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537. “Permanecei no meu amor”

Permanecer no amor de Cristo supõe, como exigência inegociável, observar os Mandamentos, o que equivale, em resumo, a perseverar no estado de graça. 

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
15, 9-11)

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena".

A união que estabelecemos com Cristo mediante a é completada e aperfeiçoada pela caridade, que dá forma a todas as demais virtudes, além de sentido e valor sobrenaturais à observância dos Mandamentos: "Se guardardes os meus mandamentos", diz Jesus no Evangelho de hoje, "permanecereis no meu amor". Ora, permanecer no amor de Cristo equivale, em outras palavras, a deixar que Ele aja em e por meio de nós, transmitindo-nos a sua graça para que realizemos obras dignas de um membro do seu Corpo Místico. Naturalmente, encontram aqui aplicação aquelas palavras do Evangelho de ontem: "Vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim" (Jo 15, 4), pois é dEle, como da videira, que recebemos tanto o poder como o fazer. A Liturgia de hoje, deste ponto de vista, é um chamado a que, pela recepção do sacramento da Penitência, nos ponhamos o quanto antes em estado de graça e, com uma fé viva, informada pela chama ardente da caridade, estreitemos nossos laços de amor e amizade com o Ressuscitado e tornemo-nos assim membros operantes de sua Igreja. Que a Virgem Santíssima nos conduza hoje pela mão ao confessionário mais próximo e nos conceda, por sua intercessão, a graça de perseverarmos em nossos esforços diários por viver nossa vocação de batizados, filhos adotivos de Deus Pai.

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