81. O Espiritismo é cristão?

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Muitos espíritas se identificam como cristãos. Mas o que é, afinal, o homem e como ele pode ser salvo? Quem é Deus e como Ele se revela?

Para estas e muitas outras perguntas importantes o espiritismo tem uma resposta muito diferente da do Cristianismo tradicional. Para quem deseja promover um diálogo frutuoso entre as diversas religiões e o respeito mútuo, a falta de clareza só atrapalha.

Por isso, um estudo objetivo, honesto e desapaixonado da doutrina espírita é o primeiro passo para se resolver tantas perplexidades. Esse é o convite deste episódio de nosso programa "Ao vivo com Padre Paulo Ricardo".

*

Nesta aula sobre o espiritismo, vamos apresentar a doutrina espírita, com as palavras dos próprios adeptos dessa religião, a fim de mostrar que ela é absolutamente incompatível com a doutrina católica e com o Cristianismo tradicional.

Para tal intento, será utilizado um trecho da obra "Doutrina Espírita para Principiantes"[1], mais especificamente o segundo capítulo, que faz um resumo sistemático da doutrina espírita. Já que vários aspectos de seu surgimento - como a filiação de Allan Kardec à maçonaria e a ligação dos primeiros codificadores espíritas à teosofia – foram propositalmente omitidos da obra e levaria muito tempo trazer à luz textos biográficos e outros documentos históricos, o primeiro capítulo, que aborda a história do espiritismo, será colocado à parte nesta aula.

Em um parágrafo do segundo capítulo, sobre "O Consolador Prometido" (referência clara ao Paráclito prometido por Jesus aos seus apóstolos [2]), é possível ler:

O Consolador prometido por Jesus, também designado pelo apóstolo João como o «Santo Espírito», seria enviado à Terra com a missão de consolar e lidar com a verdade. Sob o nome de Consolador e de Espírito de Verdade, Jesus anunciou a vinda daquele que havia de ensinar todas as coisas e de lembrar o que ele dissera. A relação entre o Espiritismo e o Consolador está no fato de a Doutrina Espírita conter todas as condições do Consolador que Jesus prometeu; ou seja, o Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, pois fala sem figuras, sem alegorias, levantando o véu intencionalmente lançado sobre certos mistérios; vem, finalmente, trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem. Jesus sabia que seria inoportuna uma revelação mais ampla, já que o homem da sua época não estava amadurecido e além disso previa que a sua mensagem seria distorcida com o correr do tempo; e por isso prometeu um Consolador.

Então, o espiritismo autoproclama-se "o Consolador prometido por Jesus". Para nós, católicos, Jesus, ao falar desse Consolador, faz referência à terceira pessoa da Santíssima Trindade. Os espíritas, porém, copiam alguns hereges antigos que também se intitulavam "o Consolador" – esse foi um artifício dos montanistas e dos milenaristas, notadamente do abade Joaquim de Fiore –, dividindo a história em três partes: o Antigo Testamento, a revelação mosaica; o Novo Testamento, a revelação cristã; e, então, o Consolador, que seria a religião inventada por eles. É precisamente nisto que consiste o cerne da chamada "revelação espírita", como se pode ler, ainda na obra de Rivas:

Definamos primeiro o sentido da palavra revelação. Revelar, do latim revelare, cuja raiz, velum véu, significa literalmente descobrir de sob o véu e, figuradamente, descobrir, dar a conhecer uma coisa. A característica essencial de qualquer revelação tem que ser a verdade. Revelar um segredo é dar a conhecer um fato; se este é falso já não é um fato e por consequência não existe revelação. O Espiritismo, partindo das próprias palavras do Cristo, como este partiu das de Moisés, é consequência direta da sua doutrina. A ideia vaga da vida futura, acrescenta a revelação da existência do mundo invisível que nos rodeia, povoa o espaço e levanta o véu que ocultava aos homens os mistérios do nascimento e da morte. A primeira revelação teve a sua personificação em Moisés, a segunda no Cristo, a terceira não a tem em indivíduo algum. As duas primeiras foram individuais, a terceira coletiva; aí está um caráter essencial de grande importância. Ninguém, por consequência, pode inculcar-se como seu profeta exclusivo; foi espalhada simultaneamente, por sobre a Terra, a milhões de pessoas, de todas as idades e condições, a fim de servir um dia a todos, de ponto de ligação. Chegou numa época de emancipação e maturidade intelectual, na qual o homem não aceita nada às cegas. A revelação espírita é progressiva. O Espiritismo não têm dito a última palavra, mas tem aberto um campo amplo para o estudo e a observação. Pela sua natureza possui duplo caráter, é ao mesmo tempo divina e humana. Divina porque provém da iniciativa dos Espíritos e humana porque é fruto do trabalho do homem. Os ensinamentos dos Espíritos, por toda parte, nos mostram a unidade da lei. Em virtude dessa unidade, reinam na obra eterna a ordem e a harmonia.

