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71. Apresentação de Nossa Senhora

Texto do episódio

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt
12, 46-50)

Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo". Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?" E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe."

Com base numa antiquíssima tradição, preservada por escrito no protoevangelho de Tiago (escrito por volta do ano 150 d.C.), a Igreja convida todos os seus filhos a celebrar hoje a apresentação da Bem-aventurada Virgem Maria. Feliz fruto da esterilidade de São Joaquim e Santa Ana, avós de Nosso Senhor, Maria Santíssima foi consagrada ao serviço a Deus no Templo de Jerusalém ainda menina, por volta dos três anos de idade. Entregue inteiramente ao Senhor, nossa querida Mãe do Céu permaneceu ligada ao Templo até os doze anos, pouco mais ou menos, quando foi desposada por São José e visitada pelo Arcanjo Gabriel. Foi aliás neste período que, segundo a tradição, Maria teve sua primeira ovulação, da qual veio a nascer Jesus Cristo, seu verdadeiro primogênito.

Como quer que seja, a memória da apresentação desta Mãe admirável nos deve imprimir no coração a integridade dessa entrega a Deus. Maria, com coração indiviso, se consagra ao Senhor, devolve-lhe tudo o que dele mesmo recebera: sua vida, sua pureza, sua virgindade nunca tocada, jamais profanada. Fazendo-se, pois, por uma graça especialíssima do alto, a escrava predileta do Pai, Maria Santíssima mereceu apresentar ao mundo o próprio Filho de Deus; fazendo-se a menor das mulheres, mereceu ser coroada Rainha dos Anjos, dos Profetas, dos Apóstolos; negando-se a si mesma, rejeitando qualquer projeto pessoal, mereceu tornar-se a Porta do Céu para todas as gerações futuras. Rezemos hoje de modo especial a essa nossa Mãe querida: que ela, apresentada a Deus desde pequenina, se digne socorrer-nos na hora da morte e, por meio de suas súplicas onipotentes, apresentar-nos no templo eterno do Senhor.

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