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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 15, 1-2.10-14)

Naquele tempo, alguns fariseus e mestres da Lei, vindos de Jerusalém, aproximaram-se de Jesus, e perguntaram: “Por que os teus discípulos não observam a tradição dos antigos? Pois não lavam as mãos quando comem o pão!” Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai e compreendei. Não é o que entra pela boca que torna o homem impuro, mas o que sai da boca, isso é que torna o homem impuro”. Então os discípulos se aproximaram e disseram a Jesus: “Sabes que os fariseus ficaram escandalizados ao ouvir as tuas palavras?” Jesus respondeu: “Toda planta que não foi plantada pelo meu Pai celeste será arrancada. Deixai-os! São cegos guiando cegos. Ora, se um cego guia outro cego, os dois cairão no buraco”.

S. João Maria Vianney, honrado pela Igreja como padroeiro dos párocos, foi um raio de luz com que a divina Providência quis iluminar os tempos tenebrosos inaugurados pela Revolução Francesa. À soberba loucura, tão característica da era moderna, de crer que somos produtos do acaso, lançados ao mundo como animais entre outros, Deus respondeu com o Cura d’Ars, em cuja radicalidade evangélica transparecia aquilo a que todos os sacerdotes são chamados a ser: vítimas e holocaustos de amor, homens empenhados em ser como Cristo, por meio da penitência, do sacrifício diário, da caridade com os mais pobres e necessitados, tanto material quanto espiritualmente. À falsa acusação de que a Igreja não passa de uma instituição interessada em poder, respondeu o Senhor com um santo e modesto cura de aldeia, que se fez pequeno e despojado de toda glória como Cristo sofredor, propiciação pelos nossos pecados e pelos de todo o mundo (cf. 1Jo 2, 2). À confiança do homem-exterior em seus próprios talentos e nas conquistas da técnica quis o Pai contrapor a simplicidade de um homem sem brilhos de oratória nem outro recurso além de jejuns e orações, para converter à santa fé católica um povoado bestializado pela falta de religião e de respeito pelas coisas sagradas. Às perseguições e ódios do mundo respondamos também nós, não com as armas do mundo, mas com o poder da cruz, da caridade, do desprezo de si que faz nascer o amor a Deus. — Que S. João Maria Vianney, cuja memória festejamos hoje, abençoe a todos os padres da Santa Igreja Católica e preste-nos o seu auxílio, para que, cada um em seu estado de vida, o tenhamos sempre como um modelo a seguir e um protetor a quem recorrer.

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