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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
3, 16-21)

Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.

Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus.

Há pouco mais de 500 anos era celebrada no Brasil a primeira Santa Missa, presidida pelo padre Henrique de Coimbra, O.F.M., na presença de Pedro Álvares Cabral e Pero Vaz de Caminha. Foi num 26 de abril como o de hoje, em pleno Tempo Pascal, que a luz de Cristo enfim chegou às nossas praias, a fim de dissipar as trevas do erro e da incredulidade em que viviam imersas as gentes desta terra, batizada com o nome de Ilha de Vera Cruz. Deus, com efeito, amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, cuja Redenção havia de chegar aos homens de todos os tempos, lugares e condições e cuja caridade sem limites quer, por meio do ministério de sua Igreja, abrasar toda a redondeza da terra. Encomendando hoje com especial devoção o nosso país aos cuidados de Nossa Senhora da Esperança, peçamos a Deus que nos dê a todos os brasileiros a graça de vivermos santamente sob a obediência da Cruz, cuja imagem está impressa no coração do Brasil desde suas origens, e de sermos fiéis ao Evangelho que há cinco séculos desembarcou pela primeira vez no litoral da Bahia.

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