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Memória de São João da Cruz, Doutor da Igreja

Embora seja mais conhecido por seu espírito de penitência e ascese, S. João da Cruz, para quem o conhece de perto, é antes de tudo o grande santo do amor e da paixão por Jesus Cristo.

Texto do episódio

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 11, 11-15)

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: “Eu vos declaro esta verdade: nunca surgiu entre os homens alguém maior do que João Batista. E, no entanto, o menor no Reino dos céus é maior do que ele. Desde os dias de João Batista até agora o Reino dos céus tem sido assaltado. E são os violentos que o conquistam. Com efeito, todos os Profetas, bem como a Lei, profetizaram até João. E, se quiserdes compreendê-los, João é o Elias que estava para vir. Quem tiver ouvidos, que escute bem”.

A Igreja celebra hoje a memória de S. João da Cruz, um de seus mais santos e mortificados Doutores. Apesar dos vários preconceitos que às vezes nos impedem de ler corretamente os seus escritos, mais conhecidos por seu espírito de penitência e ascese, S. João da Cruz é, sem dúvida nenhuma, o grande santo do amor. Prova disso, por exemplo, são o Cântico Espiritual e a Chama Viva de Amor, duas obras inestimáveis que nos falam, em tons apaixonados, da caridade infinita que Deus, tão sedento de união, tem por cada um de nós. A renúncia absoluta a que S. João nos exorta, um dos pontos mais destacados de sua produção ascética, talvez tenha, inclusive, uma raiz biográfica. É sabido que seu pai, Gonçalo, oriundo de uma família rica, renunciou a todos os seus bens e honrarias para casar-se com Catalina, moça pobre e humilde. S. João pôde ver assim, “plasmado” na história mesma de seus pais, o itinerário que toda alma é chamada a percorrer: uma vez encontrado o nosso grande Amor, que é Deus e só Ele, não podemos apegar-nos a coisa nenhuma; temos, sim, de estar dispostos a largar tudo, com alegria de um coração apaixonado, para lucrar o tesouro de um Amor infinito, superabundante. A renúncia de que nos fala o Doutor Místico, portanto, nada tem de pessimista e “mal-humorada”; é antes a única resposta possível de quem realmente ama e vê o seu Amado de braços abertos, à espera de que, livres das amarras de amores falsos e mesquinhos, finalmente nos lancemos ao seu Coração ardente de caridade. Recorramos hoje ao patrocínio de S. João da Cruz e, a seu exemplo, empenhemo-nos ainda mais, desatando-nos dos afetos mundanos, para chegar bem preparados à noite de Natal.

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