a sua seiva e vitalidade, assim também nós, para termos vida em abundância, temos de permanecer unidos a Cristo, Nosso Senhor. E não é senão pelo dom sobrenatural da que nos vinculamos e unimos a Jesus, como ramos à videira, como membros ao corpo. Ora, este laço místico que nos associa a Cristo Cabeça, embora possa dar-se nos que, já crendo, não foram ainda regenerados pelo Batismo, só se torna estável pela recepção deste sacramento e se estreita com mais firmeza à medida em que exercemos, efetivamente, a virtude da fé, seja ao longo do dia, em frequentes elevações de coração a Deus, seja em nosso momento de oração, quando recorremos ao Senhor para que nos conceda, não consolações sensíveis e passageiras, mas a luz permanente de sua verdade. Busquemos, pois, unir-nos cada dia mais a Cristo, no qual, pela graça, temos a alegria de crer e por cuja verdade o Pai nos faz frutificar em amor e santidade.

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