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574. Memória dos Protomártires da Igreja de Roma

Celebramos nesta sexta-feira a memória dos Protomártires da Igreja de Roma, as primeiras testemunhas daquele amor e fidelidade ao Nome de Cristo com que Deus transformou a cidade que era cabeça do mundo em centro de todo o orbe cristão.

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt
8, 1-4)

Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: "Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar". Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: "Eu quero, fica limpo". No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra.

Então Jesus lhe disse: "Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles".

Celebramos hoje, um dia depois da solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, a memória dos Protomártires da Igreja de Roma, à qual todos os fiéis de rito latino estamos particularmente ligados. A importância dessa Igreja reside não apenas no fato de ela ser primeira de todas as dioceses, além de sede do papado, mas ainda no extraordinário papel evangelizador que ela sempre desempenhou mundo afora. Roma preside, pois, às demais igrejas não só quanto à autoridade, mas sobretudo quanto à caridade; e a sua singular missão de mãe de todas elas mereceu-lhe o privilégio de ser banhada, logo em seus albores, com o sangue fecundo de centenas de mártires, testemunhas daquela fidelidade ao Nome de Cristo que sempre foi o apanágio da Cabeça de todo o orbe cristão. Por isso, comemorar os protomártires romanos é celebrar a vitória destes primeiros discípulos, que, seguindo ao Mestre em sua Paixão e Morte, triunfaram do demônio, da carne e do mundo na cidade que, vendida ao diabo e à sensualidade, subjugara toda a terra então conhecida. Que o Senhor nos dê também a nós, que vivemos em tempos quase tão iníquos como os da antiga Roma, experimentá-lO na obscuridade da fé, deixando-O viver em nós, a fim de darmos dEle um testemunho firme e sincero diante dos homens. Peçamos, enfim, à Virgem Maria, Rainha dos mártires e confessores, que nos alcance a graça de deixarmos crescer em nós o Cristo com quem morremos no Batismo e de cuja Ressurreição havemos de participar.

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