Fica nas entrelinhas a ideia de que a revelação de Jesus foi um estágio imperfeito. Para Allan Kardec, Ele "falou de tudo, mas em termos mais ou menos claros, de maneira que, para entender o sentido oculto de certas palavras, era preciso que novas ideias e novos conhecimentos viessem dar-nos a chave". Essa "chave" seria o espiritismo: Jesus falou por meio de parábolas, de modo simbólico; agora, que já foi dado o "tempo à ciência para progredir"[3], os espíritas são quem têm a palavra. Essa pretensão cientificista dos espíritas traz à tona o caráter "naturalista" de sua religião. A ciência é, sem dúvida, um instrumento importante, mas deve atuar em seu âmbito próprio, que é a análise dos fenômenos da natureza. A revelação divina, ao contrário, não deve ser medida com instrumentos empíricos, que são insuficientes.

Mas, deixando de lado também o exame científico da questão espírita, é absolutamente inaceitável para um cristão dizer que o ensinamento de nosso Senhor Jesus Cristo pode ser "corrigido" ou "aperfeiçoado". O Catecismo da Igreja Católica diz, com toda a clareza, que "o Filho é a Palavra definitiva do Pai, de sorte que depois dele não haverá outra Revelação"[4]; e ainda: "A fé cristã não pode aceitar 'revelações' que pretendam ultrapassar ou corrigir a Revelação da qual Cristo é a perfeição. Este é o caso de certas religiões não-cristãs e também de certas seitas recentes que se fundamentam em tais 'revelações'"[5].

O livro "Doutrina Espírita para Principiantes" traz também as cinco obras fundamentais do espiritismo kardecista, todas elas escritas por Allan Kardec, pseudônimo utilizado pelo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804 – 1869), considerado o "codificador" da doutrina espírita:

1) O Livro dos Espíritos (1857):
Contém os princípios da Doutrina Espírita. Trata sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns – recebidos e coordenados por Allan Kardec. Divide-se em quatro tópicos: «As causas primárias»; «Mundo espírita ou dos Espíritos»; «As leis morais»; e «Esperanças e consolações».

Enquanto os cristãos lançam um olhar de reverência para Jesus e para as Sagradas Escrituras, nas obras de Kardec, os espíritos estão a todo o momento corrigindo a Bíblia – a base de "O Livro dos Espíritos" são "os ensinos dados por Espíritos superiores com o concurso de diversos médiuns" –, fazendo uma "adaptação" completamente pervertida de seu conteúdo.

2) O Livro dos Médiuns (1861):
Orienta a conduta prática das pessoas que exercem a função de intermediar o mundo espiritual com o material. Mostra aos médiuns os inconvenientes da mediunidade, suas virtudes e os perigos provindos de uma faculdade descontrolada. Ensina a forma de se obter contatos proveitosos e edificantes junto à Espiritualidade. A obra demonstra ainda as consequências morais e filosóficas decorrentes das relações entre o invisível e o visível. É o maior tratado de paranormalidade já escrito.

Médium, para a doutrina espírita, é uma pessoa que tem a capacidade de estabelecer comunicações entre os dois mundos: o dos "espíritos encarnados" e o dos "espíritos desencarnados". "O Livro dos Médiuns" seria, na linguagem de Rivas, "o maior tratado de paranormalidade já escrito". Trata-se de uma confusão constante no vocabulário espírita: eles frequentemente reputam como normais acontecimentos que são, na verdade, extraordinários. A alma de um falecido comunicar-se com os vivos, por exemplo, é algo absolutamente fora do comum, enquanto, para eles, seria algo ordinário e natural.

3) O Evangelho segundo o Espiritismo (1864):
Trata-se da parte moral e religiosa da Doutrina Espírita. Ensina a teoria e a prática do Cristianismo, através de comentários sobre as principais passagens da vida de Jesus, feitos por Allan Kardec e pelos Espíritos superiores. Mostra que as parábolas existentes no Evangelho, que aos olhos humanos parecem fantasias, na verdade exprimem o mais profundo código de conduta moral de que se tem notícia.

