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374. Festa da Dedicação da Basílica do Latrão

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo
2, 13-22)

Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. E disse aos que vendiam pombas: "Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!" Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: "O zelo por tua casa me consumirá". Então os judeus perguntaram a Jesus: "Que sinal nos mostras para agir assim?" Ele respondeu: "Destruí este Templo, e em três dias o levantarei". Os judeus disseram: "Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?" Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele.

Comemoramos hoje a dedicação da Basílica de São João de Latrão, também conhecida como cabeça e mãe de todas as igrejas, "caput et mater omnium ecclesiarum". Esta honra, com efeito, lhe é devida pelo fato de ser o primeiro templo em que, após o período das grandes perseguições, os cristãos puderam reunir-se para celebrar com a devida solenidade o santo sacrifício do Altar. Sé oficial do Papa, bispo de Roma, desde o século IV, a Arquibasílica do Latrão é um sinal concreto não só da unidade da Igreja Católica — una pela mesma , pelos mesmos sacramentos e pela mesma cabeça visível — como também da indefectibilidade que lhe prometeu o seu divino Fundador: "As portas do inferno", disse Ele a Simão Pedro, "não prevalecerão contra ela" (Mt 16, 18). Somos hoje chamados, pois, a renovar nossa fé nesta tão consoladora quanto admirável perenidade do Corpo a que, pelo Batismo, fomos inseridos. Dirijamos a Deus nossas mais sinceras ações de graças por ter-nos feitos súditos de um Reino edificado sobre uma rocha firme, que há de subsistir invicto e estável até ao final dos tempos!

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