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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt
9, 9-13)

Naquele tempo, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!" Ele se levantou e seguiu a Jesus. Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.

Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: "Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?" Jesus ouviu a pergunta e respondeu: "Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Aprendei, pois, o que significa: 'Quero misericórdia e não sacrifício'. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores".

Toda devoção genuinamente cristã, ensina-nos a Santa Madre Igreja, deve ter a Deus por fim. Por essa razão, venerar o Preciosíssimo Sangue de Cristo ao longo do mês de julho, mais do que prestar culto a um elemento físico e corporal, consiste em honrar a Pessoa a quem este Sangue pertence. Pois foi o Verbo divino que, assumindo o que somos sem deixar de ser o que era, quis ter uma natureza humana a que não faltasse sangue verdadeiro, que pudesse ser derramado em sacrifício de reparação ao Pai e de amor aos homens. Assim sendo, sob a imagem do Sangue de Nosso Senhor, que é um da Trindade (unus ex Trinitate), reconhecemos a caridade infinita com que Ele nos amou, a ponto de entregar-se, despojado de sua majestade, às mãos dos que criou a fim de dar-lhes a vida pelos cravos e açoites com que O mataram. Adorando-O, tornamos mais vivos em nosso coração os sentimentos de gratidão que todos devemos ter para com Aquele que pagou o nosso resgate ao preço de sua vida.

Correndo pela terra na agonia do Horto, manando abundante na flagelação, gotejando na coroação de espinhos, derramado na cruz, vertendo do Coração traspassado pela lança, o Sangue de Cristo é verdadeiramente o preço da nossa alforria (cf. 1Pd 1, 28), o valor altíssimo e incomparável que Deus dispôs-se a pagar a fim de libertar-nos das garras do demônio, da escravidão do pecado e da sujeição à morte eterna. Aproveitemos, pois, esta primeira sexta-feira do mês de julho para, unindo ao dever de reparação das ofensas ao Sagrado Coração de Jesus, venerarmos a presença de seu Sangue no Santíssimo Sacramento do Altar. Ao fazermos hoje a nossa comunhão reparadora, peçamos ao Senhor que alveje nossa alma com este Sangue adorável, dado a Ele pela Virgem Mãe, que neste dia quer ajudar-nos a comungar mais devotamente.

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