"O Evangelho segundo o Espiritismo" ensinaria, nas palavras de Rivas, "a teoria e a prática do Cristianismo". Ou seja, Allan Kardec diz-se o legítimo intérprete do Evangelho, tendo recebido a chave de interpretação dos espíritos. Essa ideia é de uma pretensão indubitavelmente inaceitável para os cristãos.

4) O Céu e o Inferno (1865):
Neste livro, através da evocação dos Espíritos, Allan Kardec apresenta a verdadeira face do desejado «céu», do temido «inferno», como também do chamado «purgatório». Põe fim às penas eternas, demonstrando que tudo no Universo evolui e que as teorias sobre o sofrimento no fogo do inferno nada mais são do que uma ilusão. Comunicações de Espíritos desencarnados, de cultura e hábitos diversos, são analisadas e comentadas pelo Codificador, mostrando a situação de felicidade, de arrependimento ou sofrimento dos que habitam o mundo espiritual.

Nesse livro, Allan Kardec distorce totalmente a doutrina cristã sobre a escatologia. Ao pôr "fim às penas eternas", ele praticamente nega a existência do inferno, corroborada tantas vezes por Cristo nas Escrituras[6].

5) A Gênese (1868):
Este livro é um estudo a respeito de como foi criado o mundo, como apareceram as criaturas e como é o Universo em suas faces material e espiritual. É a parte científica da Doutrina Espírita. Explica a Criação, colocando Ciência e Religião face a face. A Gênesis bíblica é estudada e vista como uma realidade científica, disfarçada por alegorias e lendas. Os seis dias narrados nas Escrituras Sagradas são mostrados como o tempo que o Criador teria gasto com a formação do Universo e da Terra; eras geológicas, que seguem a ordem cronológica comprovada pela Ciência em suas pesquisas. Os «milagres», realizados por Jesus, são explicados como sendo produto da modificação dos elementos da natureza, sob a ação de sua poderosa mediunidade.

"A Gênese", na verdade, não passa de uma das maiores farsas do espiritismo. Camille Flammarion, que ajudou Kardec a escrever essa obra, ao falar sobre o cosmos, comete equívocos clamorosos, errando números de satélites e vários princípios básicos de astronomia – algo inaceitável para espíritos supostamente tão sábios. Perguntado sobre os erros contidos no livro, Flammarion afirmou que se tratava do conhecimento que eles tinham na época, ou seja, deixou claro que aquelas informações não vieram do "mundo dos espíritos", mas tão somente de suas cabeças. Até hoje, no entanto, Flammarion é venerado e não há nenhum pedido de desculpas e nenhuma retratação desse fato – um exemplo flagrante de desonestidade intelectual.

Ainda na "Doutrina Espírita para Principiantes", são elencados os "Princípios Fundamentais" dos ensinamentos dos Espíritos", a saber:

1) A Existência de Deus: Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas.

Os termos empregados são cuidadosos: procuram mascarar a doutrina espírita para dar-lhe um ar cristão. No entanto, a visão espírita de Deus é deísta. Kardec, ao definir a divindade, ao invés de perguntar "quem é Deus", usa a expressão "o que é Deus" [7], como que a indicar: Deus é a "Inteligência Suprema", mas não é necessariamente um ser pessoal, alguém com quem o homem pode verdadeiramente se relacionar. Isso não se coaduna com a religião cristã, na qual Deus é um só, em três pessoas realmente distintas.

2) A Imortalidade da Alma: Somos em essência Espíritos, seres inteligentes da criação. O espírito é o princípio inteligente do Universo.

Nós, católicos, estamos de acordo com o princípio da imortalidade da alma, mas não da forma como é exposto acima. Não "somos em essência Espíritos": "a pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual" [8]; "o espírito e a matéria no homem não são duas naturezas unidas, mas a união deles forma uma única natureza" [9]. A grande dificuldade antropológica do espiritismo está justamente neste dualismo: o homem seria só a sua alma e o seu corpo, uma prisão. A Igreja já condenou há muito tempo a metempsicose e a apocatástase, de Orígenes, que são doutrinas defendidas sob outros nomes pelos espíritas. Elas podem ser aceitas pelo orfismo e pelo platonismo, mas não pela religião cristã.

3) A Reencarnação: Criado simples e ignorante, o Espírito decide e cria seu próprio destino usando o livre arbítrio. Seu progresso é consequência das experiências adquiridas em diversas existências, evoluindo constantemente, tanto em inteligência como em moralidade.
4) A Pluralidade dos Mundos Habitados: Os diferentes orbes do Universo constituem as diversas moradas dos Espíritos.

