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O que fazer para enxergar o “tesouro escondido”?

Por que é que, não obstante a grande alegria com que vivemos o começo de nossa conversão, com o tempo tudo parece “enjoar”? Será que erramos ao optar por Deus e pela vocação que Ele nos deu? Como podemos recuperar a alegria do “primeiro amor”?

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Assim como quando nos apaixonamos por alguém, os primeiros anos da vida com Deus são sempre maravilhosos: é como se realmente encontrássemos “um tesouro escondido no campo”, em troca do qual vendemos, alegremente, tudo que possuímos. 

Com o tempo, porém, o amor vai arrefecendo e, quando nos damos conta, estamos nos arrastando sob o peso de um fardo custoso e praticamente insuportável. Rezar, ir à igreja, fazer penitência… tudo parece não ter mais o mesmo sabor e a mesma “graça”. (E assim também acontece com os casados.)

Mas por que as coisas são assim? Será que erramos ao optar por Deus e pela vocação que Ele nos deu? Como podemos recuperar a alegria do “primeiro amor” — tanto na vida de oração quanto na vida de serviço aos nossos irmãos?

Esta homilia foi feita pelo Padre Paulo Ricardo no dia 30 de julho de 2023, domingo, durante Missa matutina na Paróquia Cristo Rei, de Várzea Grande (MT).

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