Segundo o espiritismo, aquilo que de mal as pessoas cometem deve ser pago em outras existências. No Cristianismo, ao contrário, o Verbo se fez homem e o Seu sofrimento tem um poder redentor para a humanidade. Por isso, não é necessário que o ser humano pague mais nada, ele já foi remido pela Cruz de Cristo. Nesse sentido, a reencarnação torna vã toda a obra da salvação. Com essa pretensão de enquadrar o mistério do sofrimento em uma lógica matemática, o espiritismo abole o perdão e acaba se tornando uma doutrina terrificante, ao invés de consoladora.

Além disso, olhando filosoficamente a questão, a doutrina espírita não passa de uma "torre de Babel": o espírito "cria seu próprio destino" por meio de um "progresso" e evolução constantes. Só que o abismo entre Criador e criatura não pode ser rompido senão pelo andar de cima: ou Deus vem salvar e redimir o homem ou ele está irremediavelmente perdido.

De fato, os espíritas só aderem à "torre de Babel" porque não creem que Jesus Cristo seja Deus – e essa é a razão principal pela qual o espiritismo não pode ser chamado de cristão. Na doutrina espírita, Cristo tem um papel irrisório: é um "guia" evoluído tão somente para este planeta (já que existiriam outros habitados por espíritos).

5) A Comunicabilidade dos Espíritos: Os Espíritos são os seres humanos desencarnados. Através dos médiuns podem comunicar-se com o mundo material.

Conforme a doutrina católica, quando as pessoas morrem, as almas são separadas (não "desencarnadas") dos seus corpos. Esta alma separada – agora, no Céu, no Inferno ou no Purgatório – pode comunicar-se com os vivos? De forma ordinária, não. Ou seja, os espíritos dos mortos não se comunicam conosco, habitualmente. Mas é possível, sob a forma de milagre, que Deus permita esse tipo de comunicação, tanto das almas que estão no Céu – como acontece nas aparições de Nossa Senhora – e no Purgatório – para ensinar a importância de rezar pela Igreja padecente –, quanto das que estão no Inferno – para excitar no homem o temor de Deus. O contato ordinário com os espíritos, na doutrina católica, não acontece com as almas dos falecidos, mas com outras criaturas: os anjos.

Então, à "comunicabilidade dos espíritos" a Igreja responde: é possível que aconteça, mas não ordinariamente. Por outro lado, é absolutamente proibida pela Revelação a evocação dos mortos [10]. Recorrer a essa prática de desobediência significa expor-se a grandes perigos espirituais.

Por fim, o livro de Rivas também cita como fundamento da doutrina espírita:

A Moral Espírita: Baseada no Evangelho de Jesus, é a máxima moral para a vida.

Trata-se do único item pelo qual os espíritas poderiam ser remotamente chamados de cristãos. Diz-se "remotamente" porque, ao mesmo tempo em que eles seguem algumas orientações morais do Evangelho, rejeitam outras, como o divórcio ou o "casamento" homossexual. Então, é só em um sentido muito estrito que se pode chamar o espiritismo de cristão.

Referências

  1. Luis Hu Rivas (org.), Doutrina Espírita para Principiantes: introdução ao estudo da doutrina que ilumina consciências e consola corações, Conselho Espírita Internacional, Brasília, 2009, 160p.
  2. Cf. Jo 16, 5s
  3. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 1, n. 4
  4. Catecismo da Igreja Católica, n. 73
  5. Ibidem, n. 67
  6. Cf. Mt 5, 22.29; 13, 42.50; 25, 41; Mc 9, 43-48
  7. O Livro dos Espíritos, livro I, cap. 1, I
  8. Catecismo da Igreja Católica, n. 362
  9. Ibidem, n. 365
  10. Cf. Lv 20, 27; Dt 18, 10ss; 2 Rs 21, 6; 23, 24; 1 Cr 10, 13; Is 8, 19

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69A última Confissão54:52Novembro 07, 2013
68A Resposta Católica53:02Outubro 31, 2013
67As finalidades e os efeitos da Santa Missa 01:02:51Outubro 24, 2013
66Sexo ou gênero?53:41Outubro 06, 2013
65O Senhor dos Anéis01:06:04Setembro 25, 2013
64O novo Código Penal e as ameaças à vida e à família49:47Setembro 17, 2013
63O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota57:24Setembro 11, 2013
62Satanás e os seus demônios55:23Setembro 04, 2013
61O Missal de Paulo VI e a hermenêutica da continuidade 41:39Agosto 27, 2013
60O missal de Paulo VI e a reforma da reforma litúrgica de Bento XVI01:11:15Agosto 22, 2013
59A Quaresma de São Miguel e o auxílio dos anjos40:36Agosto 14, 2013
58Fora da Igreja existe salvação?56:48Agosto 06, 2013
57A Jornada Mundial da Juventude e as palavras de Francisco42:38Julho 30, 2013
56Papa Francisco no Brasil e a Jornada Mundial da Juventude57:29Julho 24, 2013
55Os perigos do veto parcial do PLC 03/2013 39:27Julho 18, 2013
54O perigo das falsas conversões30:51Julho 01, 2013
53O quadro político do Brasil59:31Julho 01, 2013
52As manifestações no Brasil55:54Junho 19, 2013
5145 anos da Humanae Vitae55:15Maio 30, 2013
50Modéstia: Como as mulheres devem se portar (II)18:43Maio 20, 2013
49Modéstia: Como as mulheres devem se portar (I)37:16Maio 20, 2013
48Virgindade e Espiritualidade34:04Maio 08, 2013
47Maternidade50:44Abril 24, 2013
46Feminilidade: o que está acontecendo com as mulheres?58:21Abril 16, 2013
45A dignidade da mulher58:39Abril 10, 2013
44A Santíssima Eucaristia59:14Abril 01, 2013
43Preparação para Páscoa "Victimae Paschali Laudes"55:37Março 26, 2013
42Papa Francisco e a Liturgia de Bento XVI (II)30:54Março 20, 2013
41Papa Francisco e a liturgia de Bento XVI (I)39:33Março 19, 2013
40O Conclave54:04Março 13, 2013
39Como ainda crer na santidade da Igreja?58:30Março 05, 2013
38Os últimos dias de Bento XVI 01:01:32Fevereiro 28, 2013
37A renúncia do Santo Padre e próximo conclave51:42Fevereiro 19, 2013
36A Infância de Jesus28:30Dezembro 18, 2012
35O ódio ao feminino49:15Novembro 27, 2012
34Masculinidade: o que está acontecendo com os homens de Deus?58:01Novembro 20, 2012
33Masculinidade: o que está acontecendo com os homens?59:44Novembro 13, 2012
32Doenças espirituais: o que são e como combatê-las52:58Novembro 06, 2012
31O Ano da Fé59:18Outubro 24, 2012
30Os Mártires de Hoje47:44Outubro 08, 2012
29Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (VI)38:59Outubro 01, 2012
28Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (V)46:55Setembro 24, 2012
27Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (IV)43:23Setembro 17, 2012
26Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (III)55:59Setembro 10, 2012
25Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (II)01:01:07Setembro 03, 2012
24A Nova Estratégia Mundial do Aborto (I)48:14Agosto 27, 2012
23Nova Ordem Mundial: a maior ameaça ao Cristianismo57:51Agosto 20, 2012
22Nova Ordem Mundial26:19Agosto 13, 2012
21Lançamento do DVD "Antropologia e Escatologia"58:11Agosto 05, 2012
20São Felipe Neri: "Prefiro o paraíso"41:07Julho 30, 2012
19A vida em risco49:09Julho 16, 2012
18Dom Eugênio Sales, uma escola de fidelidade47:56Julho 09, 2012
17O preço da fidelidade40:47Julho 02, 2012
16A presença de São Pedro em Roma36:10Junho 25, 2012
15O Gnosticismo em nosso meio01:03:27Junho 18, 2012
14Exame de consciência: 20 anos de sacerdócio49:47Junho 11, 2012
13Crise na Igreja01:08:16Junho 04, 2012
12Marxismo Cultural e o Comunismo01:13:28Fevereiro 07, 2012
11Ó admirável intercâmbio!26:03Dezembro 22, 2011
10Ó Emanuel!01:22:52Dezembro 16, 2011
9PL122 - A lei da mordaça gay01:20:04Dezembro 05, 2011
8Teologia e espiritualidade do Advento e do Natal38:50Novembro 28, 2011
7Conversão e a luta contra o pecado01:01:15Novembro 24, 2011
6Presença real de Jesus na Eucaristia01:06:48Novembro 17, 2011
5O Inferno01:07:31Novembro 10, 2011
4E agora, para onde vamos?01:06:20Novembro 02, 2011
3A vida de São Pio de Pietrelcina01:05:55Setembro 20, 2011
2O protestantismo01:05:55Setembro 12, 2011